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Banco Master · Public domain · Wikimedia Commons

Organização · Instituição financeira

Banco Master

Banco Master S.A.

Também: Master, Conglomerado Master, Banco Máxima (nome anterior)

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O que significam D, C, A e I?
DDocumental direto
Documental direto: consta de documento primário verificável (decisão, relatório oficial, contrato, registro).
CCorroborado
Corroborado: confirmado por múltiplas fontes independentes, sem documento primário no corpus.
AAlegação
Alegação: declaração atribuída a terceiro. Não equivale a fato comprovado.
IInferência
Inferência: interpretação analítica a partir de fatos conhecidos. Não é prova.

Detalhe em metodologia.

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Resumo

Instituição líder do Conglomerado Master, controlada por Daniel Vorcaro. Teve liquidação extrajudicial decretada pelo Banco Central em novembro de 2025, junto com o Banco Master de Investimento, o Banco Letsbank e a Master CCTVM; o Banco Master Múltiplo foi submetido a RAET.

Jurisdição:
Brasil

Por que está no Novelo?

É a instituição financeira cuja liquidação extrajudicial pelo Banco Central e cujas operações investigadas pela Polícia Federal constituem o núcleo do caso.

Posição do citado

Negativas, esclarecimentos, notas públicas ou versões apresentadas pela pessoa ou organização. Exibidas sempre, mesmo quando enfraquecem uma hipótese.

  • Posição não localizada

    Nenhuma manifestação pública específica localizada no corpus até a data da última atualização.

Lacunas ainda não esclarecidas

O que o corpus não demonstra. Se não sabemos, dizemos que não sabemos.

  • O CNPJ e os atos societários devem ser confirmados em registro oficial.
  • A resposta oficial da Secretaria de Previdência à consulta GesCon invocada pelo banco não foi localizada, nem o parecer do escritório de advocacia citado na ata de março de 2024.
  • As demonstrações financeiras não abrem a concentração da captação por contraparte: há nota sobre os dez maiores devedores, no ativo, mas nenhuma abertura equivalente do passivo.
  • A faixa de emissão de até 150% do CDI, declarada nas demonstrações de 2024, não foi localizada em nenhuma reportagem — a equipe não sabe quais operações foram contratadas nesse patamar.
  • O IF.data deixa de reportar o estoque individual do banco a partir de junho de 2025; o conglomerado registra R$ 4,11 bilhões naquela data. A equipe não apurou a razão da mudança.
  • O Relatório de Auditoria Direta — Letras Financeiras é sigiloso e está com a Polícia Federal; documentos do Ministério da Previdência sobre as auditorias já foram encaminhados à Comissão de Assuntos Econômicos do Senado e não foram publicados.
  • Condenado pela CVM em 08/09/2026, por unanimidade, a R$ 12,5 milhões de multa por operação fraudulenta na 3ª emissão do Brazil Realty FII — processo autônomo da CVM sobre esquema de 2018-2020, anterior e distinto das carteiras de crédito fraudulentas que motivaram a liquidação bancária de novembro de 2025.
  • Os balanços consolidados de 2022, 2023 e 2024 descrevem a expansão do cartão de benefício em números que não fecham entre si — 21, 23 e 24 estados, com o balanço de 2024 atribuindo a 2023 apenas 20 —, todos auditados sem ressalva. Em nenhum deles a expressão 'PKL One' aparece, embora seja o nome que consta do contracheque do servidor. A rubrica 'serviços pagos antecipadamente para apoio operacional de convênios' passou de R$ 33,3 milhões a R$ 202,5 milhões entre 2023 e 2024.
  • Em dois estados o credenciamento saiu em nome do próprio banco, e não da operadora: em Mato Grosso, pelo convênio de 2023 com a secretaria de planejamento, e em Minas Gerais, sob o código 302. Em Minas o banco foi descredenciado em fevereiro de 2026, por não apresentar documentação de recadastramento — fundamento administrativo, não sancionatório. No Amapá, o banco foi habilitado no mesmo despacho que inabilitou a operadora.
  • Efeito documentado da liquidação sobre os consignados: em Campo Grande, a nova gestão reprocessou bases e reenviou listas automatizadas ao setor de pessoal do município, fazendo ressurgir descontos sobre contratos já quitados — caso registrado de servidora que quitou em janeiro de 2026 e teve R$ 293,46 descontados em agosto. Liminar na 3ª Vara de Fazenda Pública determinou que a instituição se abstivesse de cobrar ou negativar os servidores, único registro localizado de tutela expressa nesse sentido.
  • Em Campo Grande, o credenciamento municipal foi do próprio banco — Termo de Credenciamento nº 10, de 26/05/2023, aditado em 2025 para vigorar até maio de 2027 —, e não da operadora, que não aparece uma única vez no diário do município entre 2015 e 2026. O instituto de previdência municipal credenciou o banco por termo próprio, cujo prazo expirou por decurso em 31/01/2026, sem renovação e sem rescisão. Em Canapi, em Alagoas, o extrato de rescisão de um contrato firmado com a operadora traz 'BANCO MASTER S/A' na linha de assinatura.
  • Instrumentos paulistas do próprio banco, sem ato de revogação localizado: termo de adesão com a secretaria municipal da capital, de 2020, aditado em 20/10/2023; credenciamento no hospital do servidor público municipal deferido em 23/04/2025, sete meses antes da liquidação; termo de cooperação com Guarulhos, de 06/10/2023; credenciamento em São Bernardo do Campo, assinado em 27/04/2023 com sessenta meses; e convênio com Embu das Artes, publicado em 12/07/2023. Em Peruíbe, o município indeferiu troca de titularidade de conta em operação firmada com o Banco de Brasília, por inexistência de amparo junto ao Banco Central.

Linha do tempo101

  1. 2017

    · Evento· Ato societárioAAlegação
    Vorcaro entra no Banco Máxima com participação qualificada de 20%

    Daniel Vorcaro, Banco Master, Banco Central do Brasil, Sidnei Corrêa Marques

  2. · Evento· Ato societárioAAlegação
    Contrato de compra de 56,87% do Máxima por R$ 40 milhões, dos quais R$ 4 milhões em espécie

    Daniel Vorcaro, Saul Dutra Sabbá, Banco Master, Fundo Brazil Realty

  3. · Evento· TransaçãoAAlegação
    Aporte de R$ 15,447 milhões do FGC na compra de participação no Máxima

    Daniel Vorcaro, FGC, Banco Master

  4. 2018

    · Evento· Ato regulatórioCCorroborado
    Banco Central inabilita Saul Dutra Sabbá por ocultar insuficiência de capital do Máxima

    Saul Dutra Sabbá, Banco Central do Brasil, Banco Master

  5. · Transação· OutraCCorroborado
    Remessas de câmbio do então Banco Máxima à One World Services

    Banco Master, One World Services

  6. 2019

    · Evento· Ato societárioAAlegação
    Augusto Lima torna-se sócio de Daniel Vorcaro no Banco Master

    Augusto Lima, Daniel Vorcaro, Banco Master, CredCesta

  7. · Evento· TransaçãoAAlegação
    FGC concede empréstimo emergencial ao Banco Máxima na operação que viabilizou a troca de controle

    FGC, Banco Master, Daniel Vorcaro

  8. · Evento· Ato regulatórioCCorroborado
    Banco Central rejeita a transferência de controle do Banco Máxima

    Banco Central do Brasil, Sidnei Corrêa Marques, Daniel Vorcaro, Banco Master

  9. · Evento· Ato societárioAAlegação
    Novo pedido ao Banco Central com grupo de controle de três nomes

    Daniel Vorcaro, Felipe Wallace Simonsen, Armando Miguel Gallo Neto, Banco Central do Brasil, Banco Master

  10. · Evento· Ato regulatórioCCorroborado
    Banco Central aprova a transferência de controle do Banco Máxima

    Banco Central do Brasil, João Manoel Pinho de Mello, Roberto Campos Neto, Paulo Sérgio Neves de Souza, Daniel Vorcaro, Banco Master

  11. 2022

    · Evento· Ato societárioDDocumental direto
    Banco Master contrata a BN Financeira para prospectar consignado do Credcesta (15% da receita)

    Banco Master, BN Financeira, PKL One Participações S.A., Terra Firme da Bahia, Fernando de Goes, Luiz Bull e mais 1

  12. · Evento· Ato públicoDDocumental direto
    Emenda 30 de Wagner à MP do consignado propunha teto de juros — e não foi acolhida

    Jaques Wagner, Banco Master

  13. · Ato público· LegislativoDDocumental direto
    Lei nº 14.431/2022: ampliação da margem e do público do crédito consignado

    Presidência da República, Banco Master, CredCesta

  14. · Evento· Ato públicoDDocumental direto
    Sanção da Lei nº 14.431/2022, que amplia margem e público do crédito consignado

    Presidência da República, Banco Master, CredCesta

  15. 2023

    · Evento· Ato societárioDDocumental direto
    AparecidaPrev credencia o Banco Master com a representante do banco na sessão

    Instituto de Previdência de Aparecida de Goiânia, Banco Master, Paula Vouguinha, Sete Capital

  16. 2024

    · Evento· Ato societárioDDocumental direto
    Banco Master contrata o escritório Barci de Moraes por R$ 3 milhões líquidos ao mês, por três anos

    Banco Master, Barci de Moraes Advogados, Daniel Vorcaro, Guilherme de Toledo Benazzi, Angelo Ribeiro da Silva

  17. · Evento· Ato societárioDDocumental direto
    Itaguaí assina em cinco dias o termo de credenciamento que o próprio banco enviou preenchido

    Itaguaí Previdência, Banco Master, Paula Vouguinha, Neilton Paixão de Jesus

  18. · Evento· Ato societárioDDocumental direto
    Banco Master contrata o escritório Barci de Moraes Sociedade de Advogados

    Banco Master, Barci de Moraes Advogados, Viviane Barci de Moraes, Daniel Vorcaro

  19. · Evento· Ato societárioDDocumental direto
    Conselho de Aparecida rejeita por 7 a 3 baixar o rating que barrava o Master

    Instituto de Previdência de Aparecida de Goiânia, Banco Master, Sete Capital

  20. · Evento· Reunião / encontroDDocumental direto
    Banco Master pede reunião e apresenta ao comitê da Amprev sua operação de captação junto a RPPS

    Banco Master, Amapá Previdência, Paula Vouguinha, Alberto Félix Oliveira, Jocildo Lemos, José Milton Afonso Gonçalves e mais 3

  21. · Evento· Ato societárioDDocumental direto
    Termo de credenciamento do Master em Alagoas traz o texto que a auditoria federal achou replicado

    Alagoas Previdência, Banco Master, André Kruschewsky Lima, Alberto Félix Oliveira

  22. · Evento· Evento socialCCorroborado
    Fórum de Londres patrocinado pelo Master reúne autoridades; degustação custeada por Vorcaro

    Daniel Vorcaro, Andrei Rodrigues, Banco Master, Fábio Faria, Davi Alcolumbre, Ciro Nogueira e mais 2

  23. · Evento· Evento socialAAlegação
    Degustação de uísque no George Club, em Londres, paga por Vorcaro durante fórum patrocinado pelo Master

    Daniel Vorcaro, Alexandre de Moraes, Andrei Rodrigues, Dias Toffoli, Benedito Gonçalves, Ciro Soares e mais 1

  24. · Evento· TransaçãoDDocumental direto
    Congonhas compra R$ 14 milhões em letras do Master violando o critério fixado pelo próprio comitê

    Previdência do Município de Congonhas, Banco Master

  25. · Evento· TransaçãoDDocumental direto
    AparecidaPrev aplica R$ 40 milhões no Master apesar da rejeição do conselho

    Instituto de Previdência de Aparecida de Goiânia, Banco Master

  26. · Transação· InvestimentoCCorroborado
    Aplicação de R$ 400 milhões da Amprev em letras financeiras do Banco Master

    Amapá Previdência, Banco Master

  27. · Evento· TransaçãoCCorroborado
    Comitê de Investimentos da Amprev aprova R$ 400 milhões em letras financeiras do Master

    Amapá Previdência, Jocildo Lemos, Banco Master

  28. · Evento· Ato societárioDDocumental direto
    CIAP aprova por unanimidade R$ 200 milhões em letras financeiras do Master a IPCA + 8,35%

    Amapá Previdência, José Milton Afonso Gonçalves, Jocildo Lemos, Banco Master

  29. · Evento· Ato regulatórioDDocumental direto
    Ministério da Previdência emite parecer de alerta entre o primeiro e o segundo aporte no Master

    Banco Master, Amapá Previdência

  30. · Evento· Ato societárioDDocumental direto
    CIAP aprova por maioria mais R$ 100 milhões no Master, contra dois votos

    Amapá Previdência, Jackson Rubens de Oliveira, José Milton Afonso Gonçalves, Jocildo Lemos, Banco Master, Alexandre Flávio Medeiros Monteiro e mais 1

  31. · Ato público· LegislativoCCorroborado
    Emenda nº 11 à PEC 65/2023 (ampliação da cobertura do FGC)

    Ciro Nogueira, FGC, Banco Master

  32. · Evento· PagamentoCCorroborado
    Pagamentos do Banco Master à Consult Inteligência Tributária (R$ 6,6 milhões)

    Banco Master, Consult Inteligência Tributária, Coaf

  33. · Evento· ComunicaçãoAAlegação
    Vorcaro pede a Augusto Lima que acione Kassab sobre vídeo crítico à RioPrevidência

    Daniel Vorcaro, Augusto Lima, Fernando de Goes, Gilberto Kassab, Pedro Paulo Carvalho, RioPrevidência e mais 1

  34. · Evento· Reunião / encontroDDocumental direto
    Reunião fora da agenda no Palácio do Planalto entre Lula e Vorcaro

    Lula, Daniel Vorcaro, Guido Mantega, Gabriel Galípolo, Augusto Lima, Presidência da República

  35. · Evento· PublicaçãoDDocumental direto
    Balanço de 2024 registra R$ 2,11 bilhões em letras financeiras, de um instrumento que não existia em 2022

    Banco Master

  36. 2025

    · Evento· Reunião / encontroCCorroborado
    Augusto Lima permanece presente em reuniões do BC como 'CEO do Master' após saída formal anunciada

    Augusto Lima, Banco Central do Brasil, Banco Master

  37. · Transação· Honorário / taxaAAlegação
    Consultorias ligadas a três ex-presidentes do Banco Central

    Banco Master, Henrique Meirelles

  38. · Transação· Honorário / taxaAAlegação
    Pagamentos à WF Comunicação para a defesa de Daniel Vorcaro

    Banco Master, WF Comunicação

  39. · Transação· Honorário / taxaAAlegação
    Pagamentos do Banco Master ao escritório Barci de Moraes (R$ 80,2 milhões)

    Banco Master, Barci de Moraes Advogados

  40. · Evento· Ato societárioDDocumental direto
    Conselho do BRB aprova contrato de compra de participação no Banco Master

    BRB, Banco Master, Paulo Henrique Costa

  41. · Evento· Decisão judicialCCorroborado
    Justiça Federal condena Saul Dutra Sabbá por gestão fraudulenta no Banco Máxima

    Saul Dutra Sabbá, Banco Master, Benjamim Botelho de Almeida, Alberto Maurício Caló, Gustavo Cleto Marsiglia

  42. · Evento· TransaçãoAAlegação
    João Carlos Mansur compra ações do BRB por meio do fundo Celeno, administrado pelo Master

    João Carlos Mansur, BRB, Banco Master, Reag Investimentos

  43. · Evento· Decisão judicialDDocumental direto
    Sentença absolve quatro réus e condena apenas Sabbá na ação penal sobre o Banco Máxima

    Saul Dutra Sabbá, Benjamim Botelho de Almeida, Alberto Maurício Caló, Gustavo Cleto Marsiglia, Banco Master

  44. · Evento· Ato públicoDDocumental direto
    CAE aprova convite a Vorcaro e ao presidente do BRB para explicar a compra

    Senado Federal, Daniel Vorcaro, Paulo Henrique Costa, BRB, Banco Master, Comissão de Assuntos Econômicos

  45. · Evento· Ato de investigaçãoDDocumental direto
    PF de São Paulo abre inquérito sobre o Banco Master a partir de denúncia anônima — origem distinta da Compliance Zero

    Daniel Penido de Britto, Daniel Vorcaro, Benjamim Botelho de Almeida, Banco Master, Polícia Federal

  46. · Transação· PagamentoCCorroborado
    Pagamentos do Banco Master à Consult Inteligência Tributária

    Banco Master, Consult Inteligência Tributária

  47. · Ato público· LegislativoDDocumental direto
    Aprovação do PL 1882/2025 pela CLDF (autorização para o BRB adquirir participação no Banco Master)

    CLDF, BRB, Banco Master, Governo do Distrito Federal

  48. · Evento· Ato públicoDDocumental direto
    CLDF aprova o PL 1882/2025 autorizando o BRB a comprar participação no Banco Master

    CLDF, BRB, Banco Master, Governo do Distrito Federal, Paulo Henrique Costa, Ibaneis Rocha

  49. · Transação· Honorário / taxaAAlegação
    Pagamentos do Banco Master ao escritório Lewandowski Advogados

    Banco Master, Ricardo Lewandowski

  50. · Evento· Ato regulatórioCCorroborado
    Banco Central rejeita a aquisição de participação no Banco Master pelo BRB

    Banco Central do Brasil, BRB, Banco Master, Gabriel Galípolo

  51. · Evento· Ato societárioCCorroborado
    Fictor anuncia a compra do Banco Master na véspera da liquidação

    Grupo Fictor, Banco Master, Daniel Vorcaro

  52. · Evento· DeclaraçãoDDocumental direto
    Amprev anuncia habilitação junto ao BC para reaver os R$ 400 milhões aplicados no Master

    Amapá Previdência, Jocildo Lemos, Banco Central do Brasil

  53. · Evento· Ato regulatórioDDocumental direto
    Banco Central decreta liquidação extrajudicial do Banco Master

    Banco Central do Brasil, Banco Master, Master Holding Financeira, 113 Investimentos e Participações, Daniel Vorcaro, Armando Miguel Gallo Neto e mais 3

  54. · Evento· Ato de investigaçãoDDocumental direto
    Deflagração da Operação Compliance Zero (1ª fase)

    Polícia Federal, Banco Master, Daniel Vorcaro, BRB, Ricardo Soares Leite

  55. · Ato público· RegulatórioDDocumental direto
    Liquidação extrajudicial de instituições do Conglomerado Master

    Banco Central do Brasil, Banco Master

  56. · Evento· Decisão judicialCCorroborado
    TRF-1 substitui a prisão preventiva de Vorcaro e executivos do Master por medidas cautelares

    TRF-1, Daniel Vorcaro, Augusto Lima, Luiz Bull, Alberto Félix Oliveira, Angelo Ribeiro da Silva

  57. · Evento· Ato regulatórioDDocumental direto
    Colegiado da CVM rejeita por unanimidade acordo de R$ 21,3 milhões no caso do Brazil Realty

    Comissão de Valores Mobiliários, Daniel Vorcaro, Banco Master, Milo Investimentos

  58. · Evento· Decisão judicialAAlegação
    Justiça nega pedido de Vorcaro para levar Carbono Oculto ao STF por suposta conexão com o Master

    Daniel Vorcaro, Banco Master

  59. 2026

    · Evento· PublicaçãoCCorroborado
    A repercussão internacional do caso Master: cobertura investigativa, sem contágio de rating soberano

    Banco Master, Daniel Vorcaro

  60. · Evento· Decisão judicialDDocumental direto
    Toffoli defere sequestro bilionário e buscas na investigação do Master; Tanure entre os alvos

    Dias Toffoli, Daniel Vorcaro, Nelson Tanure, Banco Master, César Reginato Ligeiro, Vicente Conte Neto e mais 2

  61. · Evento· Decisão judicialDDocumental direto
    Toffoli defere busca e apreensão complementar contra 39 alvos, incluindo as residências de Tanure e de Zettel

    Dias Toffoli, Nelson Tanure, Fabiano Zettel, Natália Vorcaro Zettel, Daniel Vorcaro, André Seixas Maia e mais 2

  62. · Evento· Ato regulatórioCCorroborado
    Banco Central decreta liquidação extrajudicial da CBSF DTVM (antiga Reag Investimentos)

    Banco Central do Brasil, Reag Investimentos

  63. · Evento· Ato regulatórioDDocumental direto
    FGC inicia o pagamento das garantias aos credores do conglomerado Master

    FGC, Banco Master, Banco Central do Brasil

  64. · Evento· Ato regulatórioDDocumental direto
    Banco Central decreta liquidação extrajudicial da Will Financeira

    Banco Central do Brasil, Will Bank, Banco Master, Daniel Vorcaro, Gabriel Galípolo

  65. · Evento· PublicaçãoCCorroborado
    Reportagem revela remessas de US$ 531 milhões do banco à One World Services

    Banco Master, One World Services, Polícia Federal, Daniel Vorcaro

  66. · Evento· Ato de investigaçãoDDocumental direto
    Operação Zona Cinzenta: PF faz buscas contra gestores da Amprev

    Polícia Federal, Amapá Previdência, Jocildo Lemos, José Milton Afonso Gonçalves, Jackson Rubens de Oliveira, Jucelio Fleury Neto

  67. · Evento· DeclaraçãoCCorroborado
    CAE do Senado cobra a CVM: 'Se houve omissão, foi na divulgação do que a CVM fez'

    Comissão de Valores Mobiliários, Banco Master, Comissão de Assuntos Econômicos

  68. · Evento· Ato de investigaçãoCCorroborado
    Apuração revela que créditos vendidos pelo Master ao BRB, via Tirreno, eram fabricados

    Banco Master, BRB, Tirreno, Daniel Vorcaro

  69. · Evento· Ato regulatórioDDocumental direto
    FGC informa R$ 38,4 bilhões pagos e antecipa contribuições das instituições associadas

    FGC, Banco Master, Will Bank

  70. · Evento· DeclaraçãoDDocumental direto
    Escritório Barci de Moraes divulga nota sobre os serviços prestados ao Banco Master

    Barci de Moraes Advogados, Viviane Barci de Moraes, Banco Master

  71. · Evento· Decisão judicialAAlegação
    Justiça bloqueia bens de Daniel Vorcaro a pedido do liquidante do Banco Master

    Daniel Vorcaro, Banco Master, Super Empreendimentos e Participações

  72. · Evento· PublicaçãoDDocumental direto
    Relator lê o relatório final da CPMI do INSS, com capítulo sobre o Banco Master

    CPMI do INSS, Alfredo Gaspar, Banco Master, Daniel Vorcaro, Augusto Lima

  73. · Ato público· LegislativoDDocumental direto
    CPMI do INSS rejeita o relatório final do relator

    CPMI do INSS, Carlos Viana, Alfredo Gaspar, Banco Master, Daniel Vorcaro, Augusto Lima

  74. · Evento· PublicaçãoCCorroborado
    Extratos dos votos do Banco Central sobre o Máxima se tornam públicos

    Banco Central do Brasil, Daniel Vorcaro, Banco Master

  75. · Evento· Ato públicoAAlegação
    Base governista entrega relatório paralelo da CPMI do INSS a PF, CGU e PGR

    CPMI do INSS, Daniel Vorcaro, Fabiano Zettel, Banco Master

  76. · Evento· Ato de investigaçãoCCorroborado
    BRB conclui a apuração independente sobre as operações com o Master e envia tudo à PF

    BRB, Banco Master

  77. · Evento· PublicaçãoAAlegação
    Registros da Receita sobre pagamentos do Banco Master chegam à CPI do Crime Organizado

    CPI do Crime Organizado, Banco Master, Michel Temer, Antônio Rueda, Guido Mantega, Henrique Meirelles

  78. · Evento· PublicaçãoCCorroborado
    Relatório do Coaf aponta R$ 27,28 milhões pagos pelo Banco Master ao Metrópoles

    Banco Master, Metrópoles

  79. · Evento· PublicaçãoAAlegação
    Relatório do Coaf aponta R$ 140,1 milhões repassados pelo Estado da Bahia à ASSEBA

    Governo do Estado da Bahia, ASSEBA — Associação dos Servidores da Saúde do Estado da Bahia, Augusto Lima, Banco Master, Jerônimo Rodrigues

  80. · Evento· Decisão judicialDDocumental direto
    STF decreta prisão preventiva do ex-presidente do BRB (nova fase da Compliance Zero)

    André Mendonça, Supremo Tribunal Federal, Polícia Federal, Paulo Henrique Costa, BRB, Banco Master e mais 2

  81. · Evento· Decisão judicialDDocumental direto
    Mendonça autoriza investigação formal sobre Cláudio Castro e a RioPrevidência

    André Mendonça, Cláudio Castro, Ricardo Siqueira Rodrigues, Daniel Vorcaro

  82. · Evento· Decisão judicialDDocumental direto
    STF autoriza fase da Compliance Zero envolvendo o senador Ciro Nogueira

    André Mendonça, Supremo Tribunal Federal, Polícia Federal, Ministério Público Federal, Ciro Nogueira, Felipe Cançado Vorcaro e mais 3

  83. · Evento· DeclaraçãoCCorroborado
    Galípolo é questionado na CAE por aliado do governo e nega carta de R$ 11 bilhões ao FGC

    Gabriel Galípolo, Renan Calheiros, Banco Central do Brasil, Banco Master, Comissão de Assuntos Econômicos

  84. · Evento· Ato de investigaçãoDDocumental direto
    8ª fase da Compliance Zero: buscas na casa de Cláudio Castro e em ex-dirigentes da RioPrevidência

    André Mendonça, Polícia Federal, Cláudio Castro, RioPrevidência, Banco Master, Daniel Vorcaro

  85. · Evento· Decisão judicialDDocumental direto
    TJ-RJ se declara incompetente depois que a cautelar do Rioprevidência sobe ao Supremo

    Banco Master, RioPrevidência, PKL One Participações S.A., Banco Central do Brasil

  86. · Evento· PagamentoAAlegação
    FGC atinge 98,5% dos pagamentos nos três bancos-núcleo do Master; conglomerado ainda deve R$ 1,83 bilhão

    FGC, Banco Master, Will Bank, Banco Pleno

  87. · Evento· Ato públicoAAlegação
    PGE-RJ cobra R$ 640 milhões do Master por prejuízo ao RioPrevidência, aponta papel da Trustee

    Banco Master, RioPrevidência, Trustee DTVM

  88. · Evento· Decisão judicialDDocumental direto
    TCE-RJ conclui que o termo que aprovou o Master foi preenchido pelo próprio banco

    Itaguaí Previdência, Banco Master, Fernanda Pereira da Silva Machado

  89. · Evento· Ato públicoDDocumental direto
    Liquidante do Master impugna a prestação de contas e aponta R$ 11,16 milhões não retidos

    Banco Master, Amapá Previdência

  90. · Evento· DeclaraçãoDDocumental direto
    Escritório confirma que a última versão do 1º contrato foi editada pelo ministro

    Barci de Moraes Advogados, Alexandre de Moraes, Banco Master

  91. · Evento· Ato regulatórioDDocumental direto
    CVM condena Vorcaro, pai, primo, Master e outros por fraude no Brazil Realty FII

    Daniel Vorcaro, Henrique Vorcaro, Felipe Cançado Vorcaro, Banco Master, Benjamim Botelho de Almeida, Antonio Carlos Freixo Júnior e mais 4

  92. · Evento· Ato regulatórioDDocumental direto
    CVM marca para 8 de setembro o julgamento de dois processos do caso, com Vorcaro entre os acusados

    Comissão de Valores Mobiliários, Daniel Vorcaro, Henrique Vorcaro, Banco Master, Benjamim Botelho de Almeida, Milo Investimentos e mais 3

  93. · Evento· Decisão judicialDDocumental direto
    Dino converte ADPF 1.196 em diligência e liga apuração Cortel/Master ao caso Mendonça

    Flávio Dino, André Mendonça, Fabiano Zettel, Cortel SP, Daniel Vorcaro, Instituto ITER e mais 3

  94. · Evento· PublicaçãoCCorroborado
    Metrópoles noticia contrato de honorários de até R$ 427 mi, condicionado a êxito, entre o Master e o escritório de Camilla Ramos, e mensagens que citam a “Turma do KN”

    Banco Master, Queiroga, Vieira, Queiroz & Ramos Advocacia, Camilla Ramos, Newton Ramos, Nunes Marques, Daniel Vorcaro

  95. · Evento· Ato públicoAAlegação
    Liquidante do Master propõe ação nos EUA para reaver o valor de três imóveis ligados a Vorcaro, segundo a imprensa

    EFB Regimes Especiais de Empresas, Banco Master, Daniel Vorcaro

  96. · Evento· PublicaçãoAAlegação
    UOL publica mensagens de Vorcaro com a direção do Metrópoles; Lilian Tahan contesta

    Daniel Vorcaro, Lilian Tahan, Metrópoles, Banco Master, Guilherme Barros

  97. · Evento· PublicaçãoAAlegação
    UOL publica mensagens de Vorcaro com Frederic Kachar sobre patrocínios e cobertura

    Daniel Vorcaro, Frederic Kachar, Grupo Globo, Banco Master

  98. · Evento· PublicaçãoAAlegação
    UOL publica mensagens sobre patrocínios de Vorcaro a sites e revistas; CartaCapital responde

    Daniel Vorcaro, Banco Master, CartaCapital, Manuela Carta

  99. · Evento· PublicaçãoAAlegação
    Estadão publica mensagens atribuídas a Vorcaro sobre contrato com Gabriela Prioli; ela nega contrato, reunião e pagamento

    Gabriela Prioli, Ana Matos, Daniel Vorcaro, Banco Master

  100. · Evento· PublicaçãoAAlegação
    Metrópoles publica mensagens sobre reportagem da Folha de 2024; Folha responde

    Metrópoles, Folha de S.Paulo, Sérgio Dávila, Guilherme Barros, Daniel Vorcaro

  101. · Evento· DeclaraçãoAAlegação
    Reinaldo Azevedo divulga nota sobre o patrocínio do Banco Master ao podcast Reconversa, após prints divulgados por influenciador

    Reinaldo Azevedo, Reconversa, Banco Master, Daniel Vorcaro, Fabiano Zettel

Mais bem documentadas12

As doze relações com a evidência mais forte. Todas aparecem completas, agrupadas por categoria, na seção seguinte.

Relações por categoria98

Institucional 5

Banco Central do Brasil· liquidação extrajudicialDDocumental diretoVerificadodesde 18/11/2025
InstitucionalInstitucionalconfiança 98%

Por que estes nós estão conectados?

O Banco Central decretou a liquidação extrajudicial do Banco Master e de outras instituições do conglomerado em novembro de 2025.

Eventos: Banco Central decreta liquidação extrajudicial do Banco Master

Fontes

Força da evidência

DDocumental diretoDocumental direto: consta de documento primário verificável (decisão, relatório oficial, contrato, registro).
  • DDocumental diretoO Banco Central decretou a liquidação extrajudicial do Banco Master S.A., do Banco Master de Investimento S.A., do Banco Letsbank S.A. e da Master S.A. CCTVM, e RAET no Banco Master Múltiplo S.A.

Posição dos envolvidos

Posição não localizada no corpus até a última atualização.

Cortel SP· vínculo alegado via Fabiano Zettel (negado pela Cortel)DDocumental diretoDisputado
InstitucionalInstitucionalconfiança 50%

Por que estes nós estão conectados?

Apuração da Prefeitura de SP, do MP-SP e agora da CVM, por determinação do Min. Dino, sobre possível vínculo entre a Cortel e o Banco Master (e o Banco Máxima), tendo como ponto de partida as atas societárias assinadas por Fabiano Zettel com e-mails institucionais desses bancos. A Cortel nega qualquer vínculo financeiro ou societário.

Eventos: Dino converte ADPF 1.196 em diligência e liga apuração Cortel/Master ao caso Mendonça

Fontes

Força da evidência

DDocumental diretoDocumental direto: consta de documento primário verificável (decisão, relatório oficial, contrato, registro).
  • DDocumental diretoNa decisão de 15/09/2026 (ADPF 1.196), o Min. Flávio Dino recapitula que, segundo despacho próprio de 07/04/2026, "documentos relativos à empresa concessionária Cortel - dentre eles cinco atas lavradas no período compreendido entre 2022 e 2025 - teriam sido subscritos por Fabiano Zettel, à época conselheiro da concessionária, mediante endereços eletrônicos institucionais vinculados tanto ao Banco Master quanto ao Banco Máxima". A Prefeitura de SP juntou o Processo Administrativo 9310.2026/0000600-9 (SP Regula) sobre o tema; a Cortel, em resposta a ofício da SP Regula de 10/02/2026, declarou que Zettel "não é acionista e deixou o conselho em outubro de 2025, negando qualquer vínculo financeiro ou societário com o banco mencionado". Há também Inquérito Civil 0695.0000483/2025 no MP-SP sobre possíveis irregularidades na concessão e o vínculo Cortel/Banco Master.

Posição dos envolvidos

  • Negativapor Cortel SP· 07/04/2026

    Nega vínculo financeiro ou societário com o Banco Master/Banco Máxima ou com Fabiano Zettel enquanto signatário das atas.

    Fontes: Poder360

CPMI do INSS· objeto de capítulo próprio no relatório rejeitado da CPMIDDocumental diretoVerificadodesde out/2021
InstitucionalInstitucionalconfiança 90%

Por que estes nós estão conectados?

O relatório apresentado à CPMI do INSS dedica seção própria ao Banco Master, com dados sobre a concentração em cartão consignado de benefício, a documentação contratual ausente em 84,3% das operações auditadas pela CGU entre outubro de 2021 e abril de 2023, e a suspensão do acordo com o INSS em outubro de 2025. O texto foi rejeitado por 19 a 12.

Eventos: Relator lê o relatório final da CPMI do INSS, com capítulo sobre o Banco Master

Fontes

Força da evidência

DDocumental diretoDocumental direto: consta de documento primário verificável (decisão, relatório oficial, contrato, registro).
  • DDocumental diretoO relatório cita a Nota de Auditoria da CGU nº 1752268-02, segundo a qual houve ausência de envio da documentação contratual em 84,3% das operações do Banco Master entre outubro de 2021 e abril de 2023, e registra que 62,5% das averbações entre junho de 2023 e setembro de 2025 foram feitas com score de validação biométrica insuficiente para garantir a validade da operação.
  • DDocumental diretoO relatório registra a evolução das operações de cartão consignado de benefício atribuídas ao banco: 104.876 em 2022, 1.978.228 em 2023 e 2.755.455 em 2024, números que levaram a própria diretoria de benefícios do INSS a questionar que tipo de serviços estavam sendo executados.
  • DDocumental diretoSegundo o relatório, o INSS suspendeu o Acordo de Cooperação Técnica com o Banco Master em outubro de 2025 e reteve os repasses em janeiro de 2026, com bloqueio de cerca de R$ 2 bilhões para garantia das operações em curso.
  • DDocumental diretoA CPMI do INSS rejeitou o relatório final do relator por 19 votos a 12, na madrugada de 28/03/2026, último dia de funcionamento da comissão, que encerrou os trabalhos sem relatório aprovado e sem acolher o texto alternativo.

Posição dos envolvidos

Posição não localizada no corpus até a última atualização.

Polícia Federal· investiga (Operação Compliance Zero)DDocumental diretoVerificadodesde 18/11/2025
InstitucionalInstitucionalconfiança 98%

Por que estes nós estão conectados?

A Polícia Federal investiga, na Operação Compliance Zero, a suposta emissão de títulos de crédito falsos por instituições do SFN, com foco no Banco Master.

Eventos: Deflagração da Operação Compliance Zero (1ª fase)

Força da evidência

DDocumental diretoDocumental direto: consta de documento primário verificável (decisão, relatório oficial, contrato, registro).
  • DDocumental diretoA Polícia Federal deflagrou a Operação Compliance Zero em 18/11/2025, com sete mandados de prisão e 25 de busca e apreensão no DF, RJ, SP, BA e MG.

Posição dos envolvidos

Posição não localizada no corpus até a última atualização.

Fundo Garantidor de Créditos· pagou a cobertura aos credores do banco liquidadoCCorroboradoVerificadodesde 17/01/2026
InstitucionalInstitucionalconfiança 85%

Por que estes nós estão conectados?

O Fundo Garantidor de Créditos, entidade privada mantida por contribuições compulsórias dos bancos associados, iniciou em 17/01/2026 o pagamento da cobertura aos credores do Banco Master, dentro do limite regulamentar de R$ 250 mil por CPF.

Fontes

Força da evidência

CCorroboradoCorroborado: confirmado por múltiplas fontes independentes, sem documento primário no corpus.

Posição dos envolvidos

Posição não localizada no corpus até a última atualização.

Societário 13

113 Investimentos e Participações· controladora (Comunicado BCB 44.234)DDocumental diretoVerificado
SocietárioSocietárioconfiança 95%

Por que estes nós estão conectados?

O Comunicado 44.234 do Banco Central, de 18/11/2025, lista a 113 Investimentos e Participações Ltda entre as controladoras do Banco Master sujeitas a indisponibilidade de bens na liquidação extrajudicial.

Eventos: Banco Central decreta liquidação extrajudicial do Banco Master

Fontes

Força da evidência

DDocumental diretoDocumental direto: consta de documento primário verificável (decisão, relatório oficial, contrato, registro).
  • DDocumental diretoO Comunicado 44.234 do Banco Central, que decretou a liquidação extrajudicial do Banco Master em 18/11/2025, lista como controladoras sujeitas a indisponibilidade de bens duas pessoas jurídicas até então não mapeadas no acervo — Master Holding Financeira S.A. e 113 Investimentos e Participações Ltda —, ao lado das pessoas físicas já conhecidas (Daniel Vorcaro, Armando Miguel Gallo Neto, Felipe Wallace Simonsen), e nomeia como ex-administradores Angelo Ribeiro da Silva, Daniel Vorcaro, Felipe Wallace Simonsen e Luiz Bull.

Posição dos envolvidos

Posição não localizada no corpus até a última atualização.

Daniel Vorcaro· controladorDDocumental diretoVerificadodesde 18/11/2025
SocietárioSocietárioconfiança 95%

Por que estes nós estão conectados?

Daniel Vorcaro é descrito, em comunicações oficiais do STF, como dono e controlador do Banco Master.

Eventos: Banco Central decreta liquidação extrajudicial do Banco Master

Fontes

Força da evidência

DDocumental diretoDocumental direto: consta de documento primário verificável (decisão, relatório oficial, contrato, registro).
  • DDocumental diretoComunicações oficiais do STF descrevem Daniel Vorcaro como dono e controlador do Banco Master.

Posição dos envolvidos

Posição não localizada no corpus até a última atualização.

Kovr Seguradora· comprou em 2021 e segregou do conglomerado em 2025DDocumental diretoVerificadodesde 2021
SocietárioSocietárioconfiança 90%

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O Banco Master comprou a Kovr Seguradora em 2021 e a manteve sob controle final até 2025, quando a segregou do conglomerado — antes das tratativas de venda do Master ao BRB. A seguradora foi então vendida a executivos, em operação apresentada como management buyout, e revendida ao PicPay por R$ 657,6 milhões; o Cade apontou indícios de gun jumping e triangulação financeira nessa revenda.

Fontes

Força da evidência

DDocumental diretoDocumental direto: consta de documento primário verificável (decisão, relatório oficial, contrato, registro).
  • DDocumental diretoO parecer nº 278/2026/CGAA5/SGA1/SG do Cade, aprovando sem restrições concorrenciais a compra da Kovr pelo PicPay, identifica 'indícios que podem configurar a consumação prévia de ato de concentração (gun jumping) e eventual triangulação financeira': em 19/09/2025, no mesmo dia em que compradores intermediários (ex-minoritários da Kovr) fecharam a aquisição junto à Master Serviços (100% de Vorcaro) e a revenderam ao PicPay, o Banco PicPay e o Banco Original concederam a esses intermediários crédito em valor 'exatamente' igual ao preço de aquisição — mecanismo consistente com financiamento circular do próprio comprador final à operação de venda. O Cade abriu procedimento apartado (APAC) e registrou expressamente que 'os indícios de possíveis crimes contra o sistema financeiro nacional, que não são de jurisdição deste Conselho [...] serão levados ao conhecimento das autoridades competentes'.

Posição dos envolvidos

Posição não localizada no corpus até a última atualização.

Master Holding Financeira· controladora (Comunicado BCB 44.234)DDocumental diretoVerificado
SocietárioSocietárioconfiança 95%

Por que estes nós estão conectados?

O Comunicado 44.234 do Banco Central, de 18/11/2025, lista a Master Holding Financeira S.A. entre as controladoras do Banco Master sujeitas a indisponibilidade de bens na liquidação extrajudicial.

Eventos: Banco Central decreta liquidação extrajudicial do Banco Master

Fontes

Força da evidência

DDocumental diretoDocumental direto: consta de documento primário verificável (decisão, relatório oficial, contrato, registro).
  • DDocumental diretoO Comunicado 44.234 do Banco Central, que decretou a liquidação extrajudicial do Banco Master em 18/11/2025, lista como controladoras sujeitas a indisponibilidade de bens duas pessoas jurídicas até então não mapeadas no acervo — Master Holding Financeira S.A. e 113 Investimentos e Participações Ltda —, ao lado das pessoas físicas já conhecidas (Daniel Vorcaro, Armando Miguel Gallo Neto, Felipe Wallace Simonsen), e nomeia como ex-administradores Angelo Ribeiro da Silva, Daniel Vorcaro, Felipe Wallace Simonsen e Luiz Bull.

Posição dos envolvidos

Posição não localizada no corpus até a última atualização.

Augusto Lima· ex-CEO e sócioCCorroboradoVerificado
SocietárioSocietárioconfiança 90%

Por que estes nós estão conectados?

Augusto Ferreira Lima é descrito como ex-CEO e sócio do Banco Master; foi preso na 1ª fase da Compliance Zero e solto pelo TRF-1 em 28/11/2025.

Eventos: TRF-1 substitui a prisão preventiva de Vorcaro e executivos do Master por medidas cautelares

Fontes

Força da evidência

CCorroboradoCorroborado: confirmado por múltiplas fontes independentes, sem documento primário no corpus.
  • CCorroboradoEm 28/11/2025 a desembargadora Solange Salgado (TRF-1) substituiu a prisão preventiva de Vorcaro por medidas cautelares, estendendo a decisão a Augusto Ferreira Lima, Luiz Antonio Bull, Alberto Félix de Oliveira e Angelo Antonio Ribeiro da Silva.

Posição dos envolvidos

Posição não localizada no corpus até a última atualização.

Letsbank· vendido ao Master junto com o Voiter em 2023/2024CCorroboradoVerificado
SocietárioSocietárioconfiança 80%

Por que estes nós estão conectados?

O Letsbank foi vendido ao Banco Master junto com o Voiter, entre 2023 e 2024. Em novembro de 2024, Maurício Quadrado, ex-sócio de Vorcaro, acordou comprá-lo, mas o Banco Central vetou a operação.

Fontes

Força da evidência

CCorroboradoCorroborado: confirmado por múltiplas fontes independentes, sem documento primário no corpus.

Posição dos envolvidos

Posição não localizada no corpus até a última atualização.

Will Bank· controlador (segundo a CNN)CCorroboradoVerificado
SocietárioSocietárioconfiança 70%

Por que estes nós estão conectados?

Segundo a CNN Brasil, o Will Bank era controlado pelo Banco Master; o FGC estima R$ 6,3 bilhões em garantias após sua liquidação. Registro societário não verificado pela equipe.

Força da evidência

CCorroboradoCorroborado: confirmado por múltiplas fontes independentes, sem documento primário no corpus.
  • DDocumental diretoAté 05/03/2026 o FGC havia pago R$ 38,4 bilhões (94%) a cerca de 675 mil credores do conglomerado Master e estimava R$ 6,3 bilhões para o Will Bank.

Posição dos envolvidos

Posição não localizada no corpus até a última atualização.

Armando Miguel Gallo Neto· grupo de controle propostoAAlegaçãoNão verificadodesde 02/05/2019
SocietárioSocietárioconfiança 70%

Por que estes nós estão conectados?

Integrou o grupo de controle de três nomes apresentado ao Banco Central em maio de 2019, no pedido que resultou na autorização de outubro daquele ano.

Eventos: Novo pedido ao Banco Central com grupo de controle de três nomes

Fontes

Força da evidência

AAlegaçãoAlegação: declaração atribuída a terceiro. Não equivale a fato comprovado.
  • AAlegaçãoEm 2 de maio de 2019 foi protocolado novo pedido, com grupo de controle de três nomes: Daniel Vorcaro, Felipe Wallace Simonsen e Armando Miguel Gallo Neto.

Posição dos envolvidos

Posição não localizada no corpus até a última atualização.

Felipe Wallace Simonsen· grupo de controle propostoAAlegaçãoNão verificadodesde 02/05/2019
SocietárioSocietárioconfiança 70%

Por que estes nós estão conectados?

Integrou o grupo de controle de três nomes apresentado ao Banco Central em maio de 2019, no pedido que resultou na autorização de outubro daquele ano.

Eventos: Novo pedido ao Banco Central com grupo de controle de três nomes

Fontes

Força da evidência

AAlegaçãoAlegação: declaração atribuída a terceiro. Não equivale a fato comprovado.
  • AAlegaçãoEm 2 de maio de 2019 foi protocolado novo pedido, com grupo de controle de três nomes: Daniel Vorcaro, Felipe Wallace Simonsen e Armando Miguel Gallo Neto.

Posição dos envolvidos

Posição não localizada no corpus até a última atualização.

Fundo Brazil Realty· comprou a participaçãoAAlegaçãoNão verificadodesde fev/2019
SocietárioSocietárioconfiança 70%

Por que estes nós estão conectados?

Segundo o voto BCB 20/2019, o fundo comprou a participação do antigo controlador do Banco Máxima. O mesmo voto traz indícios de que o fundo teria recebido recursos do próprio banco, em trechos cobertos por tarjas antes da liberação via Lei de Acesso à Informação.

Eventos: Banco Central rejeita a transferência de controle do Banco Máxima

Fontes

Força da evidência

AAlegaçãoAlegação: declaração atribuída a terceiro. Não equivale a fato comprovado.
  • AAlegaçãoSegundo os votos do Banco Central, os recursos tinham origem na Viking Participações, cujo patrimônio cresceu com laudos de reavaliação de imóveis da WWS Holding e da Superávit Participações; a Viking aportou no fundo Brazil Realty, que comprou a participação do antigo controlador Saul Dutra Sabbá.

Posição dos envolvidos

Posição não localizada no corpus até a última atualização.

João Carlos Mansur· acionista (4,5%) via fundo administrado pelo MasterAAlegaçãoNão verificadodesde 04/04/2025
SocietárioSocietárioconfiança 60%via Banco Master

Por que estes nós estão conectados?

Segundo comunicação do BRB ao BC noticiada pela CNN, Mansur comprou ações do BRB em 04/04/2025 por R$ 193,3 milhões por meio do fundo Celeno, administrado pelo Master, e detém 4,5% da estatal.

Eventos: João Carlos Mansur compra ações do BRB por meio do fundo Celeno, administrado pelo Master

Fontes

Força da evidência

AAlegaçãoAlegação: declaração atribuída a terceiro. Não equivale a fato comprovado.
  • AAlegaçãoDocumento do BRB ao BC (23/04/2025) relata que em 04/04/2025 João Carlos Mansur adquiriu, por meio do fundo Celeno administrado pelo Master, 20.320.952 recibos de ações preferenciais e 1.817.063 ações ordinárias do BRB por R$ 193.264.870,97.

Posição dos envolvidos

Posição não localizada no corpus até a última atualização.

PKL One Participações S.A.· adquiriu 50% do capitalAAlegaçãoNão verificadodesde 2019
SocietárioSocietárioconfiança 70%

Por que estes nós estão conectados?

O Banco Máxima, depois Banco Master, adquiriu 50% da PKL One Participações, detentora dos direitos do CredCesta — a via pela qual entrou na folha dos servidores baianos.

Força da evidência

AAlegaçãoAlegação: declaração atribuída a terceiro. Não equivale a fato comprovado.
  • CCorroboradoO direito de operar o consignado de cerca de 280 mil servidores, aposentados e pensionistas baianos nunca foi objeto de licitação, chamamento público ou credenciamento próprio: veio como ativo embutido no lote de privatização da Empresa Baiana de Alimentos e só depois foi convertido em plataforma financeira por decreto. O leilão fracassou em 27/01/2016 e em março de 2018, ambos com lance mínimo de R$ 81 milhões; na terceira tentativa, em 11/04/2018, a estatal foi arrematada por R$ 15 milhões, com 49 lojas da Cesta do Povo, por concorrente único. As dívidas da EBAL permaneceram com o Estado: segundo o Poder360, R$ 93 milhões foram pagos pelo erário entre 2019 e 2026 — 6,2 vezes o preço de venda. Atribui-se ao edital ou ao contrato uma cláusula de exclusividade de quinze anos, até 2033, mas a equipe não obteve o edital nem o contrato, e os decretos lidos não contêm a palavra 'exclusividade' — o ponto fica como alegação atribuída.

Posição dos envolvidos

Posição não localizada no corpus até a última atualização.

Saul Dutra Sabbá· antigo controladorAAlegaçãoNão verificado
SocietárioSocietárioconfiança 70%até 14/10/2019

Por que estes nós estão conectados?

Controlava o Banco Máxima antes da transferência de controle a Daniel Vorcaro; sua participação foi comprada pelo fundo Brazil Realty, segundo o voto BCB 20/2019.

Eventos: Banco Central rejeita a transferência de controle do Banco Máxima

Fontes

Força da evidência

AAlegaçãoAlegação: declaração atribuída a terceiro. Não equivale a fato comprovado.
  • AAlegaçãoSegundo os votos do Banco Central, os recursos tinham origem na Viking Participações, cujo patrimônio cresceu com laudos de reavaliação de imóveis da WWS Holding e da Superávit Participações; a Viking aportou no fundo Brazil Realty, que comprou a participação do antigo controlador Saul Dutra Sabbá.

Posição dos envolvidos

Posição não localizada no corpus até a última atualização.

Financeiro / comercial 63

Alagoas Previdência· credenciado em abril de 2024DDocumental diretoVerificadodesde 05/04/2024
Financeiro / comercialComercialconfiança 90%

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O Banco Master foi credenciado na Alagoas Previdência em abril de 2024, por termo cujo texto de análise é promocional e coincide com o que a auditoria federal identificou em outros entes. O corpus não apurou se a autarquia chegou a adquirir ativos do banco.

Eventos: Termo de credenciamento do Master em Alagoas traz o texto que a auditoria federal achou replicado

Fontes

Força da evidência

DDocumental diretoDocumental direto: consta de documento primário verificável (decisão, relatório oficial, contrato, registro).
  • DDocumental diretoLocalizado e lido o espécime do termo de credenciamento do Banco Master: o Termo nº 033/2024 da Alagoas Previdência, de 05/04/2024, publicado aberto no portal de transparência da autarquia. O campo destinado a registrar a análise do regime próprio contém texto de natureza promocional, com as expressões exatas que a auditoria do Ministério da Previdência descreveu como idênticas em outros quatro entes — 'mais de 50 anos de história', 'tradição, solidez e credibilidade para entregar soluções personalizadas aos seus clientes', 'digital, ágil e moderno', 'virada operacional', 'nova fase de crescimento sólido e gradativo'. No campo de qualificação do corpo técnico há uma única frase, sem nomes nem indicadores. O documento é assinado, pelo banco, por André Kruschewsky Lima e Alberto Felix de Oliveira Neto.

Posição dos envolvidos

Posição não localizada no corpus até a última atualização.

Amapá Previdência· autora na cautelar de retenção dos consignadosDDocumental diretoVerificadodesde 16/12/2025
Financeiro / comercialContratualconfiança 95%

Por que estes nós estão conectados?

A Amapá Previdência e o Estado do Amapá obtiveram, em 19/12/2025, autorização judicial para reter os repasses de empréstimos consignados devidos ao banco, com obrigação de prestar contas a cada noventa dias. A única prestação localizada nos autos soma R$ 7,93 milhões e é impugnada pelo liquidante.

Eventos: Liquidante do Master impugna a prestação de contas e aponta R$ 11,16 milhões não retidos

Força da evidência

DDocumental diretoDocumental direto: consta de documento primário verificável (decisão, relatório oficial, contrato, registro).
  • DDocumental diretoA prestação de contas apresentada nos autos pelo Estado do Amapá e pela Amapá Previdência, relativa ao período de novembro de 2025 a março de 2026, informa R$ 2.492.222,49 retidos pela autarquia previdenciária e R$ 5.441.269,38 retidos pela Secretaria de Estado da Administração — total de R$ 7.933.491,87. É o único demonstrativo de valores localizado no processo.
  • DDocumental diretoNa petição inicial, reproduzida na decisão liminar, o Estado do Amapá e a Amprev sustentam que os recursos previdenciários investidos no banco 'sequer poderiam ter sido investidos, dado que isso só ocorreu por razões fraudulentas', e que deveriam ter sido devolvidos desde a notificação do desenquadramento das normas previdenciárias aplicáveis. É afirmação dos próprios entes públicos, em juízo, sobre o investimento que sua autarquia realizou.

Posição dos envolvidos

Posição não localizada no corpus até a última atualização.

Amapá Previdência· emissor das letras financeiras; captação institucionalDDocumental diretoVerificadodesde 14/03/2024
Financeiro / comercialComercialconfiança 95%

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O Banco Master solicitou reunião com o Comitê de Investimentos da Amprev em 14/03/2024 para apresentar-se e tratar de credenciamento, e quatro meses depois a autarquia adquiriu R$ 400 milhões em suas letras financeiras — valor equivalente a quase 59% de todo o estoque de letras financeiras do emissor apurado até abril daquele ano.

Eventos: Banco Master pede reunião e apresenta ao comitê da Amprev sua operação de captação junto a RPPS, CIAP aprova por unanimidade R$ 200 milhões em letras financeiras do Master a IPCA + 8,35%

Fontes

Força da evidência

DDocumental diretoDocumental direto: consta de documento primário verificável (decisão, relatório oficial, contrato, registro).
  • DDocumental diretoEm 14/03/2024, quatro meses antes das aplicações, o Banco Master apresentou-se ao Comitê de Investimentos da Amapá Previdência em reunião convocada 'por solicitação' do próprio banco, representado por Paula Vouguinha, de relações institucionais, e Alberto Félix Oliveira, tesoureiro. A ata recita o histórico da instituição, incluindo que passou em 2018 'sob a nova gestão de Daniel Vorcaro e Augusto Lima'.
  • DDocumental diretoNa sessão de 19/07/2024, o conselheiro Gláucio Bezerra relatou ter consultado o Banco Central e verificado que a captação total do Banco Master em letras financeiras somava cerca de R$ 680 milhões até abril de 2024. Os R$ 300 milhões já aprovados pela Amprev àquela altura equivaliam, portanto, a cerca de 44% de todo o estoque de letras financeiras do emissor — e os R$ 400 milhões finais, a quase 59%. A concentração relevante não era apenas da carteira do fundo no banco, mas do funding do banco em um único fundo público.

Posição dos envolvidos

Posição não localizada no corpus até a última atualização.

Barci de Moraes Advogados· contrato de honorários (2024-2025)DDocumental diretoVerificadodesde jan/2024
Financeiro / comercialContratualconfiança 95%até nov/2025

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Contrato de prestação de serviços e honorários advocatícios firmado em janeiro de 2024 (documento público na PET 16.662), com serviços de fevereiro de 2024 a novembro de 2025 segundo a nota do escritório; R$ 108 milhões líquidos em 36 meses, segundo o Poder360.

Eventos: Banco Master contrata o escritório Barci de Moraes Sociedade de Advogados

Força da evidência

DDocumental diretoDocumental direto: consta de documento primário verificável (decisão, relatório oficial, contrato, registro).
  • DDocumental diretoO escritório Barci de Moraes Sociedade de Advogados e o Banco Master S.A. firmaram contrato de prestação de serviços e honorários advocatícios em janeiro de 2024, tornado público na PET 16.662; segundo o Poder360, com R$ 108 milhões líquidos em 36 meses.
  • DDocumental diretoNota do escritório Barci de Moraes de 09/03/2026 afirma ter prestado serviços ao Banco Master entre fevereiro de 2024 e novembro de 2025 (94 reuniões, 36 pareceres) e não ter atuado perante o STF.

Posição dos envolvidos

BN Financeira· parceria no consignado Credcesta: 15% da receita (2022)DDocumental diretoVerificadodesde 10/03/2022
Financeiro / comercialContratualconfiança 95%

Por que estes nós estão conectados?

Contrato de 10/03/2022 pelo qual a BN Financeira prospectava, com exclusividade, consignado do Credcesta para o Master, com 15% da receita mensal líquida; o termo de quitação de 2025 reconhece a dívida como do Master.

Eventos: Banco Master contrata a BN Financeira para prospectar consignado do Credcesta (15% da receita)

Fontes

Força da evidência

DDocumental diretoDocumental direto: consta de documento primário verificável (decisão, relatório oficial, contrato, registro).
  • DDocumental diretoEm 10/03/2022, o Banco Master contratou a BN Financeira para prospectar, com exclusividade, consignado do Credcesta, pagando-lhe 15% da receita mensal líquida das operações que originasse, com o convênio de Lauro de Freitas (BA) já indicado; assinaram pelo Master Fernando de Góes Mascarenhas Filho e Luiz Antônio Bull, com a PKL One e a Terra Firme da Bahia, de Augusto Lima, como intervenientes.
  • DDocumental diretoO termo de quitação de 16/10/2025 afirma que a dívida com a BN Financeira era do Banco Master e que a PKL One pagou os R$ 3,5 milhões "por mera liberalidade"; o envelope de assinatura eletrônica foi emitido pelo escritório Monteiro, Rusu, Cameirão e Bercht Advogados.

Posição dos envolvidos

Posição não localizada no corpus até a última atualização.

Brazilian Graveyard and Death Care Services FII· operou cotas do CARE11 (termo de compromisso com a CVM) e administrou o fundo até fev/2026DDocumental diretoVerificadodesde 2016
Financeiro / comercialFinanceiroconfiança 85%até 04/02/2026

Por que estes nós estão conectados?

Documentado: a CVM encerrou, por termo de compromisso aceito pelo Colegiado em 16/11/2022 (parecer do Comitê de 13/09/2022), o processo 19957.006441/2021-87 sobre possível manipulação de mercado com o CARE11 pelo Banco Máxima, antiga denominação do Master — acordo sem confissão. Até 04/02/2026 a administração fiduciária do fundo coube à Master S.A. CCTVM, corretora do conglomerado, substituída pela Mérito DTVM em assembleia de cotistas (Fato Relevante resumido pela BTG Pactual). Segundo a imprensa, transcrita na ADPF 1.196: o Master era um dos principais cotistas (O Bastidor) e, segundo relatório da PF citado pelo UOL, como cotista aceitou cotas de empresa do próprio grupo "ao preço que ele mesmo havia estabelecido", na origem do banco em 2016.

Fontes

Força da evidência

DDocumental diretoDocumental direto: consta de documento primário verificável (decisão, relatório oficial, contrato, registro).
  • DDocumental diretoEm processo administrativo sancionador concluído em 2022 (PAS 19957.006441/2021-87 + PA 19957.010180/2022-81), a CVM identificou Angelo Ribeiro da Silva, então operando pelo Banco Máxima, como responsável por ordens de manipulação de preços do ativo CARE11, com gravações telefônicas (obtidas pela BSM) citadas como evidência de coordenação. O Comitê de Termo de Compromisso aceitou a proposta de acordo em 13/09/2022 — R$ 2,208 milhões pagos pelo Banco Máxima e R$ 736 mil por Angelo Ribeiro da Silva.
  • DDocumental diretoA decisão do Min. Flávio Dino de 15/09/2026 na ADPF 1.196 transcreve reportagem do UOL (18/02/2026) segundo a qual relatório da PF enviado ao STF aponta que, "na origem do banco, ainda em 2016, está uma fraude no fundo Graveyard Death and Care (Care11), inicialmente gerido pela Máxima Asset Management Ltda."; que a VHR Empreendimentos, do portfólio do fundo, tinha como principal bem um cemitério em Sabará/MG avaliado pela própria empresa em R$ 181 milhões; que uma empresa da família Vorcaro era sócia do cemitério; e que, segundo a PF, "o Banco Master, na qualidade de cotista do fundo, deliberou pela aceitação das cotas de uma empresa que pertencia ao seu próprio grupo econômico, ao preço que ele mesmo havia estabelecido".

Posição dos envolvidos

Posição não localizada no corpus até a última atualização.

BRB· cessão de carteiras de créditoDDocumental diretoVerificado
Financeiro / comercialComercialconfiança 85%

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O BRB adquiriu carteiras de crédito do Banco Master. Segundo os autos citados pelo STF, as operações teriam alcançado R$ 12,2 bilhões e envolveriam carteiras supostamente irregulares, apesar de pareceres técnicos contrários; a irregularidade é objeto de investigação, não de julgamento definitivo.

Eventos: STF decreta prisão preventiva do ex-presidente do BRB (nova fase da Compliance Zero), Deflagração da Operação Compliance Zero (1ª fase)

Fontes

Força da evidência

DDocumental diretoDocumental direto: consta de documento primário verificável (decisão, relatório oficial, contrato, registro).
  • DDocumental diretoSegundo os autos citados em comunicação oficial do STF, o BRB adquiriu carteiras de crédito do Banco Master que teriam alcançado R$ 12,2 bilhões, apesar de pareceres técnicos e jurídicos contrários.
  • AAlegaçãoSegundo a PF, o Banco Master teria criado carteiras de crédito sem lastro, posteriormente vendidas ao BRB e substituídas por ativos sem avaliação técnica adequada após fiscalização do Banco Central.
  • DDocumental diretoO Fato Relevante do BRB registra a aprovação unânime, em 28/03/2025, da compra de 49% das ações ordinárias, 100% das preferenciais e 58% do capital total do Banco Master, sujeita à aprovação do Banco Central, do Cade e demais órgãos reguladores, com o objetivo de incorporar o Master ao conglomerado prudencial do banco público.

Posição dos envolvidos

Posição não localizada no corpus até a última atualização.

FGC· pagamento de garantias aos credores (R$ 40,6 bi a pagar)DDocumental diretoVerificadodesde 17/01/2026
Financeiro / comercialFinanceiroconfiança 95%

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O FGC iniciou em 17/01/2026 o pagamento das garantias aos credores do conglomerado Master (R$ 40,6 bilhões a pagar; R$ 38,4 bilhões pagos até 05/03/2026), conforme comunicados oficiais do fundo.

Eventos: FGC inicia o pagamento das garantias aos credores do conglomerado Master, FGC informa R$ 38,4 bilhões pagos e antecipa contribuições das instituições associadas

Força da evidência

DDocumental diretoDocumental direto: consta de documento primário verificável (decisão, relatório oficial, contrato, registro).
  • DDocumental diretoO FGC iniciou em 17/01/2026 o pagamento das garantias aos credores do conglomerado Master, com total a pagar de R$ 40,6 bilhões a cerca de 800 mil credores.
  • DDocumental diretoAté 05/03/2026 o FGC havia pago R$ 38,4 bilhões (94%) a cerca de 675 mil credores do conglomerado Master e estimava R$ 6,3 bilhões para o Will Bank.

Posição dos envolvidos

Posição não localizada no corpus até a última atualização.

IMPCG· aplicou R$ 1,2 milhão em letra financeiraDDocumental diretoVerificadodesde abr/2024
Financeiro / comercialFinanceiroconfiança 85%

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O IMPCG aplicou R$ 1,2 milhão em Letra Financeira do Banco Master em abril de 2024, vencimento abril de 2029, hoje objeto de ação de compensação de créditos.

Força da evidência

DDocumental diretoDocumental direto: consta de documento primário verificável (decisão, relatório oficial, contrato, registro).
  • DDocumental diretoO IMPCG ajuizou ação de compensação de créditos contra o Banco Master, sustentando que o banco é devedor de R$ 1.427.000,00 (valor atualizado do investimento) e, simultaneamente, credor de valores de empréstimos consignados dos servidores — obtendo tutela de urgência que autorizou depósito judicial do valor e suspendeu cobranças e medidas restritivas sobre os consignados.
  • DDocumental diretoO Instituto Municipal de Previdência de Campo Grande era comandado, em abril de 2024, quando aplicou R$ 1,2 milhão em letras financeiras do Master, por Camilla Nascimento — hoje vice-prefeita da capital e secretária municipal de Assistência Social, ambos os endereços alcançados por diligência da Operação Presciência em 25/08/2026.

Posição dos envolvidos

Posição não localizada no corpus até a última atualização.

Instituto de Previdência de Aparecida de Goiânia· emissor das letras financeiras; credenciamento com a mesa do banco presenteDDocumental diretoVerificadodesde 20/12/2023
Financeiro / comercialComercialconfiança 95%

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O Banco Master foi credenciado no regime próprio de Aparecida de Goiânia em 20/12/2023, em sessão de que participou por videoconferência sua representante de relações institucionais, e recebeu R$ 40 milhões em letras financeiras em 06/06/2024 — depois de o conselho ter rejeitado a alteração de política que era condição para o aporte.

Eventos: AparecidaPrev credencia o Banco Master com a representante do banco na sessão, AparecidaPrev aplica R$ 40 milhões no Master apesar da rejeição do conselho

Fontes

Força da evidência

DDocumental diretoDocumental direto: consta de documento primário verificável (decisão, relatório oficial, contrato, registro).
  • DDocumental diretoA mesma representante do Banco Master, Paula Vouguinha, atuou junto a dois regimes próprios de previdência em estados diferentes, com três meses de intervalo: participou por videoconferência da sessão que credenciou o banco no AparecidaPrev, em Goiás, em 20/12/2023, e apresentou a instituição ao Comitê de Investimentos da Amapá Previdência em 14/03/2024. É a demonstração documental de que havia uma mesa de captação operando nacionalmente, e não iniciativas locais independentes.
  • DDocumental diretoApesar da rejeição de fevereiro, o AparecidaPrev aplicou R$ 40 milhões em letras financeiras do Banco Master em 06/06/2024. O demonstrativo de aplicações da competência de junho de 2024 registra a posição 'LF BANCO MASTER IPCA' de R$ 40.000.000,00, equivalente a 4,95% da carteira; a posição não existe no demonstrativo de maio. O conselho só registrou conhecimento da operação em setembro, quando seu presidente consignou em ata que o valor fora aplicado 'sem consentimento do conselho'.

Posição dos envolvidos

Posição não localizada no corpus até a última atualização.

IPA de Angélica· aplicou e resgatou R$ 2 milhõesDDocumental diretoVerificadodesde abr/2024
Financeiro / comercialFinanceiroconfiança 85%até nov/2025

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O IPA de Angélica credenciou o Master em abril de 2024, aplicou R$ 2 milhões e resgatou o valor semanas antes da liquidação de novembro de 2025.

Força da evidência

DDocumental diretoDocumental direto: consta de documento primário verificável (decisão, relatório oficial, contrato, registro).
  • DDocumental diretoO parecer de investimentos de 2024 do IPA de Angélica, no mesmo documento em que credenciou o Banco Master, concluiu não haver indícios que prejudicassem a aprovação dos aportes.
  • AAlegaçãoO IPA de Angélica resgatou os R$ 2 milhões aplicados no Banco Master semanas antes da liquidação extrajudicial e das prisões de executivos do banco, segundo declaração da própria administração municipal.

Posição dos envolvidos

Posição não localizada no corpus até a última atualização.

Itaguaí Previdência· emissor das letras financeiras adquiridas em junho e julho de 2024DDocumental diretoVerificadodesde 28/06/2024
Financeiro / comercialComercialconfiança 95%

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O regime próprio de Itaguaí adquiriu R$ 59,6 milhões em letras financeiras do Banco Master em duas operações, após credenciamento que o Tribunal de Contas do Estado considerou irregular e cujo termo foi preenchido pelo próprio banco.

Eventos: TCE-RJ conclui que o termo que aprovou o Master foi preenchido pelo próprio banco

Fontes

Força da evidência

DDocumental diretoDocumental direto: consta de documento primário verificável (decisão, relatório oficial, contrato, registro).
  • DDocumental diretoO regime próprio de Itaguaí aplicou R$ 29,6 milhões em 28/06/2024 e R$ 30 milhões em 03/07/2024 — R$ 59,6 milhões — em letras financeiras do Banco Master. A carteira da autarquia era de R$ 279.518.530,17 em 31/12/2024, de modo que a exposição a um único emissor superava vinte por cento do total. O tribunal apontou quatro achados: aplicações irregulares, credenciamento irregular, falha do controle interno e falta de transparência.
  • DDocumental diretoO Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro concluiu, em voto que examina o processo peça a peça, que o termo de credenciamento do Banco Master no regime próprio de Itaguaí foi 'integralmente preenchido pelo próprio Banco Master'; que apresenta 'natureza predominantemente qualitativa e de promoção institucional'; que toda a documentação comprobatória da aptidão da instituição, das páginas 4 a 105 do processo, era formada 'unicamente por certidões e relatórios gerados e enviados pelo próprio Banco Master', sem qualquer consulta de iniciativa da autarquia — nem mesmo a processos sancionatórios na CVM; e que a análise se deu 'no curso de menos de 2 dias úteis'. A constatação foi confirmada pela equipe na leitura direta dos autos: o termo aparece duas vezes, uma delas sem assinatura e já preenchida, e a documentação foi remetida por mensagem do próprio banco.

Posição dos envolvidos

Posição não localizada no corpus até a última atualização.

Lewandowski Advocacia· consultoria jurídica, R$ 6,1 milhõesDDocumental diretoVerificadodesde 2023
Financeiro / comercialComercialconfiança 90%

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O Banco Master contratou consultoria jurídica do escritório de Ricardo Lewandowski, por cerca de R$ 250 mil mensais entre 2023 e setembro de 2025.

Fontes

Força da evidência

DDocumental diretoDocumental direto: consta de documento primário verificável (decisão, relatório oficial, contrato, registro).
  • DDocumental diretoO registro cadastral da Receita Federal, consultado pela equipe em 05/09/2026, lista Enrique Ricardo Lewandowski — nome civil completo do ex-ministro do STF e ex-ministro da Justiça — como sócio-administrador da Lewandowski Advocacia, ao lado do filho e da esposa como sócios com capital. Isso contrasta, na data desta consulta, com a declaração dele de ter se retirado do escritório ao assumir o Ministério da Justiça em janeiro de 2024. A divergência pode decorrer de defasagem na atualização do quadro societário perante a Receita, comum mesmo após afastamento efetivo do exercício profissional — a equipe registra a divergência como pergunta em aberto, não como contradição estabelecida.

Posição dos envolvidos

Posição não localizada no corpus até a última atualização.

PKL One Participações S.A.· notifica extinção do direito de uso do CredcestaDDocumental diretoVerificadodesde 02/10/2025
Financeiro / comercialContratualconfiança 90%

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A PKL One Participações, detentora dos direitos do Credcesta, notificou o Banco Master da extinção do direito de uso da marca (02/10/2025), depois de reiterar, em 18/09/2025, que o banco não poderia mais registrar novos produtos sob a marca sem autorização prévia — ruptura documentada por carta e notificação formal, distinta da disputa por repasses da folha de Macapá já registrada.

Fontes

Força da evidência

DDocumental diretoDocumental direto: consta de documento primário verificável (decisão, relatório oficial, contrato, registro).
  • DDocumental diretoEm 18/09/2025, a PKL One Participações notificou o Banco Master (carta a Luiz Bull) de que, a partir daquela data, o Master não poderia mais "averbar" produtos da marca Credcesta sem autorização prévia, referenciando o Contrato de Licenciamento de 1º/8/2018. Em 02/10/2025, formalizou a extinção do direito de uso da marca, por notificação assinada digitalmente por Andrea Lima Novaes.

Posição dos envolvidos

Posição não localizada no corpus até a última atualização.

Previdência do Município de Congonhas· emissor das letras financeiras adquiridas em maio de 2024DDocumental diretoVerificadodesde 27/05/2024
Financeiro / comercialComercialconfiança 95%

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O PREVCON adquiriu R$ 14 milhões em letras financeiras do Banco Master em 27/05/2024, sem que o banco constasse da lista de credenciadas da autarquia nem da lista exaustiva da Secretaria de Previdência — critério que o próprio comitê fixara vinte dias antes.

Eventos: Congonhas compra R$ 14 milhões em letras do Master violando o critério fixado pelo próprio comitê

Fontes

Força da evidência

DDocumental diretoDocumental direto: consta de documento primário verificável (decisão, relatório oficial, contrato, registro).
  • DDocumental diretoO Comitê de Investimentos de Congonhas autorizou, em 07/05/2024, a compra de letras financeiras sob o critério expresso de que se optasse por instituições no mínimo S3 e 'presentes na lista exaustiva da Secretaria de Previdência'. Vinte dias depois, em 27/05/2024, comprou R$ 14 milhões em letras do Banco Master — que não constava daquela lista e só passaria a constar em 11/04/2025. A compra violou, portanto, a condição que o próprio colegiado havia fixado.

Posição dos envolvidos

Posição não localizada no corpus até a última atualização.

PreviPaulista· aplicou R$ 3 milhões contra parecer e sem aprovação de comitêDDocumental diretoVerificadodesde fev/2024
Financeiro / comercialFinanceiroconfiança 85%

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A PreviPaulista aplicou cerca de R$ 3 milhões em Letras Financeiras do Master em fevereiro de 2024, decisão que a própria administração descreve como contrária ao parecer técnico e sem aprovação do Comitê de Investimentos.

Fontes

Força da evidência

DDocumental diretoDocumental direto: consta de documento primário verificável (decisão, relatório oficial, contrato, registro).
  • DDocumental diretoA PreviPaulista aplicou cerca de R$ 3 milhões no Banco Master em fevereiro de 2024, segundo a própria prefeitura, 'à revelia da governança interna, contrariando parecer da consultoria de investimentos contratada à época e sem a devida aprovação do Comitê de Investimentos' — a única aprovação, entre os seis institutos examinados, formalmente contrária ao parecer técnico contratado.
  • DDocumental diretoA Operação Take Over, deflagrada pela PF em 10/06/2026 com dez mandados em Paulista, Recife e no Rio de Janeiro, investiga suspeita de pagamento de propina a gestores da PreviPaulista para viabilizar o investimento no Master, além de possível gestão temerária ou fraudulenta.

Posição dos envolvidos

Posição não localizada no corpus até a última atualização.

RioPrevidência· autor na cautelar de retenção dos consignados no RioDDocumental diretoVerificadodesde dez/2025
Financeiro / comercialContratualconfiança 95%

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O Estado do Rio de Janeiro e o Rioprevidência ajuizaram cautelar antecedente contra o Banco Master e a PKL One Participações para reter os repasses de consignados, em razão de crédito previdenciário de cerca de R$ 970 milhões em letras financeiras. A liminar foi concedida e o agravo do banco acabou prejudicado pela migração de competência.

Eventos: TJ-RJ se declara incompetente depois que a cautelar do Rioprevidência sobe ao Supremo

Fontes

Força da evidência

DDocumental diretoDocumental direto: consta de documento primário verificável (decisão, relatório oficial, contrato, registro).
  • DDocumental diretoA ação de origem do agravo é a tutela cautelar antecedente nº 3049678-51.2025.8.19.0001, da 2ª Vara de Fazenda Pública da Comarca da Capital do Rio de Janeiro, ajuizada pelo Estado do Rio de Janeiro e pelo Fundo Único de Previdência Social do Estado — o Rioprevidência — contra o Banco Master e a PKL One Participações S.A., para evitar o perecimento de crédito previdenciário estimado em cerca de R$ 970 milhões, decorrente de aplicações em letras financeiras do banco. É a ação gêmea da cautelar do Amapá, com a mesma tese e estrutura.

Posição dos envolvidos

Posição não localizada no corpus até a última atualização.

SGOPrev· aplicou R$ 3,4 milhões em letra financeiraDDocumental diretoVerificadodesde set/2025
Financeiro / comercialFinanceiroconfiança 90%

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O SGOPrev aplicou R$ 3,4 milhões em Letra Financeira do Banco Master, com parecer técnico favorável da Crédito & Mercado, dois meses antes da liquidação.

Força da evidência

DDocumental diretoDocumental direto: consta de documento primário verificável (decisão, relatório oficial, contrato, registro).
  • DDocumental diretoO SGOPrev aplicou R$ 3,4 milhões em Letra Financeira do Banco Master, com base em parecer técnico de 12/09/2025 da Crédito & Mercado Consultoria de Investimentos, aprovado por Comitê de Investimentos e Conselho Administrativo — dois meses antes da liquidação do banco.

Posição dos envolvidos

Posição não localizada no corpus até a última atualização.

Temer Advogados Associados· contrato de mediação, R$ 7,5 a R$ 10 milhõesDDocumental diretoVerificadodesde 2025
Financeiro / comercialComercialconfiança 90%

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O Banco Master contratou o escritório do ex-presidente Michel Temer, que ele descreve como serviço de mediação para tentar uma liquidação privada do banco, sem sucesso.

Fontes

Força da evidência

DDocumental diretoDocumental direto: consta de documento primário verificável (decisão, relatório oficial, contrato, registro).
  • DDocumental diretoO registro cadastral da Receita Federal, consultado pela equipe, confirma que Michel Miguel Elias Temer Lulia — nome civil completo do ex-presidente da República — consta como sócio-administrador da Temer Advogados Associados, e não apenas como sócio de capital ou figura honorária. É o próprio ex-presidente quem administra o escritório contratado pelo Banco Master.

Posição dos envolvidos

Posição não localizada no corpus até a última atualização.

The-Pay Soluções de Pagamentos· originou carteiras que o Master cedeu ao BRB e recomprou em 2025DDocumental diretoVerificadodesde dez/2024
Financeiro / comercialComercialconfiança 95%

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A The-Pay originou carteiras de crédito consignado que o Banco Master cedeu ao BRB em dezembro de 2024 e recomprou em fevereiro de 2025, após reclamações de titulares que negavam conhecer as operações. O Master informou ao Banco Central recompra de cerca de R$ 303 milhões; o próprio Banco Central, em ofício de agosto de 2025, atribuiu à operação cerca de R$ 1,7 bilhão.

Fontes

Força da evidência

DDocumental diretoDocumental direto: consta de documento primário verificável (decisão, relatório oficial, contrato, registro).
  • DDocumental diretoAngelo Ribeiro da Silva e Luiz Bull assinaram, em 25/03/2025, a resposta do Banco Master ao Banco Central sobre a recompra de carteiras de crédito originadas pela The-Pay Soluções de Pagamentos — informando valor de cerca de R$ 303 milhões, muito inferior aos R$ 1,7 bilhão que o próprio Banco Central atribuiria à mesma operação em ofício de agosto de 2025, contradição que o Ministério Público Federal registrou expressamente.

Posição dos envolvidos

Posição não localizada no corpus até a última atualização.

Você Pode Saúde· contraparte em autorização de compensação de pagamentos (10/11/2025)DDocumental diretoVerificadodesde 10/11/2025
Financeiro / comercialFinanceiroconfiança 95%

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Documento de 10/11/2025, uma semana antes da liquidação extrajudicial, autoriza a compensação de pagamentos do Banco Master com débitos de um grupo de contrapartes que inclui a Você Pode Saúde, ao lado da PKL One, da Ametrino, de uma "Terra Firme" e do Banco Pleno.

Fontes

Força da evidência

DDocumental diretoDocumental direto: consta de documento primário verificável (decisão, relatório oficial, contrato, registro).
  • DDocumental diretoEm 10/11/2025, uma semana antes de sua liquidação extrajudicial, o Banco Master autorizou que valores recebidos na cobrança de operações de crédito fossem usados para compensar débitos com a PKL One Participações, a Ametrino Participações, uma "Terra Firme" não identificada com precisão entre as homônimas do acervo, o Banco Pleno e a Você Pode Saúde.

Posição dos envolvidos

Posição não localizada no corpus até a última atualização.

Amapá Previdência· R$ 400 milhões em letras financeiras (jul/2024)CCorroboradoVerificadodesde jul/2024
Financeiro / comercialFinanceiroconfiança 90%

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A Amprev aplicou R$ 400 milhões em letras financeiras do Master em julho de 2024, o segundo maior aporte de entes públicos segundo a CNN; a aprovação é investigada pela PF (Zona Cinzenta) e pelo MP-AP; a autarquia habilitou-se na liquidação para reaver os valores.

Eventos: Comitê de Investimentos da Amprev aprova R$ 400 milhões em letras financeiras do Master, Amprev anuncia habilitação junto ao BC para reaver os R$ 400 milhões aplicados no Master, Operação Zona Cinzenta: PF faz buscas contra gestores da Amprev

Fontes

Força da evidência

CCorroboradoCorroborado: confirmado por múltiplas fontes independentes, sem documento primário no corpus.
  • CCorroboradoA Amapá Previdência aprovou em julho de 2024, em menos de 20 dias, investimentos de R$ 400 milhões em letras financeiras do Banco Master, 4,7% de sua carteira.
  • DDocumental diretoEm 18/11/2025 a Amprev anunciou comissão para acompanhar a liquidação do Master e habilitação junto ao BC para reaver o valor aplicado.
  • CCorroboradoEm 06/02/2026 a PF cumpriu quatro mandados de busca em Macapá (operação Zona Cinzenta, autorizada pela 4ª Vara Federal) contra Jocildo Lemos e dois membros do comitê de investimentos, por suspeita de gestão temerária e fraudulenta.

Posição dos envolvidos

  • Nota públicapor Amapá Previdência· 09/02/2026

    A Amprev diz sentir-se lesada pelo Master e não abrir mão do ressarcimento.

    Fontes: Poder360

Banvox Holding Financeira· emitiu R$ 470,5 milhões em debêntures para capitalizar o bancoCCorroboradoNão verificado
Financeiro / comercialFinanceiroconfiança 80%

Por que estes nós estão conectados?

A Banvox Holding Financeira emitiu R$ 470,5 milhões em debêntures destinadas a capitalizar o Banco Master.

Fontes

Força da evidência

CCorroboradoCorroborado: confirmado por múltiplas fontes independentes, sem documento primário no corpus.

Posição dos envolvidos

Posição não localizada no corpus até a última atualização.

ConJur — Consultor Jurídico· patrocínio do fórum jurídico em Londres (2024)CCorroboradoVerificadodesde 24/04/2024
Financeiro / comercialComercialconfiança 80%

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O Banco Master patrocinou o ConJur para o fórum jurídico em Londres de abril de 2024, co-organizado com o Correio Braziliense, segundo revista piauí (relatório da PF) e confirmação pública do editor do ConJur, Márcio Chaer.

Eventos: Fórum de Londres patrocinado pelo Master reúne autoridades; degustação custeada por Vorcaro

Fontes

Força da evidência

CCorroboradoCorroborado: confirmado por múltiplas fontes independentes, sem documento primário no corpus.

Posição dos envolvidos

Posição não localizada no corpus até a última atualização.

Consult Inteligência Tributária· pagamentos de R$ 6,6 milhões (out/2024–jul/2025)CCorroboradoVerificadodesde out/2024
Financeiro / comercialContratualconfiança 85%até jul/2025

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Relatório do Coaf noticiado pelo Estadão aponta 14 transferências do Master à Consult somando R$ 6,6 milhões; o banco não se manifestou sobre a natureza dos serviços; a Consult diz ter prestado consultoria tributária e serviços de sistemas.

Eventos: Pagamentos do Banco Master à Consult Inteligência Tributária (R$ 6,6 milhões)

Força da evidência

CCorroboradoCorroborado: confirmado por múltiplas fontes independentes, sem documento primário no corpus.
  • CCorroboradoRelatório do Coaf aponta R$ 6,6 milhões transferidos pelo Banco Master à Consult Inteligência Tributária em 14 operações entre outubro de 2024 e julho de 2025.

Posição dos envolvidos

Felipe Santa Cruz Advogados· pagou R$ 1,5 milhão ao escritórioCCorroboradoNão verificado
Financeiro / comercialContratualconfiança 80%

Por que estes nós estão conectados?

O escritório de Felipe Santa Cruz está entre as bancas que receberam pagamentos do Banco Master, com R$ 1,5 milhão registrado pela cobertura.

Força da evidência

CCorroboradoCorroborado: confirmado por múltiplas fontes independentes, sem documento primário no corpus.

Posição dos envolvidos

Posição não localizada no corpus até a última atualização.

Gabino Kruschewsky Advogados Associados· entre os escritórios contratados pelo bancoCCorroboradoNão verificado
Financeiro / comercialContratualconfiança 75%

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O escritório Gabino Kruschewsky Advogados Associados figura no levantamento de bancas contratadas pelo Banco Master.

Fontes

Força da evidência

CCorroboradoCorroborado: confirmado por múltiplas fontes independentes, sem documento primário no corpus.

Posição dos envolvidos

Posição não localizada no corpus até a última atualização.

Grupo Fictor· anúncio de compra (17/11/2025)CCorroboradoVerificadodesde 17/11/2025
Financeiro / comercialComercialconfiança 85%

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A Fictor anunciou a compra do Master com aporte de R$ 3 bilhões, sujeita a BC e Cade, na véspera da liquidação.

Eventos: Fictor anuncia a compra do Banco Master na véspera da liquidação

Fontes

Força da evidência

CCorroboradoCorroborado: confirmado por múltiplas fontes independentes, sem documento primário no corpus.
  • CCorroboradoEm 17/11/2025 a Fictor Holding anunciou a compra do Banco Master com aporte imediato de R$ 3 bilhões, sujeita a BC e Cade; no dia seguinte o BC liquidou o banco.

Posição dos envolvidos

Posição não localizada no corpus até a última atualização.

Instituto de Previdência Social dos Servidores de Cajamar (IPSSC)· aplicou R$ 87 milhões em Letras FinanceirasCCorroboradoVerificadodesde out/2023
Financeiro / comercialFinanceiroconfiança 85%

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O instituto de previdência de Cajamar (SP) aplicou R$ 87 milhões em Letras Financeiras do Banco Master em três operações entre outubro de 2023 e março de 2024, o equivalente a 15,36% da carteira.

Força da evidência

CCorroboradoCorroborado: confirmado por múltiplas fontes independentes, sem documento primário no corpus.

Posição dos envolvidos

Posição não localizada no corpus até a última atualização.

IPREFSUL· aplicou R$ 7 milhões em letras financeirasCCorroboradoNão verificadodesde jul/2024
Financeiro / comercialFinanceiroconfiança 80%

Por que estes nós estão conectados?

O IPREFSUL aplicou R$ 7 milhões em letras financeiras do Banco Master em julho de 2024, mais de 15% do patrimônio do fundo.

Força da evidência

CCorroboradoCorroborado: confirmado por múltiplas fontes independentes, sem documento primário no corpus.

Posição dos envolvidos

Posição não localizada no corpus até a última atualização.

Jaguar Investments· fundo estrangeiro citado na proposta de delaçãoCCorroboradoNão verificado
Financeiro / comercialFinanceiroconfiança 60%

Por que estes nós estão conectados?

O Jaguar Investments — atual denominação da Centara Multimarket Investments LLC e da Brazilian Multimarket Investments LLC, registrado na CVM — aparece no acervo pela proposta de delação noticiada em agosto de 2026 e pelo processo sancionador sobre o Brazil Realty FII. Seu beneficiário final não está estabelecido pelas fontes disponíveis.

Fontes

Força da evidência

CCorroboradoCorroborado: confirmado por múltiplas fontes independentes, sem documento primário no corpus.

Posição dos envolvidos

Posição não localizada no corpus até a última atualização.

JATEIPREV· aplicou cerca de R$ 2,5 milhõesCCorroboradoNão verificado
Financeiro / comercialFinanceiroconfiança 60%

Por que estes nós estão conectados?

O JATEIPREV aplicou cerca de R$ 2,5 milhões em papel do Banco Master antes da liquidação de novembro de 2025.

Fontes

Força da evidência

CCorroboradoCorroborado: confirmado por múltiplas fontes independentes, sem documento primário no corpus.

Posição dos envolvidos

Posição não localizada no corpus até a última atualização.

Marcus Vinicius Furtado Coelho Advocacia· pagou R$ 27,5 milhões ao escritórioCCorroboradoNão verificado
Financeiro / comercialContratualconfiança 80%

Por que estes nós estão conectados?

O escritório de Marcus Vinicius Furtado Coêlho recebeu R$ 27,5 milhões do Banco Master, valor que o coloca entre os maiores destinatários de honorários do banco identificados pela cobertura.

Fontes

Força da evidência

CCorroboradoCorroborado: confirmado por múltiplas fontes independentes, sem documento primário no corpus.

Posição dos envolvidos

Posição não localizada no corpus até a última atualização.

Metrópoles· contratos de publicidade e patrocínio esportivoCCorroboradoNão verificadodesde 2024
Financeiro / comercialComercialconfiança 70%

Por que estes nós estão conectados?

O Banco Master e o Will Bank pagaram R$ 27,28 milhões ao Metrópoles entre o segundo semestre de 2024 e outubro de 2025, em contratos de publicidade e patrocínio esportivo cuja contrapartida — os naming rights da Série D de 2025 — é confirmada pela CBF. O Coaf classificou a movimentação como atípica. Não há acusação formal contra o veículo. Segundo o UOL (15/10/2026), com base em mensagens extraídas pela PF, o Master pagou R$ 1 milhão ao portal em junho de 2024, acertou R$ 900 mil em julho e fechou em novembro contrato de publicidade de R$ 20 milhões, quitado em 2025; a CEO Lilian Tahan diz que o contrato não tinha relação com a cobertura.

Eventos: Relatório do Coaf aponta R$ 27,28 milhões pagos pelo Banco Master ao Metrópoles, UOL publica mensagens de Vorcaro com a direção do Metrópoles; Lilian Tahan contesta

Força da evidência

CCorroboradoCorroborado: confirmado por múltiplas fontes independentes, sem documento primário no corpus.
  • CCorroboradoO Banco Master pagou R$ 27.283.800 à Metrópoles Marketing e Comunicação entre o segundo semestre de 2024 e outubro de 2025 — R$ 838,8 mil em duas operações em 2024 e o restante em parcelas mensais entre janeiro e outubro de 2025. Segundo relatório do Coaf citado pela imprensa, a movimentação foi classificada como atípica, com registro de 'débito imediato' para empresas ligadas à família de Luiz Estevão. O relatório não é público e não foi lido pela equipe.
  • CCorroboradoA contrapartida dos pagamentos existe e é lícita: o Will Bank, do grupo Master, comprou os naming rights da Série D de 2025 do Campeonato Brasileiro, em negociação conduzida pelo Metrópoles. A CBF confirmou que o veículo negociou o patrocínio de forma independente e que o contrato foi encerrado em 2025. Publicidade e patrocínio esportivo são atividade comercial regular, e o volume por si só não constitui indício de irregularidade.
  • AAlegaçãoSegundo o UOL (15/10/2026), com base nas mensagens, o Master pagou R$ 1 milhão ao Metrópoles em junho de 2024, acertou R$ 900 mil em julho para projetos de "educação financeira" da Kovr e do Will e fechou em novembro contrato de publicidade de R$ 20 milhões, quitado em 2025 em parcelas de R$ 5 milhões.

Posição dos envolvidos

Posição não localizada no corpus até a última atualização.

One World Services· remessas de câmbioCCorroboradoVerificadodesde dez/2018
Financeiro / comercialFinanceiroconfiança 85%até abr/2021

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Entre dezembro de 2018 e abril de 2021, quando ainda se chamava Máxima, o banco remeteu US$ 531 milhões à empresa, em operações que a Polícia Federal aponta como insuficientemente documentadas. O banco afirmou que o tema foi encerrado em acordo administrativo com o Banco Central, sem reconhecimento de irregularidade.

Eventos: Reportagem revela remessas de US$ 531 milhões do banco à One World Services

Força da evidência

CCorroboradoCorroborado: confirmado por múltiplas fontes independentes, sem documento primário no corpus.
  • CCorroboradoO banco, então chamado Máxima, remeteu US$ 531 milhões à One World Services entre dezembro de 2018 e abril de 2021, em 331 operações justificadas como aumento de capital de uma offshore da empresa em Miami, com apenas 15 dos documentos societários exigidos apresentados.

Posição dos envolvidos

  • Esclarecimentopor Banco Master· 02/02/2026

    Afirmou que as apurações foram objeto de acordo com o Banco Central que encerrou o caso na esfera administrativa, sem reconhecimento de irregularidade.

    Fontes: Gazeta do Povo

Pollaris Consultoria· consultoria contratada; R$ 14 milhões entre 2024 e 2025CCorroboradoVerificadodesde 2024
Financeiro / comercialComercialconfiança 85%até 2025

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A Pollaris recebeu R$ 14 milhões do Banco Master entre 2024 e 2025, segundo registros da Receita Federal enviados à CPI do Crime Organizado, tendo atuado na aproximação de Vorcaro com o governo federal. O relatório da comissão ressalva que os pagamentos, isoladamente, não configuram a priori prática ilícita.

Eventos: Registros da Receita sobre pagamentos do Banco Master chegam à CPI do Crime Organizado

Força da evidência

CCorroboradoCorroborado: confirmado por múltiplas fontes independentes, sem documento primário no corpus.
  • CCorroboradoA Pollaris Consultoria, empresa de Guido Mantega, recebeu R$ 14 milhões do Banco Master entre 2024 e 2025, segundo registros da Receita Federal enviados à CPI do Crime Organizado e confirmados no relatório final da comissão, que descreve a consultoria como tendo 'atuado na aproximação de Vorcaro com o governo federal, chegando a levá-lo a uma reunião com o presidente da República no Palácio do Planalto'. O mesmo relatório ressalva expressamente que 'cada um desses pagamentos, vistos de forma isolada, não configuram a priori nenhuma prática ilícita' — salvaguarda que deve acompanhar sempre o dado. A empresa foi aberta em 30/04/2024 em São Paulo e transferida em 03/09/2024 para Barueri, onde o ISS de consultoria é de 2% contra 5% na capital. Mantega não é indiciado no relatório da CPI, não consta do relatório da PF lido pela equipe e não foi localizado como alvo de operação, busca ou indiciamento. A CPI aprovou convite — não convocação — a ele em 25/02/2026, sem registro de depoimento. Ressalva de proveniência: o 'relatório final' citado é o do relator Alessandro Vieira (MDB-SE), rejeitado por 6 votos a 4 pela própria CPI em 14/04/2026 — não uma conclusão oficial da comissão, ainda que os dados da Receita Federal nele anexados sejam formais e válidos.
  • AAlegaçãoSegundo o Poder360, registros da Receita Federal enviados à CPI do Crime Organizado listam pagamentos do Banco Master (2022-2025) a escritórios e empresas ligados a Temer (R$ 10 mi), Rueda (R$ 6,4 mi), Mantega (R$ 14 mi), Meirelles (R$ 18,5 mi), Lewandowski, ACM Neto, Perillo e Wajngarten.

Posição dos envolvidos

Queiroga, Vieira, Queiroz & Ramos Advocacia· contrato de honorários de êxito (5%) em ações de precatórios, segundo a imprensa e o próprio escritórioCCorroboradoNão verificado
Financeiro / comercialContratualconfiança 70%

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Segundo o Metrópoles e a CNN Brasil (21/09/2026), que dizem ter obtido o documento, o Banco Master contratou o escritório para atuar em 12 ações do setor sucroalcooleiro, com honorários de êxito de 5% líquidos sobre o que o banco recebesse; pelo cálculo do Metrópoles sobre o valor de face das causas, os honorários chegariam a R$ 427 milhões, apenas em caso de êxito (alegação atribuída). O escritório declarou, em nota de 23/09/2026, ter contrato formal com o Master para atuar em processos de precatórios, com taxa de êxito de 5%, e disse não ter recebido nenhum pagamento. O contrato não é público e sua data não está confirmada.

Eventos: Metrópoles noticia contrato de honorários de até R$ 427 mi, condicionado a êxito, entre o Master e o escritório de Camilla Ramos, e mensagens que citam a “Turma do KN”

Fontes

Força da evidência

CCorroboradoCorroborado: confirmado por múltiplas fontes independentes, sem documento primário no corpus.
  • CCorroboradoExiste contrato de honorários entre o Banco Master e o escritório Queiroga, Vieira, Queiroz & Ramos Advocacia (do qual a advogada Camilla Ramos é sócia, segundo a Agência Brasil e o Times Brasil), com honorários de êxito de 5% líquidos sobre o que o banco recebesse em 12 ações do setor sucroalcooleiro, segundo o Metrópoles e a CNN Brasil, que dizem ter obtido o documento; o escritório declarou, em nota de 23/09/2026, ter contrato formal com o Master para atuar em processos de precatórios, com taxa de êxito de 5%.
  • AAlegaçãoSegundo o Metrópoles (21/09/2026), calculados sobre o valor de face das 12 causas (cerca de R$ 8,5 bilhões), os honorários de êxito de 5% do contrato entre o Banco Master e o escritório Queiroga, Vieira, Queiroz & Ramos seriam de R$ 427 milhões em caso de êxito; o Metrópoles de 24/09/2026 e o Times Brasil de 12/10/2026 descrevem o contrato como "de até R$ 427 milhões".

Posição dos envolvidos

Warde Advogados· entre os escritórios contratados pelo bancoCCorroboradoNão verificado
Financeiro / comercialContratualconfiança 75%

Por que estes nós estão conectados?

O Warde Advogados figura no levantamento de escritórios contratados pelo Banco Master. Walfrido Warde foi, além disso, advogado pessoal de Daniel Vorcaro entre 2017 e janeiro de 2026.

Fontes

Força da evidência

CCorroboradoCorroborado: confirmado por múltiplas fontes independentes, sem documento primário no corpus.

Posição dos envolvidos

Posição não localizada no corpus até a última atualização.

Alves Corrêa & Veríssimo Advocacia· pagou R$ 33 milhões em honorários em 2024AAlegaçãoNão verificadodesde 2024
Financeiro / comercialFinanceiroconfiança 70%

Por que estes nós estão conectados?

Segundo documentos da auditoria interna do BRB apreendidos pela PF e revelados pelo Estadão em 17/09/2026, o Banco Master pagou R$ 33 milhões ao escritório Alves Corrêa em 2024 — o segundo maior valor do ano —, com a ordem de pagamento justificada internamente pelo argumento de 'canal direto com o STF'. O levantamento do ND Mais, de 14/09/2026, nomeia a sociedade por extenso, Alves Corrêa Verissimo Advocacia, com cerca de R$ 32,9 milhões em honorários do banco.

Fontes

Força da evidência

AAlegaçãoAlegação: declaração atribuída a terceiro. Não equivale a fato comprovado.
  • AAlegaçãoDentro dos R$ 215 milhões gastos com advocacia em 2024, o Banco Master pagou R$ 33 milhões ao escritório Alves Corrêa, de Dalide Corrêa — o segundo maior valor do ano, atrás dos R$ 40 milhões pagos ao escritório Barci de Moraes.
  • AAlegaçãoEm diálogos entre executivos do Banco Master sobre as despesas do banco, o diretor financeiro Ângelo Ribeiro orientou o superintendente executivo de Tesouraria, Alberto Félix, a pagar o escritório de Dalide Corrêa argumentando que se tratava de 'canal direto com o STF'.
  • AAlegaçãoDalide Corrêa afirma que jamais atuou para o Banco Master no Supremo Tribunal Federal nem procurou ministros da Corte para tratar de assuntos do banco, e que sua atuação se restringiu a processos de primeira e segunda instâncias em favor de empresas que venderam créditos ao banco.
  • AAlegaçãoLevantamento do ND Mais publicado em 14/09/2026 lista os maiores recebedores de honorários do Banco Master: Barci de Moraes com R$ 80,2 milhões; Monteiro, Rusu, Cameirão e Bercht com R$ 79 milhões; Warde com R$ 63,8 milhões; Gabino Kruschewsky com R$ 54 milhões; Alves Corrêa Verissimo Advocacia com cerca de R$ 32,9 milhões; Marcus Vinícius Furtado Coelho com R$ 27,5 milhões; e a Mytra Consultoria com R$ 30 milhões.
  • IInferênciaA pessoa jurídica que podia receber honorários em nome do escritório 'Alves Corrêa' em 2024 é a Alves Corrêa & Veríssimo Advocacia, e não a sociedade homônima de 2007.

Posição dos envolvidos

Posição não localizada no corpus até a última atualização.

Amando Vidas Produtora e Gravadora· repasse de R$ 3,9 milhões apontado pelo COAF (2022), negado pela empresaAAlegaçãoDisputadodesde mar/2022
Financeiro / comercialFinanceiroconfiança 45%até abr/2022

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Relatório do COAF citado pelo SBT News aponta repasse de R$ 3,897 milhões do Banco Master à produtora de André Valadão e da esposa entre março e abril de 2022. A empresa nega a operação e diz que seus extratos não registram entrada compatível.

Força da evidência

AAlegaçãoAlegação: declaração atribuída a terceiro. Não equivale a fato comprovado.
  • AAlegaçãoSegundo relatório do COAF citado pelo SBT News, o Banco Master repassou R$ 3,897 milhões à Amando Vidas Produtora e Gravadora Ltda — empresa que tem como sócios André Valadão e a esposa, Cassiane Montosa Valadão — entre março e abril de 2022.

Posição dos envolvidos

Amazonprev· aplicou R$ 50 milhões em letras financeirasAAlegaçãoNão verificadodesde out/2023
Financeiro / comercialFinanceiroconfiança 70%até dez/2024

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Segundo o Ministério da Previdência e o CadPrev, citados pelo Times Brasil, a Amazonprev aplicou R$ 50 milhões em letras financeiras do Banco Master entre outubro de 2023 e dezembro de 2024, um dos dezoito regimes próprios de previdência do país que investiram no banco.

Força da evidência

AAlegaçãoAlegação: declaração atribuída a terceiro. Não equivale a fato comprovado.

Posição dos envolvidos

Posição não localizada no corpus até a última atualização.

Antônio Rueda· pagamentos a escritórios ligados (R$ 6,4 mi, segundo registros fiscais via imprensa)AAlegaçãoNão verificadodesde 2023
Financeiro / comercialFinanceiroconfiança 50%

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Segundo o Poder360, registros da Receita enviados à CPI indicam R$ 6,4 milhões pagos pelo Banco Master, desde 2023, a dois escritórios ligados a Rueda, em contratos de prestação de serviços. Rueda não confirma e afirma que os serviços são legais. A equipe não leu os registros.

Eventos: Registros da Receita sobre pagamentos do Banco Master chegam à CPI do Crime Organizado

Força da evidência

AAlegaçãoAlegação: declaração atribuída a terceiro. Não equivale a fato comprovado.
  • AAlegaçãoSegundo o Poder360, registros da Receita Federal enviados à CPI do Crime Organizado listam pagamentos do Banco Master (2022-2025) a escritórios e empresas ligados a Temer (R$ 10 mi), Rueda (R$ 6,4 mi), Mantega (R$ 14 mi), Meirelles (R$ 18,5 mi), Lewandowski, ACM Neto, Perillo e Wajngarten.

Posição dos envolvidos

ASSEBA — Associação dos Servidores da Saúde do Estado da Bahia· repasses apontados pelo CoafAAlegaçãoDisputadodesde 2024
Financeiro / comercialFinanceiroconfiança 60%

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Segundo relatório do Coaf, a ASSEBA repassou R$ 101,3 milhões ao Banco Master, dentro de um fluxo de R$ 140,1 milhões recebidos do Estado da Bahia entre maio de 2024 e novembro de 2025.

Fontes

Força da evidência

AAlegaçãoAlegação: declaração atribuída a terceiro. Não equivale a fato comprovado.
  • AAlegaçãoSegundo relatório do Coaf enviado à CPI do Crime Organizado e revelado pelo Estadão em 10/04/2026, o Estado da Bahia repassou R$ 140,1 milhões à ASSEBA — associação de servidores da saúde apontada como ligada a Augusto Ferreira Lima — entre maio de 2024 e novembro de 2025, período integralmente sob a gestão de Jerônimo Rodrigues. Do total, R$ 65 milhões teriam saído diretamente da Secretaria da Fazenda e R$ 74,1 milhões por fundos previdenciários; a associação teria repassado R$ 101,3 milhões ao Banco Master e R$ 21,7 milhões a empresas de Lima. O Coaf classifica o fluxo como atípico. O governo baiano nega a caracterização: sustenta que os valores são descontos em folha da taxa de associação, autorizados pelos próprios servidores — dinheiro dos servidores, e não do erário —, sem operação financeira ou empréstimo.

Posição dos envolvidos

Posição não localizada no corpus até a última atualização.

BRB· disputa judicial por R$ 22,99 bilhões em carteiras compradas do MasterAAlegaçãoNão verificadodesde 16/03/2026
Financeiro / comercialFinanceiroconfiança 75%

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O BRB move, dentro da Rcl 88.121, uma frente própria de disputa civil contra o Banco Master (em liquidação): pede a preservação de fundos internacionais recebidos em quitação de CCBs, denuncia desvio de fluxos do Credcesta e pede o afastamento temporário da Resolução CMN 4.966/2021 sobre as carteiras adquiridas, que estima em R$ 22,99 bilhões, das quais cerca de R$ 12 bilhões seriam a carteira Tirreno, fraudulenta segundo o próprio BRB.

Fontes

Força da evidência

AAlegaçãoAlegação: declaração atribuída a terceiro. Não equivale a fato comprovado.
  • DDocumental diretoEm 24/07/2025, o Banco Master alienou ao BRB três fundos internacionais — International Strategies Fund Ltd. e Global Navigator Fund Ltd. (Jersey/Cayman) e Liquidity Strategies Fund Ltd. (Bahamas) —, em quitação compensada com créditos de dois Termos de Endosso de CCB (Recompra): o nº 45/2025, de US$ 114.218.734,00, e o nº 47/2025, de US$ 205.500.613,63. O BRB pediu tutela de urgência, em 16/03/2026, para preservar as cotas desses fundos.
  • AAlegaçãoEm petição de 20/07/2026, o BRB afirma ter adquirido R$ 22.989.790.491,43 em carteiras do Master e do Will Bank entre julho de 2024 e outubro de 2025, das quais estima em cerca de R$ 12 bilhões as carteiras da Tirreno como fraudulentas; registra ter provisionado R$ 7.355.253.036,76 conforme a Resolução CMN 4.966/2021 e reconhecido R$ 2 bilhões de prejuízo residual depois de substituir parte das carteiras por fundos e CCBs de atacado.

Posição dos envolvidos

Posição não localizada no corpus até a última atualização.

CartaCapital· contrato de publicidade (2021 a 2023, segundo a revista)AAlegaçãoNão verificadodesde 2021
Financeiro / comercialComercialconfiança 60%até 2023

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Segundo nota de Manuela Carta (15/10/2026), o Master fechou contrato de publicidade com a editora em 2021 e anunciou até 2023, e o grupo voltou a anunciar por meio da Kovr e do Will. Segundo o UOL, o contrato era de patrocínio de cinco anos, com adiantamento de R$ 300 mil em dezembro de 2020. Publicidade contratada não é irregularidade por si.

Eventos: UOL publica mensagens sobre patrocínios de Vorcaro a sites e revistas; CartaCapital responde

Fontes

Força da evidência

AAlegaçãoAlegação: declaração atribuída a terceiro. Não equivale a fato comprovado.
  • AAlegaçãoEm nota de 15/10/2026, Manuela Carta disse que o Banco Master fechou contrato de publicidade com a editora em 2021 e anunciou até 2023, num contrato regular de veiculação de anúncio, que o grupo voltou a anunciar por meio da Kovr e do Will e que Daniel Vorcaro nunca a procurou para pedir notícias positivas.
  • AAlegaçãoSegundo o UOL (15/10/2026), com base em mensagens extraídas pela PF, a CartaCapital fechou em 2021 contrato de patrocínio de cinco anos com o Banco Máxima (depois Master), que adiantara R$ 300 mil em dezembro de 2020; Manuela Carta pediu "mais um recurso para a próxima folha de pagamentos" no início de 2021, discutiu em 2023 a possível entrada de Vorcaro como sócio, que não se concretizou, e pediu em 2024 "adiantamento de publicidade".

Posição dos envolvidos

Posição não localizada no corpus até a última atualização.

Cedae· investiu R$ 200 milhõesAAlegaçãoNão verificado
Financeiro / comercialFinanceiroconfiança 50%

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Segundo reportagem do UOL de 10/09/2026, a partir da proposta de colaboração de Vorcaro, a Cedae investiu R$ 200 milhões em produtos do Banco Master — o único dos quatro entes citados que não é entidade previdenciária.

Fontes

Força da evidência

AAlegaçãoAlegação: declaração atribuída a terceiro. Não equivale a fato comprovado.
  • IInferênciaSomados, os valores já conhecidos investidos no Banco Master pelas quatro instituições citadas na proposta de Vorcaro chegam a R$ 3,62 bilhões — Rioprevidência R$ 2,97 bilhões, Amprev R$ 400 milhões, Cedae R$ 200 milhões e Amazonprev R$ 50 milhões —, mais que o dobro dos R$ 2 bilhões que o próprio colaborador atribui à intermediação de ACM Neto e Rueda, sem que a proposta explique a diferença.
  • DDocumental diretoSegundo a mesma auditoria do TCE-RJ, a Cedae investiu cerca de R$ 237 milhões no Banco Master — valor mais preciso e ligeiramente superior aos R$ 200 milhões atribuídos à estatal pela proposta de colaboração de Vorcaro revelada em 10/09/2026.

Posição dos envolvidos

Posição não localizada no corpus até a última atualização.

Clínica Mais Médico· recebeu R$ 361,1 milhões de fundo de crédito do bancoAAlegaçãoNão verificado
Financeiro / comercialFinanceiroconfiança 65%

Por que estes nós estão conectados?

Segundo reportagem da Folha baseada em documentos da Polícia Federal, a Clínica Mais Médico — pequeno empreendimento — recebeu cerca de R$ 361,1 milhões de um fundo de crédito controlado pelo Banco Master.

Força da evidência

AAlegaçãoAlegação: declaração atribuída a terceiro. Não equivale a fato comprovado.

Posição dos envolvidos

Posição não localizada no corpus até a última atualização.

CredCesta· produto de consignado central no modelo de negócio do bancoAAlegaçãoNão verificado
Financeiro / comercialComercialconfiança 55%

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A representação da PF trata o CredCesta como uma das principais plataformas de crédito consignado do Banco Master e usa essa posição para explicar o interesse do grupo na legislação que ampliou a margem consignável e o universo de tomadores.

Força da evidência

AAlegaçãoAlegação: declaração atribuída a terceiro. Não equivale a fato comprovado.
  • AAlegaçãoSegundo a representação, foram as carteiras de crédito do CredCesta, criado no contexto da Empresa Baiana de Alimentos, que credenciaram Augusto Ferreira Lima a se tornar sócio de Daniel Vorcaro no Banco Master em 2019.
  • DDocumental diretoA Lei nº 14.431, de 3 de agosto de 2022, resultante da conversão da Medida Provisória nº 1.106/2022, elevou o teto de comprometimento da remuneração no consignado de 35% para 40% para empregados regidos pela CLT e de 35% para 45% sobre benefícios do RGPS, e autorizou a contratação de empréstimos por beneficiários do Benefício de Prestação Continuada e de programas federais de transferência de renda.

Posição dos envolvidos

Posição não localizada no corpus até a última atualização.

Grupo Aquilla· fundo do grupo apontado pelo MPF como instrumento de simulação de valorização no MáximaAAlegaçãoNão verificadodesde 2014
Financeiro / comercialFinanceiroconfiança 60%

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Segundo denúncia do MPF, o fundo Aquilla Veyron FIM foi usado para simular valorização de investimentos e mascarar a insuficiência de capital do Banco Máxima entre 2014 e 2016 — a mesma mecânica que fundamentou a punição do então controlador Saul Dutra Sabbá.

Fontes

Força da evidência

AAlegaçãoAlegação: declaração atribuída a terceiro. Não equivale a fato comprovado.
  • AAlegaçãoBenjamim Botelho de Almeida foi denunciado pelo MPF por gestão fraudulenta de instituição financeira (arts. 4º, 6º e 10 da Lei 7.492/86) no Banco Máxima, por fatos de novembro de 2014 a março de 2016, pelo suposto uso de fundos do Grupo Aquilla para simular valorização de investimentos e mascarar a insuficiência de capital do banco — a mesma mecânica contábil que fundamentou a inabilitação de Saul Dutra Sabbá pelo Banco Central em 2018. VERIFICAÇÃO POSTERIOR: a equipe obteve a íntegra da sentença e confirmou que Botelho FOI ABSOLVIDO em 25/04/2025, com fundamento no art. 386, V, do CPP, ao lado de outros três réus, tendo a sentença assentado que ele não detinha relação de controle, administração ou gerência sobre o Banco Máxima, elemento exigido pelo art. 25 da Lei 7.492/86. O MPF apelou e o recurso segue pendente na 11ª Turma do TRF3. Ver ev-botelho-absolvido-sentenca-2025.

Posição dos envolvidos

Posição não localizada no corpus até a última atualização.

Grupo Globo· patrocínio de eventos e publicidade (segundo mensagens citadas pelo UOL)AAlegaçãoNão verificadodesde 2023
Financeiro / comercialComercialconfiança 50%

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Segundo o UOL (15/10/2026), tabela enviada por Frederic Kachar a Vorcaro registra patrocínio do Master ao Baile da Vogue de 2024 (R$ 825 mil) e ao camarote da editora no Carnaval de 2023 (R$ 1,6 milhão), e o nome do banco saiu das propostas de 2025; segundo o Terra, Vorcaro foi um dos principais patrocinadores do Summit Valor Econômico Brazil-USA. O Grupo Globo, em nota, refere-se a "um anunciante" sem nomeá-lo. Patrocínio contratado não é irregularidade por si.

Eventos: UOL publica mensagens de Vorcaro com Frederic Kachar sobre patrocínios e cobertura

Força da evidência

AAlegaçãoAlegação: declaração atribuída a terceiro. Não equivale a fato comprovado.
  • AAlegaçãoSegundo o UOL (15/10/2026), mensagens extraídas pela PF do celular de Daniel Vorcaro mostram Frederic Kachar tratando com ele de patrocínios a eventos do grupo: uma tabela enviada por Kachar registra o Baile da Vogue de 2024 (R$ 825 mil) e o camarote da editora no Carnaval de 2023 (R$ 1,6 milhão); Kachar pediu ajuda para "destravar o uso do novo contrato" de publicidade e, em 2025, escreveu "Tirei o banco nos dois casos" sobre as propostas. Segundo o Terra, Vorcaro foi um dos principais patrocinadores do Summit Valor Econômico Brazil-USA.

Posição dos envolvidos

Posição não localizada no corpus até a última atualização.

Gustavo Loyola· consultoria contratada (parte dos R$ 25,8 milhões a ex-presidentes do BC)AAlegaçãoNão verificadodesde 2022
Financeiro / comercialContratualconfiança 50%

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Empresa ligada ao ex-presidente do Banco Central integra o conjunto de três consultorias que receberam R$ 25,8 milhões do banco entre 2022 e 2025, segundo dados da Receita obtidos pela CNN.

Força da evidência

AAlegaçãoAlegação: declaração atribuída a terceiro. Não equivale a fato comprovado.
  • AAlegaçãoConsultorias ligadas a Henrique Meirelles, Gustavo Loyola e Pedro Malan receberam do banco um total de R$ 25,8 milhões entre 2022 e 2025; descontados tributos, cerca de R$ 20,2 milhões.

Posição dos envolvidos

Henrique Meirelles· consultoria macroeconômica (mar/2024 a jul/2025)AAlegaçãoNão verificadodesde mar/2024
Financeiro / comercialContratualconfiança 70%até jul/2025

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Meirelles confirmou contrato de consultoria macroeconômica e de mercado financeiro, em caráter opinativo; segundo registros fiscais citados pelo Poder360, recebeu R$ 18,5 milhões entre 2024 e 2025.

Eventos: Registros da Receita sobre pagamentos do Banco Master chegam à CPI do Crime Organizado

Força da evidência

AAlegaçãoAlegação: declaração atribuída a terceiro. Não equivale a fato comprovado.
  • AAlegaçãoHenrique Meirelles afirmou ter mantido contrato de consultoria macroeconômica com o Banco Master, em caráter opinativo, entre março de 2024 e julho de 2025.
  • AAlegaçãoSegundo o Poder360, registros da Receita Federal enviados à CPI do Crime Organizado listam pagamentos do Banco Master (2022-2025) a escritórios e empresas ligados a Temer (R$ 10 mi), Rueda (R$ 6,4 mi), Mantega (R$ 14 mi), Meirelles (R$ 18,5 mi), Lewandowski, ACM Neto, Perillo e Wajngarten.

Posição dos envolvidos

Instituto de Previdência Municipal de Santa Rita d'Oeste· R$ 2 milhões em Letras Financeiras e R$ 2 milhões no Texas I FIAAAlegaçãoNão verificado
Financeiro / comercialFinanceiroconfiança 65%

Por que estes nós estão conectados?

O instituto de previdência de Santa Rita d'Oeste (SP) aplicou R$ 2 milhões em Letras Financeiras do Master e outros R$ 2 milhões no 'Texas I Fundo de Investimento em Ações', administrado pelo próprio Banco Master.

Força da evidência

AAlegaçãoAlegação: declaração atribuída a terceiro. Não equivale a fato comprovado.

Posição dos envolvidos

Posição não localizada no corpus até a última atualização.

Ligga Telecom· aplicações do caixa em CCBs do Master (montante não público)AAlegaçãoNão verificadodesde 2025
Financeiro / comercialFinanceiroconfiança 50%

Por que estes nós estão conectados?

Documentos internos citados pela Gazeta do Povo indicam que parte de cerca de R$ 350 milhões do caixa da Ligga foi aplicada em cédulas de crédito bancário do Master; a Moody's rebaixou o rating da companhia por opacidade.

Força da evidência

AAlegaçãoAlegação: declaração atribuída a terceiro. Não equivale a fato comprovado.
  • AAlegaçãoDocumentos internos da Ligga Telecom indicam que parte de cerca de R$ 350 milhões retirados do caixa foi aplicada em CCBs do Banco Master; o montante não é público.

Posição dos envolvidos

Posição não localizada no corpus até a última atualização.

Michel Temer· pagamentos ao escritório de advocacia (R$ 10 mi em 2025, segundo registros fiscais via imprensa)AAlegaçãoNão verificadodesde 2025
Financeiro / comercialFinanceiroconfiança 50%

Por que estes nós estão conectados?

Segundo o Poder360, registros da Receita indicam dois pagamentos (R$ 5 milhões e R$ 2,5 milhões, entre outros) do Banco Master ao escritório de Temer em 2025; os citados afirmam tratar-se de serviços prestados. A equipe não leu os registros.

Eventos: Registros da Receita sobre pagamentos do Banco Master chegam à CPI do Crime Organizado

Força da evidência

AAlegaçãoAlegação: declaração atribuída a terceiro. Não equivale a fato comprovado.
  • AAlegaçãoSegundo o Poder360, registros da Receita Federal enviados à CPI do Crime Organizado listam pagamentos do Banco Master (2022-2025) a escritórios e empresas ligados a Temer (R$ 10 mi), Rueda (R$ 6,4 mi), Mantega (R$ 14 mi), Meirelles (R$ 18,5 mi), Lewandowski, ACM Neto, Perillo e Wajngarten.

Posição dos envolvidos

  • Esclarecimentopor Michel Temer· 06/07/2026

    Contratação para tentar 'liquidação privada' do banco; sem sucesso.

    Fontes: Poder360

Pedro Malan· consultoria contratada (parte dos R$ 25,8 milhões a ex-presidentes do BC)AAlegaçãoNão verificadodesde 2022
Financeiro / comercialContratualconfiança 50%

Por que estes nós estão conectados?

Empresa ligada ao ex-presidente do Banco Central integra o conjunto de três consultorias que receberam R$ 25,8 milhões do banco entre 2022 e 2025, segundo dados da Receita obtidos pela CNN.

Força da evidência

AAlegaçãoAlegação: declaração atribuída a terceiro. Não equivale a fato comprovado.
  • AAlegaçãoConsultorias ligadas a Henrique Meirelles, Gustavo Loyola e Pedro Malan receberam do banco um total de R$ 25,8 milhões entre 2022 e 2025; descontados tributos, cerca de R$ 20,2 milhões.

Posição dos envolvidos

Reag Investimentos· fundos administrados pela Reag em operações com o Master (2023-2024)AAlegaçãoNão verificadodesde jul/2023
Financeiro / comercialFinanceiroconfiança 60%até jul/2024

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O BC relatou ao TCU, segundo a CNN, que entre julho de 2023 e julho de 2024 o Master e fundos administrados pela Reag estruturaram operações em desacordo com as normas do SFN; o Migalhas cita cerca de 90 fundos nas suspeitas.

Eventos: Banco Central decreta liquidação extrajudicial da CBSF DTVM (antiga Reag Investimentos)

Força da evidência

AAlegaçãoAlegação: declaração atribuída a terceiro. Não equivale a fato comprovado.
  • AAlegaçãoO BC relatou ao TCU que, entre julho de 2023 e julho de 2024, o Banco Master e fundos administrados pela Reag estruturaram operações em desacordo com normas do SFN, com falhas graves de gestão de risco, crédito e liquidez.
  • AAlegaçãoEm janeiro de 2026 o BC decretou a liquidação extrajudicial da CBSF DTVM (antiga Reag Investimentos).

Posição dos envolvidos

Posição não localizada no corpus até a última atualização.

Reconversa· patrocínio contratado em março de 2024, por meio da empresa Super, segundo AzevedoAAlegaçãoNão verificadodesde mar/2024
Financeiro / comercialComercialconfiança 60%

Por que estes nós estão conectados?

Segundo nota de Reinaldo Azevedo de 16/10/2026, o Banco Master patrocinou o podcast Reconversa por meio da empresa Super, em contrato de março de 2024 de 12 parcelas de R$ 100 mil, das quais sete foram pagas, com valores declarados e impostos pagos. É relação comercial declarada pelo próprio citado; o contrato não é público, e patrocínio contratado não é, por si, irregularidade. O Novelo não liga a empresa Super a nenhum outro verbete.

Eventos: Reinaldo Azevedo divulga nota sobre o patrocínio do Banco Master ao podcast Reconversa, após prints divulgados por influenciador

Força da evidência

AAlegaçãoAlegação: declaração atribuída a terceiro. Não equivale a fato comprovado.
  • AAlegaçãoReinaldo Azevedo declarou, em nota enviada à TMC em 16/10/2026, que o Banco Master patrocinou o podcast Reconversa por meio da empresa Super, em contrato de março de 2024 de 12 parcelas de R$ 100 mil, das quais sete foram pagas, com valores declarados e impostos pagos, e negou ter escrito em defesa do banco ou conversado com Daniel Vorcaro ou Fabiano Zettel.

Posição dos envolvidos

  • Versão apresentadapor Reinaldo Azevedo· 16/10/2026

    Afirma que o patrocínio foi tratado com a área comercial, que o podcast não servia aos interesses do banco e que os valores recebidos estão declarados.

    Fontes: TMC

  • Posição não localizadapor Banco Master (em liquidação) e empresa Super· 17/10/2026

    Nenhuma manifestação localizada nas fontes abertas nem nas buscas do investigador de 17/10/2026.

    Fontes: Brasil 247

Regime Próprio de Previdência de Brodowski· R$ 10 milhões em Letras Financeiras e R$ 5 milhões no Fundo TexasAAlegaçãoNão verificado
Financeiro / comercialFinanceiroconfiança 65%

Por que estes nós estão conectados?

O instituto de previdência de Brodowski (SP) foi identificado pelo Ministério Público de Contas de São Paulo com R$ 10 milhões em Letras Financeiras do Banco Master e R$ 5 milhões no Fundo Texas. O acervo não localizou cobertura jornalística dedicada além da representação agregada do órgão de controle.

Força da evidência

AAlegaçãoAlegação: declaração atribuída a terceiro. Não equivale a fato comprovado.

Posição dos envolvidos

Posição não localizada no corpus até a última atualização.

Regime Próprio de Previdência de Fernão· R$ 3 milhões expostos ao bancoAAlegaçãoNão verificado
Financeiro / comercialFinanceiroconfiança 65%

Por que estes nós estão conectados?

O instituto de previdência de Fernão (SP) foi identificado pelo Ministério Público de Contas de São Paulo com R$ 3 milhões expostos ao Banco Master. O acervo não localizou cobertura jornalística dedicada além da representação agregada do órgão de controle.

Força da evidência

AAlegaçãoAlegação: declaração atribuída a terceiro. Não equivale a fato comprovado.

Posição dos envolvidos

Posição não localizada no corpus até a última atualização.

Ricardo Lewandowski· prestação de serviços pelo escritório (confirmada em nota)AAlegaçãoNão verificado
Financeiro / comercialContratualconfiança 70%

Por que estes nós estão conectados?

Lewandowski confirmou a prestação de serviços de seu escritório ao Master; segundo a CNN, o contrato continuou após sua posse no Ministério da Justiça, sob comando de familiares. Período e valores não verificados em documento.

Fontes

Força da evidência

AAlegaçãoAlegação: declaração atribuída a terceiro. Não equivale a fato comprovado.
  • AAlegaçãoLewandowski confirmou em nota a prestação de serviço de seu escritório ao Master e disse ter se retirado do escritório e suspendido o registro na OAB ao assumir o Ministério da Justiça em janeiro de 2024.
  • AAlegaçãoSegundo o Poder360, registros da Receita Federal enviados à CPI do Crime Organizado listam pagamentos do Banco Master (2022-2025) a escritórios e empresas ligados a Temer (R$ 10 mi), Rueda (R$ 6,4 mi), Mantega (R$ 14 mi), Meirelles (R$ 18,5 mi), Lewandowski, ACM Neto, Perillo e Wajngarten.
  • AAlegaçãoO contrato entre o Lewandowski Advogados e o Master, de prestação de consultoria jurídica e institucional de caráter estratégico, foi assinado em 28/08/2023 no valor de R$ 250 mil mensais e rendeu cerca de R$ 6,5 milhões brutos ao escritório.
  • AAlegaçãoOs pagamentos seguiram até setembro de 2025, quando o ex-ministro já estava no Ministério da Justiça havia 21 meses; R$ 5,25 milhões foram pagos após a ida dele para o ministério. Ele deixou a sociedade em 17/01/2024 e o escritório passou a ser representado por um filho.
  • AAlegaçãoEm nota, o ex-ministro afirmou que, ao ser convidado para o Ministério da Justiça em janeiro de 2024, retirou-se do escritório e suspendeu o registro na OAB, deixando de atuar em todos os casos; antes disso, após deixar o STF em abril de 2023, prestara serviços de consultoria jurídica ao Master entre outros clientes.

Posição dos envolvidos

RioPrevidência· aportes em fundos e letras financeiras (segundo a PGR, cerca de R$ 3,7 bi)AAlegaçãoNão verificado
Financeiro / comercialFinanceiroconfiança 60%

Por que estes nós estão conectados?

Segundo a PGR, conforme comunicação oficial do STF, a RioPrevidência aportou cerca de R$ 3,7 bilhões em fundos e letras financeiras do Banco Master; a PF sustenta que as aplicações contrariaram pareceres técnicos. A existência de investimentos é objeto de investigação oficial; os valores exatos e sua regularidade não foram verificados pela equipe.

Eventos: 8ª fase da Compliance Zero: buscas na casa de Cláudio Castro e em ex-dirigentes da RioPrevidência

Fontes

Força da evidência

AAlegaçãoAlegação: declaração atribuída a terceiro. Não equivale a fato comprovado.
  • AAlegaçãoSegundo a representação da PF citada pelo STF, haveria proximidade pessoal entre Cláudio Castro e Daniel Vorcaro, com encontros registrados, e atuação política de Castro para viabilizar aportes da RioPrevidência no Banco Master; a PGR estimou cerca de R$ 3,7 bilhões em investimentos.
  • DDocumental diretoEm 26/05/2026 o STF autorizou busca e apreensão na casa de Cláudio Castro e de ex-dirigentes da RioPrevidência (PET 15676), na 8ª fase da Compliance Zero.

Posição dos envolvidos

Posição não localizada no corpus até a última atualização.

Sacramone, Orleans e Bragança Advogados· entre os escritórios que receberam pagamentos do bancoAAlegaçãoNão verificado
Financeiro / comercialContratualconfiança 65%

Por que estes nós estão conectados?

O escritório fundado por Marcelo Barbosa Sacramone figura no levantamento de bancas que receberam pagamentos do Banco Master.

Fontes

Força da evidência

AAlegaçãoAlegação: declaração atribuída a terceiro. Não equivale a fato comprovado.

Posição dos envolvidos

Posição não localizada no corpus até a última atualização.

Profissional 14

Alberto Félix Oliveira· tesoureiroDDocumental diretoVerificado
ProfissionalProfissionalconfiança 95%

Por que estes nós estão conectados?

Alberto Félix Oliveira, tesoureiro do Banco Master, representou o banco na reunião de 14/03/2024 com o Comitê de Investimentos da Amapá Previdência, conforme a ata.

Eventos: Banco Master pede reunião e apresenta ao comitê da Amprev sua operação de captação junto a RPPS

Fontes

Força da evidência

DDocumental diretoDocumental direto: consta de documento primário verificável (decisão, relatório oficial, contrato, registro).
  • DDocumental diretoEm 14/03/2024, quatro meses antes das aplicações, o Banco Master apresentou-se ao Comitê de Investimentos da Amapá Previdência em reunião convocada 'por solicitação' do próprio banco, representado por Paula Vouguinha, de relações institucionais, e Alberto Félix Oliveira, tesoureiro. A ata recita o histórico da instituição, incluindo que passou em 2018 'sob a nova gestão de Daniel Vorcaro e Augusto Lima'.

Posição dos envolvidos

Posição não localizada no corpus até a última atualização.

André Kruschewsky Lima· procurador (2022–2023) e diretor desde 13/02/2023DDocumental diretoVerificadodesde 23/02/2022
ProfissionalProfissionalconfiança 90%

Por que estes nós estão conectados?

André Kruschewsky Lima foi procurador do Banco Master de 23/02/2022 a 13/02/2023, segundo a Junta Comercial do Rio de Janeiro, e consta como diretor desde 13/02/2023 nos dados da Receita Federal. Documentos do próprio banco e da Amprev de 2024 o identificam como diretor jurídico, a quem se reportava o compliance. A data de saída não foi documentada.

Fontes

Força da evidência

DDocumental diretoDocumental direto: consta de documento primário verificável (decisão, relatório oficial, contrato, registro).
  • DDocumental diretoNos dados da Receita Federal, André Kruschewsky Lima consta como diretor do Banco Master desde 13/02/2023, mesma data de entrada de Augusto Ferreira Lima; a Junta Comercial do Rio de Janeiro o registra antes como procurador do banco, de 23/02/2022 a 13/02/2023.
  • DDocumental diretoDocumentos de 2024 juntados aos autos do TJAP identificam André Kruschewsky Lima como diretor jurídico do Banco Master: o relatório de visita da Amprev, a apresentação institucional do banco e o questionário de due diligence, segundo o qual o compliance se reporta a ele.

Posição dos envolvidos

Posição não localizada no corpus até a última atualização.

Angelo Ribeiro da Silva· diretorDDocumental diretoVerificado
ProfissionalProfissionalconfiança 95%

Por que estes nós estão conectados?

Angelo Antonio Ribeiro da Silva é diretor do Banco Master: assinou com Daniel Vorcaro o contrato de 16/01/2024 com o escritório Barci de Moraes e, com Luiz Bull, a resposta de 25/03/2025 ao Banco Central sobre a recompra de carteiras da The-Pay; o comunicado do Banco Central sobre a liquidação o lista entre os ex-administradores.

Fontes

Força da evidência

DDocumental diretoDocumental direto: consta de documento primário verificável (decisão, relatório oficial, contrato, registro).
  • DDocumental diretoAngelo Ribeiro da Silva e Luiz Bull assinaram, em 25/03/2025, a resposta do Banco Master ao Banco Central sobre a recompra de carteiras de crédito originadas pela The-Pay Soluções de Pagamentos — informando valor de cerca de R$ 303 milhões, muito inferior aos R$ 1,7 bilhão que o próprio Banco Central atribuiria à mesma operação em ofício de agosto de 2025, contradição que o Ministério Público Federal registrou expressamente.

Posição dos envolvidos

Posição não localizada no corpus até a última atualização.

EFB Regimes Especiais de Empresas· liquidante extrajudicial, reconhecida como representante estrangeira nas BahamasDDocumental diretoVerificadodesde 18/11/2025
ProfissionalProfissionalconfiança 85%

Por que estes nós estão conectados?

A EFB Regimes Especiais de Empresas é a liquidante extrajudicial do Banco Master e, desde 26/05/2026, está reconhecida pela Suprema Corte das Bahamas como representante estrangeira de cinco entidades do conglomerado para fins de cooperação sobre os fundos internacionais do grupo.

Fontes

Força da evidência

DDocumental diretoDocumental direto: consta de documento primário verificável (decisão, relatório oficial, contrato, registro).
  • DDocumental diretoEm 26/05/2026, a Suprema Corte da Commonwealth das Bahamas reconheceu a EFB Regimes Especiais de Empresas como representante estrangeira de cinco entidades do conglomerado Banco Master, para fins de cooperação sobre os fundos internacionais do grupo.

Posição dos envolvidos

Posição não localizada no corpus até a última atualização.

Paula Vouguinha· relações institucionaisDDocumental diretoVerificado
ProfissionalProfissionalconfiança 95%

Por que estes nós estão conectados?

Paula Vouguinha, de relações institucionais do Banco Master, representou o banco na reunião de 14/03/2024 com o Comitê de Investimentos da Amapá Previdência, conforme a ata.

Eventos: Banco Master pede reunião e apresenta ao comitê da Amprev sua operação de captação junto a RPPS

Fontes

Força da evidência

DDocumental diretoDocumental direto: consta de documento primário verificável (decisão, relatório oficial, contrato, registro).
  • DDocumental diretoEm 14/03/2024, quatro meses antes das aplicações, o Banco Master apresentou-se ao Comitê de Investimentos da Amapá Previdência em reunião convocada 'por solicitação' do próprio banco, representado por Paula Vouguinha, de relações institucionais, e Alberto Félix Oliveira, tesoureiro. A ata recita o histórico da instituição, incluindo que passou em 2018 'sob a nova gestão de Daniel Vorcaro e Augusto Lima'.

Posição dos envolvidos

Posição não localizada no corpus até a última atualização.

Ciro Nogueira· presente no fórum de Londres patrocinado pelo bancoCCorroboradoNão verificadodesde 24/04/2024
ProfissionalEvento compartilhadoconfiança 50%

Por que estes nós estão conectados?

Ciro Nogueira é identificado pela imprensa entre os presentes do 1º Fórum Jurídico Brasil de Ideias (Londres, 24-26/04/2024), evento patrocinado pelo Banco Master — quatro meses antes de apresentar a Emenda 11 à PEC 65/2023, já registrada no corpus como a "Emenda Master".

Eventos: Fórum de Londres patrocinado pelo Master reúne autoridades; degustação custeada por Vorcaro

Força da evidência

CCorroboradoCorroborado: confirmado por múltiplas fontes independentes, sem documento primário no corpus.
  • CCorroboradoReportagens de fevereiro de 2026 (O Tempo, Jornal de Brasília) identificam os senadores Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) e Ciro Nogueira (PP-PI) entre os presentes/debatedores do 1º Fórum Jurídico Brasil de Ideias (Londres, 24-26/04/2024), evento patrocinado pelo Banco Master que reuniu também os ministros do STF Dias Toffoli, Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes, o ex-ministro Ricardo Lewandowski, o diretor-geral da PF Andrei Rodrigues, o procurador-geral da República Paulo Gonet, o então advogado-geral da União Jorge Messias, o ex-presidente Michel Temer e Fábio Faria (então do BTG Pactual). É a primeira ligação pessoal direta — não apenas por parentes ou aliados — entre Alcolumbre e um evento custeado pelo Banco Master localizada pela equipe.

Posição dos envolvidos

Posição não localizada no corpus até a última atualização.

Davi Alcolumbre· presente no fórum de Londres patrocinado pelo bancoCCorroboradoNão verificadodesde 24/04/2024
ProfissionalEvento compartilhadoconfiança 50%

Por que estes nós estão conectados?

Davi Alcolumbre é identificado pela imprensa entre os presentes do 1º Fórum Jurídico Brasil de Ideias (Londres, 24-26/04/2024), evento patrocinado pelo Banco Master. Sem indicação de que tenha participado da degustação de Macallan custeada por Vorcaro em 25/04, evento distinto e mais restrito.

Eventos: Fórum de Londres patrocinado pelo Master reúne autoridades; degustação custeada por Vorcaro

Força da evidência

CCorroboradoCorroborado: confirmado por múltiplas fontes independentes, sem documento primário no corpus.
  • CCorroboradoReportagens de fevereiro de 2026 (O Tempo, Jornal de Brasília) identificam os senadores Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) e Ciro Nogueira (PP-PI) entre os presentes/debatedores do 1º Fórum Jurídico Brasil de Ideias (Londres, 24-26/04/2024), evento patrocinado pelo Banco Master que reuniu também os ministros do STF Dias Toffoli, Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes, o ex-ministro Ricardo Lewandowski, o diretor-geral da PF Andrei Rodrigues, o procurador-geral da República Paulo Gonet, o então advogado-geral da União Jorge Messias, o ex-presidente Michel Temer e Fábio Faria (então do BTG Pactual). É a primeira ligação pessoal direta — não apenas por parentes ou aliados — entre Alcolumbre e um evento custeado pelo Banco Master localizada pela equipe.

Posição dos envolvidos

Posição não localizada no corpus até a última atualização.

Guido Mantega· consultor (segundo a imprensa)CCorroboradoVerificadodesde 2024
ProfissionalProfissionalconfiança 75%

Por que estes nós estão conectados?

Mantega prestava consultoria ao Banco Master, segundo CNN Brasil, Gazeta do Povo e Brasil Paralelo, e articulou o encontro de 04/12/2024 no Planalto. Contrato e valores não foram verificados em documento pela equipe.

Eventos: Reunião fora da agenda no Palácio do Planalto entre Lula e Vorcaro

Força da evidência

CCorroboradoCorroborado: confirmado por múltiplas fontes independentes, sem documento primário no corpus.
  • CCorroboradoGuido Mantega prestava consultoria ao Banco Master e articulou o encontro de 04/12/2024, segundo CNN Brasil, Gazeta do Povo e Brasil Paralelo.

Posição dos envolvidos

Posição não localizada no corpus até a última atualização.

Luiz Bull· diretor de Risco, Compliance e OperaçõesCCorroboradoVerificado
ProfissionalProfissionalconfiança 90%

Por que estes nós estão conectados?

Luiz Antonio Bull era diretor do Banco Master; preso na 1ª fase e solto pelo TRF-1 em 28/11/2025.

Eventos: TRF-1 substitui a prisão preventiva de Vorcaro e executivos do Master por medidas cautelares

Fontes

Força da evidência

CCorroboradoCorroborado: confirmado por múltiplas fontes independentes, sem documento primário no corpus.
  • CCorroboradoEm 28/11/2025 a desembargadora Solange Salgado (TRF-1) substituiu a prisão preventiva de Vorcaro por medidas cautelares, estendendo a decisão a Augusto Ferreira Lima, Luiz Antonio Bull, Alberto Félix de Oliveira e Angelo Antonio Ribeiro da Silva.

Posição dos envolvidos

Posição não localizada no corpus até a última atualização.

Luiz Rennó Netto· administrador de fato, segundo o Banco CentralCCorroboradoNão verificado
ProfissionalProfissionalconfiança 75%até nov/2025

Por que estes nós estão conectados?

O Banco Central declarou indisponíveis os bens de Luiz Rennó Netto por atuação como administrador de fato do Banco Master nos doze meses anteriores à liquidação. A imprensa o identifica como ex-diretor jurídico do banco; a PF atribui a diretoria jurídica, em período anterior, a André Kruschewsky Lima.

Força da evidência

CCorroboradoCorroborado: confirmado por múltiplas fontes independentes, sem documento primário no corpus.
  • CCorroboradoEm 05/05/2026, conforme comunicado do Banco Central noticiado pela imprensa, foram declarados indisponíveis os bens de Augusto Ferreira Lima e Luiz Rennó Netto, com base no art. 36 da Lei 6.024/1974, pela atuação como administradores de fato do Banco Master nos doze meses anteriores ao regime de resolução, conforme comissão de inquérito do Ato de Diretor 695/2026 e Parecer Jurídico 543/2026-BCB/PGBC.

Posição dos envolvidos

  • Posição não localizada

    A defesa de Rennó Netto não havia se manifestado até a publicação do SBT News, e nenhuma manifestação posterior foi localizada.

    Fontes: SBT News

Ana Matos· superintendente de Comunicação e Marketing (2023 ao fim de 2025), segundo o EstadãoAAlegaçãoNão verificadodesde 2023
ProfissionalProfissionalconfiança 60%até 2025

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Segundo o Estadão (16/10/2026), Ana Matos foi superintendente de Comunicação e Marketing do Banco Master entre 2023 e o final de 2025. O cargo não foi conferido em documento societário ou fonte independente.

Eventos: Estadão publica mensagens atribuídas a Vorcaro sobre contrato com Gabriela Prioli; ela nega contrato, reunião e pagamento

Força da evidência

AAlegaçãoAlegação: declaração atribuída a terceiro. Não equivale a fato comprovado.
  • AAlegaçãoSegundo o Estadão (16/10/2026), mensagens extraídas do celular de Daniel Vorcaro indicariam que Gabriela Prioli gravou vídeos em defesa do Banco Master sob contrato de 12 meses, com roteiros submetidos à aprovação do banqueiro, e mostram a então superintendente de Comunicação e Marketing do banco, Ana Matos, relatando a assinatura do contrato; os diálogos não revelam o valor pago.

Posição dos envolvidos

Guilherme Barros· assessoria de imprensa (até 2025, segundo nota dele)AAlegaçãoNão verificado
ProfissionalProfissionalconfiança 60%até 2025

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Em nota ao Metrópoles (16/10/2026), Guilherme Barros diz que prestou serviços de assessoria de imprensa ao Banco Master até 2025, quando encerrou o contrato; o UOL o descreve como consultor de Vorcaro em 2024.

Eventos: Metrópoles publica mensagens sobre reportagem da Folha de 2024; Folha responde

Força da evidência

AAlegaçãoAlegação: declaração atribuída a terceiro. Não equivale a fato comprovado.
  • AAlegaçãoEm nota ao Metrópoles (16/10/2026), Guilherme Barros disse que prestou serviços de assessoria de imprensa ao Banco Master até 2025, que entre suas atividades estavam organizar entrevistas e reuniões com veículos e apresentar os argumentos do cliente, e que a reportagem da Folha saiu em 30/08/2024 com independência editorial do jornal.

Posição dos envolvidos

Posição não localizada no corpus até a última atualização.

Matheus Kruschewsky Silva· gerente comercial (segundo reportagem)AAlegaçãoNão verificado
ProfissionalProfissionalconfiança 50%

Por que estes nós estão conectados?

Segundo A Investigação, Matheus Kruschewsky Silva é gerente comercial do Banco Master.

Força da evidência

AAlegaçãoAlegação: declaração atribuída a terceiro. Não equivale a fato comprovado.
  • AAlegaçãoSegundo A Investigação, Matheus Kruschewsky Silva é gerente comercial do Banco Master.

Posição dos envolvidos

Posição não localizada no corpus até a última atualização.

Ricardo Siqueira Rodrigues· intermediário dos aportes no Master (segundo PF e PGR)AAlegaçãoNão verificado
ProfissionalIntermediaçãoconfiança 70%via Banco Master

Por que estes nós estão conectados?

PF e PGR apontam Ricardo Siqueira como intermediário dos aportes do Rioprevidência no Banco Master. Em mensagens citadas na Pet 15.497, ele condiciona a liberação dos investimentos a "alinhamento político" e cita um "dono" do órgão e um "operador político" que "manda lá de verdade", sem nomeá-los. Alegação de autoridade investigativa, não julgada.

Eventos: Mendonça autoriza investigação formal sobre Cláudio Castro e a RioPrevidência

Força da evidência

AAlegaçãoAlegação: declaração atribuída a terceiro. Não equivale a fato comprovado.
  • AAlegaçãoSegundo PF e PGR, o Banco Master pagou ao menos R$ 22,1 milhões a Ricardo Siqueira Rodrigues pela intermediação dos aportes do Rioprevidência — cerca de 0,6% do total —, e a empresa Mídias Promotora recebeu R$ 126 milhões do banco entre 2022 e 2025, descrita nas peças como veículo para receber e distribuir comissões. É a remuneração do canal de colocação, isto é, o elo que faltava entre o emissor e as portas abertas em cada fundo. Alegação de autoridade investigativa, não julgada.
  • AAlegaçãoMensagens de Ricardo Siqueira Rodrigues, operador financeiro apontado como intermediário dos aportes da RioPrevidência no Banco Master, citadas na representação da PF na Pet 15.497, afirmam que a liberação de investimentos do órgão dependeria de "alinhamento político", mencionando a existência de um "dono" do órgão e de um "operador político" que "manda lá de verdade" — sem nomear expressamente quem seriam essas pessoas.

Posição dos envolvidos

Posição não localizada no corpus até a última atualização.

Alegação investigativa 3

ASSEBA — Associação dos Servidores da Saúde do Estado da Bahia· Atribuiu origem de créditos vendidos ao BRBCCorroboradoDisputadodesde 25/03/2025
Alegação investigativaAlegação investigativaconfiança 60%

Por que estes nós estão conectados?

Em ofício ao Banco Central de 25/03/2025, o Banco Master atribuiu à Asseba (junto com a Asteba) a origem dos créditos de R$ 12,2 bilhões vendidos ao BRB via Tirreno — explicação que a investigação não confirmou, dado que CPFs de todo o país foram usados para simular a origem dos contratos.

Força da evidência

CCorroboradoCorroborado: confirmado por múltiplas fontes independentes, sem documento primário no corpus.
  • CCorroboradoA Asteba e a Asseba são as 'duas associações de servidores da Bahia' que o Banco Master, em ofício ao Banco Central de 25/03/2025, apontou como originadoras dos créditos de R$ 12,2 bilhões revendidos ao BRB pela Tirreno. A identificação nominal não consta da reportagem-base da Agência Pública sobre a Tirreno, que fala apenas em 'duas associações' sem nomeá-las — vem de duas reportagens posteriores (Jornal de Brasília e O Tempo, ambas de 11/04/2026), que citam a mesma representação da Polícia Federal com formulação quase idêntica, o que sugere fonte comum (a peça policial) mais do que apuração jornalística duplamente independente.

Posição dos envolvidos

Posição não localizada no corpus até a última atualização.

Associação dos Servidores Técnico-Administrativo e Afins do Estado da Bahia· Atribuiu origem de créditos vendidos ao BRBCCorroboradoDisputadodesde 25/03/2025
Alegação investigativaAlegação investigativaconfiança 60%

Por que estes nós estão conectados?

Em ofício ao Banco Central de 25/03/2025, o Banco Master atribuiu à Asteba (junto com a Asseba) a origem dos créditos de R$ 12,2 bilhões vendidos ao BRB via Tirreno — explicação que a investigação não confirmou, dado que CPFs de todo o país foram usados para simular a origem dos contratos.

Força da evidência

CCorroboradoCorroborado: confirmado por múltiplas fontes independentes, sem documento primário no corpus.
  • CCorroboradoA Asteba e a Asseba são as 'duas associações de servidores da Bahia' que o Banco Master, em ofício ao Banco Central de 25/03/2025, apontou como originadoras dos créditos de R$ 12,2 bilhões revendidos ao BRB pela Tirreno. A identificação nominal não consta da reportagem-base da Agência Pública sobre a Tirreno, que fala apenas em 'duas associações' sem nomeá-las — vem de duas reportagens posteriores (Jornal de Brasília e O Tempo, ambas de 11/04/2026), que citam a mesma representação da Polícia Federal com formulação quase idêntica, o que sugere fonte comum (a peça policial) mais do que apuração jornalística duplamente independente.

Posição dos envolvidos

Posição não localizada no corpus até a última atualização.

PKL One Participações S.A.· disputa judicial por repasses do CredcestaAAlegaçãoDisputadodesde 11/08/2025
Alegação investigativaAlegação investigativaconfiança 50%

Por que estes nós estão conectados?

O liquidante do Banco Master disputa com a PKL One, ligada a uma prima de Augusto Lima, os repasses do Credcesta relativos à folha de Macapá, contratados já sob a liquidação do banco.

Fontes

Força da evidência

AAlegaçãoAlegação: declaração atribuída a terceiro. Não equivale a fato comprovado.
  • AAlegaçãoO liquidante do Banco Master disputa judicialmente com a PKL One, empresa identificada como pertencente a Andréa Lima Novaes (prima de Augusto Lima), os repasses do Credcesta relativos à folha de servidores da Prefeitura de Macapá — contrato aditado em 11/08/2025, já sob a liquidação do banco (decretada em 18/11/2025). Decisão liminar determinou que a prefeitura retenha e provisione os valores até definição judicial de quem tem direito aos recursos.

Posição dos envolvidos

Posição não localizada no corpus até a última atualização.

Negócios e transações7

  • dez/2018Remessas de câmbio do então Banco Máxima à One World ServicesOutraCCorroboradoVerificado

    Banco Master → One World Services · US$ 531.000.000

    Remessas realizadas entre dezembro de 2018 e abril de 2021, quando a instituição ainda se chamava Banco Máxima. Segundo a Polícia Federal, foram 331 operações justificadas como aumento de capital de uma offshore da empresa em Miami, e apenas 15 das atas societárias exigidas pela regra da época foram apresentadas. O banco afirmou que o tema foi objeto de acordo com o Banco Central encerrado na esfera administrativa, sem reconhecimento de irregularidade.

  • jul/2024Aplicação de R$ 400 milhões da Amprev em letras financeiras do Banco MasterInvestimentoCCorroboradoVerificado

    Amapá Previdência → Banco Master · R$ 400.000.000

    Aprovada em julho de 2024 pelo Comitê de Investimentos da Amprev; hoje sob investigação da PF (Zona Cinzenta) e do MP-AP.

  • 2025Consultorias ligadas a três ex-presidentes do Banco CentralHonorário / taxaAAlegaçãoNão verificado

    Banco Master → Henrique Meirelles · R$ 25.800.000

    R$ 25,8 milhões pagos entre 2022 e 2025 a consultorias ligadas a Henrique Meirelles, Gustavo Loyola e Pedro Malan; cerca de R$ 20,2 milhões líquidos. O destinatário registrado é apenas um dos três, por limitação do modelo; os outros dois constam nas relações.

  • 2025Pagamentos do Banco Master ao escritório Barci de Moraes (R$ 80,2 milhões)Honorário / taxaAAlegaçãoDisputado

    Banco Master → Barci de Moraes Advogados · R$ 80.223.655

    Dados da Receita Federal enviados à CPI do Crime Organizado apontam R$ 80.223.654,94 pagos entre 2024 e 2025, em 22 meses. O escritório não confirma os valores e lembra que dados fiscais são sigilosos.

  • 2025Pagamentos à WF Comunicação para a defesa de Daniel VorcaroHonorário / taxaAAlegaçãoNão verificado

    Banco Master → WF Comunicação · R$ 3.800.000

    Ao menos R$ 3,8 milhões, segundo documentos da Receita encaminhados à CPI. O advogado confirma integrar a equipe de defesa desde o primeiro semestre de 2025.

  • jul/2025Pagamentos do Banco Master à Consult Inteligência TributáriaPagamentoCCorroboradoVerificado

    Banco Master → Consult Inteligência Tributária · R$ 6.600.000

    R$ 6,6 milhões em 14 operações entre outubro de 2024 e julho de 2025, segundo relatório do Coaf noticiado pelo Estadão.

  • set/2025Pagamentos do Banco Master ao escritório Lewandowski AdvogadosHonorário / taxaAAlegaçãoDisputado

    Banco Master → Ricardo Lewandowski · R$ 6.500.000

    Contrato de R$ 250 mil mensais assinado em 28/08/2023, com pagamentos até setembro de 2025, totalizando cerca de R$ 6,5 milhões brutos, dos quais R$ 5,25 milhões após a ida do ex-ministro ao Ministério da Justiça. Ele afirma ter deixado a sociedade e suspendido o registro na OAB ao assumir o cargo.

Documentos156

Evidências274

Cada evidência sustenta uma proposição concreta, com classificação própria.

  • DDocumental direto

    O Comunicado 44.234 do Banco Central, que decretou a liquidação extrajudicial do Banco Master em 18/11/2025, lista como controladoras sujeitas a indisponibilidade de bens duas pessoas jurídicas até então não mapeadas no acervo — Master Holding Financeira S.A. e 113 Investimentos e Participações Ltda —, ao lado das pessoas físicas já conhecidas (Daniel Vorcaro, Armando Miguel Gallo Neto, Felipe Wallace Simonsen), e nomeia como ex-administradores Angelo Ribeiro da Silva, Daniel Vorcaro, Felipe Wallace Simonsen e Luiz Bull.

    documentofonte

  • DDocumental direto

    Em 14/03/2024, quatro meses antes das aplicações, o Banco Master apresentou-se ao Comitê de Investimentos da Amapá Previdência em reunião convocada 'por solicitação' do próprio banco, representado por Paula Vouguinha, de relações institucionais, e Alberto Félix Oliveira, tesoureiro. A ata recita o histórico da instituição, incluindo que passou em 2018 'sob a nova gestão de Daniel Vorcaro e Augusto Lima'.

    Item 4: Reunião com representantes da instituição financeira BANCO MASTER S.A, por solicitação da mesma, para apresentação da instituição e sobre credenciamento.

    documentofonte

  • CCorroborado

    A Amapá Previdência aprovou em julho de 2024, em menos de 20 dias, investimentos de R$ 400 milhões em letras financeiras do Banco Master, 4,7% de sua carteira.

    fontefontefontefonte

  • DDocumental direto

    Em 18/11/2025 a Amprev anunciou comissão para acompanhar a liquidação do Master e habilitação junto ao BC para reaver o valor aplicado.

    documentofonte

  • CCorroborado

    Em 06/02/2026 a PF cumpriu quatro mandados de busca em Macapá (operação Zona Cinzenta, autorizada pela 4ª Vara Federal) contra Jocildo Lemos e dois membros do comitê de investimentos, por suspeita de gestão temerária e fraudulenta.

    fontefontefonte

  • DDocumental direto

    A prestação de contas apresentada nos autos pelo Estado do Amapá e pela Amapá Previdência, relativa ao período de novembro de 2025 a março de 2026, informa R$ 2.492.222,49 retidos pela autarquia previdenciária e R$ 5.441.269,38 retidos pela Secretaria de Estado da Administração — total de R$ 7.933.491,87. É o único demonstrativo de valores localizado no processo.

    Saldo total apurado: R$ 2.492.222,49 (...) Montante total já retido: R$ 5.441.269,38

    documentofonte

  • DDocumental direto

    Na petição inicial, reproduzida na decisão liminar, o Estado do Amapá e a Amprev sustentam que os recursos previdenciários investidos no banco 'sequer poderiam ter sido investidos, dado que isso só ocorreu por razões fraudulentas', e que deveriam ter sido devolvidos desde a notificação do desenquadramento das normas previdenciárias aplicáveis. É afirmação dos próprios entes públicos, em juízo, sobre o investimento que sua autarquia realizou.

    sequer poderiam ter sido investidos, dado que isso só ocorreu por razões fraudulentas; e (ii) deveriam ter sido objeto de devolução desde o momento em que foi notificado o desenquadramento das normas previdenciárias aplicáveis

    documentofonte

  • AAlegação

    Segundo o Estadão (16/10/2026), mensagens extraídas do celular de Daniel Vorcaro indicariam que Gabriela Prioli gravou vídeos em defesa do Banco Master sob contrato de 12 meses, com roteiros submetidos à aprovação do banqueiro, e mostram a então superintendente de Comunicação e Marketing do banco, Ana Matos, relatando a assinatura do contrato; os diálogos não revelam o valor pago.

    Atribuída a: Estadão (Aguirre Talento, Luiz Vassallo, Gustavo Côrtes e Vinícius Valfré), 16/10/2026

    fontefonte

  • DDocumental direto

    Nos dados da Receita Federal, André Kruschewsky Lima consta como diretor do Banco Master desde 13/02/2023, mesma data de entrada de Augusto Ferreira Lima; a Junta Comercial do Rio de Janeiro o registra antes como procurador do banco, de 23/02/2022 a 13/02/2023.

    Procurador São Paulo 23/02/2022 13/02/2023

    documentofontefonte

  • DDocumental direto

    Documentos de 2024 juntados aos autos do TJAP identificam André Kruschewsky Lima como diretor jurídico do Banco Master: o relatório de visita da Amprev, a apresentação institucional do banco e o questionário de due diligence, segundo o qual o compliance se reporta a ele.

    ANDRÉ KRUSCHEWSKY DIRETOR JURÍDICO

    documentodocumentofonte

  • DDocumental direto

    Angelo Ribeiro da Silva e Luiz Bull assinaram, em 25/03/2025, a resposta do Banco Master ao Banco Central sobre a recompra de carteiras de crédito originadas pela The-Pay Soluções de Pagamentos — informando valor de cerca de R$ 303 milhões, muito inferior aos R$ 1,7 bilhão que o próprio Banco Central atribuiria à mesma operação em ofício de agosto de 2025, contradição que o Ministério Público Federal registrou expressamente.

    documentofonte

  • AAlegação

    Em 2 de maio de 2019 foi protocolado novo pedido, com grupo de controle de três nomes: Daniel Vorcaro, Felipe Wallace Simonsen e Armando Miguel Gallo Neto.

    Atribuída a: Valor Econômico, a partir de extratos dos votos BCB 20/2019 e 218/2019 obtidos via Lei de Acesso à Informação

    fonte

  • AAlegação

    Segundo relatório do Coaf enviado à CPI do Crime Organizado e revelado pelo Estadão em 10/04/2026, o Estado da Bahia repassou R$ 140,1 milhões à ASSEBA — associação de servidores da saúde apontada como ligada a Augusto Ferreira Lima — entre maio de 2024 e novembro de 2025, período integralmente sob a gestão de Jerônimo Rodrigues. Do total, R$ 65 milhões teriam saído diretamente da Secretaria da Fazenda e R$ 74,1 milhões por fundos previdenciários; a associação teria repassado R$ 101,3 milhões ao Banco Master e R$ 21,7 milhões a empresas de Lima. O Coaf classifica o fluxo como atípico. O governo baiano nega a caracterização: sustenta que os valores são descontos em folha da taxa de associação, autorizados pelos próprios servidores — dinheiro dos servidores, e não do erário —, sem operação financeira ou empréstimo.

    Atribuída a: Relatório do Coaf, via Estadão; com a negativa do governo do Estado

    fontefonte

  • CCorroborado

    Em 28/11/2025 a desembargadora Solange Salgado (TRF-1) substituiu a prisão preventiva de Vorcaro por medidas cautelares, estendendo a decisão a Augusto Ferreira Lima, Luiz Antonio Bull, Alberto Félix de Oliveira e Angelo Antonio Ribeiro da Silva.

    documentodocumentofontefontefonte

  • DDocumental direto

    O Banco Central decretou a liquidação extrajudicial do Banco Master S.A., do Banco Master de Investimento S.A., do Banco Letsbank S.A. e da Master S.A. CCTVM, e RAET no Banco Master Múltiplo S.A.

    O Banco Central decretou a liquidação extrajudicial do Banco Master S.A., do Banco Master de Investimento S.A., do Banco Letsbank S.A., e da Master S.A. Corretora de Câmbio, Títulos e Valores Mobiliários

    documentofonte

Hipóteses e alegações sob análise

  • AAlegaçãoDisputadosegundo Coaf (hipótese registrada em relatório, segundo o Estadão)

    A Consult Inteligência Tributária teria funcionado como 'conta de passagem' para recursos do Banco Master e da JBS, dado o descompasso entre as movimentações e seu faturamento declarado.

    O que os documentos não permitem afirmar: É uma hipótese de inteligência financeira, não conclusão de investigação. Não há no corpus prova de que os serviços não foram prestados, nem qualquer vínculo demonstrado entre os pagamentos e a atuação do ministro Nunes Marques, que não comentou.

    Revisão adversarial (03/09/2026): Tentou-se refutar considerando que faturamento declarado de R$ 25,5 mil pode refletir defasagem cadastral e não ausência de serviços; a hipótese do Coaf segue sem prova documental de simulação. Classificada como alegação em disputa. Resultado: disputed.

  • AAlegaçãoNão verificadosegundo Polícia Federal (conforme comunicação oficial do STF)

    A emenda à PEC 65/2023 apresentada pelo senador Ciro Nogueira, ampliando a cobertura do FGC, teria sido elaborada pela assessoria do Banco Master.

    O que os documentos não permitem afirmar: Os documentos do corpus registram que a PF sustenta essa hipótese e que o relator a considerou suficiente para medidas cautelares. Não há, no corpus, o texto da emenda, sua data de apresentação nem a íntegra da decisão; não há julgamento de mérito.

    Revisão adversarial (03/09/2026): Verificou-se se a comunicação oficial do STF atribui a afirmação à PF (sim) e se apresenta o fato como provado (não: usa 'teria sido'). Classificação A mantida; status unverified. Resultado: stands.

    • Posição não localizada

      Posição do senador não localizada em fonte verificada no corpus.

  • AAlegaçãoRefutadosegundo Coluna de opinião de Cláudio Humberto, replicada por agregadores

    Fábio Luís Lula da Silva, filho do presidente da República, teria ligação com o Banco Master, tendo feito prospecção de negócios ao lado de empresários envolvidos na compra do banco.

    O que os documentos não permitem afirmar: A alegação nasce em coluna de opinião de 02/01/2026, sem documento, número de peça, requerimento ou reportagem citada. A viagem a Portugal que ela invoca está documentada em outro contexto — o negócio de canabidiol, em 2024, com personagens do caso do INSS —, um ano antes da oferta do grupo Fictor pelo Banco Master, em 17/11/2025, e sem qualquer empresário do negócio bancário. Existe um elemento adjacente e distinto: reportagem da Folha de S.Paulo, de 25/03/2026, atribui a ele consultoria ao grupo Fictor em 2024, com base em duas fontes anônimas — alegação de fonte única, negada pela defesa e pela Secretaria de Relações Institucionais, anterior e alheia à oferta pelo Master.

    Revisão adversarial (04/09/2026): Buscou-se o nome nas três peças primárias do caso Master em posse do corpus, com normalização de acentos: zero ocorrências em todas, com controles de extração funcionando. Buscou-se nos quadros societários das empresas do grupo Fictor na base da Receita: nenhum nome da família presidencial. Buscou-se a origem documental da alegação: é coluna de opinião sem lastro. O que existe de real é investigação em outro caso — a Operação Sem Desconto, sobre fraude no INSS —, em que ele é investigado e não foi indiciado, e cujo pedido de indiciamento em relatório de CPMI foi rejeitado por 19 votos a 12. Resultado: refuted.

    • Negativa· 25/03/2026

      A defesa afirma tratar-se de 'mais uma tentativa de colocar Fábio no meio de um escândalo', nega vínculo profissional com o grupo Fictor e qualquer intercessão para cargos públicos, e informa que ele reside na Espanha desde 2024. Em julho de 2026, sustentou que ele 'não é acusado de nada, porque ele nem sequer foi indiciado no inquérito policial'. A Secretaria de Relações Institucionais negou que tenha indicado nome para conselho. O presidente da República chamou as suspeitas de 'ilações' e disse que não protegerá o filho caso tenha cometido ilícito.

      Fontes: Folha de S.Paulo, reproduzida pelo Estado de Minas

  • AAlegaçãoDisputadosegundo Polícia Federal, em relatório citado pela Folha de S.Paulo

    Oito instituições financeiras, entre elas o então Banco Máxima, de forma deliberada fecharam os olhos para a realidade de seus clientes nas operações de câmbio apuradas na Operação Colossus.

    O que os documentos não permitem afirmar: A afirmação consta de relatório de investigação, não de decisão judicial. O banco sustenta que o tema foi encerrado em acordo administrativo com o Banco Central sem reconhecimento de irregularidade, e as demais instituições citadas não integram o mapa por não terem vínculo apurado com o restante do caso.

    Revisão adversarial (03/09/2026): Confrontou-se a frase do relatório com a resposta do banco, que sustenta acordo administrativo com o Banco Central encerrando o caso sem reconhecimento de irregularidade, e com o fato de a apuração não ter, nas fontes lidas, decisão judicial de mérito. Não se localizou o relatório na íntegra. Mantida como alegação em disputa. Resultado: disputed.

    • Esclarecimentopor Banco Master· 02/02/2026

      Afirmou que as apurações foram objeto de acordo com o Banco Central que encerrou o caso na esfera administrativa, sem reconhecimento de irregularidade.

      Fontes: Gazeta do Povo

  • AAlegaçãoDisputadosegundo Polícia Federal, em relatório de análise da 2ª fase da Operação Compliance Zero

    A Polícia Federal registrou como suspeita a sequência em que o diretor da CVM Henrique Machado relatou e votou pela aceitação de termo de compromisso favorável a Daniel Vorcaro em dezembro de 2020 e, cerca de seis meses depois, ao fim do mandato, passou a integrar escritório de advocacia que presta serviços ao Banco Master e ao próprio Vorcaro.

    O que os documentos não permitem afirmar: A suspeita é registro de relatório de análise policial, não imputação formal: a própria investigação não pediu diligências contra Machado, e não há inquérito, indiciamento ou denúncia contra ele. Três elementos pesam em favor dele e devem constar com o mesmo destaque: o acordo aceito foi 48% MAIOR que o rejeitado pelo Comitê, o que afasta a leitura simples de leniência; Centara e Simsan haviam restituído mais de R$ 51 milhões aos investidores em meados de 2019, o que sustenta o requisito legal de ausência de dano; e a decisão foi unânime, acompanhada pelo presidente da autarquia e por outra diretora. Em sentido contrário, dois pontos da nota de defesa dele são contraditados pelo registro primário: ele afirma que o acordo foi definitivamente aprovado em reunião de 22/12/2020, da qual não participou, quando essa reunião apenas recusou REVER a aprovação de 01/12/2020, em que ele foi o relator e assina o voto; e afirma que à época não se conheciam as ilicitudes hoje aventadas, quando o §12 de seu próprio voto registra que os proponentes já eram investigados por condutas semelhantes, e a nota de rodapé reproduz a tese da área técnica sobre transferência de recursos de massa falida a familiares dos controladores.

    Revisão adversarial (03/09/2026): Testou-se a hipótese contrária lendo o voto e a decisão na íntegra, e não apenas a cobertura. Três achados enfraquecem a leitura acusatória: o valor aceito superou em 48% o recusado; houve restituição documentada de mais de R$ 51 milhões antes da apreciação, atendendo ao requisito legal; e a decisão foi unânime, de modo que atribuí-la a um relator isolado distorce o colegiado. Dois achados a reforçam: as duas afirmações da nota de defesa que o registro primário contradiz. Mantida em disputa: há sequência factual documentada e contradições na defesa, mas não há imputação formal nem prova de contrapartida. Resultado: disputed.

    • Negativapor Henrique Balduino Machado Moreira· 12/03/2026

      Em nota de onze pontos, Machado nega ter tido contato com o Banco Master durante o mandato e ter recebido proposta de emprego, e se dispõe a abrir sigilos bancário, fiscal e telefônico dos últimos vinte anos. O escritório Warde Advogados afirma que a contratação cumpriu a quarentena legal.

      Fontes: Estadão, via Jornal de Brasília

  • AAlegaçãoDisputadosegundo Fonte anônima do mercado financeiro, via ICL Notícias

    Segundo fonte anônima do mercado financeiro ouvida pelo ICL Notícias, recursos oriundos de lavagem de dinheiro do narcotraficante espanhol Oliver Ortiz de Zarate Martin teriam chegado, por meio de fundos do Grupo Aquilla, à operação de compra do Banco Máxima em 2017.

    O que os documentos não permitem afirmar: O núcleo causal da alegação — que dinheiro do tráfico teria financiado a compra — repousa em fonte anônima única, em citação direta, e o próprio veículo ressalva que não pôde confirmar os valores por causa do sigilo bancário. Nenhum documento foi publicado. Os registros da CVM de outubro de 2015, invocados tanto pela reportagem quanto pelo requerimento do Senado, não são públicos nem foram localizados pela equipe: são o gargalo de todo o caso. O relatório final da CPI do Crime Organizado, de 221 páginas, não menciona Ortiz, Aquilla, Foco/Sefer, Botelho ou Hirano — e foi rejeitado em 14/04/2026. Nenhuma investigação da PF, do MPF, da CVM ou do Banco Central incorporou a alegação até 04/09/2026; os atos oficiais existentes contra Botelho e a Sefer tratam de fraude financeira, não de narcotráfico. Registre-se ainda uma correção de cadeia de atribuição: a Agência Pública e o Brasil de Fato não apuraram esse ponto — apenas citam ou republicam o ICL Notícias. E uma ressalva metodológica: a defesa de Botelho contestou com datas específicas uma asserção verificável da reportagem (a de que ele seria visto semanalmente na Faria Lima), sem que o veículo tenha retificado ou sustentado o ponto. Nenhuma fonte, inclusive o ICL, afirma que Daniel Vorcaro conhecesse Ortiz ou soubesse da origem dos recursos. VERIFICAÇÃO POSTERIOR sobre o documento de outubro de 2015, que era o gargalo de toda a alegação: ele não pode ser obtido por via pública, e não por falha de apuração. O sistema público de divulgação de documentos de fundos só contém registros a partir de 01/06/2016; o formato regulatório dos documentos públicos de fundo imobiliário identifica cotistas por faixas percentuais anônimas, nunca por nome, e o art. 39 da Instrução CVM 472 não inclui relação de cotistas entre as informações periódicas obrigatórias; e o registro é coberto pelo sigilo do art. 1º, §1º, da Lei Complementar 105/2001, aplicável a distribuidoras de títulos e valores mobiliários. Registre-se ainda que o próprio Requerimento nº 287/2026, que invoca esses documentos, não indica número, protocolo ou referência deles — ao contrário do que faz para os outros dois fatos que alega, para os quais aponta os autos no TJRJ e registros da Receita Federal. Fechar a lacuna dependeria de requisição da própria CPI à CVM, de quebra de sigilo deferida, ou do acesso aos autos judiciais.

    Revisão adversarial (03/09/2026): Testou-se a hipótese contrária em quatro frentes. Primeira: verificou-se a cadeia de atribuição e constatou-se que a alegação não vem da Agência Pública, como circulou, mas de fonte anônima única do ICL Notícias — a Pública apenas a cita. Segunda: extraiu-se o texto integral do relatório final da CPI do Crime Organizado e fez-se busca textual, sem nenhuma ocorrência de Ortiz, Aquilla, Foco/Sefer, Botelho ou Hirano, apesar de 44 menções ao Banco Master e 64 a Vorcaro. Terceira: buscaram-se atos de PF, MPF, CVM e Banco Central que tivessem encampado a tese, sem resultado — os que existem tratam de fraude financeira. Quarta: buscou-se contestação formal à reportagem (ação judicial, direito de resposta, retratação), sem resultado, o que preserva alguma credibilidade ao veículo. Restam de pé, com lastro próprio e independente, apenas as camadas periféricas: a condenação de Ortiz em 2013, o elo dele com fundos do Grupo Aquilla geridos por Botelho segundo decisão judicial, e o fato de a tese ter sido acolhida em requerimento aprovado por colegiado do Senado. O núcleo — dinheiro do tráfico financiando a compra do banco — permanece alegação de fonte anônima, sem documento público e sem acolhida investigativa. Mantida em disputa, com registro expresso de que nenhuma fonte liga Ortiz a Daniel Vorcaro pessoalmente. Resultado: disputed.

  • AAlegaçãoDisputadosegundo Banco Central, no voto BCB 20/2019, conforme extratos obtidos pelo Valor Econômico

    Parcela expressiva dos recursos usados para adquirir as ações do controlador do Banco Máxima teria se originado no próprio banco, por transferências sucessivas entre a instituição, empresas de Daniel Vorcaro e fundos de investimento.

    O que os documentos não permitem afirmar: O voto de outubro de 2019 afirmou o contrário, que a origem dos recursos foi regularmente demonstrada por todos os novos acionistas. Trechos do voto de fevereiro foram cobertos por tarjas antes da liberação, e a equipe editorial não teve acesso ao documento integral.

    Revisão adversarial (03/09/2026): Tentou-se opor ao voto de fevereiro o voto de outubro do mesmo ano, que afirma o contrário sobre a origem dos recursos, e considerar que os extratos liberados têm trechos cobertos por tarjas justamente na descrição do fundo comprador. Nenhuma das duas versões pôde ser conferida no documento integral, e as reportagens que as sustentam vêm de dois veículos com origens distintas. Mantida como alegação em disputa, sem conclusão sobre qual das duas leituras prevalece. Resultado: disputed.

    • Explicação alternativapor Banco Central do Brasil· 14/10/2019

      O voto BCB 218/2019, oito meses depois, afirmou que a origem dos recursos foi regularmente demonstrada por todos os novos acionistas, considerando aportes de capital de R$ 100 milhões e laudos a valor de mercado.

      Fontes: Let's Money, Times Brasil | CNBC

    • Posição não localizadapor Daniel Vorcaro

      Manifestação do banqueiro sobre o conteúdo do voto de 2019 não localizada nas fontes lidas.

Fontes285

114 fonte(s) primária(s) oficial(is).

Histórico de atualização

Criado
03/09/2026
Atualizado
14/09/2026
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