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Fonte · Imprensa

PF detectou pagamento anual de R$ 33 milhões do Master a Dalide Corrêa citada como 'canal direto com STF'

Jornal de Brasíliapublicada em 17/09/2026capturada em 17/09/2026Imprensa

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Cobertura que nomeia a advogada, reproduz sua negativa — jamais atuou para o Master no STF nem procurou ministros, tendo atuado apenas em primeira e segunda instâncias para empresas que venderam créditos ao banco — e registra sua passagem pela direção-geral do IDP e a candidatura a suplente de senadora em 2022.

Fonte secundária: sustenta, no máximo, evidências corroboradas (C) ou alegações (A), salvo quando reproduz documento primário lido pela equipe.

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Verificada em
17/09/2026
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orquestrador (captura local + leitura integral)
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O que esta fonte sustenta

Evidências

  • CCorroboradoDalide Corrêa foi diretora-geral do IDP, instituição fundada por Gilmar Mendes, e deixou o instituto em 2017 após divergências sobre a gestão.
  • AAlegaçãoDalide Corrêa afirma que jamais atuou para o Banco Master no Supremo Tribunal Federal nem procurou ministros da Corte para tratar de assuntos do banco, e que sua atuação se restringiu a processos de primeira e segunda instâncias em favor de empresas que venderam créditos ao banco.
  • AAlegaçãoDentro dos R$ 215 milhões gastos com advocacia em 2024, o Banco Master pagou R$ 33 milhões ao escritório Alves Corrêa, de Dalide Corrêa — o segundo maior valor do ano, atrás dos R$ 40 milhões pagos ao escritório Barci de Moraes.

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