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Fonte · Agência de notícias

CNJ cancela R$ 4,7 bilhões em precatórios ligados ao Master

Agência Brasil (EBC)André Richterpublicada em 23/09/2026capturada em 16/10/2026Agência de notícias

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Descreve a decisão do corregedor nacional, a pedido da AGU, contra decisões do TRF-1 sobre 16 precatórios (R$ 4,7 bilhões) e reproduz o trecho literal da decisão sobre os requisitórios bloqueados; afirma, sem documentar, que as usinas negociaram os créditos com o Banco Master; cita o Metrópoles sobre o contrato de honorários do escritório de Camilla Ramos; registra a nota do escritório (contrato formal com o Master, nenhum pagamento recebido "a título de pró-labore ou de êxito", taxa de êxito de 5%) e a negativa de Nunes Marques. Não traz o número do processo nem os nomes das usinas.

A manchete ("ligados ao Master") afirma mais do que a decisão, que não menciona o banco; não é usada como proposição. O texto afirma que o contrato "foi encontrado pela Polícia Federal" no celular de Vorcaro, sem indicar documento.

Fonte secundária: sustenta, no máximo, evidências corroboradas (C) ou alegações (A), salvo quando reproduz documento primário lido pela equipe.

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16/10/2026
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O que esta fonte sustenta

Evidências

  • CCorroboradoExiste contrato de honorários entre o Banco Master e o escritório Queiroga, Vieira, Queiroz & Ramos Advocacia (do qual a advogada Camilla Ramos é sócia, segundo a Agência Brasil e o Times Brasil), com honorários de êxito de 5% líquidos sobre o que o banco recebesse em 12 ações do setor sucroalcooleiro, segundo o Metrópoles e a CNN Brasil, que dizem ter obtido o documento; o escritório declarou, em nota de 23/09/2026, ter contrato formal com o Master para atuar em processos de precatórios, com taxa de êxito de 5%.
  • AAlegaçãoEm nota de 23/09/2026, segundo a Agência Brasil, o escritório Queiroga, Vieira, Queiroz e Ramos declarou ter contrato formal com o Banco Master para atuar em processos que envolvem precatórios, sem ter recebido qualquer pagamento "a título de pró-labore ou de êxito", com taxa de êxito de 5%; segundo o Times Brasil, afirmou não ter conhecimento de negociações de transferência dos precatórios a terceiros nem ter participado delas.
  • AAlegaçãoEm nota publicada pelo Metrópoles em 21/09/2026, o ministro Kassio Nunes Marques afirmou que "nunca votou a favor de Daniel Vorcaro ou do Banco Master, nunca trocou mensagens com o banqueiro e nem pediu nada a ele" e "nunca autorizou ninguém a falar em nome dele"; sobre o processo da usina, que "estava impedido por anotação da Secretaria porque decidiu o caso como vice-presidente do TRF-1", que depois entendeu não estar impedido "por se tratar de tese ampla", pediu retificação e votou, e que "não se tratava de ação sobre o Master". À CNN Brasil, classificou a divulgação das mensagens como "tentativa de criar narrativa para incriminá-lo".
  • AAlegaçãoSegundo o SBT News e o Times Brasil (23/09/2026), as três empresas beneficiárias dos 16 precatórios (Usina Capricho, Una Agroindustrial e Vale do Ceará Mirim) constam de lista encontrada no celular de Daniel Vorcaro como "precatórios a receber"; segundo o Times Brasil, a Usina Capricho consta também de minuta de contrato de serviços advocatícios de março de 2024 envolvendo o Banco Master e o escritório Queiroga, Vieira, Queiroz & Ramos.

Documentos

Nenhum.

Atos públicos

Nenhum.

Relações derivadas