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Documento · Relatório oficial

Relatório final da apuração independente do BRB sobre as operações com o Banco Master

07/04/2026emissor: Machado Meyer Advogados e Kroll Associates, para o BRB

Resumo

Relatório final da apuração que o BRB contratou sobre suas operações com o Banco Master, conduzida pelo escritório Machado Meyer Advogados, com perícia da Kroll Associates, iniciada em novembro de 2025, concluída em 07/04/2026 e validada por uma Comissão Independente de Investigação. Toda a documentação foi enviada à Polícia Federal. Documentos dessa apuração foram depois apreendidos pela PF com dirigentes do BRB, e é deles que saem os números dos gastos do Master com advocacia em 2023 e 2024. O acervo não teve acesso ao relatório; o registro é do documento como descrito por fontes de imprensa.

Evidências que este documento sustenta5

  • CCorroboradoA apuração independente que o BRB contratou sobre suas operações com o Banco Master foi conduzida pelo escritório Machado Meyer Advogados, com perícia da Kroll Associates, começou em novembro de 2025, foi concluída em 07/04/2026 com validação de uma Comissão Independente de Investigação, e toda a documentação foi enviada à Polícia Federal.
  • AAlegaçãoPela mesma auditoria do BRB, o escritório Barci de Moraes foi o maior recebedor de honorários do Banco Master em 2024, com R$ 40 milhões.
  • AAlegaçãoOs gastos do Banco Master com escritórios de advocacia passaram de R$ 76 milhões em 2023 para R$ 215 milhões em 2024, salto que a auditoria interna do BRB tratou como ponto de atenção ao avaliar o impacto dessas despesas no modelo financeiro do banco.
  • AAlegaçãoDentro dos R$ 215 milhões gastos com advocacia em 2024, o Banco Master pagou R$ 33 milhões ao escritório Alves Corrêa, de Dalide Corrêa — o segundo maior valor do ano, atrás dos R$ 40 milhões pagos ao escritório Barci de Moraes.
  • AAlegaçãoEm diálogos entre executivos do Banco Master sobre as despesas do banco, o diretor financeiro Ângelo Ribeiro orientou o superintendente executivo de Tesouraria, Alberto Félix, a pagar o escritório de Dalide Corrêa argumentando que se tratava de 'canal direto com o STF'.

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