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Vorcaro tentou comprar Máxima com dinheiro do próprio banco
Let's MoneyGabriel Pereirapublicada em 20/04/2026capturada em 03/09/2026Imprensa
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Detalha o caminho do dinheiro descrito no voto BCB 20/2019: reavaliações de imóveis de duas controladas da Viking Participações (WWS Holding, de R$ 1,9 milhão para R$ 92,3 milhões; Superávit Participações, de R$ 10,6 milhões para R$ 67,3 milhões), aporte da Viking no fundo Brazil Realty e compra, por esse fundo, da participação do antigo controlador Saul Dutra Sabbá. Registra aporte de R$ 15,447 milhões do FGC em dezembro de 2017 e aportes de capital de R$ 100 milhões entre março e junho de 2019, além de trechos cobertos por tarjas antes da liberação via LAI.
Fonte secundária: sustenta, no máximo, evidências corroboradas (C) ou alegações (A), salvo quando reproduz documento primário lido pela equipe.
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- 03/09/2026
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O que esta fonte sustenta
Evidências
- AAlegaçãoTentativa de verificação do aporte de R$ 15,447 milhões atribuído ao FGC em dezembro de 2017: o número aparece em um único veículo — Let's Money, em 20/04/2026 —, que o atribui aos votos do Banco Central obtidos pelo Valor Econômico via Lei de Acesso à Informação. As demais coberturas dos mesmos votos, publicadas na mesma época, não reproduzem esse dado: a versão distribuída pela Folhapress descreve a mesma triangulação com outros valores (R$ 40 milhões pela compra das ações de Sabbá, além de R$ 48,1 milhões, R$ 22,5 milhões, R$ 70 milhões e R$ 30 milhões) e não menciona o FGC. A equipe não localizou a íntegra dos votos BCB 20/2019 e 218/2019 — o Banco Central divulgou apenas extratos, com trechos sob tarja —, nem manifestação do FGC, do BC ou da defesa de Vorcaro sobre esse aporte específico. O registro permanece, portanto, como alegação de fonte única não corroborada.
- AAlegaçãoSegundo os votos do Banco Central, em dezembro de 2017 Daniel Vorcaro recebeu aporte de R$ 15,447 milhões do Fundo Garantidor de Créditos para comprar participação no banco. Verificação posterior da equipe: o dado consta de um único veículo e não é reproduzido pelas demais coberturas dos mesmos votos; ver ev-aporte-fgc-2017-fonte-unica-nao-corroborada.
- AAlegaçãoSegundo os votos do Banco Central, os recursos tinham origem na Viking Participações, cujo patrimônio cresceu com laudos de reavaliação de imóveis da WWS Holding e da Superávit Participações; a Viking aportou no fundo Brazil Realty, que comprou a participação do antigo controlador Saul Dutra Sabbá.
- AAlegaçãoSegundo o voto BCB 20/2019, parcela expressiva dos recursos usados na aquisição das ações teria se originado no próprio Banco Máxima, por transferências sucessivas entre a instituição, empresas de Daniel Vorcaro e fundos de investimento.
- CCorroboradoEm 14 de outubro de 2019 o Banco Central aprovou a transferência do controle do Banco Máxima, em voto relatado por João Manoel Pinho de Mello, já na presidência de Roberto Campos Neto.
Documentos
Nenhum.
Eventos
Atos públicos
Nenhum.
Pessoas e organizações
Relações derivadas
- Daniel Vorcaro · empresa do banqueiro · Viking Participações AAlegação
- Fundo Brazil Realty · comprou a participação · Banco Master AAlegação
- João Manoel Pinho de Mello · diretor do Banco Central · Banco Central do Brasil CCorroborado
- Roberto Campos Neto · presidente do Banco Central · Banco Central do Brasil CCorroborado
- Saul Dutra Sabbá · antigo controlador · Banco Master AAlegação
- Viking Participações · aporte · Fundo Brazil Realty AAlegação
- Viking Participações · controlada · Superávit Participações AAlegação
- Viking Participações · controlada · WWS Holding AAlegação