Pular para o conteúdo
Logotipo de BRB
Banco de Brasília · Public domain · Wikimedia Commons

Organização · Instituição financeira

BRB

Banco de Brasília S.A.

Também: Banco de Brasília

21 conexões16 eventos13 fontes oficiais35 evidências
Ir para a seção (12)
O que significam D, C, A e I?
DDocumental direto
Documental direto: consta de documento primário verificável (decisão, relatório oficial, contrato, registro).
CCorroborado
Corroborado: confirmado por múltiplas fontes independentes, sem documento primário no corpus.
AAlegação
Alegação: declaração atribuída a terceiro. Não equivale a fato comprovado.
IInferência
Inferência: interpretação analítica a partir de fatos conhecidos. Não é prova.

Detalhe em metodologia.

Levar este dossiê para um assistente:Baixar .txt77 KBcomo usar

Resumo

Banco controlado pelo Governo do Distrito Federal. Segundo decisão do STF (PET 15771), teria adquirido carteiras de crédito do Banco Master que alcançariam R$ 12,2 bilhões, apesar de pareceres técnicos e jurídicos contrários. Reportagem baseada em apuração da Polícia Federal descreve o mecanismo dessa aquisição: uma empresa de fachada, a Tirreno, vendia os créditos ao BRB embutindo prêmio ao banco comprador, e a Polícia Federal apurou que os créditos não puderam ser confirmados na origem. Em ofício próprio de 18/06/2025 ao Banco Central, ainda sob a presidência de Paulo Henrique Costa, o BRB reconheceu ter identificado tranches de crédito com origem em promotores de vendas contratados pelo Master, documentação incompleta e auditoria independente não concluída — cinco meses antes do afastamento dele. Perícia da PF concluída em 13/08/2026, com sigilo levantado em 11/09/2026, analisou R$ 17,5 bilhões em operações e concluiu que o BRB concentrou 90,3% de suas carteiras adquiridas de terceiros no Master, com pico de R$ 19,8 bilhões em junho de 2025, e que R$ 7,6 bilhões foram pagos em 22 operações antes da conclusão dos ritos técnicos obrigatórios — caracterizando a gestão da própria diretoria do BRB à época como 'gestão fraudulenta'. Documento anterior da PF, de abril de 2026, já havia apontado ágio de R$ 2,4 bilhões (32%) entre o valor contábil e o valor pago pelas carteiras adquiridas entre julho de 2024 e janeiro de 2025. Em 23/09/2026, em sessão reservada, o Tribunal de Contas do Distrito Federal decidiu, em caráter cautelar (Decisão RES nº 361/2026, processo 00600-00003617/2025-75-e), determinar a indisponibilidade de bens, por um ano, de ex-integrantes da alta administração do BRB, e deu 24 horas ao banco para enviar o relatório da auditoria independente, 30 dias ao atual diretor-presidente para justificar o descumprimento de determinação anterior e 15 dias ao banco para esclarecer a representação do MPC/DF; a medida é cautelar, não julga o mérito, e o inteiro teor é sigiloso (ver o evento do dia). Segundo a imprensa, o BRB classificou a decisão como positiva em nota.

Jurisdição:
Distrito Federal

Por que está no Novelo?

Adquiriu carteiras de crédito do Banco Master que são objeto central da Operação Compliance Zero, segundo comunicações oficiais da PF e do STF.

Posição do citado

Negativas, esclarecimentos, notas públicas ou versões apresentadas pela pessoa ou organização. Exibidas sempre, mesmo quando enfraquecem uma hipótese.

  • Esclarecimentopor Paulo Henrique Costa· 18/06/2025

    Em ofício de 18/06/2025 ao Banco Central (Ofício PRESI-2025/051), o BRB — sob a presidência de Paulo Henrique Costa — atribuiu as medidas adicionais de garantia à "intempestividade no envio das informações complementares" pelo Master e à "não conclusão dos trabalhos da auditoria independente" contratada.

    Fontes: Polícia Federal — DELEINQUE/DRPJ/SR/PF/DF, 10ª Vara Federal Criminal da SJDF

  • Nota públicapor BRB· 23/09/2026

    Em nota sobre a cautelar do TCDF de 23/09/2026, segundo o Poder360 e o Congresso em Foco, classificou a decisão como positiva e disse que a atual gestão atua "de forma diligente" na recuperação de ativos.

    Fontes: Poder360, Congresso em Foco

Lacunas ainda não esclarecidas

O que o corpus não demonstra. Se não sabemos, dizemos que não sabemos.

  • O TCDF deu 24 horas (23/09/2026) para o BRB enviar o relatório da auditoria independente e 15 dias para esclarecer a representação do MPC/DF; o cumprimento dessas determinações não foi localizado.
  • RESOLVIDO EM PARTE (19/09/2026): em assembleia geral extraordinária de 24/08/2026, os acionistas do BRB aprovaram autorização processual (art. 159 da Lei 6.404/1976) para acionar judicialmente ex-gestores pelas perdas nas operações com o Master — só Paulo Henrique Costa é nominalmente citado; outros "ex-gestores" não são identificados individualmente, e o banco frisou que a autorização não constitui "definição prévia de responsabilidade". Ainda não apurado: se a ação foi de fato ajuizada, contra quem especificamente, e por qual valor.
  • Nelson Antônio de Souza (ex-presidente da Caixa) assumiu a presidência em 26/11/2025, aprovado pelo BC e pela Câmara Legislativa do DF, após o afastamento de Paulo Henrique Costa. Segundo a InfoMoney, o Banco Central determinou provisionamento de R$ 2,6 bilhões para cobrir perdas com as carteiras adquiridas do Master, com prazo até 29/05/2026 sob risco de intervenção — o novo presidente declarou publicamente que não haveria intervenção nem liquidação; resultado final desse processo regulatório não confirmado por fonte localizada.
  • RESOLVIDO EM PARTE (19/09/2026): o requerimento de CPI na CLDF, protocolado por deputados do PL em março de 2026, tinha 7 das 8 assinaturas mínimas em 06/03/2026 — faltava a do deputado Thiago Manzoni (PL). Busca em 19/09/2026 não confirma instalação efetiva até esta data (ver camara-legislativa-do- distrito-federal). A sugestão de Izalci Lucas no Senado não teve desdobramento localizado.
  • NOVO (19/09/2026): o TCDF, órgão de controle externo do BRB — sem nenhuma ocorrência no acervo até esta coleta —, mantém duas frentes abertas: o processo nº 00600-00003617/2025-75 (autuado em 01/04/2025 segundo o e-TCDF; nele o tribunal comunicou em 19/11/2025 nova denúncia do MPC-DF sobre possível contorno de restrição do BC na compra das carteiras, e em 23/09/2026 decretou a cautelar de indisponibilidade de bens de ex-dirigentes) e a Decisão nº 1.687/2026 (20/08/2026), que suspendeu a apreciação das contas de 2025 do governo do DF até o BRB entregar balanço financeiro auditado — o banco não divulga balanço desde novembro de 2025 (ver tribunal-de-contas-do-distrito-federal).

Linha do tempo17

  1. 2025

    · Evento· Ato societárioDDocumental direto
    Conselho do BRB aprova contrato de compra de participação no Banco Master

    BRB, Banco Master, Paulo Henrique Costa

  2. · Evento· TransaçãoAAlegação
    Tether transfere primeira parcela de empréstimo à Titan Holding no dia do anúncio de compra pelo BRB

    Tether Investments, Titan Holding, Daniel Vorcaro, BRB

  3. · Transação· AquisiçãoAAlegação
    Compra de ações do BRB por João Carlos Mansur via fundo Celeno

    João Carlos Mansur, BRB

  4. · Evento· TransaçãoAAlegação
    João Carlos Mansur compra ações do BRB por meio do fundo Celeno, administrado pelo Master

    João Carlos Mansur, BRB, Banco Master, Reag Investimentos

  5. · Evento· Ato públicoDDocumental direto
    CAE aprova convite a Vorcaro e ao presidente do BRB para explicar a compra

    Senado Federal, Daniel Vorcaro, Paulo Henrique Costa, BRB, Banco Master, Comissão de Assuntos Econômicos

  6. · Ato público· LegislativoDDocumental direto
    Aprovação do PL 1882/2025 pela CLDF (autorização para o BRB adquirir participação no Banco Master)

    CLDF, BRB, Banco Master, Governo do Distrito Federal

  7. · Evento· Ato públicoDDocumental direto
    CLDF aprova o PL 1882/2025 autorizando o BRB a comprar participação no Banco Master

    CLDF, BRB, Banco Master, Governo do Distrito Federal, Paulo Henrique Costa, Ibaneis Rocha

  8. · Evento· Ato regulatórioCCorroborado
    Banco Central rejeita a aquisição de participação no Banco Master pelo BRB

    Banco Central do Brasil, BRB, Banco Master, Gabriel Galípolo

  9. · Evento· Ato de investigaçãoDDocumental direto
    Deflagração da Operação Compliance Zero (1ª fase)

    Polícia Federal, Banco Master, Daniel Vorcaro, BRB, Ricardo Soares Leite

  10. 2026

    · Evento· Ato de investigaçãoCCorroborado
    Apuração revela que créditos vendidos pelo Master ao BRB, via Tirreno, eram fabricados

    Banco Master, BRB, Tirreno, Daniel Vorcaro

  11. · Evento· Ato públicoAAlegação
    Governadora do DF afasta funcionários do BRB que aprovaram operações com o Master

    Celina Leão, Governo do Distrito Federal, BRB

  12. · Evento· Ato de investigaçãoCCorroborado
    BRB conclui a apuração independente sobre as operações com o Master e envia tudo à PF

    BRB, Banco Master

  13. · Evento· Decisão judicialDDocumental direto
    STF decreta prisão preventiva do ex-presidente do BRB (nova fase da Compliance Zero)

    André Mendonça, Supremo Tribunal Federal, Polícia Federal, Paulo Henrique Costa, BRB, Banco Master e mais 2

  14. · Evento· Ato societárioAAlegação
    Acionistas do BRB autorizam ação judicial contra ex-gestores pelas perdas com o Banco Master

    BRB, Paulo Henrique Costa

  15. · Evento· Ato de investigaçãoAAlegação
    Depoimento de Vorcaro à PF sobre fraudes no BRB é marcado para o mesmo dia da sessão do STF sobre Moraes

    Daniel Vorcaro, Polícia Federal, BRB

  16. · Evento· Ato regulatórioDDocumental direto
    TCDF decreta, em caráter cautelar, a indisponibilidade de bens de ex-dirigentes do BRB e converte o processo em Tomada de Contas Especial

    Tribunal de Contas do Distrito Federal, BRB

  17. · Evento· Ato de investigaçãoAAlegação
    Relatório da PF enviado ao STF descreve a atuação de Ibaneis Rocha no BRB, segundo a imprensa; sigilo é levantado em 09/10

    Ibaneis Rocha, Paulo Henrique Costa, Daniel Vorcaro, Polícia Federal, BRB

Mais bem documentadas12

As doze relações com a evidência mais forte. Todas aparecem completas, agrupadas por categoria, na seção seguinte.

Relações por categoria21

Institucional 6

CLDF· autorizou a aquisição (PL 1882/2025)DDocumental diretoVerificadodesde 19/08/2025
InstitucionalInstitucionalconfiança 95%

Por que estes nós estão conectados?

A CLDF aprovou em 19/08/2025 a autorização para o BRB adquirir participação no Banco Master.

Eventos: CLDF aprova o PL 1882/2025 autorizando o BRB a comprar participação no Banco Master

Fontes

Força da evidência

DDocumental diretoDocumental direto: consta de documento primário verificável (decisão, relatório oficial, contrato, registro).
  • DDocumental diretoA CLDF aprovou em 19/08/2025, por 14 a 7, o PL 1882/2025 autorizando o BRB a adquirir 49% das ações ordinárias e 100% das preferenciais do Banco Master.

Posição dos envolvidos

Posição não localizada no corpus até a última atualização.

Tribunal de Contas do Distrito Federal· trava a apreciação das contas do DF por falta de balanço auditado do BRB (Decisão 1.687/2026)DDocumental diretoVerificadodesde 20/08/2026
InstitucionalInstitucionalconfiança 85%

Por que estes nós estão conectados?

Por Decisão nº 1.687/2026 (20/08/2026), o conselheiro-relator Paulo Tadeu suspendeu o prazo regimental de 60 dias para apreciação das contas de 2025 do governo do Distrito Federal até que o BRB entregue balanço financeiro auditado completo — o banco não divulga balanço desde novembro de 2025.

Força da evidência

DDocumental diretoDocumental direto: consta de documento primário verificável (decisão, relatório oficial, contrato, registro).

Posição dos envolvidos

Posição não localizada no corpus até a última atualização.

Tribunal de Contas do Distrito Federal· apura denúncia sobre a compra de carteiras do Master (processo 00600-00003617/2025-75)DDocumental diretoNão verificadodesde 19/11/2025
InstitucionalInstitucionalconfiança 85%

Por que estes nós estão conectados?

O TCDF comunicou em 19/11/2025 o recebimento de nova denúncia do MPC-DF (com representação também de parlamentar da CLDF) no processo nº 00600-00003617/2025-75, que, segundo a ficha do e-TCDF consultada em 15/10/2026, foi autuado em 01/04/2025, sobre se as operações de compra de carteiras de crédito entre BRB e Banco Master teriam contornado restrição do Banco Central à aquisição do Master pelo BRB — apontando possíveis falhas de governança, ausência de diligência prévia e riscos ao erário distrital.

Fontes

Força da evidência

DDocumental diretoDocumental direto: consta de documento primário verificável (decisão, relatório oficial, contrato, registro).

Posição dos envolvidos

Posição não localizada no corpus até a última atualização.

Banco Central do Brasil· indeferiu a aquisição do Master (set/2025)CCorroboradoVerificadodesde set/2025
InstitucionalInstitucionalconfiança 85%

Por que estes nós estão conectados?

O Banco Central rejeitou em setembro de 2025 o pedido do BRB para adquirir participação no Banco Master, apontando riscos excessivos; o BRB confirmou o indeferimento em comunicado ao mercado.

Eventos: Banco Central rejeita a aquisição de participação no Banco Master pelo BRB

Fontes

Força da evidência

CCorroboradoCorroborado: confirmado por múltiplas fontes independentes, sem documento primário no corpus.
  • CCorroboradoEm setembro de 2025 o Banco Central rejeitou o pedido do BRB para adquirir participação no Banco Master, apontando riscos excessivos nos ativos; o BRB confirmou o indeferimento em comunicado ao mercado.

Posição dos envolvidos

Posição não localizada no corpus até a última atualização.

CLDF· requerimento de CPI sobre a negociação BRB-Master (instalação não confirmada)AAlegaçãoNão verificadodesde mar/2026
InstitucionalInstitucionalconfiança 60%

Por que estes nós estão conectados?

Deputados do PL protocolaram, em março de 2026, requerimento de CPI para investigar governança, diligência prévia e processo decisório da negociação entre BRB e Banco Master de janeiro de 2024 a março de 2026. Em 06/03/2026 o requerimento tinha 7 das 8 assinaturas mínimas necessárias. Busca em 19/09/2026 não confirma instalação efetiva.

Força da evidência

AAlegaçãoAlegação: declaração atribuída a terceiro. Não equivale a fato comprovado.

Posição dos envolvidos

Posição não localizada no corpus até a última atualização.

Daniel de Faria Jerônimo Leite· réu em ação civil do BRB; acordo homologado em 31/07/2026AAlegaçãoNão verificadodesde 15/04/2026
InstitucionalInstitucionalconfiança 70%

Por que estes nós estão conectados?

O BRB moveu ação civil contra Daniel de Faria Jerônimo Leite, Daniel Vorcaro, o Banco Master e outros, na 7ª Vara da Fazenda Pública do DF, por suposta tentativa coordenada e oculta de assumir o controle acionário do banco público. Acordo entre o BRB e Daniel Leite foi assinado em 15/04/2026 e homologado em 31/07/2026, em termos confidenciais.

Fontes

Força da evidência

AAlegaçãoAlegação: declaração atribuída a terceiro. Não equivale a fato comprovado.
  • AAlegaçãoO BRB moveu ação civil contra Daniel Vorcaro, Daniel Leite, o Banco Master e outros, na 7ª Vara da Fazenda Pública do DF, por suposta tentativa coordenada e oculta de assumir o controle acionário do banco. Acordo entre BRB e Daniel Leite foi assinado em 15/04/2026 e homologado em 31/07/2026, com ele saindo do processo sob cláusula de confidencialidade e determinação de transferência das ações ao BRB. Reportado por fonte única até o momento; tratado como classe A até corroboração por segunda fonte independente.

Posição dos envolvidos

Posição não localizada no corpus até a última atualização.

Societário 3

Governo do Distrito Federal· controladorDDocumental diretoVerificado
SocietárioSocietárioconfiança 90%

Por que estes nós estão conectados?

O BRB é banco controlado pelo GDF; o Executivo distrital propôs a autorização legislativa para a compra de participação no Master, segundo a CLDF.

Fontes

Força da evidência

DDocumental diretoDocumental direto: consta de documento primário verificável (decisão, relatório oficial, contrato, registro).
  • DDocumental diretoA CLDF aprovou em 19/08/2025, por 14 a 7, o PL 1882/2025 autorizando o BRB a adquirir 49% das ações ordinárias e 100% das preferenciais do Banco Master.

Posição dos envolvidos

Posição não localizada no corpus até a última atualização.

Marcelo Talarico· presidente do Conselho de Administração (eleito em 30/01/2023)DDocumental diretoVerificadodesde 30/01/2023
SocietárioSocietárioconfiança 90%

Por que estes nós estão conectados?

Marcelo Talarico foi eleito, por unanimidade, presidente do Conselho de Administração do BRB na 802ª Reunião Ordinária do Consad, de 30/01/2023, conforme extrato da ata publicado pela área de Relações com Investidores do banco. Segundo o fato relevante do BRB de 28/01/2026 noticiado pelo Money Times (classe A), renunciou ao conselho com efeito imediato.

Força da evidência

DDocumental diretoDocumental direto: consta de documento primário verificável (decisão, relatório oficial, contrato, registro).
  • DDocumental diretoMarcelo Talarico foi eleito, por unanimidade, presidente do Conselho de Administração do BRB na 802ª Reunião Ordinária de 30/01/2023.

Posição dos envolvidos

Posição não localizada no corpus até a última atualização.

João Carlos Mansur· acionista (4,5%) via fundo administrado pelo MasterAAlegaçãoNão verificadodesde 04/04/2025
SocietárioSocietárioconfiança 60%via Banco Master

Por que estes nós estão conectados?

Segundo comunicação do BRB ao BC noticiada pela CNN, Mansur comprou ações do BRB em 04/04/2025 por R$ 193,3 milhões por meio do fundo Celeno, administrado pelo Master, e detém 4,5% da estatal.

Eventos: João Carlos Mansur compra ações do BRB por meio do fundo Celeno, administrado pelo Master

Fontes

Força da evidência

AAlegaçãoAlegação: declaração atribuída a terceiro. Não equivale a fato comprovado.
  • AAlegaçãoDocumento do BRB ao BC (23/04/2025) relata que em 04/04/2025 João Carlos Mansur adquiriu, por meio do fundo Celeno administrado pelo Master, 20.320.952 recibos de ações preferenciais e 1.817.063 ações ordinárias do BRB por R$ 193.264.870,97.

Posição dos envolvidos

Posição não localizada no corpus até a última atualização.

Financeiro / comercial 4

Banco Master· cessão de carteiras de créditoDDocumental diretoVerificado
Financeiro / comercialComercialconfiança 85%

Por que estes nós estão conectados?

O BRB adquiriu carteiras de crédito do Banco Master. Segundo os autos citados pelo STF, as operações teriam alcançado R$ 12,2 bilhões e envolveriam carteiras supostamente irregulares, apesar de pareceres técnicos contrários; a irregularidade é objeto de investigação, não de julgamento definitivo.

Eventos: STF decreta prisão preventiva do ex-presidente do BRB (nova fase da Compliance Zero), Deflagração da Operação Compliance Zero (1ª fase)

Fontes

Força da evidência

DDocumental diretoDocumental direto: consta de documento primário verificável (decisão, relatório oficial, contrato, registro).
  • DDocumental diretoSegundo os autos citados em comunicação oficial do STF, o BRB adquiriu carteiras de crédito do Banco Master que teriam alcançado R$ 12,2 bilhões, apesar de pareceres técnicos e jurídicos contrários.
  • AAlegaçãoSegundo a PF, o Banco Master teria criado carteiras de crédito sem lastro, posteriormente vendidas ao BRB e substituídas por ativos sem avaliação técnica adequada após fiscalização do Banco Central.
  • DDocumental diretoO Fato Relevante do BRB registra a aprovação unânime, em 28/03/2025, da compra de 49% das ações ordinárias, 100% das preferenciais e 58% do capital total do Banco Master, sujeita à aprovação do Banco Central, do Cade e demais órgãos reguladores, com o objetivo de incorporar o Master ao conglomerado prudencial do banco público.

Posição dos envolvidos

Posição não localizada no corpus até a última atualização.

Monteiro Sociedade de Advogados· banca do advogado preso na apuração sobre o BRBCCorroboradoNão verificado
Financeiro / comercialContratualconfiança 70%

Por que estes nós estão conectados?

Daniel Lopes Monteiro, sócio-administrador do escritório, foi preso em 16/04/2026 no âmbito da apuração sobre a compra do Banco Master pelo BRB.

Fontes

Força da evidência

CCorroboradoCorroborado: confirmado por múltiplas fontes independentes, sem documento primário no corpus.

Posição dos envolvidos

Posição não localizada no corpus até a última atualização.

Tirreno· venda de créditos por R$ 12,2 bilhões, apontados como fabricadosCCorroboradoNão verificado
Financeiro / comercialComercialconfiança 80%

Por que estes nós estão conectados?

A Tirreno, empresa de fachada criada por Daniel Vorcaro, vendeu créditos ao BRB por R$ 12,2 bilhões — o mesmo valor que o corpus já registrava, via decisão do STF, como o total das carteiras adquiridas pelo BRB do Master. A investigação da PF concluiu que os créditos nunca existiram na origem.

Eventos: Apuração revela que créditos vendidos pelo Master ao BRB, via Tirreno, eram fabricados

Força da evidência

CCorroboradoCorroborado: confirmado por múltiplas fontes independentes, sem documento primário no corpus.
  • CCorroboradoO mecanismo por trás dos R$ 12,2 bilhões em carteiras que o BRB adquiriu do Master, já registrado no corpus via decisão do STF como tendo ocorrido 'apesar de pareceres técnicos e jurídicos contrários', foi descrito por duas apurações independentes baseadas em depoimentos à PF e ao BC: uma empresa de fachada, a Tirreno, vendia créditos ao BRB embutindo um prêmio ao banco comprador; o Master recebia o valor à vista, sem pagar a Tirreno à vista; os créditos não puderam ser confirmados na origem.

Posição dos envolvidos

Posição não localizada no corpus até a última atualização.

Banco Master· disputa judicial por R$ 22,99 bilhões em carteiras compradas do MasterAAlegaçãoNão verificadodesde 16/03/2026
Financeiro / comercialFinanceiroconfiança 75%

Por que estes nós estão conectados?

O BRB move, dentro da Rcl 88.121, uma frente própria de disputa civil contra o Banco Master (em liquidação): pede a preservação de fundos internacionais recebidos em quitação de CCBs, denuncia desvio de fluxos do Credcesta e pede o afastamento temporário da Resolução CMN 4.966/2021 sobre as carteiras adquiridas, que estima em R$ 22,99 bilhões, das quais cerca de R$ 12 bilhões seriam a carteira Tirreno, fraudulenta segundo o próprio BRB.

Fontes

Força da evidência

AAlegaçãoAlegação: declaração atribuída a terceiro. Não equivale a fato comprovado.
  • DDocumental diretoEm 24/07/2025, o Banco Master alienou ao BRB três fundos internacionais — International Strategies Fund Ltd. e Global Navigator Fund Ltd. (Jersey/Cayman) e Liquidity Strategies Fund Ltd. (Bahamas) —, em quitação compensada com créditos de dois Termos de Endosso de CCB (Recompra): o nº 45/2025, de US$ 114.218.734,00, e o nº 47/2025, de US$ 205.500.613,63. O BRB pediu tutela de urgência, em 16/03/2026, para preservar as cotas desses fundos.
  • AAlegaçãoEm petição de 20/07/2026, o BRB afirma ter adquirido R$ 22.989.790.491,43 em carteiras do Master e do Will Bank entre julho de 2024 e outubro de 2025, das quais estima em cerca de R$ 12 bilhões as carteiras da Tirreno como fraudulentas; registra ter provisionado R$ 7.355.253.036,76 conforme a Resolução CMN 4.966/2021 e reconhecido R$ 2 bilhões de prejuízo residual depois de substituir parte das carteiras por fundos e CCBs de atacado.

Posição dos envolvidos

Posição não localizada no corpus até a última atualização.

Profissional 4

Dário Oswaldo Garcia Júnior· diretor executivo de Finanças e Controladoria (DIFIC)DDocumental diretoVerificado
ProfissionalProfissionalconfiança 95%

Por que estes nós estão conectados?

Dário Oswaldo Garcia Júnior ocupava a Diretoria Executiva de Finanças e Controladoria do BRB e, nessa condição, assinou com o presidente Paulo Henrique Costa o ofício de 18/06/2025 ao Banco Central sobre as carteiras de crédito compradas do Banco Master.

Fontes

Força da evidência

DDocumental diretoDocumental direto: consta de documento primário verificável (decisão, relatório oficial, contrato, registro).
  • DDocumental diretoEm 18/06/2025, ainda como presidente do BRB, Paulo Henrique Costa assinou, ao lado de Dário Oswaldo Garcia Júnior e Robério Bonfim Mangueira, ofício ao Banco Central detalhando o histórico e o volume das cessões de crédito do Banco Master ao BRB — R$ 5,99 bilhões em 2024, R$ 7,4 bilhões até maio de 2025 — e as garantias e medidas de mitigação adotadas diante de indícios de irregularidade nas carteiras. É a primeira manifestação institucional do BRB sobre o episódio já lida diretamente pela equipe, cinco meses antes de seu afastamento da presidência.

Posição dos envolvidos

Posição não localizada no corpus até a última atualização.

Paulo Henrique Costa· ex-presidenteDDocumental diretoVerificado
ProfissionalProfissionalconfiança 95%

Por que estes nós estão conectados?

Paulo Henrique Bezerra Rodrigues Costa presidiu o BRB, conforme comunicação oficial do STF que o descreve como ex-presidente do banco.

Eventos: STF decreta prisão preventiva do ex-presidente do BRB (nova fase da Compliance Zero)

Fontes

Força da evidência

DDocumental diretoDocumental direto: consta de documento primário verificável (decisão, relatório oficial, contrato, registro).
  • DDocumental diretoEm 16/04/2026 o ministro André Mendonça decretou a prisão preventiva de Paulo Henrique Bezerra Rodrigues Costa, ex-presidente do BRB, e do advogado Daniel Lopes Monteiro (PET 15771).

Posição dos envolvidos

Posição não localizada no corpus até a última atualização.

Robério Bonfim Mangueira· superintendente de Operações Financeiras (SUOPE)DDocumental diretoVerificado
ProfissionalProfissionalconfiança 95%

Por que estes nós estão conectados?

Robério Bonfim Mangueira era superintendente de Operações Financeiras do BRB e, nessa condição, assinou com o presidente Paulo Henrique Costa o ofício de 18/06/2025 ao Banco Central sobre as carteiras de crédito compradas do Banco Master.

Fontes

Força da evidência

DDocumental diretoDocumental direto: consta de documento primário verificável (decisão, relatório oficial, contrato, registro).
  • DDocumental diretoEm 18/06/2025, ainda como presidente do BRB, Paulo Henrique Costa assinou, ao lado de Dário Oswaldo Garcia Júnior e Robério Bonfim Mangueira, ofício ao Banco Central detalhando o histórico e o volume das cessões de crédito do Banco Master ao BRB — R$ 5,99 bilhões em 2024, R$ 7,4 bilhões até maio de 2025 — e as garantias e medidas de mitigação adotadas diante de indícios de irregularidade nas carteiras. É a primeira manifestação institucional do BRB sobre o episódio já lida diretamente pela equipe, cinco meses antes de seu afastamento da presidência.

Posição dos envolvidos

Posição não localizada no corpus até a última atualização.

Wily da Silva Leão· ex-integrante da Superintendência de Operações Financeiras (cargo descrito de formas diferentes pela imprensa)AAlegaçãoNão verificado
ProfissionalProfissionalconfiança 50%

Por que estes nós estão conectados?

Segundo o SBT News, Wily da Silva Leão é ex-gerente de Tesouraria e da Superintendência de Operações Financeiras do BRB; segundo o Metrópoles, ex-integrante dessa superintendência. Nenhum ato de nomeação foi localizado e as duas formulações não foram reconciliadas.

Fontes

Força da evidência

AAlegaçãoAlegação: declaração atribuída a terceiro. Não equivale a fato comprovado.
  • AAlegaçãoSegundo o SBT News, Wily da Silva Leão é ex-gerente de Tesouraria e da Superintendência de Operações Financeiras do BRB; segundo o Metrópoles, ex-integrante dessa superintendência; nenhum ato de nomeação foi localizado.

Posição dos envolvidos

Posição não localizada no corpus até a última atualização.

Alegação investigativa 4

Augusto Lima· aponta como possível centro de comando do desvio do CredcestaAAlegaçãoNão verificadodesde 05/05/2026
Alegação investigativaAlegação investigativaconfiança 60%

Por que estes nós estão conectados?

Em petição própria de 05/05/2026 na Rcl 88.121, o BRB aponta Augusto Ferreira Lima — controlador do Banco Pleno e ex-sócio de Vorcaro no Master — como possível centro de comando do desvio de fluxos do Credcesta para estruturas ligadas à PKL One e ao Banco Pleno, com base em ação cível e representação criminal próprias.

Fontes

Força da evidência

AAlegaçãoAlegação: declaração atribuída a terceiro. Não equivale a fato comprovado.
  • AAlegaçãoEm petição de 05/05/2026, o BRB denuncia o desvio de fluxos do Credcesta para estruturas ligadas à PKL One Participações e ao Banco Pleno, apontando Augusto Ferreira Lima como possível centro de comando do desvio, com base em ação cível própria em São Paulo (nº 4010622-66.2025.8.26.0011) e representação criminal ao MPF.

Posição dos envolvidos

Posição não localizada no corpus até a última atualização.

Banco Pleno· aponta como destino de fluxos desviados do CredcestaAAlegaçãoNão verificadodesde 05/05/2026
Alegação investigativaAlegação investigativaconfiança 60%

Por que estes nós estão conectados?

Na mesma petição de 05/05/2026, o BRB aponta o Banco Pleno, controlado por Augusto Ferreira Lima, como destino de fluxos do Credcesta que alega terem sido desviados do Master.

Fontes

Força da evidência

AAlegaçãoAlegação: declaração atribuída a terceiro. Não equivale a fato comprovado.
  • AAlegaçãoEm petição de 05/05/2026, o BRB denuncia o desvio de fluxos do Credcesta para estruturas ligadas à PKL One Participações e ao Banco Pleno, apontando Augusto Ferreira Lima como possível centro de comando do desvio, com base em ação cível própria em São Paulo (nº 4010622-66.2025.8.26.0011) e representação criminal ao MPF.

Posição dos envolvidos

Posição não localizada no corpus até a última atualização.

Ibaneis Rocha· atuação como acionista controlador descrita em relatório da PF (segundo a imprensa)AAlegaçãoDisputado
Alegação investigativaAlegação investigativaconfiança 40%

Por que estes nós estão conectados?

Segundo a imprensa, relatório da PF enviado ao STF afirma que Ibaneis Rocha submetia decisões estratégicas do BRB à sua apreciação antes dos órgãos de governança; a defesa nega ingerência e diz que Paulo Henrique Costa detinha total autonomia. Alegação investigativa sob apuração; sem julgamento de mérito.

Eventos: Relatório da PF enviado ao STF descreve a atuação de Ibaneis Rocha no BRB, segundo a imprensa; sigilo é levantado em 09/10

Fontes

Força da evidência

AAlegaçãoAlegação: declaração atribuída a terceiro. Não equivale a fato comprovado.
  • AAlegaçãoSegundo o Metrópoles (09/10/2026), a CNN Brasil (10/10/2026), o g1 (conforme reproduzido pelo Brasil 247) e a Jovem Pan (10/10/2026), relatório da Polícia Federal enviado ao STF em 28/09/2026, com sigilo levantado em 09/10, afirma que Ibaneis Rocha, na qualidade de acionista controlador do BRB, "não se limitou ao exercício regular de suas prerrogativas institucionais" e que "decisões estratégicas relevantes eram submetidas previamente à sua apreciação" antes dos órgãos de governança; o g1 (via Brasil 247) reproduz a frase "Tal atuação é indicativa de captura institucional"; segundo o Metrópoles e a Jovem Pan, o relatório descreve reunião em Zurique em 23/01/2025 entre Ibaneis, Vorcaro, Paulo Henrique Costa e uma pessoa tratada como "Léo" ou "Leonardo" (não identificada nas fontes) e a autorização do aumento de capital do BRB de R$ 750 milhões.
  • AAlegaçãoSegundo o Metrópoles, a CNN Brasil e a Jovem Pan (09 e 10/10/2026), a defesa de Ibaneis Rocha (conduzida, segundo o Metrópoles, por Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay) afirmou que ele "não pressionou e tampouco teve qualquer ingerência nas operações realizadas pelo BRB", que Paulo Henrique Costa "detinha total autonomia para condução das negociações", que Ibaneis "não é interlocutor direto em nenhuma mensagem com Daniel Vorcaro" e que "seu nome somente é mencionado pela Polícia Federal em quatro oportunidades".

Posição dos envolvidos

PKL One Participações S.A.· aponta desvio de fluxos do CredcestaAAlegaçãoNão verificadodesde 05/05/2026
Alegação investigativaAlegação investigativaconfiança 65%

Por que estes nós estão conectados?

O BRB pede a segregação dos fluxos do Credcesta que alega terem sido desviados para estruturas ligadas à PKL One, e a intimação de Andréa Lima Novaes, diretora da PKL One à época, para prestar contas.

Fontes

Força da evidência

AAlegaçãoAlegação: declaração atribuída a terceiro. Não equivale a fato comprovado.
  • AAlegaçãoEm petição de 05/05/2026, o BRB denuncia o desvio de fluxos do Credcesta para estruturas ligadas à PKL One Participações e ao Banco Pleno, apontando Augusto Ferreira Lima como possível centro de comando do desvio, com base em ação cível própria em São Paulo (nº 4010622-66.2025.8.26.0011) e representação criminal ao MPF.

Posição dos envolvidos

Posição não localizada no corpus até a última atualização.

Negócios e transações1

  • 04/04/2025Compra de ações do BRB por João Carlos Mansur via fundo CelenoAquisiçãoAAlegaçãoNão verificado

    João Carlos Mansur → BRB · R$ 193.264.871

    R$ 193.264.870,97 pagos por recibos de ações preferenciais e ações ordinárias, por meio de fundo administrado pelo Master, segundo comunicação do BRB ao BC.

Documentos30

Evidências35

Cada evidência sustenta uma proposição concreta, com classificação própria.

  • CCorroborado

    Em setembro de 2025 o Banco Central rejeitou o pedido do BRB para adquirir participação no Banco Master, apontando riscos excessivos nos ativos; o BRB confirmou o indeferimento em comunicado ao mercado.

    fontefonte

  • AAlegação

    Em petição de 05/05/2026, o BRB denuncia o desvio de fluxos do Credcesta para estruturas ligadas à PKL One Participações e ao Banco Pleno, apontando Augusto Ferreira Lima como possível centro de comando do desvio, com base em ação cível própria em São Paulo (nº 4010622-66.2025.8.26.0011) e representação criminal ao MPF.

    Atribuída a: Banco de Brasília (BRB), em petição própria

    documentofonte

  • DDocumental direto

    Em 24/07/2025, o Banco Master alienou ao BRB três fundos internacionais — International Strategies Fund Ltd. e Global Navigator Fund Ltd. (Jersey/Cayman) e Liquidity Strategies Fund Ltd. (Bahamas) —, em quitação compensada com créditos de dois Termos de Endosso de CCB (Recompra): o nº 45/2025, de US$ 114.218.734,00, e o nº 47/2025, de US$ 205.500.613,63. O BRB pediu tutela de urgência, em 16/03/2026, para preservar as cotas desses fundos.

    documentofonte

  • AAlegação

    Em petição de 20/07/2026, o BRB afirma ter adquirido R$ 22.989.790.491,43 em carteiras do Master e do Will Bank entre julho de 2024 e outubro de 2025, das quais estima em cerca de R$ 12 bilhões as carteiras da Tirreno como fraudulentas; registra ter provisionado R$ 7.355.253.036,76 conforme a Resolução CMN 4.966/2021 e reconhecido R$ 2 bilhões de prejuízo residual depois de substituir parte das carteiras por fundos e CCBs de atacado.

    Atribuída a: Banco de Brasília (BRB), em petição própria

    documentofonte

  • DDocumental direto

    Segundo os autos citados em comunicação oficial do STF, o BRB adquiriu carteiras de crédito do Banco Master que teriam alcançado R$ 12,2 bilhões, apesar de pareceres técnicos e jurídicos contrários.

    as operações teriam alcançado R$ 12,2 bilhões em carteiras de crédito supostamente irregulares adquiridas pelo BRB

    documentofonte

  • AAlegação

    Segundo a PF, o Banco Master teria criado carteiras de crédito sem lastro, posteriormente vendidas ao BRB e substituídas por ativos sem avaliação técnica adequada após fiscalização do Banco Central.

    Atribuída a: Polícia Federal

    documentofonte

  • DDocumental direto

    O Fato Relevante do BRB registra a aprovação unânime, em 28/03/2025, da compra de 49% das ações ordinárias, 100% das preferenciais e 58% do capital total do Banco Master, sujeita à aprovação do Banco Central, do Cade e demais órgãos reguladores, com o objetivo de incorporar o Master ao conglomerado prudencial do banco público.

    documentofonte

  • DDocumental direto

    A CLDF aprovou em 19/08/2025, por 14 a 7, o PL 1882/2025 autorizando o BRB a adquirir 49% das ações ordinárias e 100% das preferenciais do Banco Master.

    o projeto de lei 1882/2025 foi aprovado pela Câmara Legislativa nesta terça-feira (19), com 14 votos favoráveis e 7 contrários

    documentofonte

  • AAlegação

    O BRB moveu ação civil contra Daniel Vorcaro, Daniel Leite, o Banco Master e outros, na 7ª Vara da Fazenda Pública do DF, por suposta tentativa coordenada e oculta de assumir o controle acionário do banco. Acordo entre BRB e Daniel Leite foi assinado em 15/04/2026 e homologado em 31/07/2026, com ele saindo do processo sob cláusula de confidencialidade e determinação de transferência das ações ao BRB. Reportado por fonte única até o momento; tratado como classe A até corroboração por segunda fonte independente.

    Atribuída a: Metrópoles (coluna Grande Angular), 31/07/2026

    fonte

  • DDocumental direto

    Em 18/06/2025, ainda como presidente do BRB, Paulo Henrique Costa assinou, ao lado de Dário Oswaldo Garcia Júnior e Robério Bonfim Mangueira, ofício ao Banco Central detalhando o histórico e o volume das cessões de crédito do Banco Master ao BRB — R$ 5,99 bilhões em 2024, R$ 7,4 bilhões até maio de 2025 — e as garantias e medidas de mitigação adotadas diante de indícios de irregularidade nas carteiras. É a primeira manifestação institucional do BRB sobre o episódio já lida diretamente pela equipe, cinco meses antes de seu afastamento da presidência.

    documentofonte

  • AAlegação

    Segundo o Metrópoles (09/10/2026), a CNN Brasil (10/10/2026), o g1 (conforme reproduzido pelo Brasil 247) e a Jovem Pan (10/10/2026), relatório da Polícia Federal enviado ao STF em 28/09/2026, com sigilo levantado em 09/10, afirma que Ibaneis Rocha, na qualidade de acionista controlador do BRB, "não se limitou ao exercício regular de suas prerrogativas institucionais" e que "decisões estratégicas relevantes eram submetidas previamente à sua apreciação" antes dos órgãos de governança; o g1 (via Brasil 247) reproduz a frase "Tal atuação é indicativa de captura institucional"; segundo o Metrópoles e a Jovem Pan, o relatório descreve reunião em Zurique em 23/01/2025 entre Ibaneis, Vorcaro, Paulo Henrique Costa e uma pessoa tratada como "Léo" ou "Leonardo" (não identificada nas fontes) e a autorização do aumento de capital do BRB de R$ 750 milhões.

    Atribuída a: Relatório da Polícia Federal, segundo Metrópoles, CNN Brasil, g1 (via Brasil 247) e Jovem Pan

    fontefontefontefonte

  • AAlegação

    Segundo o Metrópoles, a CNN Brasil e a Jovem Pan (09 e 10/10/2026), a defesa de Ibaneis Rocha (conduzida, segundo o Metrópoles, por Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay) afirmou que ele "não pressionou e tampouco teve qualquer ingerência nas operações realizadas pelo BRB", que Paulo Henrique Costa "detinha total autonomia para condução das negociações", que Ibaneis "não é interlocutor direto em nenhuma mensagem com Daniel Vorcaro" e que "seu nome somente é mencionado pela Polícia Federal em quatro oportunidades".

    Atribuída a: Ibaneis Rocha

    fontefontefonte

  • AAlegação

    Documento do BRB ao BC (23/04/2025) relata que em 04/04/2025 João Carlos Mansur adquiriu, por meio do fundo Celeno administrado pelo Master, 20.320.952 recibos de ações preferenciais e 1.817.063 ações ordinárias do BRB por R$ 193.264.870,97.

    Atribuída a: CNN Brasil (documento revelado pelo Metrópoles)

    documentofonte

  • DDocumental direto

    Marcelo Talarico foi eleito, por unanimidade, presidente do Conselho de Administração do BRB na 802ª Reunião Ordinária de 30/01/2023.

    resultando eleito, por unanimidade, o senhor Marcelo Talarico

    documentofonte

  • DDocumental direto

    Em 16/04/2026 o ministro André Mendonça decretou a prisão preventiva de Paulo Henrique Bezerra Rodrigues Costa, ex-presidente do BRB, e do advogado Daniel Lopes Monteiro (PET 15771).

    documentofonte

Fontes47

13 fonte(s) primária(s) oficial(is).

Histórico de atualização

Criado
03/09/2026
Atualizado
16/10/2026
Revisão
published
Revisor
orquestrador

O histórico completo de alterações deste registro está no Git do repositório e no registro de atualizações. Correções podem ser propostas por issue ou pull request.