Documento · Relatório oficial
Representação da PF pela instauração de procedimento sobre Cláudio Castro e a RioPrevidência
Resumo
A PF representa pela apuração autônoma de suposta corrupção do governador Cláudio Castro, apontando proximidade pessoal com Vorcaro (jantares em Nova York, evento de "degustação de whiskey" de mais de US$ 1 milhão) e mensagens do operador Ricardo Siqueira Rodrigues sobre "alinhamento político" para liberar os aportes da RioPrevidência no Master. Pede que o feito não seja avocado de imediato, para preservar a Operação Barco de Papel em curso no Rio.
Evidências que este documento sustenta2
- AAlegaçãoSegundo representação da Polícia Federal na Pet 15.497 (20/02/2026), o governador do Rio de Janeiro, Cláudio Bomfim de Castro e Silva, manteve vínculo pessoal próximo e reiterado com Daniel Vorcaro, com encontros frequentes em período coincidente com os aportes da RioPrevidência no Banco Master; a PF aponta que o banqueiro teria custeado despesas pessoais de Castro, incluindo jantares em restaurante de luxo em Nova York e um evento de "degustação de whiskey" cujo custo ultrapassaria US$ 1 milhão, o que "em tese" poderia configurar vantagem indevida.
- AAlegaçãoMensagens de Ricardo Siqueira Rodrigues, operador financeiro apontado como intermediário dos aportes da RioPrevidência no Banco Master, citadas na representação da PF na Pet 15.497, afirmam que a liberação de investimentos do órgão dependeria de "alinhamento político", mencionando a existência de um "dono" do órgão e de um "operador político" que "manda lá de verdade" — sem nomear expressamente quem seriam essas pessoas.
Onde este documento é usado
Atos públicos
Nenhum.
Relações
Nenhuma.
Entidades relacionadas
Obtido por meio de1
- Pet 15.497 — representação da PF (20/02/2026) e despacho de instauração (28/04/2026) sobre Cláudio CastroSupremo Tribunal Federal · 28/04/2026Fonte oficial✓ verificadaoriginal ↗