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Procuradoria do Rio cobra Master por prejuízo de R$ 640 mi ao RioPrevidência

ConJurpublicada em 17/07/2026capturada em 03/09/2026Imprensa

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Registra ação da PGE-RJ cobrando cerca de R$ 640 milhões do grupo Master (incluindo suas gestoras) por prejuízo ao RioPrevidência, apontando a Trustee como tendo comprado papéis maciçamente para inflar artificialmente preços dos fundos Revolution e Texas I FIA entre julho e agosto de 2024.

Fonte secundária: sustenta, no máximo, evidências corroboradas (C) ou alegações (A), salvo quando reproduz documento primário lido pela equipe.

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Verificada em
03/09/2026
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O que esta fonte sustenta

Evidências

  • AAlegaçãoA ação da PGE-RJ, de 17/07/2026, descreve modalidade de fraude tecnicamente distinta da compra direta de letras financeiras. Nos fundos Revolution e Texas I FIA, dos quais o Rioprevidência era cotista, a alegação é de manipulação de preços de ativos por gestores ligados ao grupo Master — Acura Capital e Trustee DTVM —, e não de exposição de crédito bancário direto ao emissor. No fundo Revolution, a PGE alega que a gestora votou favoravelmente a mudanças no regulamento de um fundo investido em prejuízo dos próprios cotistas, entre eles o Rioprevidência. No Texas I FIA, a alegação é de compra maciça de ativos entre julho e agosto de 2024 para inflar artificialmente seu preço — mecanismo também sob exame na Operação Carbono Oculto. A distinção importa: uma é risco de crédito bancário sem garantia do FGC; a outra é alegação de irregularidade na gestão fiduciária de fundos de investimento.
  • AAlegaçãoA Procuradoria-Geral do Estado do Rio de Janeiro move ação cobrando cerca de R$ 640 milhões do grupo Master (incluindo suas gestoras) por prejuízo ao RioPrevidência, distribuído entre dois mecanismos distintos, não um único: (1) Texas I FIA (R$ 135,1 milhões) — a Trustee DTVM teria comprado maciçamente ações da Ambipar por meio de fundos, inflando artificialmente seu preço; (2) Revolution (R$ 481,4 milhões, Rioprevidência com 10,7% de participação) — a gestora Acura votou, em nome do fundo, favoravelmente a mudanças no regulamento do FIDC Eicon (fundo investido) que prejudicaram os cotistas: waiver de direito de voto e aumento do prazo de amortização em 48 meses. São mecanismos de natureza diferente — compra artificial de preço versus voto prejudicial em assembleia —, ainda que ambos atribuídos a gestoras do mesmo ecossistema (Trustee e Acura).

Documentos

Nenhum.

Atos públicos

Nenhum.

Relações derivadas

Nenhuma.