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Organização · Empresa

Tirreno

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O que significam D, C, A e I?
DDocumental direto
Documental direto: consta de documento primário verificável (decisão, relatório oficial, contrato, registro).
CCorroborado
Corroborado: confirmado por múltiplas fontes independentes, sem documento primário no corpus.
AAlegação
Alegação: declaração atribuída a terceiro. Não equivale a fato comprovado.
IInferência
Inferência: interpretação analítica a partir de fatos conhecidos. Não é prova.

Detalhe em metodologia.

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Resumo

Empresa identificada pela Polícia Federal como de fachada, criada por Daniel Vorcaro, usada para vender ao BRB créditos por R$ 12,2 bilhões — o mesmo valor que o corpus já registrava, via decisão do STF, como o total das carteiras adquiridas pelo BRB do Banco Master apesar de pareceres técnicos e jurídicos contrários. O mecanismo: a Tirreno vendia os créditos ao BRB embutindo um prêmio ao banco comprador; o Master recebia o valor à vista do BRB, sem precisar pagar a Tirreno à vista. A investigação concluiu que os créditos nunca existiram na origem — os contratos seriam fabricados. Questionado pelo Banco Central em março de 2025 sobre a falta de documentação, o Master atribuiu a origem dos créditos a duas associações de servidores da Bahia; a explicação não se sustentou, pois CPFs de diversas localidades do país foram usados para simular a origem, e 130 contratos analisados aleatoriamente pelo Banco Central não tinham lastro algum.

Por que está no Novelo?

É a peça central do mecanismo por trás dos R$ 12,2 bilhões que o BRB pagou ao Master — não uma carteira de crédito real, mas contratos fabricados vendidos por uma empresa de fachada.

Posição do citado

Negativas, esclarecimentos, notas públicas ou versões apresentadas pela pessoa ou organização. Exibidas sempre, mesmo quando enfraquecem uma hipótese.

  • Posição não localizada

    Nenhuma manifestação pública específica localizada no corpus até a data da última atualização.

Lacunas ainda não esclarecidas

O que o corpus não demonstra. Se não sabemos, dizemos que não sabemos.

Nenhuma lacuna registrada pela equipe editorial.

Linha do tempo1

Mais bem documentadas1

As doze relações com a evidência mais forte. Todas aparecem completas, agrupadas por categoria, na seção seguinte.

  • CCorroboradoBRBvenda de créditos por R$ 12,2 bilhões, apontados como fabricados

Relações por categoria1

Financeiro / comercial 1

BRB· venda de créditos por R$ 12,2 bilhões, apontados como fabricadosCCorroboradoNão verificado
Financeiro / comercialComercialconfiança 80%

Por que estes nós estão conectados?

A Tirreno, empresa de fachada criada por Daniel Vorcaro, vendeu créditos ao BRB por R$ 12,2 bilhões — o mesmo valor que o corpus já registrava, via decisão do STF, como o total das carteiras adquiridas pelo BRB do Master. A investigação da PF concluiu que os créditos nunca existiram na origem.

Eventos: Apuração revela que créditos vendidos pelo Master ao BRB, via Tirreno, eram fabricados

Força da evidência

CCorroboradoCorroborado: confirmado por múltiplas fontes independentes, sem documento primário no corpus.
  • CCorroboradoO mecanismo por trás dos R$ 12,2 bilhões em carteiras que o BRB adquiriu do Master, já registrado no corpus via decisão do STF como tendo ocorrido 'apesar de pareceres técnicos e jurídicos contrários', foi descrito por reportagem baseada em apuração da PF: uma empresa de fachada criada por Vorcaro, a Tirreno, vendia os créditos ao BRB embutindo um prêmio ao banco comprador. O Master recebia o valor à vista, sem pagar a Tirreno à vista. A investigação concluiu que os créditos nunca existiram na origem.

Posição dos envolvidos

Posição não localizada no corpus até a última atualização.

Negócios e transações0

Nenhuma transação documentada no corpus.

Documentos1

Evidências2

Cada evidência sustenta uma proposição concreta, com classificação própria.

  • CCorroborado

    O mecanismo por trás dos R$ 12,2 bilhões em carteiras que o BRB adquiriu do Master, já registrado no corpus via decisão do STF como tendo ocorrido 'apesar de pareceres técnicos e jurídicos contrários', foi descrito por reportagem baseada em apuração da PF: uma empresa de fachada criada por Vorcaro, a Tirreno, vendia os créditos ao BRB embutindo um prêmio ao banco comprador. O Master recebia o valor à vista, sem pagar a Tirreno à vista. A investigação concluiu que os créditos nunca existiram na origem.

    A Tirreno vendia créditos ao BRB por R$ 12,2 bilhões — embutindo um prêmio (lucro) ao banco. O Master não precisava pagar a Tirreno à vista, mas recebia do BRB à vista.

    documentofonte

  • CCorroborado

    Questionado pelo Banco Central em março de 2025 sobre a falta de documentação dos créditos vendidos ao BRB, o Master respondeu que duas associações de servidores da Bahia seriam as originadoras do crédito. A explicação não se sustentou: o órgão identificou CPFs de diversas localidades do país usados para justificar a origem, e que 130 contratos analisados aleatoriamente não tinham lastro algum.

    O BC questionou o Master em março de 2025 sobre a falta de documentação. A resposta do banco — de que duas associações de servidores da Bahia seriam as originadoras do crédito — não se sustentou

    documentofonte

Fontes1

0 fonte(s) primária(s) oficial(is).

Histórico de atualização

Criado
04/09/2026
Atualizado
04/09/2026
Revisão
published
Revisor
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