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Fisco mostra pagamentos do Banco Master a políticos e ex-ministros

Poder360Eduarda Teixeira e Isabella Lucianopublicada em 08/04/2026capturada em 03/09/2026Imprensa

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Registros da Receita Federal enviados à CPI do Crime Organizado listam transferências do Banco Master (2022 a 2025) a escritórios e empresas ligados a Michel Temer (R$ 10 milhões em 2025), Antônio Rueda (dois escritórios, R$ 6,4 milhões desde 2023), ACM Neto, Marconi Perillo, Guido Mantega (Pollaris, R$ 14 milhões), Fabio Wajngarten, Henrique Meirelles (R$ 18,5 milhões, consultoria macroeconômica 2024-2025) e Ricardo Lewandowski. Os citados afirmam que os valores correspondem a serviços prestados; a assessoria de Rueda não confirmou e disse que os dados foram 'vazados de forma ilícita'.

Fonte secundária: sustenta, no máximo, evidências corroboradas (C) ou alegações (A), salvo quando reproduz documento primário lido pela equipe.

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03/09/2026
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O que esta fonte sustenta

Evidências

  • AAlegaçãoHenrique Meirelles afirmou ter mantido contrato de consultoria macroeconômica com o Banco Master, em caráter opinativo, entre março de 2024 e julho de 2025.
  • AAlegaçãoSegundo o Poder360, registros da Receita Federal enviados à CPI do Crime Organizado listam pagamentos do Banco Master (2022-2025) a escritórios e empresas ligados a Temer (R$ 10 mi), Rueda (R$ 6,4 mi), Mantega (R$ 14 mi), Meirelles (R$ 18,5 mi), Lewandowski, ACM Neto, Perillo e Wajngarten.

Documentos

Nenhum.

Atos públicos

Nenhum.

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