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Fonte · Imprensa

Como Vorcaro desviava dinheiro do Master para familiares, segundo investigações

Folha de S.PauloCarolina Mandl e Diego Felixpublicada em 07/03/2026capturada em 11/09/2026Imprensa

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Com base em documentos das investigações da PF, descreve o mecanismo pelo qual o Banco Master captava recursos via CDBs (mais de R$ 50 bilhões), direcionava-os a fundos de crédito cativos (onde o próprio Master era o único cotista) e, a partir deles, concedia 'empréstimos' fictícios a empresas ligadas a Vorcaro, sua família e sócios — dos R$ 3,5 bilhões investidos nesses fundos, R$ 1,8 bilhão teria ido para empresas ligadas aos próprios sócios do banco. Cita como exemplo a Clínica Mais Médico, que recebeu R$ 361,1 milhões de um desses fundos por meio de um laranja. Descreve ainda um esquema paralelo de inflar ativos do Master com a compra, por fundos da Reag, de certificados ('cártulas') de ações do extinto Besc, papel de valor real ínfimo, artificialmente precificado para permitir a emissão de mais CDBs. Nomeia como destinatários dos recursos desviados, além de Henrique Vorcaro (pai), a irmã Natália e o primo Felipe, e três parentes não identificados de João Carlos Mansur (dono da Reag). Cita despacho da PF: 'a extensão e a complexidade destas cadeias de transações apresentam indícios de que as operações foram estruturadas mediante a participação coordenada do Banco Master e da Reag DTVM'.

Peça anexada como doc. 01 à petição de Henrique Vorcaro (e-Doc 75) — a própria defesa a usa como exemplo do que chama de 'linchamento' da imprensa.

Fonte secundária: sustenta, no máximo, evidências corroboradas (C) ou alegações (A), salvo quando reproduz documento primário lido pela equipe.

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Verificada em
11/09/2026
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orquestrador (leitura integral, via anexo do e-Doc 75)
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O que esta fonte sustenta

Evidências

  • AAlegaçãoSegundo investigações da PF reportadas pela Folha, o Banco Master captou mais de R$ 50 bilhões via venda de CDBs e direcionou parte desses recursos a fundos de crédito dos quais o próprio Master era o único cotista; a partir desses fundos, concedia 'empréstimos' fictícios a empresas ligadas a Daniel Vorcaro, sua família e sócios — dos R$ 3,5 bilhões investidos nesses fundos, R$ 1,8 bilhão teria ido a empresas ligadas aos próprios sócios do banco (exemplo: Clínica Mais Médico, R$ 361,1 milhões, via laranja). Paralelamente, fundos da Reag compravam certificados de ações do extinto Besc, de valor real ínfimo, e os precificavam artificialmente para inflar os ativos do Master e permitir a emissão de mais CDBs. O dinheiro desviado teria beneficiado, além de Henrique Vorcaro, a irmã Natália Vorcaro Zettel, o primo Felipe Cançado Vorcaro e três parentes não identificados de João Carlos Mansur, com destino final numa conta do Master mantida pela Super Empreendimentos e Participações.

Documentos

Nenhum.

Eventos

Nenhum.

Atos públicos

Nenhum.

Relações derivadas

Nenhuma.