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Organização · Instituição financeira

Trustee DTVM

2 conexões2 eventos3 fontes oficiais6 evidências
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O que significam D, C, A e I?
DDocumental direto
Documental direto: consta de documento primário verificável (decisão, relatório oficial, contrato, registro).
CCorroborado
Corroborado: confirmado por múltiplas fontes independentes, sem documento primário no corpus.
AAlegação
Alegação: declaração atribuída a terceiro. Não equivale a fato comprovado.
IInferência
Inferência: interpretação analítica a partir de fatos conhecidos. Não é prova.

Detalhe em metodologia.

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Resumo

Distribuidora de títulos e valores mobiliários (DTVM), controlada por Maurício Quadrado, ex-diretor de investimentos do Banco Master. Era a principal administradora dos fundos da Master Asset Management e atuava como agente fiduciário em emissões de debêntures estruturadas do grupo — entre elas R$ 470,5 milhões em debêntures da Banvox Holding Financeira, com fiança solidária de Daniel Vorcaro. Foi liquidada extrajudicialmente pelo Banco Central em 03/09/2026, por 'graves violações às normas legais que disciplinam as atividades das instituições financeiras' — motivação técnica detalhada não localizada em fonte pública até a data desta atualização. Em nota, negou irregularidades e destacou que nenhum de seus executivos consta na denúncia do Ministério Público na Operação Carbono Oculto, anunciada no mesmo dia. A Procuradoria-Geral do Estado do Rio de Janeiro a aponta como tendo comprado papéis maciçamente para inflar artificialmente preços de fundos que causaram prejuízo de R$ 640 milhões ao RioPrevidência. A Trustee também aparece, como CUSTODIANTE (não gestora), na fase 'Fluxo Oculto' (28/05/2026) da Operação Carbono Oculto, que bloqueou recursos do Zeus FIDC e do Gran Capital FIDC-NP — a empresa negou publicamente ter sido alvo dessa fase ou ter recebido intimação relacionada, afirmando prestar apenas serviço de custódia, sem seleção de ativos. A liquidante nomeada para a Trustee, Marilena Simões Valentim, é distinta do liquidante do núcleo Master/Will Bank/Letsbank — não há liquidante único para o ecossistema.

Por que está no Novelo?

Uma das duas gestoras ligadas ao ecossistema do Banco Master liquidadas pelo Banco Central em 03/09/2026, com papel documentado na estrutura de debêntures e fundos do grupo.

Posição do citado

Negativas, esclarecimentos, notas públicas ou versões apresentadas pela pessoa ou organização. Exibidas sempre, mesmo quando enfraquecem uma hipótese.

  • Negativa· set/2026

    Em nota conjunta com a Banvox, negou irregularidades e violações às normas do mercado de capitais, afirmando nunca ter sido notificada pelo BC sobre problema de enquadramento.

    Fontes: BPMoney

Lacunas ainda não esclarecidas

O que o corpus não demonstra. Se não sabemos, dizemos que não sabemos.

  • Razão social completa: "Planner Trustee Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda." (CNPJ 67.030.395/0001-46), confirmada pela ANBIMA. CORRIGIDO (lote 320): o lote 315 publicou, com base apenas na Revista Oeste, que a empresa administrava o fundo CARE11 desde antes de 2022. Comunicado do próprio fundo, resumido pela BTG Pactual, mostra que a administração fiduciária coube à Master S.A. CCTVM até 04/02/2026, substituída pela Mérito DTVM; nenhum documento localizado põe a Planner Trustee nessa função em qualquer período. A afirmação foi retirada, assim como a reavaliação do cemitério de Sabará para R$ 111,7 milhões em 2020, publicada sem conferência. Não há, portanto, ponto de contato documentado entre a Trustee e o CARE11.
  • O ato normativo do Banco Central com a motivação técnica detalhada da liquidação não foi localizado em fonte pública até a data desta atualização.
  • A Trustee era custodiante comum dos fundos Zeus FIDC e Gran Capital FIDC-NP, ambos atingidos por bloqueios judiciais da Operação Carbono Oculto (investigação sobre PCC, distinta do caso Master) — mostrando que a mesma gestora prestava serviço a fundos hoje sob suspeita nas duas investigações, sem que isso implique identidade entre os esquemas.

Linha do tempo2

Mais bem documentadas2

As doze relações com a evidência mais forte. Todas aparecem completas, agrupadas por categoria, na seção seguinte.

Relações por categoria2

Societário 1

Maurício Quadrado· controladorAAlegaçãoNão verificado
SocietárioSocietárioconfiança 85%

Por que estes nós estão conectados?

Maurício Quadrado é o controlador da Trustee DTVM — razão social completa "Planner Trustee Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda." (CNPJ 67.030.395/0001-46), herdada da área de custódia que ele levou consigo ao sair da corretora Planner em 2020. CORRIGIDO (lote 320): o lote 315 afirmou que a empresa administrava o fundo CARE11; documento do fundo aponta a Master S.A. CCTVM como administradora até 04/02/2026 e a Mérito DTVM depois, e a afirmação foi retirada.

Força da evidência

AAlegaçãoAlegação: declaração atribuída a terceiro. Não equivale a fato comprovado.
  • AAlegaçãoMaurício Quadrado, ex-diretor de investimentos do Banco Master sob Daniel Vorcaro, é o controlador atual da Trustee DTVM e da Banvox DTVM, ambas liquidadas pelo Banco Central em 03/09/2026. Vendeu sua fatia no Master em 2024 para montar plataforma financeira própria.

Posição dos envolvidos

Posição não localizada no corpus até a última atualização.

Financeiro / comercial 1

MEG — Fundo de Investimento em Direitos Creditórios Não Padronizados· administrado pela Trustee DTVMDDocumental diretoNão verificado
Financeiro / comercialFinanceiroconfiança 70%

Por que estes nós estão conectados?

Segundo arguição de suspeição de Benjamim Botelho de Almeida, o FIDC MEG — parte interessada na STP 976 — foi administrado pela Trustee Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários, alvo de busca e apreensão na Operação Compliance Zero.

Fontes

Força da evidência

DDocumental diretoDocumental direto: consta de documento primário verificável (decisão, relatório oficial, contrato, registro).
  • DDocumental diretoEm 14/09/2026, Benjamim Botelho de Almeida apresentou arguição de suspeição contra o ministro André Mendonça, por dependência à STP 976 e à Pet 16.704/DF, alegando (i) encontro privado entre Mendonça e Daniel Vorcaro sobre a STP 976 — litígio do FIDC MEG, do ecossistema de fundos de Vorcaro, administrado pela Trustee DTVM (alvo da Compliance Zero) — e (ii) recebimento, pelo ministro, de proposta de "delação premiada seletiva" por advogado de Vorcaro em sessão de 16/06/2026, o que a peça argumenta violar o art. 4º, §§6º-7º, da Lei 12.850/2013. A peça alega ainda amizade próxima entre Mendonça e o advogado Ciro Rocha Soares, e que o voto do ministro pela prisão preventiva do pai de Vorcaro se apoiou em relatórios policiais com conteúdo de comunicações entre advogados de defesa e seus clientes.

Posição dos envolvidos

Posição não localizada no corpus até a última atualização.

Negócios e transações0

Nenhuma transação documentada no corpus.

Documentos2

Evidências6

Cada evidência sustenta uma proposição concreta, com classificação própria.

  • AAlegação

    Maurício Quadrado, ex-diretor de investimentos do Banco Master sob Daniel Vorcaro, é o controlador atual da Trustee DTVM e da Banvox DTVM, ambas liquidadas pelo Banco Central em 03/09/2026. Vendeu sua fatia no Master em 2024 para montar plataforma financeira própria.

    Atribuída a: CNN Brasil e Jornal de Brasília

    fontefonte

  • DDocumental direto

    Em 14/09/2026, Benjamim Botelho de Almeida apresentou arguição de suspeição contra o ministro André Mendonça, por dependência à STP 976 e à Pet 16.704/DF, alegando (i) encontro privado entre Mendonça e Daniel Vorcaro sobre a STP 976 — litígio do FIDC MEG, do ecossistema de fundos de Vorcaro, administrado pela Trustee DTVM (alvo da Compliance Zero) — e (ii) recebimento, pelo ministro, de proposta de "delação premiada seletiva" por advogado de Vorcaro em sessão de 16/06/2026, o que a peça argumenta violar o art. 4º, §§6º-7º, da Lei 12.850/2013. A peça alega ainda amizade próxima entre Mendonça e o advogado Ciro Rocha Soares, e que o voto do ministro pela prisão preventiva do pai de Vorcaro se apoiou em relatórios policiais com conteúdo de comunicações entre advogados de defesa e seus clientes.

    Atribuída a: Benjamim Botelho de Almeida, em arguição de suspeição protocolada no STF

    documentofonte

  • AAlegação

    A Procuradoria-Geral do Estado do Rio de Janeiro move ação cobrando cerca de R$ 640 milhões do grupo Master (incluindo suas gestoras) por prejuízo ao RioPrevidência, distribuído entre dois mecanismos distintos, não um único: (1) Texas I FIA (R$ 135,1 milhões) — a Trustee DTVM teria comprado maciçamente ações da Ambipar por meio de fundos, inflando artificialmente seu preço; (2) Revolution (R$ 481,4 milhões, Rioprevidência com 10,7% de participação) — a gestora Acura votou, em nome do fundo, favoravelmente a mudanças no regulamento do FIDC Eicon (fundo investido) que prejudicaram os cotistas: waiver de direito de voto e aumento do prazo de amortização em 48 meses. São mecanismos de natureza diferente — compra artificial de preço versus voto prejudicial em assembleia —, ainda que ambos atribuídos a gestoras do mesmo ecossistema (Trustee e Acura).

    Atribuída a: ConJur, com base na ação da PGE-RJ

    fontefontefonte

  • AAlegação

    Em 03/09/2026, o Banco Central decretou a liquidação extrajudicial da Trustee DTVM e da Banvox DTVM, gestoras ligadas ao Banco Master, por 'graves violações às normas legais que disciplinam as atividades das instituições financeiras'. Ambas tinham atuação marginal no Sistema Financeiro Nacional (menos de 0,001% do ativo total e 0,76% dos recursos de terceiros administrados no segmento).

    Atribuída a: Brasil em Folhas, com base em determinação do Banco Central

    fonte

  • AAlegação

    A Trustee atuou como agente fiduciário na emissão de R$ 470,5 milhões em debêntures da Banvox Holding Financeira, emitidas pela família Rezende Barbosa (ex-donos do Banco Voiter) para capitalizar o Master, com fiança solidária de Daniel Vorcaro, Augusto Lima e Maurício Quadrado. Debenturistas destituíram a Trustee da administração alegando conflito de interesse, já que Quadrado era ao mesmo tempo controlador da Trustee Holding e fiador do negócio.

    Atribuída a: Metrópoles (coluna Grande Angular)

    fonte

  • AAlegação

    Em nota conjunta, Trustee e Banvox negaram irregularidades e violações às normas do mercado de capitais, afirmando nunca terem sido notificadas pelo BC sobre problema de enquadramento e que vinham prestando esclarecimentos regularmente à autoridade monetária. Destacaram que nenhum executivo das duas empresas foi incluído na denúncia do Ministério Público na Operação Carbono Oculto, anunciada no mesmo dia da liquidação (03/09/2026).

    Atribuída a: BPMoney, reproduzindo nota das empresas

    fonte

Fontes16

3 fonte(s) primária(s) oficial(is).

Histórico de atualização

Criado
03/09/2026
Atualizado
15/09/2026
Revisão
published
Revisor
orquestrador

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