Organização · Empresa
One World Services
Também: OWS
Resumo
Empresa brasileira de venda direta de criptoativos. Segundo a apuração da Folha de S.Paulo reproduzida por O Tempo e confirmada pela Gazeta do Povo junto a fontes a par da investigação, é investigada na Operação Colossus sob suspeita de destinar recursos a organizações criminosas, e usou contas no então Banco Máxima para comprar bitcoins.
- Jurisdição:
- Brasil
Por que está no Novelo?
É a destinatária das remessas de câmbio do banco que a Polícia Federal aponta como irregulares no período anterior à mudança de nome para Master.
Linha do tempo2
- · Transação· OutraCCorroboradoRemessas de câmbio do então Banco Máxima à One World Services
- · Evento· PublicaçãoCCorroboradoReportagem revela remessas de US$ 531 milhões do banco à One World Services
Banco Master, One World Services, Polícia Federal, Daniel Vorcaro
Principais conexões1
Ordenadas pela força da evidência (D, C, A, I) e depois por nome. Abra cada uma para ver por que os nós estão conectados, as fontes e a posição dos envolvidos.
Banco Master· remessas de câmbioCCorroboradoVerificadodesde dez/2018
Por que estes nós estão conectados?
Entre dezembro de 2018 e abril de 2021, quando ainda se chamava Máxima, o banco remeteu US$ 531 milhões à empresa, em operações que a Polícia Federal aponta como insuficientemente documentadas. O banco afirmou que o tema foi encerrado em acordo administrativo com o Banco Central, sem reconhecimento de irregularidade.
Eventos: Reportagem revela remessas de US$ 531 milhões do banco à One World Services
Fontes
- Master fez R$ 2,8 bilhões em operações para empresa alvo por lavar dinheiro para PCC e HezbollahO Tempo · 02/02/2026Imprensaoriginal ↗
- Master teria feito R$ 2,8 bi em operações para empresa suspeita de ligação com PCC e HezbollahGazeta do Povo · 02/02/2026Imprensaoriginal ↗
Força da evidência
CCorroboradoCorroborado: confirmado por múltiplas fontes independentes, sem documento primário no corpus.- CCorroboradoO banco, então chamado Máxima, remeteu US$ 531 milhões à One World Services entre dezembro de 2018 e abril de 2021, em 331 operações justificadas como aumento de capital de uma offshore da empresa em Miami, com apenas 15 dos documentos societários exigidos apresentados.
Posição dos envolvidos
Afirmou que as apurações foram objeto de acordo com o Banco Central que encerrou o caso na esfera administrativa, sem reconhecimento de irregularidade.
Fontes: Gazeta do Povo
Relações por categoria
Financeiro / comercial 1
Banco Master· remessas de câmbioCCorroboradoVerificadodesde dez/2018
Por que estes nós estão conectados?
Entre dezembro de 2018 e abril de 2021, quando ainda se chamava Máxima, o banco remeteu US$ 531 milhões à empresa, em operações que a Polícia Federal aponta como insuficientemente documentadas. O banco afirmou que o tema foi encerrado em acordo administrativo com o Banco Central, sem reconhecimento de irregularidade.
Eventos: Reportagem revela remessas de US$ 531 milhões do banco à One World Services
Fontes
- Master fez R$ 2,8 bilhões em operações para empresa alvo por lavar dinheiro para PCC e HezbollahO Tempo · 02/02/2026Imprensaoriginal ↗
- Master teria feito R$ 2,8 bi em operações para empresa suspeita de ligação com PCC e HezbollahGazeta do Povo · 02/02/2026Imprensaoriginal ↗
Força da evidência
CCorroboradoCorroborado: confirmado por múltiplas fontes independentes, sem documento primário no corpus.- CCorroboradoO banco, então chamado Máxima, remeteu US$ 531 milhões à One World Services entre dezembro de 2018 e abril de 2021, em 331 operações justificadas como aumento de capital de uma offshore da empresa em Miami, com apenas 15 dos documentos societários exigidos apresentados.
Posição dos envolvidos
Afirmou que as apurações foram objeto de acordo com o Banco Central que encerrou o caso na esfera administrativa, sem reconhecimento de irregularidade.
Fontes: Gazeta do Povo
Negócios e transações1
- dez/2018Remessas de câmbio do então Banco Máxima à One World ServicesOutraCCorroboradoVerificado
Banco Master → One World Services · US$ 531.000.000
Remessas realizadas entre dezembro de 2018 e abril de 2021, quando a instituição ainda se chamava Banco Máxima. Segundo a Polícia Federal, foram 331 operações justificadas como aumento de capital de uma offshore da empresa em Miami, e apenas 15 das atas societárias exigidas pela regra da época foram apresentadas. O banco afirmou que o tema foi objeto de acordo com o Banco Central encerrado na esfera administrativa, sem reconhecimento de irregularidade.
Eventos1
- · Evento· PublicaçãoCCorroboradoReportagem revela remessas de US$ 531 milhões do banco à One World Services
Banco Master, One World Services, Polícia Federal, Daniel Vorcaro
Atos públicos relacionados0
Nenhum ato público relacionado.
Documentos0
Nenhum documento ligado.
Evidências3
Cada evidência sustenta uma proposição concreta, com classificação própria.
- CCorroborado
O banco, então chamado Máxima, remeteu US$ 531 milhões à One World Services entre dezembro de 2018 e abril de 2021, em 331 operações justificadas como aumento de capital de uma offshore da empresa em Miami, com apenas 15 dos documentos societários exigidos apresentados.
- AAlegação
Segundo o relatório da Polícia Federal, oito instituições financeiras, entre elas o Master, de forma deliberada fecharam os olhos para a realidade de seus clientes nas operações de câmbio apuradas na Operação Colossus.
de forma deliberada fecharam os olhos para a realidade de seus clientes
Atribuída a: Polícia Federal, em relatório citado pela Folha de S.Paulo
- AAlegação
O Banco Master afirmou que as apurações sobre o tema foram objeto de acordo firmado com o Banco Central, que encerrou o caso na esfera administrativa, sem reconhecimento de irregularidade.
Atribuída a: Banco Master, em resposta à Gazeta do Povo
Hipóteses e alegações sob análise
- AAlegaçãoDisputadosegundo Polícia Federal, em relatório citado pela Folha de S.Paulo
Oito instituições financeiras, entre elas o então Banco Máxima, de forma deliberada fecharam os olhos para a realidade de seus clientes nas operações de câmbio apuradas na Operação Colossus.
O que os documentos não permitem afirmar: A afirmação consta de relatório de investigação, não de decisão judicial. O banco sustenta que o tema foi encerrado em acordo administrativo com o Banco Central sem reconhecimento de irregularidade, e as demais instituições citadas não integram o mapa por não terem vínculo apurado com o restante do caso.
Revisão adversarial (03/09/2026): Confrontou-se a frase do relatório com a resposta do banco, que sustenta acordo administrativo com o Banco Central encerrando o caso sem reconhecimento de irregularidade, e com o fato de a apuração não ter, nas fontes lidas, decisão judicial de mérito. Não se localizou o relatório na íntegra. Mantida como alegação em disputa. Resultado: disputed.
Afirmou que as apurações foram objeto de acordo com o Banco Central que encerrou o caso na esfera administrativa, sem reconhecimento de irregularidade.
Fontes: Gazeta do Povo
Posição do citado
Negativas, esclarecimentos, notas públicas ou versões apresentadas pela pessoa ou organização. Exibidas sempre, mesmo quando enfraquecem uma hipótese.
- Posição não localizada
Nenhuma manifestação pública específica localizada no corpus até a data da última atualização.
Lacunas ainda não esclarecidas
O que o corpus não demonstra. Se não sabemos, dizemos que não sabemos.
- Manifestação da empresa não localizada nas fontes lidas.
Fontes2
0 fonte(s) primária(s) oficial(is).
- Master fez R$ 2,8 bilhões em operações para empresa alvo por lavar dinheiro para PCC e HezbollahO Tempo · 02/02/2026Imprensaoriginal ↗
- Master teria feito R$ 2,8 bi em operações para empresa suspeita de ligação com PCC e HezbollahGazeta do Povo · 02/02/2026Imprensaoriginal ↗
Histórico de atualização
- Criado
- 03/09/2026
- Atualizado
- 03/09/2026
- Revisão
- published
- Revisor
- orquestrador
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