Pular para o conteúdo

Pessoa · Servidor / agente público

João Manoel Pinho de Mello

Diretor de Organização do Sistema Financeiro e de Resolução do Banco Central (2019)

1 conexões2 eventos2 fontes oficiais5 evidências
Ir para a seção (12)
O que significam D, C, A e I?
DDocumental direto
Documental direto: consta de documento primário verificável (decisão, relatório oficial, contrato, registro).
CCorroborado
Corroborado: confirmado por múltiplas fontes independentes, sem documento primário no corpus.
AAlegação
Alegação: declaração atribuída a terceiro. Não equivale a fato comprovado.
IInferência
Inferência: interpretação analítica a partir de fatos conhecidos. Não é prova.

Detalhe em metodologia.

Levar este dossiê para um assistente:Baixar .txt11 KBcomo usar

Resumo

Relatou o voto BCB 218/2019, de 14 de outubro de 2019, que aprovou a transferência do controle do Banco Máxima, já sob a presidência de Roberto Campos Neto. Segundo o Valor Econômico, o voto registrou que a origem dos recursos foi regularmente demonstrada pelos novos acionistas e considerou aportes de capital de R$ 100 milhões deliberados entre março e junho daquele ano.

Por que está no Novelo?

Relatou o voto do Banco Central que autorizou Daniel Vorcaro a assumir o controle do banco que viria a se chamar Master.

Posição do citado

Negativas, esclarecimentos, notas públicas ou versões apresentadas pela pessoa ou organização. Exibidas sempre, mesmo quando enfraquecem uma hipótese.

  • Posição não localizada

    Nenhuma manifestação pública específica localizada no corpus até a data da última atualização.

Lacunas ainda não esclarecidas

O que o corpus não demonstra. Se não sabemos, dizemos que não sabemos.

Nenhuma lacuna registrada pela equipe editorial.

Linha do tempo2

Mais bem documentadas1

As doze relações com a evidência mais forte. Todas aparecem completas, agrupadas por categoria, na seção seguinte.

Relações por categoria1

Institucional 1

Banco Central do Brasil· diretor do Banco CentralCCorroboradoVerificadodesde 14/10/2019
InstitucionalInstitucionalconfiança 90%

Por que estes nós estão conectados?

Era diretor do Banco Central quando relatou o voto BCB 218/2019, que aprovou a transferência de controle do Banco Máxima.

Eventos: Banco Central aprova a transferência de controle do Banco Máxima

Fontes

Força da evidência

CCorroboradoCorroborado: confirmado por múltiplas fontes independentes, sem documento primário no corpus.
  • CCorroboradoEm 14 de outubro de 2019 o Banco Central aprovou a transferência do controle do Banco Máxima, em voto relatado por João Manoel Pinho de Mello, já na presidência de Roberto Campos Neto.

Posição dos envolvidos

Posição não localizada no corpus até a última atualização.

Negócios e transações0

Nenhuma transação documentada no corpus.

Documentos0

Nenhum documento ligado.

Evidências5

Cada evidência sustenta uma proposição concreta, com classificação própria.

  • CCorroborado

    Em 14 de outubro de 2019 o Banco Central aprovou a transferência do controle do Banco Máxima, em voto relatado por João Manoel Pinho de Mello, já na presidência de Roberto Campos Neto.

    A origem dos recursos foi regularmente demonstrada por todos os novos acionistas

    fontefontefontefontefonte

  • AAlegação

    Segundo fontes ouvidas pelo Valor Econômico, a reputação do pretendente dominou a reunião de diretoria de fevereiro de 2019, embora o item tenha sido dispensado por economia processual, porque o critério então adotado exigia denúncia do Ministério Público aceita pela Justiça.

    Atribuída a: Fontes ouvidas pelo Valor Econômico e ex-integrante da diretoria colegiada do Banco Central

    fonte

  • CCorroborado

    O extrato oficial do voto 218/2019-BCB (14/10/2019) registra apenas a aprovação unânime, o relator (João Manoel Pinho de Mello) e os novos controladores (Daniel Vorcaro, Armando Miguel Gallo Neto e Felipe Wallace Simonsen), sem nomear os demais votantes. A lista completa dos oito diretores foi reconstruída pelo Poder360 a partir de nomeações públicas cruzadas: Roberto Campos Neto (presidente), João Manoel Pinho de Mello (relator, Organização do Sistema Financeiro), Bruno Serra Fernandes (Política Monetária), Fernanda Nechio (Assuntos Internacionais), Maurício Moura (Relacionamento Institucional e Cidadania), Carolina de Assis Barros (Administração), Paulo Sérgio Neves de Souza (Fiscalização) e Otávio Ribeiro Damaso (Regulação). Quatro deles — Moura, Barros, Paulo Sérgio e Damaso — já integravam a diretoria em fevereiro de 2019, quando a mesma operação fora rejeitada: 'mudaram de voto', segundo o Poder360. Não havia Diretor de Política Econômica nomeado em nenhuma das duas votações. A lista nominal completa dos oito votantes de fevereiro de 2019 não foi localizada em fonte pública.

    Quatro dos 8 integrantes da diretoria se mantiveram de fevereiro a outubro de 2019.

    fontefonte

  • CCorroborado

    Roberto Campos Neto faltou três vezes a convocações da CPI do Crime Organizado para depor especificamente sobre os critérios de idoneidade na aprovação do Máxima em 2019, protegido por habeas corpus concedido pelo ministro André Mendonça (STF), que o desobrigou de comparecer pessoalmente; ofereceu apenas resposta por escrito, considerada insuficiente por membros da comissão. Na sessão de 08/04/2026, pensada para tratar do tema, quem compareceu em seu lugar foi o atual presidente do BC, Gabriel Galípolo, que declarou: 'O entendimento da área técnica é que ele [Vorcaro] apresentou uma outra origem de recurso e que, a partir daí, estava atendido o que antes tinha sido rejeitado' — e afirmou que auditorias internas do BC não atribuem culpa pessoal a Campos Neto pela liquidação. Não há, até a data desta atualização, declaração pública do próprio Campos Neto sobre a aprovação de outubro de 2019.

    O entendimento da área técnica é que ele apresentou uma outra origem de recurso e que, a partir daí, estava atendido o que antes tinha sido rejeitado.

    fontefonte

  • AAlegação

    Na CAE do Senado, em 19/05/2026, senadores questionaram a contradição entre as gestões Goldfajn, Campos Neto e Galípolo na aprovação do Máxima. Jaques Wagner declarou: 'A governança não mudou... Ilan proíbe, depois se autoriza e se mantém por quatro anos, e Vossa Excelência em pouco tempo... liquida o banco'.

    A governança não mudou... Ilan proíbe, depois se autoriza e se mantém por quatro anos, e Vossa Excelência em pouco tempo... liquida o banco.

    Atribuída a: Agência Senado

    fonte

Fontes8

2 fonte(s) primária(s) oficial(is).

Histórico de atualização

Criado
03/09/2026
Atualizado
03/09/2026
Revisão
published
Revisor
orquestrador

O histórico completo de alterações deste registro está no Git do repositório e no registro de atualizações. Correções podem ser propostas por issue ou pull request.