Pessoa · Político
Jerônimo Rodrigues
Governador da Bahia desde 2023; candidato à reeleição
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O que significam D, C, A e I?
- DDocumental direto
- Documental direto: consta de documento primário verificável (decisão, relatório oficial, contrato, registro).
- CCorroborado
- Corroborado: confirmado por múltiplas fontes independentes, sem documento primário no corpus.
- AAlegação
- Alegação: declaração atribuída a terceiro. Não equivale a fato comprovado.
- IInferência
- Inferência: interpretação analítica a partir de fatos conhecidos. Não é prova.
Detalhe em metodologia.
Resumo
Governador da Bahia desde 2023. NÃO é alvo, investigado ou citado nominalmente em peça policial do caso. Sob sua gestão, entre maio de 2024 e novembro de 2025, o Estado repassou R$ 140,1 milhões à ASSEBA, associação de servidores da saúde ligada a Augusto Lima, segundo relatório do Coaf enviado à CPI do Crime Organizado — repasses que o governo baiano sustenta serem descontos em folha de taxa de associação autorizados pelos próprios servidores, e não recursos do erário. Em março de 2026 submeteu o contrato do CredCesta à Procuradoria-Geral do Estado e passou a avaliar sua revogação, afirmando que a prioridade é proteger os servidores; antes sustentara que, sendo o programa administrado pela iniciativa privada desde 2018, não caberia falar em falhas do Estado. Eduardo Mendonça Sodré Martins, enteado de Jaques Wagner e nomeado na representação da PF como intermediário, é secretário de Meio Ambiente de seu governo — vínculo funcional que não implica imputação ao governador.
Por que está no Novelo?
Chefe do Executivo estadual no período dos repasses à ASSEBA apontados pelo Coaf, e responsável pela decisão sobre a continuidade do contrato do CredCesta.
Posição do citado
Negativas, esclarecimentos, notas públicas ou versões apresentadas pela pessoa ou organização. Exibidas sempre, mesmo quando enfraquecem uma hipótese.
Por nota do governo do Estado: 'Não é verdade que o governo injetou 140 milhões em uma associação de servidores controlada por Augusto Lima.' Sustenta que os valores são descontos em folha da taxa de associação, autorizados pelos próprios servidores.
Fontes: Bahia Notícias
Lacunas ainda não esclarecidas
O que o corpus não demonstra. Se não sabemos, dizemos que não sabemos.
- Jerônimo Rodrigues não é alvo, investigado nem citado em peça policial. Sua presença no corpus decorre de ser o chefe do Executivo no período dos repasses apontados pelo Coaf e de decidir sobre o contrato do CredCesta.
Linha do tempo1
Mais bem documentadas1
As doze relações com a evidência mais forte. Todas aparecem completas, agrupadas por categoria, na seção seguinte.
- AAlegaçãoGoverno do Estado da Bahiagovernador (desde 2023)2023
Relações por categoria1
Institucional 1
Governo do Estado da Bahia· governador (desde 2023)AAlegaçãoNão verificadodesde 2023
Por que estes nós estão conectados?
Governador da Bahia desde 2023, período em que ocorreram os repasses à ASSEBA apontados pelo Coaf e em que o contrato do CredCesta foi submetido à Procuradoria-Geral do Estado.
Fontes
- Governo da Bahia repassou R$ 140 mi a associação de ex-diretor do MasterRevista Oeste, com base em relatório do Coaf revelado pelo Estadão · 10/04/2026Imprensa✓ verificadaoriginal ↗
- Governo da Bahia nega transferência de recursos a associação vinculada ao Banco MasterBahia Notícias · 11/04/2026Imprensa✓ verificadaoriginal ↗
Força da evidência
AAlegaçãoAlegação: declaração atribuída a terceiro. Não equivale a fato comprovado.- AAlegaçãoSegundo relatório do Coaf enviado à CPI do Crime Organizado e revelado pelo Estadão em 10/04/2026, o Estado da Bahia repassou R$ 140,1 milhões à ASSEBA — associação de servidores da saúde apontada como ligada a Augusto Ferreira Lima — entre maio de 2024 e novembro de 2025, período integralmente sob a gestão de Jerônimo Rodrigues. Do total, R$ 65 milhões teriam saído diretamente da Secretaria da Fazenda e R$ 74,1 milhões por fundos previdenciários; a associação teria repassado R$ 101,3 milhões ao Banco Master e R$ 21,7 milhões a empresas de Lima. O Coaf classifica o fluxo como atípico. O governo baiano nega a caracterização: sustenta que os valores são descontos em folha da taxa de associação, autorizados pelos próprios servidores — dinheiro dos servidores, e não do erário —, sem operação financeira ou empréstimo.
Posição dos envolvidos
Posição não localizada no corpus até a última atualização.
Negócios e transações0
Nenhuma transação documentada no corpus.
Documentos0
Nenhum documento ligado.
Evidências1
Cada evidência sustenta uma proposição concreta, com classificação própria.
- AAlegação
Segundo relatório do Coaf enviado à CPI do Crime Organizado e revelado pelo Estadão em 10/04/2026, o Estado da Bahia repassou R$ 140,1 milhões à ASSEBA — associação de servidores da saúde apontada como ligada a Augusto Ferreira Lima — entre maio de 2024 e novembro de 2025, período integralmente sob a gestão de Jerônimo Rodrigues. Do total, R$ 65 milhões teriam saído diretamente da Secretaria da Fazenda e R$ 74,1 milhões por fundos previdenciários; a associação teria repassado R$ 101,3 milhões ao Banco Master e R$ 21,7 milhões a empresas de Lima. O Coaf classifica o fluxo como atípico. O governo baiano nega a caracterização: sustenta que os valores são descontos em folha da taxa de associação, autorizados pelos próprios servidores — dinheiro dos servidores, e não do erário —, sem operação financeira ou empréstimo.
Atribuída a: Relatório do Coaf, via Estadão; com a negativa do governo do Estado
Fontes2
0 fonte(s) primária(s) oficial(is).
- Governo da Bahia repassou R$ 140 mi a associação de ex-diretor do MasterRevista Oeste, com base em relatório do Coaf revelado pelo Estadão · 10/04/2026Imprensa✓ verificadaoriginal ↗
- Governo da Bahia nega transferência de recursos a associação vinculada ao Banco MasterBahia Notícias · 11/04/2026Imprensa✓ verificadaoriginal ↗
Histórico de atualização
- Criado
- 03/09/2026
- Atualizado
- 03/09/2026
- Revisão
- published
- Revisor
- orquestrador
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