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Master teria feito R$ 2,8 bi em operações para empresa suspeita de ligação com PCC e Hezbollah
Gazeta do PovoGuilherme Grandi e Juliet Manfrinpublicada em 02/02/2026capturada em 03/09/2026Imprensa
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Diz confirmar por fontes a par da investigação a apuração publicada pela Folha de S.Paulo e detalha 331 operações justificadas como aumento de capital de uma offshore da One World Services em Miami, com apenas 15 dos documentos societários exigidos apresentados. Traz a resposta do Banco Master de que o tema foi objeto de acordo com o Banco Central que encerrou o caso na esfera administrativa, sem reconhecimento de irregularidade.
Fonte secundária: sustenta, no máximo, evidências corroboradas (C) ou alegações (A), salvo quando reproduz documento primário lido pela equipe.
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- 03/09/2026
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O que esta fonte sustenta
Evidências
- AAlegaçãoO Banco Master afirmou que as apurações sobre o tema foram objeto de acordo firmado com o Banco Central, que encerrou o caso na esfera administrativa, sem reconhecimento de irregularidade.
- AAlegaçãoSegundo o relatório da Polícia Federal, oito instituições financeiras, entre elas o Master, de forma deliberada fecharam os olhos para a realidade de seus clientes nas operações de câmbio apuradas na Operação Colossus.
- CCorroboradoO banco, então chamado Máxima, remeteu US$ 531 milhões à One World Services entre dezembro de 2018 e abril de 2021, em 331 operações justificadas como aumento de capital de uma offshore da empresa em Miami, com apenas 15 dos documentos societários exigidos apresentados.
Documentos
Nenhum.
Atos públicos
Nenhum.
Pessoas e organizações
Relações derivadas
- Banco Master · remessas de câmbio · One World Services CCorroborado