Organização · Fundo
Fundo Brazil Realty
Resumo
Fundo que recebeu aporte da Viking Participações e comprou a participação do antigo controlador do Banco Máxima, segundo o voto BCB 20/2019 na reconstituição publicada a partir dos extratos obtidos pelo Valor Econômico. O mesmo voto traz indícios de que o fundo teria recebido recursos do próprio banco, mas os trechos correspondentes foram cobertos por tarjas antes da liberação via Lei de Acesso à Informação.
- Jurisdição:
- Brasil
Por que está no Novelo?
É o veículo por meio do qual a participação no banco foi adquirida, segundo o voto do Banco Central.
Linha do tempo1
- · Evento· Ato regulatórioCCorroboradoBanco Central rejeita a transferência de controle do Banco Máxima
Banco Central do Brasil, Sidnei Corrêa Marques, Daniel Vorcaro, Banco Master
Principais conexões2
Ordenadas pela força da evidência (D, C, A, I) e depois por nome. Abra cada uma para ver por que os nós estão conectados, as fontes e a posição dos envolvidos.
Banco Master· comprou a participaçãoAAlegaçãoNão verificadodesde fev/2019
Por que estes nós estão conectados?
Segundo o voto BCB 20/2019, o fundo comprou a participação do antigo controlador do Banco Máxima. O mesmo voto traz indícios de que o fundo teria recebido recursos do próprio banco, em trechos cobertos por tarjas antes da liberação via Lei de Acesso à Informação.
Eventos: Banco Central rejeita a transferência de controle do Banco Máxima
Fontes
- Vorcaro tentou comprar Máxima com dinheiro do próprio bancoLet's Money · 20/04/2026Imprensaoriginal ↗
Força da evidência
AAlegaçãoAlegação: declaração atribuída a terceiro. Não equivale a fato comprovado.- AAlegaçãoSegundo os votos do Banco Central, os recursos tinham origem na Viking Participações, cujo patrimônio cresceu com laudos de reavaliação de imóveis da WWS Holding e da Superávit Participações; a Viking aportou no fundo Brazil Realty, que comprou a participação do antigo controlador Saul Dutra Sabbá.
Posição dos envolvidos
Posição não localizada no corpus até a última atualização.
Viking Participações· aporteAAlegaçãoNão verificadodesde fev/2019
Por que estes nós estão conectados?
Segundo o voto BCB 20/2019, a Viking Participações fez aporte no fundo Brazil Realty com os ganhos das reavaliações patrimoniais de suas controladas.
Eventos: Banco Central rejeita a transferência de controle do Banco Máxima
Fontes
- Vorcaro tentou comprar Máxima com dinheiro do próprio bancoLet's Money · 20/04/2026Imprensaoriginal ↗
Força da evidência
AAlegaçãoAlegação: declaração atribuída a terceiro. Não equivale a fato comprovado.- AAlegaçãoSegundo os votos do Banco Central, os recursos tinham origem na Viking Participações, cujo patrimônio cresceu com laudos de reavaliação de imóveis da WWS Holding e da Superávit Participações; a Viking aportou no fundo Brazil Realty, que comprou a participação do antigo controlador Saul Dutra Sabbá.
Posição dos envolvidos
Posição não localizada no corpus até a última atualização.
Relações por categoria
Societário 1
Banco Master· comprou a participaçãoAAlegaçãoNão verificadodesde fev/2019
Por que estes nós estão conectados?
Segundo o voto BCB 20/2019, o fundo comprou a participação do antigo controlador do Banco Máxima. O mesmo voto traz indícios de que o fundo teria recebido recursos do próprio banco, em trechos cobertos por tarjas antes da liberação via Lei de Acesso à Informação.
Eventos: Banco Central rejeita a transferência de controle do Banco Máxima
Fontes
- Vorcaro tentou comprar Máxima com dinheiro do próprio bancoLet's Money · 20/04/2026Imprensaoriginal ↗
Força da evidência
AAlegaçãoAlegação: declaração atribuída a terceiro. Não equivale a fato comprovado.- AAlegaçãoSegundo os votos do Banco Central, os recursos tinham origem na Viking Participações, cujo patrimônio cresceu com laudos de reavaliação de imóveis da WWS Holding e da Superávit Participações; a Viking aportou no fundo Brazil Realty, que comprou a participação do antigo controlador Saul Dutra Sabbá.
Posição dos envolvidos
Posição não localizada no corpus até a última atualização.
Financeiro / comercial 1
Viking Participações· aporteAAlegaçãoNão verificadodesde fev/2019
Por que estes nós estão conectados?
Segundo o voto BCB 20/2019, a Viking Participações fez aporte no fundo Brazil Realty com os ganhos das reavaliações patrimoniais de suas controladas.
Eventos: Banco Central rejeita a transferência de controle do Banco Máxima
Fontes
- Vorcaro tentou comprar Máxima com dinheiro do próprio bancoLet's Money · 20/04/2026Imprensaoriginal ↗
Força da evidência
AAlegaçãoAlegação: declaração atribuída a terceiro. Não equivale a fato comprovado.- AAlegaçãoSegundo os votos do Banco Central, os recursos tinham origem na Viking Participações, cujo patrimônio cresceu com laudos de reavaliação de imóveis da WWS Holding e da Superávit Participações; a Viking aportou no fundo Brazil Realty, que comprou a participação do antigo controlador Saul Dutra Sabbá.
Posição dos envolvidos
Posição não localizada no corpus até a última atualização.
Negócios e transações0
Nenhuma transação documentada no corpus.
Eventos1
- · Evento· Ato regulatórioCCorroboradoBanco Central rejeita a transferência de controle do Banco Máxima
Banco Central do Brasil, Sidnei Corrêa Marques, Daniel Vorcaro, Banco Master
Atos públicos relacionados0
Nenhum ato público relacionado.
Documentos0
Nenhum documento ligado.
Evidências4
Cada evidência sustenta uma proposição concreta, com classificação própria.
- AAlegação
Segundo os votos do Banco Central, os recursos tinham origem na Viking Participações, cujo patrimônio cresceu com laudos de reavaliação de imóveis da WWS Holding e da Superávit Participações; a Viking aportou no fundo Brazil Realty, que comprou a participação do antigo controlador Saul Dutra Sabbá.
Atribuída a: Valor Econômico, a partir de extratos dos votos BCB 20/2019 e 218/2019 obtidos via Lei de Acesso à Informação
- CCorroborado
Em fevereiro de 2019 o Banco Central indeferiu o pedido de transferência do controle do Banco Máxima a Daniel Vorcaro, por falta de comprovação da origem dos recursos e da capacidade econômica e financeira dos pretendentes.
É primordial que os pretensos controladores comprovem capacidade econômica e financeira, não só para fazer face à aquisição do controle (condição não atendida, conforme já mencionado), mas também para capitalizar a instituição sempre que for necessário no curso de seu funcionamento
- AAlegação
Segundo o voto BCB 20/2019, parcela expressiva dos recursos usados na aquisição das ações teria se originado no próprio Banco Máxima, por transferências sucessivas entre a instituição, empresas de Daniel Vorcaro e fundos de investimento.
A fiscalização deste Banco Central apurou que expressiva parcela de recursos para realizar a aquisição das ações do atual controlador foi originada no próprio Banco Máxima, mediante transferências em sequência de recursos entre a instituição, empresas de propriedade de Daniel Vorcaro e fundos de investimentos
Atribuída a: Banco Central, no voto BCB 20/2019, conforme extratos obtidos pelo Valor Econômico
- AAlegação
Segundo fontes ouvidas pelo Valor Econômico, a reputação do pretendente dominou a reunião de diretoria de fevereiro de 2019, embora o item tenha sido dispensado por economia processual, porque o critério então adotado exigia denúncia do Ministério Público aceita pela Justiça.
Atribuída a: Fontes ouvidas pelo Valor Econômico e ex-integrante da diretoria colegiada do Banco Central
Hipóteses e alegações sob análise
- AAlegaçãoDisputadosegundo Banco Central, no voto BCB 20/2019, conforme extratos obtidos pelo Valor Econômico
Parcela expressiva dos recursos usados para adquirir as ações do controlador do Banco Máxima teria se originado no próprio banco, por transferências sucessivas entre a instituição, empresas de Daniel Vorcaro e fundos de investimento.
O que os documentos não permitem afirmar: O voto de outubro de 2019 afirmou o contrário, que a origem dos recursos foi regularmente demonstrada por todos os novos acionistas. Trechos do voto de fevereiro foram cobertos por tarjas antes da liberação, e a equipe editorial não teve acesso ao documento integral.
Revisão adversarial (03/09/2026): Tentou-se opor ao voto de fevereiro o voto de outubro do mesmo ano, que afirma o contrário sobre a origem dos recursos, e considerar que os extratos liberados têm trechos cobertos por tarjas justamente na descrição do fundo comprador. Nenhuma das duas versões pôde ser conferida no documento integral, e as reportagens que as sustentam vêm de dois veículos com origens distintas. Mantida como alegação em disputa, sem conclusão sobre qual das duas leituras prevalece. Resultado: disputed.
O voto BCB 218/2019, oito meses depois, afirmou que a origem dos recursos foi regularmente demonstrada por todos os novos acionistas, considerando aportes de capital de R$ 100 milhões e laudos a valor de mercado.
Fontes: Let's Money, Times Brasil | CNBC
- Posição não localizadapor Daniel Vorcaro
Manifestação do banqueiro sobre o conteúdo do voto de 2019 não localizada nas fontes lidas.
Posição do citado
Negativas, esclarecimentos, notas públicas ou versões apresentadas pela pessoa ou organização. Exibidas sempre, mesmo quando enfraquecem uma hipótese.
- Posição não localizada
Nenhuma manifestação pública específica localizada no corpus até a data da última atualização.
Lacunas ainda não esclarecidas
O que o corpus não demonstra. Se não sabemos, dizemos que não sabemos.
- Denominação completa, CNPJ e cotistas não verificados em registro oficial.
Fontes3
0 fonte(s) primária(s) oficial(is).
- Vorcaro tentou comprar Máxima com dinheiro do próprio bancoLet's Money · 20/04/2026Imprensaoriginal ↗
- Como o BC passou do veto ao aval na compra do MáximaLet's Money · 14/04/2026Imprensaoriginal ↗
- Caso Master: BC divulga votos que mostram como Vorcaro conseguiu autorização para assumir controle do bancoTimes Brasil | CNBC · 24/04/2026Imprensaoriginal ↗
Histórico de atualização
- Criado
- 03/09/2026
- Atualizado
- 03/09/2026
- Revisão
- published
- Revisor
- orquestrador
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