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CNJ abre sindicância contra desembargador Newton Ramos

MetrópolesGiovanna Estrelapublicada em 24/09/2026capturada em 16/10/2026Imprensa

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Segundo a matéria, determinação do corregedor nacional assinada em 22/09/2026 abriu sindicância contra o desembargador Newton Ramos, a partir de reclamação disciplinar de um advogado, para apurar sua atuação em processos de precatórios do setor sucroalcooleiro e possíveis interesses do Banco Master; prazo inicial de 60 dias, prorrogável; 10 dias para defesa prévia após a intimação; o corregedor pediu ao TRF-1 informações sobre processos relacionados ao Master, a empresas do setor e ao escritório de Camilla Ramos. A reclamação cita contrato "de até R$ 427 milhões". Segundo o CNJ, nas palavras do veículo, ainda não foi comprovada eventual relação entre o crédito analisado por Newton Ramos e o Banco Master, nem a participação do escritório no processo.

Atualizada em 25/09/2026, às 19h37. A frase do CNJ é paráfrase do veículo, sem aspas. A decisão que instaurou a sindicância e o seu número não foram localizados. A matéria nomeia o advogado reclamante; o Novelo não o registra. O resumo automático do topo da página ("gerado por ferramenta de IA") não foi usado.

Fonte secundária: sustenta, no máximo, evidências corroboradas (C) ou alegações (A), salvo quando reproduz documento primário lido pela equipe.

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16/10/2026
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O que esta fonte sustenta

Evidências

  • AAlegaçãoSegundo o Metrópoles (24/09/2026), determinação do corregedor nacional assinada em 22/09/2026 instaurou sindicância contra o desembargador Newton Ramos, a partir de reclamação disciplinar de um advogado, para apurar sua atuação em processos de precatórios do setor sucroalcooleiro e possíveis interesses do Banco Master, com prazo inicial de 60 dias prorrogável e 10 dias para defesa prévia após a intimação; segundo o veículo, o CNJ afirma que ainda não foi comprovada eventual relação entre o crédito analisado por Newton Ramos e o Banco Master, nem a participação do escritório da mulher dele no processo.
  • AAlegaçãoSegundo o Metrópoles (21/09/2026), calculados sobre o valor de face das 12 causas (cerca de R$ 8,5 bilhões), os honorários de êxito de 5% do contrato entre o Banco Master e o escritório Queiroga, Vieira, Queiroz & Ramos seriam de R$ 427 milhões em caso de êxito; o Metrópoles de 24/09/2026 e o Times Brasil de 12/10/2026 descrevem o contrato como "de até R$ 427 milhões".

Documentos

Nenhum.

Atos públicos

Nenhum.

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