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Retrato de Carlos Viana
Geraldo Magela/Agência Senado · CC BY 2.0 · Wikimedia Commons

Pessoa · Político

Carlos Viana

Senador; presidente da CPMI do INSS

1 conexões4 eventos3 fontes oficiais6 evidências
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O que significam D, C, A e I?
DDocumental direto
Documental direto: consta de documento primário verificável (decisão, relatório oficial, contrato, registro).
CCorroborado
Corroborado: confirmado por múltiplas fontes independentes, sem documento primário no corpus.
AAlegação
Alegação: declaração atribuída a terceiro. Não equivale a fato comprovado.
IInferência
Inferência: interpretação analítica a partir de fatos conhecidos. Não é prova.

Detalhe em metodologia.

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Resumo

Presidiu a CPMI do INSS. Em 29/01/2026, pediu ao ministro Dias Toffoli que declarasse compulsório o depoimento de Daniel Vorcaro à comissão, marcado para 05/02/2026, sustentando que as ADPFs 395 e 444 não alcançam as CPIs. Após a rejeição do relatório, encerrou os trabalhos, não acatou a questão de ordem para apreciação do relatório alternativo e anunciou que cópias do texto rejeitado seriam encaminhadas a instituições como o MPF e o STF.

Por que está no Novelo?

Presidiu a comissão que examinou, entre outros temas, os consignados do Banco Master junto ao INSS, e decidiu o encaminhamento após a rejeição do relatório.

Posição do citado

Negativas, esclarecimentos, notas públicas ou versões apresentadas pela pessoa ou organização. Exibidas sempre, mesmo quando enfraquecem uma hipótese.

  • Posição não localizada

    Nenhuma manifestação pública específica localizada no corpus até a data da última atualização.

Lacunas ainda não esclarecidas

O que o corpus não demonstra. Se não sabemos, dizemos que não sabemos.

Nenhuma lacuna registrada pela equipe editorial.

Linha do tempo4

Mais bem documentadas1

As doze relações com a evidência mais forte. Todas aparecem completas, agrupadas por categoria, na seção seguinte.

Relações por categoria1

Institucional 1

Senado Federal· senador; presidente da CPMI do INSSCCorroboradoVerificado
InstitucionalInstitucionalconfiança 85%

Por que estes nós estão conectados?

Carlos Viana é senador e presidiu a CPMI do INSS, encerrada em 28/03/2026 sem relatório final aprovado.

Fontes

Força da evidência

CCorroboradoCorroborado: confirmado por múltiplas fontes independentes, sem documento primário no corpus.

Posição dos envolvidos

Posição não localizada no corpus até a última atualização.

Negócios e transações0

Nenhuma transação documentada no corpus.

Documentos3

Evidências6

Cada evidência sustenta uma proposição concreta, com classificação própria.

  • DDocumental direto

    A CPMI do INSS rejeitou o relatório final do relator por 19 votos a 12, na madrugada de 28/03/2026, último dia de funcionamento da comissão, que encerrou os trabalhos sem relatório aprovado e sem acolher o texto alternativo.

    documentofontefontefonte

  • AAlegação

    Em 16/04/2026, o senador Carlos Viana entregou aos ministros do STF Luiz Fux e André Mendonça o texto do relator Alfredo Gaspar, rejeitado pelo colegiado da CPMI do INSS. Segundo Viana, Mendonça informou que o material seria anexado ao inquérito já em curso na Corte.

    Atribuída a: CNN Brasil, com base em declaração de Carlos Viana

    fonte

  • AAlegação

    Em 03-04/09/2026, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) declarou publicamente: 'Mendonça tem que dar voz de prisão a Moraes em plenário'.

    Mendonça tem que dar voz de prisão a Moraes em plenário.

    Atribuída a: Poder360, citando declaração de Nikolas Ferreira

    fonte

  • AAlegação

    Após a revelação do encontro de Mendonça com Vorcaro no Instituto ITER (14/03/2025), os deputados Pedro Uczai, Lindbergh Farias e André Janones, do PT, pediram a Fachin que declare a suspeição de Mendonça na condução do caso Master.

    Atribuída a: Bahia Notícias

    fonte

  • AAlegação

    O senador Carlos Viana (PSD-MG), ex-presidente da CPMI do INSS, pediu a Fachin o 'afastamento imediato' do procurador-geral Paulo Gonet da condução do caso Master.

    Atribuída a: O Antagonista

    fonte

  • AAlegação

    A PGR se manifestou pelo arquivamento da apuração sobre as 'graves intimidações' que Vorcaro alegou ter sofrido durante as tratativas de delação — as mesmas alegações usadas pelo partido Novo para pedir a prisão preventiva do diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues (03/09/2026, já registrado no corpus) — por ausência de provas das ameaças relatadas.

    Atribuída a: Piauí Hoje, com base em manifestação da PGR

    fonte

Fontes9

3 fonte(s) primária(s) oficial(is).

Histórico de atualização

Criado
03/09/2026
Atualizado
04/09/2026
Revisão
published
Revisor
orquestrador

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