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Organização · Associação

ASSEBA — Associação dos Servidores da Saúde do Estado da Bahia

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O que significam D, C, A e I?
DDocumental direto
Documental direto: consta de documento primário verificável (decisão, relatório oficial, contrato, registro).
CCorroborado
Corroborado: confirmado por múltiplas fontes independentes, sem documento primário no corpus.
AAlegação
Alegação: declaração atribuída a terceiro. Não equivale a fato comprovado.
IInferência
Inferência: interpretação analítica a partir de fatos conhecidos. Não é prova.

Detalhe em metodologia.

Resumo

Associação de servidores da saúde do Estado da Bahia, apontada como ligada a Augusto Ferreira Lima. Segundo relatório do Coaf enviado à CPI do Crime Organizado e revelado pelo Estadão, recebeu R$ 140,1 milhões do Estado entre maio de 2024 e novembro de 2025 — R$ 65 milhões diretos da Secretaria da Fazenda e R$ 74,1 milhões via fundos previdenciários —, tendo repassado R$ 101,3 milhões ao Banco Master e R$ 21,7 milhões a empresas de Lima. O Coaf classifica o fluxo como atípico. O governo baiano sustenta que os valores são descontos em folha de taxa de associação autorizados pelos próprios servidores, e não recursos do erário.

Por que está no Novelo?

Associação por meio da qual, segundo relatório do Coaf, transitaram R$ 140,1 milhões entre o Estado da Bahia e o Banco Master.

Posição do citado

Negativas, esclarecimentos, notas públicas ou versões apresentadas pela pessoa ou organização. Exibidas sempre, mesmo quando enfraquecem uma hipótese.

  • Posição não localizada

    Nenhuma manifestação pública específica localizada no corpus até a data da última atualização.

Lacunas ainda não esclarecidas

O que o corpus não demonstra. Se não sabemos, dizemos que não sabemos.

  • Não há manifestação da própria ASSEBA no corpus, nem denúncia ou decisão de mérito sobre os repasses.

Linha do tempo1

Mais bem documentadas1

As doze relações com a evidência mais forte. Todas aparecem completas, agrupadas por categoria, na seção seguinte.

Relações por categoria1

Financeiro / comercial 1

Banco Master· repasses apontados pelo CoafAAlegaçãoDisputadodesde 2024
Financeiro / comercialFinanceiroconfiança 60%

Por que estes nós estão conectados?

Segundo relatório do Coaf, a ASSEBA repassou R$ 101,3 milhões ao Banco Master, dentro de um fluxo de R$ 140,1 milhões recebidos do Estado da Bahia entre maio de 2024 e novembro de 2025.

Fontes

Força da evidência

AAlegaçãoAlegação: declaração atribuída a terceiro. Não equivale a fato comprovado.
  • AAlegaçãoSegundo relatório do Coaf enviado à CPI do Crime Organizado e revelado pelo Estadão em 10/04/2026, o Estado da Bahia repassou R$ 140,1 milhões à ASSEBA — associação de servidores da saúde apontada como ligada a Augusto Ferreira Lima — entre maio de 2024 e novembro de 2025, período integralmente sob a gestão de Jerônimo Rodrigues. Do total, R$ 65 milhões teriam saído diretamente da Secretaria da Fazenda e R$ 74,1 milhões por fundos previdenciários; a associação teria repassado R$ 101,3 milhões ao Banco Master e R$ 21,7 milhões a empresas de Lima. O Coaf classifica o fluxo como atípico. O governo baiano nega a caracterização: sustenta que os valores são descontos em folha da taxa de associação, autorizados pelos próprios servidores — dinheiro dos servidores, e não do erário —, sem operação financeira ou empréstimo.

Posição dos envolvidos

Posição não localizada no corpus até a última atualização.

Negócios e transações0

Nenhuma transação documentada no corpus.

Documentos0

Nenhum documento ligado.

Evidências1

Cada evidência sustenta uma proposição concreta, com classificação própria.

  • AAlegação

    Segundo relatório do Coaf enviado à CPI do Crime Organizado e revelado pelo Estadão em 10/04/2026, o Estado da Bahia repassou R$ 140,1 milhões à ASSEBA — associação de servidores da saúde apontada como ligada a Augusto Ferreira Lima — entre maio de 2024 e novembro de 2025, período integralmente sob a gestão de Jerônimo Rodrigues. Do total, R$ 65 milhões teriam saído diretamente da Secretaria da Fazenda e R$ 74,1 milhões por fundos previdenciários; a associação teria repassado R$ 101,3 milhões ao Banco Master e R$ 21,7 milhões a empresas de Lima. O Coaf classifica o fluxo como atípico. O governo baiano nega a caracterização: sustenta que os valores são descontos em folha da taxa de associação, autorizados pelos próprios servidores — dinheiro dos servidores, e não do erário —, sem operação financeira ou empréstimo.

    Atribuída a: Relatório do Coaf, via Estadão; com a negativa do governo do Estado

    fontefonte

Fontes2

0 fonte(s) primária(s) oficial(is).

Histórico de atualização

Criado
03/09/2026
Atualizado
03/09/2026
Revisão
published
Revisor
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