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Retrato de Edson Fachin
Antonio Cruz/Agência Brasil · CC BY 3.0 br · Wikimedia Commons

Pessoa · Magistrado

Edson Fachin

Luiz Edson Fachin

Presidente do Supremo Tribunal Federal

3 conexões27 eventos25 fontes oficiais52 evidências
Ir para a seção (12)
O que significam D, C, A e I?
DDocumental direto
Documental direto: consta de documento primário verificável (decisão, relatório oficial, contrato, registro).
CCorroborado
Corroborado: confirmado por múltiplas fontes independentes, sem documento primário no corpus.
AAlegação
Alegação: declaração atribuída a terceiro. Não equivale a fato comprovado.
IInferência
Inferência: interpretação analítica a partir de fatos conhecidos. Não é prova.

Detalhe em metodologia.

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Resumo

Presidente do STF. Assinou a nota dos dez ministros de 12/02/2026 e promoveu a redistribuição do caso Master, sorteado para André Mendonça. Foi surpreendido, na manhã de 09/09/2026, pela decisão de Flávio Dino que reintegrou Andrei Rodrigues à PF — havia passado o dia anterior tentando uma solução própria via recurso da AGU, sem conhecimento de articulação paralela entre o governo e Dino (ver evidência correlata). Cancelou a sessão plenária de 09/09/2026 após a decisão de Dino. Não havia respondido, até a publicação da reportagem, aos ministros que o questionaram sobre se barraria a decisão. Em 25/09/2026 a Presidência do STF pediu a oitiva da PGR na PET 16.704; em 13/10/2026 recebeu o diretor-geral da PF e, segundo o Informe do STF, esclareceu que a investigação de ministro depende de autorização do Plenário e que a PF deve encaminhar todas as menções, sem exceção, em caráter descritivo.

Por que está no Novelo?

Presidiu o STF quando o caso Master foi redistribuído de Dias Toffoli para André Mendonça.

Posição do citado

Negativas, esclarecimentos, notas públicas ou versões apresentadas pela pessoa ou organização. Exibidas sempre, mesmo quando enfraquecem uma hipótese.

  • Versão apresentada· 04/09/2026

    Em discurso no Palácio do Planalto, em 04/09/2026, afirmou que haveria resposta 'firme' sobre a situação de Moraes — segundo a Poder360, na prática, os prazos que fixou posteriormente empurraram qualquer decisão do plenário para depois de 22/09/2026, data posterior ao 1º turno da eleição (04/10) e possivelmente ao 2º turno (25/10).

    Fontes: Poder360

  • Versão apresentadapor Edson Fachin· 13/10/2026

    Segundo o Informe à Imprensa do STF e da PF de 13/10/2026, esclareceu que "a eventual realização de atos de investigação de ministro depende de autorização do Plenário da Corte" e que a autoridade policial deve encaminhar todas as menções encontradas, sem exceção, com contexto e em caráter estritamente descritivo.

    Fontes: Supremo Tribunal Federal (Informe à Imprensa)

  • Versão apresentadapor Edson Fachin· 02/10/2026

    Segundo a Agência Brasil (classe A; ofício não localizado), afirmou em ofício à PF de 02/10/2026 que, recebidas as informações, "sem exceção de pessoa, os fatos correlatos, serão dados os encaminhamentos devidos".

    Fontes: Agência Brasil

  • Posição não localizadapor Edson Fachin· 16/10/2026

    Sobre os ofícios de Gilmar Mendes de 29/09/2026 a respeito da expedição de precatórios: nenhuma resposta noticiada pelo SBT News e pela Agência Estado nem localizada pelo Novelo até 16/10/2026.

    Fontes: SBT News (Coluna da Basília), Agência Estado (republicado pelo Diário do Grande ABC)

Lacunas ainda não esclarecidas

O que o corpus não demonstra. Se não sabemos, dizemos que não sabemos.

  • Não localizada decisão sobre o pedido do Partido Novo de 28/09/2026 para anular a vista de Flávio Dino (portal da PET 16.704 e da PET 16.662 consultado em 16/10/2026).
  • Não há prazo oficial para a entrega, pela PF, do material com as menções a ministros; o Informe de 13/10/2026 não fixa data.
  • A decisão de Flávio Dino de 09/09/2026 (Pet 16.669) invoca a Pet 16.704, de sua autoria, como fundamento para afirmar que a matéria do afastamento de Andrei Rodrigues já estaria afetada ao Plenário — não localizada, até a data desta apuração, manifestação direta de Fachin sobre essa leitura específica dada por Dino ao alcance da Pet 16.704.
  • Segundo apuração da Poder360 (09/09/2026), Fachin estaria cedendo à estratégia do Planalto e do grupo Gilmar Mendes-Dino-Moraes de não decidir nada sobre a crise até depois do período eleitoral — avaliação da própria reportagem, não confirmada por manifestação direta dele nem por fonte independente até a data desta apuração; permanece registrada como leitura jornalística, não fato estabelecido.
  • Em 09/09/2026 revogou a designação de Alexandre de Moraes como relator do Inquérito 4.781 e assumiu pessoalmente sua condução, invocando o art. 43 do regimento interno e o entendimento do Plenário na ADPF 572. É o terceiro ato seu, em uma semana, sobre o mesmo eixo: em 03/09 abriu procedimento, em 04/09 separou do inquérito das fake news o pedido de Moraes contra Mendonça e o avocou, e em 09/09 retirou a relatoria. Anunciou que remeterá os autos à autoridade policial e à Procuradoria-Geral da República para denúncia ou arquivamento, o que encaminha a um desfecho procedimento aberto desde março de 2019. Pendente: obter a íntegra da decisão, que a equipe conhece apenas por cobertura jornalística.
  • Praticou três atos no mesmo 09/09/2026: suspendeu simultaneamente as decisões de Mendonça e de Dino sobre o comando da Polícia Federal, retirou de Moraes a relatoria do Inquérito 4.781 e convocou sessão extraordinária do Plenário para 15/09, às 10h. O efeito combinado é retirar dos gabinetes individuais as três frentes em que a disputa vinha sendo travada por decisão monocrática. Pendente: obter as íntegras, hoje conhecidas apenas por cobertura jornalística, e estabelecer se a sessão de 15/09 tem um item ou dois.
  • A íntegra da decisão de 09/09 mostra alcance maior do que a cobertura registrou: o quarto item do dispositivo suspende 'todo e qualquer procedimento que verse sobre potencial investigação em face de integrantes deste Supremo Tribunal Federal', que passam a ser previamente remetidos à Presidência, e a decisão ainda suspende o procedimento de controle externo da atividade policial instaurado pela Procuradoria-Geral da República e reserva à Presidência poder de supervisão sobre feitos já distribuídos. Reconhece que suspender decisão de ministro é providência 'absolutamente excepcional', citando como únicos precedentes as SL 1.395/SP, de 2020, e SL 1.188/DF, de 2018.
  • Quarto ato na mesma linha em oito dias: em 10/09/2026, na própria PET 16.704, determinou a Mendonça a remessa em HD de todos os procedimentos da PET 15.556 (a petição-mãe do caso Master) a todos os gabinetes do STF, e o levantamento do sigilo dela, ressalvadas diligências pendentes cujo sigilo seja imprescindível. A equipe obteve e leu a íntegra do despacho (lote 168): uma página, assinatura digital verificável. Antecede em cinco dias a sessão de 15/09. Mendonça anunciou cumprimento no mesmo dia, mas a checagem direta da equipe no portal do STF, às 23h53 de 10/09/2026, mostrou a PET 15.556 ainda com a etiqueta 'Sigiloso' (lote 169) — discrepância entre o anunciado e o status público ao vivo, não reconciliada.
  • NOVO: em 09/09/2026, um dia antes do despacho de levantamento do sigilo, o PT peticionou diretamente a André Mendonça (não a Fachin) pedindo o mesmo levantamento do sigilo da PET 15.556 e de oito feitos conexos, invocando paridade de armas eleitoral e o precedente da Operação Spoofing. Não está estabelecido se essa petição influenciou o despacho de Fachin, que correu por procedimento distinto (PET 16.704) já aberto por ele seis dias antes — mas ambos convergiram no mesmo resultado em 48 horas.
  • Em 12/09/2026, diante de ofício de Moraes pedindo julgamento conjunto e de manifestação da PGR sobre levantamento parcial de sigilo, foi além da PET 16.662: avocou também as próprias PETs 15.041 (INSS) e 15.556 (Compliance Zero), com todos os processos relacionados, e formalizou — com base no art. 13, XV, do RISTF — a substituição da relatoria da PET 16.662 para a Presidência, diante da possibilidade de aplicação do art. 144, IV, do CPC (suspeição). No mesmo dia, indeferiu pedido de inclusão da própria PET 16.704 na pauta de 15/09, mantendo-a exclusiva à PET 16.662 e remarcando a Pet 16.704 para 23/09.
  • NOVO (13/09/2026): no mesmo 12/09/2026, um dia antes de Mendonça admitir "divergência de informações" sobre a chegada do HD ao seu gabinete, a Presidência já havia determinado à PF que prestasse informações, em 24h, sobre a custódia do material e o estado em que se encontra — verificação da cadeia de custódia do HD já em curso pela própria Presidência, não só pela autoexplicação do relator. Consultado apenas pelo andamento público; sem o teor completo da petição/certidão associada.
  • NOVO (13/09/2026): Moraes cobrou dele, por ofício (GMAM 11/2026), o levantamento do sigilo da Pet 15.645 — distribuída por prevenção a Mendonça e apontada por Moraes como portadora de "elementos essenciais" para o julgamento da Pet 16.662 de 15/09 — dizendo que a ordem de 11/09 para levantar o sigilo dos procedimentos ligados à Pet 15.556 não tinha alcançado essa petição específica. Não há, até esta coleta, resposta publicada de Fachin a esse pedido.

Linha do tempo27

  1. 2026

    · Evento· Reunião / encontroAAlegação
    Reunião fechada dos dez ministros do STF sobre o relatório da PF contra Toffoli

    Edson Fachin, Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes, Cármen Lúcia, Dias Toffoli, Luiz Fux e mais 4

  2. · Evento· Decisão judicialDDocumental direto
    Toffoli deixa a relatoria do caso Master; Mendonça é sorteado relator

    Dias Toffoli, André Mendonça, Edson Fachin, Supremo Tribunal Federal

  3. · Evento· Decisão judicialAAlegação
    Fachin rejeita arguição de suspeição de Nunes Marques no MS sobre a CPI do Master

    Edson Fachin, Nunes Marques, Alessandro Vieira, Plínio Valério, Supremo Tribunal Federal, Davi Alcolumbre

  4. · Evento· Reunião / encontroCCorroborado
    Primeira sessão plenária após a divulgação das mensagens ignora o tema; Fachin promete 'medidas cabíveis'

    Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, André Mendonça, Edson Fachin, Daniel Vorcaro

  5. · Evento· Decisão judicialDDocumental direto
    Fachin autua de ofício a PET 16.704 e intima Moraes, Mendonça, Gonet e Andrei Rodrigues

    Edson Fachin, Alexandre de Moraes, André Mendonça, Paulo Gonet, Andrei Rodrigues, Polícia Federal e mais 1

  6. · Evento· DeclaraçãoAAlegação
    Mendonça pede a Fachin o afastamento cautelar de Moraes

    André Mendonça, Edson Fachin, Alexandre de Moraes

  7. · Evento· Decisão judicialAAlegação
    Moraes aponta 'assimetria' e pede providências de Fachin contra Mendonça

    Alexandre de Moraes, André Mendonça, Edson Fachin, Polícia Federal

  8. · Evento· Ato regulatórioAAlegação
    Fachin avoca para si o pedido de Moraes para investigar Mendonça

    Edson Fachin, Alexandre de Moraes, André Mendonça, Supremo Tribunal Federal

  9. · Evento· Ato regulatórioAAlegação
    Fachin define rito: PGR analisa admissibilidade da acusação de Moraes antes de Mendonça se manifestar

    Edson Fachin, Paulo Gonet, André Mendonça, Alexandre de Moraes

  10. · Evento· DeclaraçãoAAlegação
    Reações políticas à crise institucional: pedidos de prisão, suspeição e afastamento

    Edson Fachin, André Mendonça, Alexandre de Moraes, Paulo Gonet, Andrei Rodrigues, Nikolas Ferreira e mais 1

  11. · Evento· Decisão judicialCCorroborado
    Fachin retira de Moraes a relatoria do inquérito das fake news e assume o caso

    Edson Fachin, Alexandre de Moraes, André Mendonça, Supremo Tribunal Federal

  12. · Evento· Decisão judicialCCorroborado
    Fachin suspende os atos de Mendonça e de Dino sobre o comando da Polícia Federal

    Edson Fachin, André Mendonça, Andrei Rodrigues, Supremo Tribunal Federal

  13. · Evento· Decisão judicialDDocumental direto
    Flávio Dino reintegra Andrei Rodrigues e Leandro Almada à PF

    Flávio Dino, Andrei Rodrigues, André Mendonça, Leandro Almada da Costa, Edson Fachin, Gilmar Mendes e mais 2

  14. · Evento· Ato públicoDDocumental direto
    OAB e 24 seccionais pedem que Gonet se abstenha de atuar na Pet 16.662/DF

    Ordem dos Advogados do Brasil — Conselho Federal, Paulo Gonet, Edson Fachin

  15. · Evento· Decisão judicialDDocumental direto
    Fachin determina levantamento do sigilo da PET 15.556, véspera da sessão sobre Moraes

    Edson Fachin, André Mendonça, Alexandre de Moraes, Supremo Tribunal Federal

  16. · Evento· Decisão judicialAAlegação
    Moraes formaliza por ofício a acusação contra Mendonça e pede julgamento conjunto das PETs 16.704 e 16.662

    Alexandre de Moraes, André Mendonça, Davi Alcolumbre, Edson Fachin

  17. · Evento· Decisão judicialDDocumental direto
    Fachin avoca as PETs 15.041 e 15.556 e formaliza a substituição da relatoria da PET 16.662

    Edson Fachin, André Mendonça, Alexandre de Moraes

  18. · Evento· Decisão judicialDDocumental direto
    Mendonça remete a PET 16.662 à Presidência do STF

    André Mendonça, Edson Fachin

  19. · Evento· Decisão judicialDDocumental direto
    Mendonça reconhece divergência sobre a procedência do HD lacrado e pede explicações a quatro delegados

    André Mendonça, Edson Fachin, Daniel Vorcaro

  20. · Evento· Decisão judicialDDocumental direto
    Sessão extraordinária do STF sobre investigar Moraes termina sem decisão, com vista de Dino

    Edson Fachin, Alexandre de Moraes, André Mendonça, Gilmar Mendes, Cristiano Zanin, Dias Toffoli e mais 2

  21. · Evento· Decisão judicialDDocumental direto
    Presidência desfaz a sessão de 23/09 para a PET 16.704

    Edson Fachin, André Mendonça, Supremo Tribunal Federal

  22. · Evento· Decisão judicialDDocumental direto
    A Presidência do STF pede a oitiva da PGR sobre todas as providências postuladas na PET 16.704

    Edson Fachin, Supremo Tribunal Federal, Ministério Público Federal

  23. · Evento· Ato públicoCCorroborado
    O Partido Novo pede a Fachin a anulação do pedido de vista de Flávio Dino na questão de ordem sobre as PET 16.662 e 16.704, segundo a imprensa

    Partido Novo, Edson Fachin, Flávio Dino

  24. · Evento· ComunicaçãoCCorroborado
    Gilmar Mendes envia ofícios a Fachin e Salomão sobre a expedição de precatórios, segundo a imprensa

    Gilmar Mendes, Edson Fachin, Supremo Tribunal Federal, Conselho Nacional de Justiça

  25. · Evento· Reunião / encontroDDocumental direto
    Fachin recebe o diretor-geral da PF, e o STF e a PF divulgam Informe sobre o encaminhamento das menções a ministros

    Edson Fachin, Andrei Rodrigues, Polícia Federal, Supremo Tribunal Federal

  26. · Evento· DeclaraçãoAAlegação
    Defesa de Vorcaro pede ao presidente do STF, Fachin, investigação criminal sobre a divulgação de dados do celular

    Daniel Vorcaro, Edson Fachin, Supremo Tribunal Federal

  27. · Evento· Ato públicoAAlegação
    Segundo íntegra divulgada pelo Poder360, PGR opina ao STF que a representação de Moraes contra Mendonça por abuso de autoridade não tem condições de seguimento (parecer na Pet 16.704)

    Ministério Público Federal, Paulo Gonet, Alexandre de Moraes, André Mendonça, Edson Fachin, Supremo Tribunal Federal

Mais bem documentadas3

As doze relações com a evidência mais forte. Todas aparecem completas, agrupadas por categoria, na seção seguinte.

Relações por categoria3

Institucional 1

Supremo Tribunal Federal· ministroDDocumental diretoVerificado
InstitucionalInstitucionalconfiança 98%

Por que estes nós estão conectados?

Integra o STF como ministro; assinou a nota dos dez ministros de 12/02/2026.

Fontes

Força da evidência

DDocumental diretoDocumental direto: consta de documento primário verificável (decisão, relatório oficial, contrato, registro).
  • DDocumental diretoEm 12/02/2026 os dez ministros do STF, em nota, declararam não caber suspeição de Toffoli, reconheceram a validade de seus atos e acolheram seu pedido de livre redistribuição dos processos do caso Master; André Mendonça foi sorteado relator.

Posição dos envolvidos

Posição não localizada no corpus até a última atualização.

Político 1

Gilmar Mendes· pediu adiamento e reunião de processos; Fachin indeferiu no dia seguinteCCorroboradoNão verificado
PolíticoPolíticoconfiança 75%

Por que estes nós estão conectados?

Em 11/09/2026, Gilmar Mendes enviou ofício formal ao presidente do STF, Edson Fachin, pedindo o adiamento do julgamento da Pet 16.662 e propondo a reunião dos processos de Moraes e Mendonça sob a relatoria do próprio Fachin — formalização de sugestão que já fizera publicamente no mesmo dia. Fachin indeferiu o pedido em 12/09/2026, mantendo a sessão de 15/09 exclusiva à Pet 16.662.

Força da evidência

CCorroboradoCorroborado: confirmado por múltiplas fontes independentes, sem documento primário no corpus.
  • CCorroboradoNa noite de 11/09/2026, Gilmar Mendes enviou ofício formal a Fachin pedindo o adiamento do julgamento da Pet 16.662 e propondo quatro alternativas: reunir os processos de Moraes e de Mendonça; Fachin assumir a relatoria do processo de Mendonça; organizar previamente a matéria a ser julgada; ou, mantida a sessão, o próprio Gilmar apresentar o caso ao plenário com as preliminares (inclusive o pedido de nulidade da PGR) analisadas antes do mérito. Fachin respondeu no dia seguinte, 12/09/2026: indeferiu a reunião dos processos, manteve a sessão de 15/09 exclusiva à Pet 16.662 e remeteu a Pet 16.704 (caso Mendonça) para 23/09.

Posição dos envolvidos

Posição não localizada no corpus até a última atualização.

Pessoal / social 1

Gilmar Mendes· ofício de 29/09/2026 sobre precatórios, segundo a imprensaCCorroboradoNão verificadodesde 29/09/2026
Pessoal / socialComunicaçãoconfiança 60%

Por que estes nós estão conectados?

Segundo o SBT News e a Agência Estado, em 29/09/2026 Gilmar Mendes enviou ofícios ao presidente do STF, Edson Fachin, e ao presidente do STJ sobre a expedição de precatórios antes do trânsito em julgado, propondo, entre outras medidas, correição extraordinária da Corregedoria Nacional de Justiça nos tribunais regionais federais. Os ofícios não foram publicados; resposta de Fachin não localizada.

Eventos: Gilmar Mendes envia ofícios a Fachin e Salomão sobre a expedição de precatórios, segundo a imprensa

Fontes

Força da evidência

CCorroboradoCorroborado: confirmado por múltiplas fontes independentes, sem documento primário no corpus.
  • CCorroboradoSegundo o SBT News (Coluna da Basília) e a Agência Estado, em 29/09/2026 Gilmar Mendes enviou ofícios aos presidentes do STF, Edson Fachin, e do STJ, Luís Felipe Salomão, sobre a expedição de precatórios: defendeu "sustar todas as decisões que determinaram indevidamente a expedição de precatório antes do trânsito em julgado" e uma correição extraordinária da Corregedoria Nacional de Justiça em todos os tribunais regionais federais, sobretudo no TRF-1; segundo a Agência Estado, cobrou também do Banco Central e da CVM a apuração da presença desses créditos em fundos e balanços de bancos. Os dois veículos atribuem ao ofício a frase de que as investigações do Master "revelaram um modelo de negócios parasitário, que drenava recursos públicos e a poupança de milhares de investidores".

Posição dos envolvidos

Negócios e transações0

Nenhuma transação documentada no corpus.

Documentos28

Evidências52

Cada evidência sustenta uma proposição concreta, com classificação própria.

  • DDocumental direto

    Em 12/02/2026 os dez ministros do STF, em nota, declararam não caber suspeição de Toffoli, reconheceram a validade de seus atos e acolheram seu pedido de livre redistribuição dos processos do caso Master; André Mendonça foi sorteado relator.

    documentofonte

  • CCorroborado

    Segundo o SBT News (Coluna da Basília) e a Agência Estado, em 29/09/2026 Gilmar Mendes enviou ofícios aos presidentes do STF, Edson Fachin, e do STJ, Luís Felipe Salomão, sobre a expedição de precatórios: defendeu "sustar todas as decisões que determinaram indevidamente a expedição de precatório antes do trânsito em julgado" e uma correição extraordinária da Corregedoria Nacional de Justiça em todos os tribunais regionais federais, sobretudo no TRF-1; segundo a Agência Estado, cobrou também do Banco Central e da CVM a apuração da presença desses créditos em fundos e balanços de bancos. Os dois veículos atribuem ao ofício a frase de que as investigações do Master "revelaram um modelo de negócios parasitário, que drenava recursos públicos e a poupança de milhares de investidores".

    revelaram um modelo de negócios parasitário, que drenava recursos públicos e a poupança de milhares de investidores

    Atribuída a: SBT News e Agência Estado

    fontefonte

  • CCorroborado

    Na noite de 11/09/2026, Gilmar Mendes enviou ofício formal a Fachin pedindo o adiamento do julgamento da Pet 16.662 e propondo quatro alternativas: reunir os processos de Moraes e de Mendonça; Fachin assumir a relatoria do processo de Mendonça; organizar previamente a matéria a ser julgada; ou, mantida a sessão, o próprio Gilmar apresentar o caso ao plenário com as preliminares (inclusive o pedido de nulidade da PGR) analisadas antes do mérito. Fachin respondeu no dia seguinte, 12/09/2026: indeferiu a reunião dos processos, manteve a sessão de 15/09 exclusiva à Pet 16.662 e remeteu a Pet 16.704 (caso Mendonça) para 23/09.

    Se a sessão de terça for mantida, o próprio Gilmar apresentaria o caso ao plenário, com as preliminares — inclusive o pedido da PGR de nulidade do relatório da PF — analisadas antes do mérito.

    Atribuída a: Gilmar Mendes

    fontefontefonte

  • AAlegação

    Segundo apuração do Poder360, na reunião fechada de 12/02/2026 dos dez ministros do STF sobre o relatório da PF que investigava Dias Toffoli, oito ministros (Moraes, André Mendonça, Zanin, Dino, Gilmar Mendes, Fux, Nunes Marques e o próprio Toffoli) defenderam sua permanência como relator do caso Master contra dois (Cármen Lúcia e Fachin); a maioria descartou o relatório da PF como juridicamente inconsistente — Flávio Dino teria chamado as 200 páginas de "lixo jurídico" — e Alexandre de Moraes teria classificado a apuração da PF como "ilegal" e "trabalho sujo".

    Atribuída a: Poder360, em apuração de bastidor sobre reunião fechada (12-13/02/2026)

    fontefonte

  • CCorroborado

    Em 12/02/2026 os dez ministros do STF então em exercício (Fachin, Moraes, Gilmar Mendes, Cármen Lúcia, Toffoli, Fux, André Mendonça, Nunes Marques, Zanin e Dino) divulgaram nota oficial reconhecendo "a plena validade dos atos praticados pelo Ministro Dias Toffoli na relatoria da Reclamação n. 88.121" e expressando "apoio pessoal" a ele; a Presidência do STF, "ouvidos todos os Ministros", acolheu no mesmo ato a comunicação de Toffoli sobre o envio dos autos para redistribuição, que coube a André Mendonça.

    Atribuída a: Nota oficial dos dez ministros do STF, divulgada em noticias.stf.jus.br em 12/02/2026

    fontefontefonte

  • AAlegação

    Segundo a imprensa (Metrópoles/Exame), a ação relacionada à compra do Master pelo BRB foi distribuída a Toffoli em 28/11/2025; o corpus não contém o registro oficial da distribuição.

    Atribuída a: CNN Brasil e outros veículos

    fonte

  • AAlegação

    Em 06/06/2026 Edson Fachin rejeitou, por intempestividade, a arguição de suspeição de Nunes Marques no MS 40.823, mantendo-o relator da ação sobre a instalação da CPI do Master.

    Atribuída a: Consultor Jurídico

    fonte

  • CCorroborado

    Na sessão plenária de 02/09/2026 — a primeira após a divulgação das mensagens — o tema não constou da pauta formal (trataram-se questões tributárias: imunidade de ITBI para incorporadoras e PIS/Cofins sobre rendimentos de aplicações financeiras); nenhum ministro comentou o caso publicamente durante a sessão. Moraes e Mendonça, sentados lado a lado por critério de antiguidade, não conversaram, segundo a reportagem. Cármen Lúcia participou por videoconferência.

    fontefonte

  • CCorroborado

    Na abertura da 17ª Conferência Brasileiro-Ítalo-Espanhola de Direito Constitucional, em Brasília, o presidente do STF declarou: 'Nos próximos dias, concluída a análise necessária dos fatos e observados os procedimentos institucionais pertinentes, esta Presidência anunciará, no tempo devido e sem precipitação, as medidas cabíveis e necessárias'. Não especificou quais seriam essas medidas.

    Nos próximos dias, concluída a análise necessária dos fatos e observados os procedimentos institucionais pertinentes, esta Presidência anunciará, no tempo devido e sem precipitação, as medidas cabíveis e necessárias.

    fontefonte

  • DDocumental direto

    Ao autuar de ofício a PET 16.704, em 03/09/2026, o presidente do STF fixou objeto que alcança a própria atuação da Polícia Federal e a via processual adotada: o cumprimento da Lei Orgânica da Magistratura em relação a autoridades com foro; eventuais indícios de uso de credenciais de acesso institucional para avaliar documento estritamente particular e de revelação de informação sob sigilo judicial a pessoa investigada; as circunstâncias do despacho que determinou a identificação das pessoas mencionadas; e as medidas de controle externo da atividade policial. Foram intimados a prestar informações em cinco dias úteis Alexandre de Moraes, André Mendonça, Paulo Gonet e Andrei Passos Rodrigues.

    (ii) eventuais indícios de que credenciais de acesso institucional tenham sido utilizadas para avaliar documento estritamente particular e de que informações sujeitas ao sigilo judicial foram reveladas a pessoa investigada

    documentofonte

  • CCorroborado

    Inventário dos procedimentos que o alcançam, todos sem decisão até 04/09/2026: representação do Partido Novo ao MPF no Distrito Federal por improbidade administrativa e representação à Comissão de Ética Pública da Presidência por conflito de interesses, ambas de 04/05/2026, sobre a viagem custeada — peças assinadas pelo desembargador aposentado Sebastião Coelho, à época pré-candidato ao Senado pelo mesmo partido; convite (não convocação) aprovado em 14/04/2026 na Comissão de Segurança Pública da Câmara, sem registro localizado de comparecimento; notícia-crime da oposição à PGR em 01/09/2026; pedido do Novo de afastamento cautelar em 02/09 e de prisão preventiva em 03/09, ambos a Mendonça; e a Petição 16.704, aberta por Fachin em 03/09, com prazo de cinco dias úteis. Não há inquérito instaurado contra ele no STF, indiciamento, denúncia, decisão judicial que o atinja, nem procedimento conhecido na Corregedoria-Geral da PF. Ele permanece no cargo, sem exoneração, afastamento ou licença; o Palácio do Planalto, procurado, não se manifestou.

    fontefonte

  • CCorroborado

    Em 03/09/2026, o presidente do STF, Edson Fachin, abriu procedimento formal e determinou que Alexandre de Moraes, André Mendonça, o procurador-geral Paulo Gonet e o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, apresentem explicações por escrito em até cinco dias úteis sobre a condução das investigações do Banco Master — incluindo se a PF observou o art. 33 da LOMAN ao lidar com possível crime de magistrado, e se houve uso indevido de credenciais institucionais para acessar material privado. A decisão segue a divulgação do relatório da PF (01/09), o pedido de anulação de Gonet (01/09) e a decisão de Moraes contra Mendonça (mesmo dia). Justificativa: assegurar 'ampla defesa e contraditório'. A sessão do plenário sobre o tema, até então sem data, foi adiada para a segunda quinzena de setembro, para aguardar o prazo. Nenhum dos quatro se manifestou publicamente sobre a determinação até a data desta atualização.

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  • AAlegação

    Na noite de 03/09/2026, André Mendonça pediu verbalmente a Edson Fachin o afastamento cautelar imediato de Alexandre de Moraes do STF, com petição formal em preparação para submeter o pedido posteriormente à confirmação do Plenário. É ação distinta do procedimento de cinco dias úteis aberto por Fachin no mesmo dia. Até a data desta atualização, não há registro público de que Fachin tenha decidido sobre o pedido.

    Atribuída a: Jornal de Brasília e Midiamax

    fontefonte

  • AAlegação

    Em decisão de 03/09/2026, Alexandre de Moraes apontou 'fortes indícios da prática de improbidade administrativa, abuso de autoridade e crime de responsabilidade' na condução das investigações por André Mendonça, com base em relatório da PF sobre 'assimetria': (1) tratamento diferenciado por alinhamento político — Mendonça teria avaliado o caso de ACM Neto (direita) como dentro da legalidade, enquanto tratou de forma distinta casos ligados a nomes da esquerda como Lulinha, apesar de 'similaridade relevante' entre os casos; (2) ritmo mais lento de decisões em casos contra políticos de direita frente a decisões mais rápidas afetando figuras de esquerda — a própria PF registrou 'baixa' confiança nessa conclusão, por amostra pequena. Moraes alegou ainda 'usurpação da direção' das Petições 15.041 (Operação Sem Desconto, fraude no INSS) e 15.556 (Compliance Zero, Banco Master), com 'intencionalidade preconceituosa' contra colegas de Corte e rivais políticos, citando nominalmente o presidente do Senado, Davi Alcolumbre. Encaminhou o caso a Fachin para providências. Esclarecimento necessário: o relatório compara a atuação do relator em dois inquéritos distintos e sob a mesma relatoria — Compliance Zero, que é o caso do Banco Master, e Sem Desconto, que é a fraude no INSS. As pessoas citadas de cada lado são diferentes: ACM Neto está do lado do Master; Fábio Luís Lula da Silva e Roberta Luchsinger, do lado do INSS. A co-ocorrência dos dois casos num mesmo documento decorre da relatoria comum, e não de vínculo entre as pessoas — a busca textual nas peças primárias do caso Master não retorna nenhuma ocorrência dos nomes ligados ao caso do INSS.

    fortes indícios da prática de improbidade administrativa, abuso de autoridade e crime de responsabilidade

    Atribuída a: Poder360

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  • AAlegação

    O relatório de inteligência da PF que fundamenta a decisão de Moraes de 03/09/2026 contra Mendonça dedica uma seção a "Alcolumbre como 'alvo estratégico'": descreve o presidente do Senado como "provável alvo estratégico, considerada sua força política, o favoritismo para manter-se na presidência do Senado Federal e o consequente controle da pauta daquela Casa, notadamente quanto ao processamento de pedidos de impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal". O documento levanta a hipótese de que Mendonça poderia ver no presidente do União Brasil, Antônio Rueda, uma "rota de acesso" a Alcolumbre, e relaciona a suspeita à "resistência de Alcolumbre à indicação de Mendonça ao STF durante o governo de Jair Bolsonaro", descrevendo-o como "grande empecilho" àquela indicação. NOVO (13/09/2026): o mesmo relatório liga esse suposto interesse a um motivo mais amplo — considera "provável" que os movimentos de Mendonça integrem estratégia para "ampliar seu poder no Supremo Tribunal Federal" "considerando o aumento das chances de que uma anistia ampla dos crimes cometidos no contexto da recente tentativa de golpe de Estado acabe sendo avalizada no Tribunal".

    provável alvo estratégico [...] rota de acesso [...] grande empecilho [...] anistia ampla dos crimes cometidos no contexto da recente tentativa de golpe de Estado

    Atribuída a: Relatório de inteligência da Polícia Federal, citado na decisão de Alexandre de Moraes de 03/09/2026

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Fontes73

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Histórico de atualização

Criado
03/09/2026
Atualizado
16/10/2026
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