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Retrato de Cármen Lúcia
Rosinei Coutinho · Attribution · Wikimedia Commons

Pessoa · Magistrado

Cármen Lúcia

Ministra do Supremo Tribunal Federal

1 conexões1 eventos0 fontes oficiais2 evidências
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O que significam D, C, A e I?
DDocumental direto
Documental direto: consta de documento primário verificável (decisão, relatório oficial, contrato, registro).
CCorroborado
Corroborado: confirmado por múltiplas fontes independentes, sem documento primário no corpus.
AAlegação
Alegação: declaração atribuída a terceiro. Não equivale a fato comprovado.
IInferência
Inferência: interpretação analítica a partir de fatos conhecidos. Não é prova.

Detalhe em metodologia.

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Resumo

Ministra do STF. Segundo a Poder360 (06/09/2026), 'transita entre os 2 grupos' formados na crise institucional em torno das suspeitas contra Alexandre de Moraes e do caso Banco Master — um grupo com Gilmar Mendes, Flávio Dino, Cristiano Zanin e Moraes, e outro com André Mendonça, Nunes Marques e Luiz Fux — podendo, segundo a reportagem, decidir a favor de um ou de outro lado.

Por que está no Novelo?

É descrita por apuração jornalística como o voto de equilíbrio ('swing vote') entre os dois grupos formados no STF em torno da crise institucional do caso Master.

Posição do citado

Negativas, esclarecimentos, notas públicas ou versões apresentadas pela pessoa ou organização. Exibidas sempre, mesmo quando enfraquecem uma hipótese.

  • Nota públicapor Cármen Lúcia· 15/09/2026

    Não se manifestou sobre a caracterização de "voto de equilíbrio", mas falou sobre a crise em geral: em 15/09/2026, disse que a exposição do STF nas últimas semanas provocou "mal-estar cívico" na população e que gostaria de ter contribuído para "acalmar" a crise; em 16/09/2026, lamentou o cenário de descrença nas instituições — "a democracia vive da confiança que o cidadão tem em suas instituições".

    Fontes: Gerais News

Lacunas ainda não esclarecidas

O que o corpus não demonstra. Se não sabemos, dizemos que não sabemos.

  • Não localizada manifestação pública dela sobre a caracterização feita pela Poder360 de que 'transita entre os 2 grupos' especificamente — trata-se de leitura da reportagem, não de declaração própria da ministra; as falas localizadas são sobre a crise institucional em geral, não sobre essa caracterização.

Linha do tempo1

Mais bem documentadas1

As doze relações com a evidência mais forte. Todas aparecem completas, agrupadas por categoria, na seção seguinte.

Relações por categoria1

Institucional 1

Supremo Tribunal Federal· ministra da CorteCCorroboradoVerificado
InstitucionalInstitucionalconfiança 80%

Por que estes nós estão conectados?

Cármen Lúcia é ministra do Supremo Tribunal Federal. Segundo apuração da Poder360 de 06/09/2026, ela 'transita entre os 2 grupos' formados na crise institucional em torno das suspeitas contra Alexandre de Moraes e do caso Banco Master — leitura da reportagem, sem corroboração independente localizada.

Força da evidência

CCorroboradoCorroborado: confirmado por múltiplas fontes independentes, sem documento primário no corpus.

Posição dos envolvidos

Posição não localizada no corpus até a última atualização.

Negócios e transações0

Nenhuma transação documentada no corpus.

Documentos0

Nenhum documento ligado.

Evidências2

Cada evidência sustenta uma proposição concreta, com classificação própria.

  • AAlegação

    Segundo apuração do Poder360, na reunião fechada de 12/02/2026 dos dez ministros do STF sobre o relatório da PF que investigava Dias Toffoli, oito ministros (Moraes, André Mendonça, Zanin, Dino, Gilmar Mendes, Fux, Nunes Marques e o próprio Toffoli) defenderam sua permanência como relator do caso Master contra dois (Cármen Lúcia e Fachin); a maioria descartou o relatório da PF como juridicamente inconsistente — Flávio Dino teria chamado as 200 páginas de "lixo jurídico" — e Alexandre de Moraes teria classificado a apuração da PF como "ilegal" e "trabalho sujo".

    Atribuída a: Poder360, em apuração de bastidor sobre reunião fechada (12-13/02/2026)

    fontefonte

  • CCorroborado

    Em 12/02/2026 os dez ministros do STF então em exercício (Fachin, Moraes, Gilmar Mendes, Cármen Lúcia, Toffoli, Fux, André Mendonça, Nunes Marques, Zanin e Dino) divulgaram nota oficial reconhecendo "a plena validade dos atos praticados pelo Ministro Dias Toffoli na relatoria da Reclamação n. 88.121" e expressando "apoio pessoal" a ele; a Presidência do STF, "ouvidos todos os Ministros", acolheu no mesmo ato a comunicação de Toffoli sobre o envio dos autos para redistribuição, que coube a André Mendonça.

    Atribuída a: Nota oficial dos dez ministros do STF, divulgada em noticias.stf.jus.br em 12/02/2026

    fontefontefonte

Fontes7

0 fonte(s) primária(s) oficial(is).

Histórico de atualização

Criado
09/09/2026
Atualizado
19/09/2026
Revisão
published
Revisor
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