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Mendonça vê Alcolumbre como 'alvo estratégico' e busca ampliar poder no STF para viabilizar anistia a golpistas, diz PF a Moraes

ND MaisVinicios Souzapublicada em 04/09/2026capturada em 13/09/2026Imprensa

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Reproduz um trecho do mesmo relatório de inteligência da PF citado na decisão de Moraes de 03/09/2026 (já no acervo, ev-pf-alcolumbre-alvo-estrategico-rota-de-acesso-rueda) que não constava da cobertura anterior: a PF avalia que o "aumento de poder" de Mendonça no STF mirado por meio de Alcolumbre se explicaria "provavelmente considerando o aumento das chances de que uma anistia ampla dos crimes cometidos no contexto da recente tentativa de golpe de Estado acabe sendo avalizada no Tribunal" — ou seja, a PF liga a hipótese de perseguição a Alcolumbre não só ao controle da pauta de impeachment, mas a uma possível anistia aos condenados dos atos de 8 de janeiro de 2023, que passaria a depender de uma composição favorável do STF. Trecho confirmado verbatim no corpo da matéria, não apenas na manchete.

Fonte secundária: sustenta, no máximo, evidências corroboradas (C) ou alegações (A), salvo quando reproduz documento primário lido pela equipe.

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Verificada em
13/09/2026
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O que esta fonte sustenta

Evidências

  • AAlegaçãoO relatório de inteligência da PF que fundamenta a decisão de Moraes de 03/09/2026 contra Mendonça dedica uma seção a "Alcolumbre como 'alvo estratégico'": descreve o presidente do Senado como "provável alvo estratégico, considerada sua força política, o favoritismo para manter-se na presidência do Senado Federal e o consequente controle da pauta daquela Casa, notadamente quanto ao processamento de pedidos de impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal". O documento levanta a hipótese de que Mendonça poderia ver no presidente do União Brasil, Antônio Rueda, uma "rota de acesso" a Alcolumbre, e relaciona a suspeita à "resistência de Alcolumbre à indicação de Mendonça ao STF durante o governo de Jair Bolsonaro", descrevendo-o como "grande empecilho" àquela indicação. NOVO (13/09/2026): o mesmo relatório liga esse suposto interesse a um motivo mais amplo — considera "provável" que os movimentos de Mendonça integrem estratégia para "ampliar seu poder no Supremo Tribunal Federal" "considerando o aumento das chances de que uma anistia ampla dos crimes cometidos no contexto da recente tentativa de golpe de Estado acabe sendo avalizada no Tribunal".

Documentos

Nenhum.

Atos públicos

Nenhum.

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