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Pressão política empurrou STF para tirar Toffoli do caso Master

Poder360publicada em 13/02/2026capturada em 14/09/2026Imprensa

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Reconstitui a reunião fechada de 12/02/2026 dos dez ministros do STF (uma vaga aberta desde a saída de Barroso), a partir de apuração própria com diálogos atribuídos aos ministros. Placar antes da solução negociada: 8 a favor da permanência de Toffoli (Moraes, André Mendonça, Zanin, Dino, Gilmar Mendes, Fux, Nunes Marques e o próprio Toffoli) e 2 contrários (Cármen Lúcia e Fachin). Citações atribuídas: Toffoli disse que "não tinha nada a temer" e chamou o relatório da PF de "uma ilegalidade"; Gilmar Mendes disse que "o que está por trás disso é que o ministro Toffoli tomou decisões, nesse caso Master, contrárias à Polícia Federal. E a Polícia Federal quis retaliar"; Cármen Lúcia citou a repercussão pública ("todo taxista que eu pego fala mal do Supremo") mas disse ter "confiança" em Toffoli; Fux disse que Toffoli "tem credibilidade" com ele e que seu voto era "por ele. Ponto"; Moraes chamou a apuração da PF de "ilegal" e de "trabalho sujo"; Nunes Marques chamou o argumento de suspeição de "nada jurídico"; e Dino, que classificou as 200 páginas do relatório como "lixo jurídico" para ele, propôs a solução: uma nota assinada pelos 10 ministros de apoio a Toffoli, em troca da qual o ministro, "num gesto de grandeza e defesa da institucionalidade", encaminharia o caso para redistribuição — o que resultou na nota oficial do mesmo dia e na redistribuição a André Mendonça.

Apuração de bastidor com diálogos atribuídos a ministros do STF em reunião fechada; ver src-cnnbrasil-2026-02-13-dialogos-ministros-reuniao-toffoli para a ressalva expressa de outro veículo sobre a impossibilidade de verificar a autenticidade desses diálogos de forma independente.

Fonte secundária: sustenta, no máximo, evidências corroboradas (C) ou alegações (A), salvo quando reproduz documento primário lido pela equipe.

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14/09/2026
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O que esta fonte sustenta

Evidências

  • CCorroboradoEm 12/02/2026 os dez ministros do STF então em exercício (Fachin, Moraes, Gilmar Mendes, Cármen Lúcia, Toffoli, Fux, André Mendonça, Nunes Marques, Zanin e Dino) divulgaram nota oficial reconhecendo "a plena validade dos atos praticados pelo Ministro Dias Toffoli na relatoria da Reclamação n. 88.121" e expressando "apoio pessoal" a ele; a Presidência do STF, "ouvidos todos os Ministros", acolheu no mesmo ato a comunicação de Toffoli sobre o envio dos autos para redistribuição, que coube a André Mendonça.
  • AAlegaçãoSegundo apuração do Poder360, na reunião fechada de 12/02/2026 dos dez ministros do STF sobre o relatório da PF que investigava Dias Toffoli, oito ministros (Moraes, André Mendonça, Zanin, Dino, Gilmar Mendes, Fux, Nunes Marques e o próprio Toffoli) defenderam sua permanência como relator do caso Master contra dois (Cármen Lúcia e Fachin); a maioria descartou o relatório da PF como juridicamente inconsistente — Flávio Dino teria chamado as 200 páginas de "lixo jurídico" — e Alexandre de Moraes teria classificado a apuração da PF como "ilegal" e "trabalho sujo".

Documentos

Nenhum.

Atos públicos

Nenhum.

Pessoas e organizações

Relações derivadas