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Gilmar defende suspensão de precatórios e cita Master

SBT News (Coluna da Basília)Basília Rodrigues e José Matheus Santospublicada em 29/09/2026capturada em 16/10/2026Imprensa

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Segundo a coluna, o ministro Gilmar Mendes encaminhou ofícios aos presidentes do STF, Edson Fachin, e do STJ, Luís Salomão, defendendo a suspensão de precatórios ainda sem trânsito em julgado. A coluna transcreve trechos atribuídos ao decano, entre eles que as investigações sobre o Banco Master "revelaram um modelo de negócios parasitário, que drenava recursos públicos e a poupança de milhares de investidores", a sugestão de correição extraordinária da Corregedoria Nacional de Justiça em todos os tribunais regionais federais, "sobretudo no TRF-1", com foco nos precatórios do setor sucroalcooleiro e da revisão da tabela do SUS (Tunep), e que "o primeiro passo deva ser sustar todas as decisões que determinaram indevidamente a expedição de precatório antes do trânsito em julgado". Os ofícios não são reproduzidos.

A página exibe 29/09/2026, 11:12, no navegador usado na leitura. A coluna menciona contrato sob apuração já tratado no lote 349 e nomeia a advogada que o assina; o Novelo não reproduz esse trecho. Adjetivos atribuídos ao decano ("práticas perversas", "atalhos") não entram em texto próprio.

Fonte secundária: sustenta, no máximo, evidências corroboradas (C) ou alegações (A), salvo quando reproduz documento primário lido pela equipe.

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16/10/2026
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O que esta fonte sustenta

Evidências

  • CCorroboradoSegundo o SBT News (Coluna da Basília) e a Agência Estado, em 29/09/2026 Gilmar Mendes enviou ofícios aos presidentes do STF, Edson Fachin, e do STJ, Luís Felipe Salomão, sobre a expedição de precatórios: defendeu "sustar todas as decisões que determinaram indevidamente a expedição de precatório antes do trânsito em julgado" e uma correição extraordinária da Corregedoria Nacional de Justiça em todos os tribunais regionais federais, sobretudo no TRF-1; segundo a Agência Estado, cobrou também do Banco Central e da CVM a apuração da presença desses créditos em fundos e balanços de bancos. Os dois veículos atribuem ao ofício a frase de que as investigações do Master "revelaram um modelo de negócios parasitário, que drenava recursos públicos e a poupança de milhares de investidores".

Documentos

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Nenhum.

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