Pular para o conteúdo
Retrato de Alessandro Vieira
Senado Federal · Attribution · Wikimedia Commons

Pessoa · Político

Alessandro Vieira

Senador (MDB-SE); relator da CPI do Crime Organizado

2 conexões6 eventos7 fontes oficiais10 evidências
Ir para a seção (12)
O que significam D, C, A e I?
DDocumental direto
Documental direto: consta de documento primário verificável (decisão, relatório oficial, contrato, registro).
CCorroborado
Corroborado: confirmado por múltiplas fontes independentes, sem documento primário no corpus.
AAlegação
Alegação: declaração atribuída a terceiro. Não equivale a fato comprovado.
IInferência
Inferência: interpretação analítica a partir de fatos conhecidos. Não é prova.

Detalhe em metodologia.

Levar este dossiê para um assistente:Baixar .txt23 KBcomo usar

Resumo

Relator da CPI do Crime Organizado. Seu relatório final, que pedia o indiciamento por crimes de responsabilidade de Toffoli, Moraes, Gilmar Mendes e Gonet, foi rejeitado por 6 a 4 em 14/04/2026. No mesmo dia, Gilmar Mendes acionou a PGR pedindo a investigação dele por suposto abuso de autoridade, em razão das conclusões do relatório contra o próprio ministro. Coautor da PEC 65/2023. Em 15/09/2026 impetrou no STF o Mandado de Segurança 41.085 contra o Presidente do Senado, para obter a instalação de CPI sobre o caso Master requerida em 09/03; o relator, Cristiano Zanin, indeferiu a liminar em 22/09/2026, e ele pediu reconsideração em 25/09 e interpôs agravo regimental em 29/09, segundo o portal do STF.

Por que está no Novelo?

Relatou a CPI do Crime Organizado, cujo relatório sobre o caso Master foi rejeitado, e é coautor da PEC 65/2023.

Posição do citado

Negativas, esclarecimentos, notas públicas ou versões apresentadas pela pessoa ou organização. Exibidas sempre, mesmo quando enfraquecem uma hipótese.

  • Esclarecimentopor Alessandro Vieira· 15/04/2026

    Ao pedido de investigação de Gilmar Mendes na PGR, respondeu que reagiria "com absoluta tranquilidade" e que "ameaças e tentativas de constrangimento não vão mudar o curso da história" — sustentando estar protegido por imunidade parlamentar, já que avaliação jurídica em voto de CPI não configura abuso de autoridade.

    Fontes: Gazeta do Povo

  • Nota públicapor Alessandro Vieira· 23/09/2026

    Sobre a liminar negada no MS 41.085, disse em nota: "A decisão do ministro Zanin é uma decepção, como aliás tem sido decepcionante a atuação do STF em geral", e que juntaria mais informações e pediria revisão do entendimento; interpôs agravo regimental em 29/09/2026.

    Fontes: Agência Brasil, Congresso em Foco

Lacunas ainda não esclarecidas

O que o corpus não demonstra. Se não sabemos, dizemos que não sabemos.

  • Desfecho da representação de Gilmar Mendes na PGR contra ele não apurado pela equipe.
  • MS 41.085: julgamento do agravo regimental de 29/09/2026 e parecer da PGR não localizados até 16/10/2026.

Linha do tempo6

Mais bem documentadas2

As doze relações com a evidência mais forte. Todas aparecem completas, agrupadas por categoria, na seção seguinte.

  • DDocumental diretoDavi Alcolumbreimpetrante do MS 41.085 contra o Presidente do Senado (CPI do Master)15/09/2026
  • DDocumental diretoSenado Federalsenador

Relações por categoria2

Institucional 2

Davi Alcolumbre· impetrante do MS 41.085 contra o Presidente do Senado (CPI do Master)DDocumental diretoVerificadodesde 15/09/2026
InstitucionalInstitucionalconfiança 80%

Por que estes nós estão conectados?

Em 15/09/2026 o senador Alessandro Vieira impetrou no STF o Mandado de Segurança 41.085 contra o Presidente do Senado Federal, cargo ocupado por Davi Alcolumbre, para obter a instalação de CPI sobre o caso Master; o relator, Cristiano Zanin, indeferiu a liminar em 22/09/2026, e o impetrante interpôs agravo regimental em 29/09. Relação processual entre impetrante e autoridade impetrada; não descreve conduta pessoal de nenhum dos dois.

Eventos: Zanin indefere a liminar no MS 41.085, que pedia a instalação da CPI do Master no Senado

Fontes

Força da evidência

DDocumental diretoDocumental direto: consta de documento primário verificável (decisão, relatório oficial, contrato, registro).
  • DDocumental diretoNo Mandado de Segurança 41.085, impetrado por Alessandro Vieira contra o Presidente do Senado Federal e protocolado em 15/09/2026, o relator Cristiano Zanin indeferiu a liminar em 22/09/2026, por decisão monocrática; em 25/09 houve pedido de reconsideração, em 28/09 foram assinados ofícios ao Presidente do Senado e à AGU, em 29/09 foi interposto agravo regimental e, em 14/10/2026, os autos foram com vista à PGR.

Posição dos envolvidos

Senado Federal· senadorDDocumental diretoVerificado
InstitucionalInstitucionalconfiança 95%

Por que estes nós estão conectados?

Exerce mandato de senador e relatou a CPI do Crime Organizado.

Fontes

Força da evidência

DDocumental diretoDocumental direto: consta de documento primário verificável (decisão, relatório oficial, contrato, registro).
  • DDocumental diretoEm 14/04/2026 a CPI do Crime Organizado rejeitou por 6 a 4 o relatório de Alessandro Vieira que pedia o indiciamento por crimes de responsabilidade de Toffoli, Moraes, Gilmar Mendes e Gonet.

Posição dos envolvidos

Posição não localizada no corpus até a última atualização.

Negócios e transações0

Nenhuma transação documentada no corpus.

Documentos8

Evidências10

Cada evidência sustenta uma proposição concreta, com classificação própria.

  • DDocumental direto

    No Mandado de Segurança 41.085, impetrado por Alessandro Vieira contra o Presidente do Senado Federal e protocolado em 15/09/2026, o relator Cristiano Zanin indeferiu a liminar em 22/09/2026, por decisão monocrática; em 25/09 houve pedido de reconsideração, em 28/09 foram assinados ofícios ao Presidente do Senado e à AGU, em 29/09 foi interposto agravo regimental e, em 14/10/2026, os autos foram com vista à PGR.

    documentofonte

  • DDocumental direto

    Em 14/04/2026 a CPI do Crime Organizado rejeitou por 6 a 4 o relatório de Alessandro Vieira que pedia o indiciamento por crimes de responsabilidade de Toffoli, Moraes, Gilmar Mendes e Gonet.

    documentofonte

  • DDocumental direto

    O ministro André Mendonça desobrigou Belline Santana de comparecer à CPI do Crime Organizado em 24 de março de 2026 e tornou a convocação facultativa, assegurando o direito ao silêncio em caso de comparecimento.

    documentofonte

  • CCorroborado

    Paulo Sérgio Neves de Souza foi diretor de fiscalização do Banco Central entre 2019 e 2023 e Belline Santana chefiou o Departamento de Supervisão Bancária entre 2019 e 2024; ambos são servidores de carreira da autarquia.

    fontefonte

  • DDocumental direto

    O Requerimento nº 287/2026 da CPI do Crime Organizado, do senador Alessandro Vieira, aprovado pelo colegiado em 31/03/2026, sustenta que 'documentos registrados na CVM em outubro de 2015 confirmam que Ortiz figurava como cotista de fundos administrados pela antiga Foco DTVM — atual Sefer Investimentos —, tanto em nome próprio quanto por meio de empresas a ele vinculadas, incluindo o Aquilla FII', e que 'este fundo investiu no Fundo São Domingos, veículo utilizado na aquisição do Banco Máxima em 2017'. Registra ainda que Yan Felix Hirano e Benjamim Botelho de Almeida figuram conjuntamente como sócios-administradores da ASOCLQ desde junho de 2012. O texto do próprio requerimento preserva o condicional. Hirano nunca chegou a depor: a CPI encerrou em 14/04/2026 com a rejeição do relatório final por 6 votos a 4. Os documentos da CVM invocados não foram publicados nem localizados pela equipe.

    documentofontefonte

  • AAlegação

    Verificação da equipe sobre o alcance oficial da alegação: o relatório final da CPI do Crime Organizado, do relator Alessandro Vieira — 221 páginas, de 13/04/2026 —, não menciona Oliver Ortiz, o Grupo Aquilla, a Foco DTVM, a Sefer, Benjamim Botelho de Almeida ou Yan Felix Hirano, embora dedique amplo espaço ao Banco Master (44 menções) e a Daniel Vorcaro (64 menções). Ou seja: o mesmo senador que assinou o requerimento de convocação não levou o tema ao seu relatório — que, de todo modo, foi rejeitado em 14/04/2026. Nenhuma investigação da Polícia Federal, do Ministério Público, da CVM ou do Banco Central incorporou a alegação até a data desta atualização.

    Atribuída a: Verificação da equipe editorial por busca textual no PDF oficial do relatório

    fonte

  • DDocumental direto

    Em depoimento à CPI do Crime Organizado (08/04/2026), Gabriel Galípolo confirmou ter participado da reunião de dezembro de 2024 no Planalto com Lula, Vorcaro e ministros, e afirmou que sua atuação se limitou a encaminhar o caso à análise técnica do BC.

    Galípolo confirmou que se reuniu no Palácio do Planalto em dezembro de 2024 com o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, o ex-controlador do Master, Daniel Vorcaro, e alguns ministros.

    documentofonte

  • DDocumental direto

    Galípolo afirmou à CPI não ter tratado do caso Master com ministros do STF; disse que se reuniu com ministros sobre a Lei Magnitsky e negou seis conversas telefônicas com Moraes ('todas reuniões foram presenciais').

    documentofonte

  • AAlegação

    Em 06/06/2026 Edson Fachin rejeitou, por intempestividade, a arguição de suspeição de Nunes Marques no MS 40.823, mantendo-o relator da ação sobre a instalação da CPI do Master.

    Atribuída a: Consultor Jurídico

    fonte

  • AAlegação

    Segundo a Agência Brasil e o Congresso em Foco (23/09/2026), Zanin entendeu não comprovada, naquele momento, a omissão do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, em instalar a CPI requerida por Alessandro Vieira; destacou a existência de outro requerimento sobre fatos ligados ao Master; pediu informações ao Senado, com posterior envio à PGR, e ressalvou que poderá reexaminar o pedido; e lembrou a jurisprudência do STF sobre o direito das minorias parlamentares de instalar CPI. Segundo o Congresso em Foco, a decisão diz: "Não é possível reconhecer, neste momento processual, a relevância do fundamento invocado pelo impetrante".

    Não é possível reconhecer, neste momento processual, a relevância do fundamento invocado pelo impetrante

    Atribuída a: Agência Brasil e Congresso em Foco

    fontefonte

Fontes11

7 fonte(s) primária(s) oficial(is).

Histórico de atualização

Criado
03/09/2026
Atualizado
16/10/2026
Revisão
published
Revisor
orquestrador

O histórico completo de alterações deste registro está no Git do repositório e no registro de atualizações. Correções podem ser propostas por issue ou pull request.