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STF: Gilmar cobra de Fachin e Salomão medidas para coibir irregularidades em precatórios

Agência Estado (republicado pelo Diário do Grande ABC)publicada em 29/09/2026capturada em 16/10/2026Agência de notícias

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Segundo a matéria, no ofício enviado em 29/09/2026 Gilmar Mendes cobrou dos presidentes do STF, Edson Fachin, e do STJ, Luís Felipe Salomão, medidas para coibir irregularidades na expedição de precatórios; disse que as investigações sobre o Banco Master "revelaram um modelo de negócios parasitário, que drenava recursos públicos e a poupança de milhares de investidores"; sugeriu correição extraordinária da Corregedoria Nacional de Justiça em todos os tribunais regionais federais, sobretudo no TRF-1; defendeu "sustar todas as decisões que determinaram indevidamente a expedição de precatório antes do trânsito em julgado"; cobrou do Banco Central e da CVM que apurem como os créditos "foram parar em fundos de investimento e nos balanços de bancos"; e afirmou: "Impõe-se uma resposta coordenada das instituições, à altura da gravidade dos fatos revelados".

Publicada às 10:15 de 29/09/2026 no Diário do Grande ABC, sem assinatura individual; o link de autoria da página aponta para o rótulo "da-ae" (conteúdo de agência), e o texto remete a reportagens do Estadão: por isso a origem é registrada como Agência Estado, e o DGABC como republicador. Não é fonte independente do Estadão. A recapitulação final sobre um desembargador do TRF-1 é do veículo e não entra.

Fonte secundária: sustenta, no máximo, evidências corroboradas (C) ou alegações (A), salvo quando reproduz documento primário lido pela equipe.

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Verificada em
16/10/2026
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O que esta fonte sustenta

Evidências

  • CCorroboradoSegundo o SBT News (Coluna da Basília) e a Agência Estado, em 29/09/2026 Gilmar Mendes enviou ofícios aos presidentes do STF, Edson Fachin, e do STJ, Luís Felipe Salomão, sobre a expedição de precatórios: defendeu "sustar todas as decisões que determinaram indevidamente a expedição de precatório antes do trânsito em julgado" e uma correição extraordinária da Corregedoria Nacional de Justiça em todos os tribunais regionais federais, sobretudo no TRF-1; segundo a Agência Estado, cobrou também do Banco Central e da CVM a apuração da presença desses créditos em fundos e balanços de bancos. Os dois veículos atribuem ao ofício a frase de que as investigações do Master "revelaram um modelo de negócios parasitário, que drenava recursos públicos e a poupança de milhares de investidores".

Documentos

Nenhum.

Atos públicos

Nenhum.

Pessoas e organizações

Relações derivadas