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PF sugere haver 'assimetria' em decisões de André Mendonça

Poder360publicada em 03/09/2026capturada em 03/09/2026Imprensa

Acesso

Relata a decisão de Alexandre de Moraes de 03/09/2026 apontando 'fortes indícios da prática de improbidade administrativa, abuso de autoridade e crime de responsabilidade' por parte de Mendonça, com base em relatório da PF sobre tratamento díspar de casos por alinhamento político e ritmo de decisões, e alegando 'usurpação da direção' das Petições 15.041 (Sem Desconto/INSS) e 15.556 (Compliance Zero/Master). Procurado, o gabinete de Mendonça não respondeu até a publicação.

Fonte secundária: sustenta, no máximo, evidências corroboradas (C) ou alegações (A), salvo quando reproduz documento primário lido pela equipe.

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Verificada em
03/09/2026
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O que esta fonte sustenta

Evidências

  • AAlegaçãoEm decisão de 03/09/2026, Alexandre de Moraes apontou 'fortes indícios da prática de improbidade administrativa, abuso de autoridade e crime de responsabilidade' na condução das investigações por André Mendonça, com base em relatório da PF sobre 'assimetria': (1) tratamento diferenciado por alinhamento político — Mendonça teria avaliado o caso de ACM Neto (direita) como dentro da legalidade, enquanto tratou de forma distinta casos ligados a nomes da esquerda como Lulinha, apesar de 'similaridade relevante' entre os casos; (2) ritmo mais lento de decisões em casos contra políticos de direita frente a decisões mais rápidas afetando figuras de esquerda — a própria PF registrou 'baixa' confiança nessa conclusão, por amostra pequena. Moraes alegou ainda 'usurpação da direção' das Petições 15.041 (Operação Sem Desconto, fraude no INSS) e 15.556 (Compliance Zero, Banco Master), com 'intencionalidade preconceituosa' contra colegas de Corte e rivais políticos, citando nominalmente o presidente do Senado, Davi Alcolumbre. Encaminhou o caso a Fachin para providências.

Documentos

Nenhum.

Atos públicos

Nenhum.

Pessoas e organizações

Nenhum.

Relações derivadas