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BC poupou Cartos, empresa investigada pela PF no caso Master

Poder360publicada em 04/02/2026capturada em 12/09/2026Imprensa

Acesso

Apuração própria de Hamilton Ferrari, com base em depoimentos à Polícia Federal (Ailton Aquino, diretor de Fiscalização do BC; Paulo Henrique Costa, ex-presidente do BRB; Daniel Vorcaro) e documentos do Banco Central. Atribui a criação da Tirreno, em 04/11/2024, a André Felipe de Oliveira Seixas Maia — ex-funcionário do Master até março de 2022, diretor da Cartos e sócio da Tirreno —, não a Daniel Vorcaro nem à Cartos como empresa, e indica como falsa a versão pública do próprio Vorcaro de que Henrique Peretto teria criado a Tirreno. Traz negativa formal da Cartos ("não originou, estruturou, comercializou, intermediou ou cedeu quaisquer créditos ou títulos relacionados às investigações"). Menciona cerca de R$ 6 bilhões em créditos originados pela Tirreno; não reproduz os valores de R$ 12,2 bilhões nem o número de 130 contratos sem lastro atribuídos pela reportagem da Agência Pública a uma amostragem distinta do Banco Central.

Fonte secundária: sustenta, no máximo, evidências corroboradas (C) ou alegações (A), salvo quando reproduz documento primário lido pela equipe.

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Verificada em
12/09/2026
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O que esta fonte sustenta

Evidências

  • CCorroboradoO mecanismo por trás dos R$ 12,2 bilhões em carteiras que o BRB adquiriu do Master, já registrado no corpus via decisão do STF como tendo ocorrido 'apesar de pareceres técnicos e jurídicos contrários', foi descrito por duas apurações independentes baseadas em depoimentos à PF e ao BC: uma empresa de fachada, a Tirreno, vendia créditos ao BRB embutindo um prêmio ao banco comprador; o Master recebia o valor à vista, sem pagar a Tirreno à vista; os créditos não puderam ser confirmados na origem.

Documentos

Nenhum.

Atos públicos

Nenhum.

Relações derivadas

  • Tirreno · venda de créditos por R$ 12,2 bilhões, apontados como fabricados · BRB CCorroborado