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BRB chegou a ter 90,3% das carteiras de crédito concentradas no Banco Master, aponta perícia da PF
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Reportagem sobre o laudo pericial da PF de 13/08/2026, com sigilo levantado em 11/09/2026 por ordem do presidente do STF, Edson Fachin, dentro do material da Operação Compliance Zero. A perícia analisou aquisições de R$ 17,5 bilhões e concluiu que o BRB chegou a concentrar 90,3% de suas carteiras de crédito adquiridas de outras instituições no Banco Master, com pico de R$ 19,8 bilhões em junho de 2025; que o banco pagou R$ 7,6 bilhões em 22 operações antes de concluir os ritos internos e laudos técnicos obrigatórios (43,41% do total desembolsado em aquisições de varejo); e caracteriza a gestão da diretoria do BRB à época, presidida por Paulo Henrique Costa, hoje preso, como 'gestão fraudulenta', com manipulação de procedimentos de governança e formalização retroativa de controles.
Fonte secundária: sustenta, no máximo, evidências corroboradas (C) ou alegações (A), salvo quando reproduz documento primário lido pela equipe.
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- 18/09/2026
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Evidências
- AAlegaçãoSegundo laudo pericial da PF de 13/08/2026, o BRB chegou a concentrar 90,3% de suas carteiras de crédito adquiridas de outras instituições no Banco Master, com pico de R$ 19,8 bilhões em junho de 2025, dentro de um universo analisado de R$ 17,5 bilhões em operações.
- AAlegaçãoA mesma perícia aponta que o BRB pagou R$ 7,6 bilhões em 22 operações de aquisição de carteiras do Master antes de concluir os ritos internos e os laudos técnicos obrigatórios — 43,41% do total desembolsado nas aquisições de varejo —, caracterizando a gestão da diretoria à época, presidida por Paulo Henrique Costa, como 'gestão fraudulenta', por manipulação de procedimentos de governança e formalização retroativa de controles.
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