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Transparência

Atualizações

Último build do corpus: 26/10/2026, 15:54 BRT. Cada alteração de dado passa por validação automática e revisão; o histórico completo está no Git do repositório.

  1. Lote 315 — Trustee DTVM (Quadrado) já administrava o fundo CARE11 antes de 2022

    Reconciliação feita por um fork delegado e verificada por esta sessão: a "Planner Trustee", citada pela Revista Oeste como administradora do fundo CARE11 (Graveyard Death and Care/Brazilian Graveyard and Death Care Services, com cemitério em Sabará/MG avaliado em R$181mi em 2016 e reavaliado para R$111,7mi em 2020), é a mesma entidade já registrada no acervo como Trustee DTVM, controlada por Maurício Quadrado — confirmado via CNPJ (67.030.395/0001-46, mesmo número em ambas as fontes). É um ponto de contato adicional, anterior a 2022, entre Quadrado e o "mercado da morte" do grupo Vorcaro, distinto do episódio já mapeado sobre a Bello Pactum/FIDC Alvarinho. Também descartado, pela mesma reconciliação, um possível fato novo: o "segundo" Termo de Compromisso da CVM mencionado pelo O Bastidor é quase certamente o mesmo já registrado no acervo (ev-angelo-ribeiro-manipulacao-care11-cvm-2022, valores idênticos), não um episódio adicional — por isso não gerou novo registro. Enriquecimento pontual de dois arquivos existentes, sem novas entidades de pessoa/organização.

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    • trustee-dtvm: nova open_question sobre a administração do fundo CARE11 desde antes de 2022.
    • rel-mauricio-quadrado-trustee-dtvm-corporate: descrição enriquecida com a mesma informação.

    Registros afetados: Trustee DTVM, Maurício Quadrado

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  2. Lote 314 — PF mira Cezinha de Madureira por tráfico de influência, autorizado por Dino

    Achado de um fork delegado, verificado por esta sessão via WebFetch em duas fontes de imprensa independentes (CNN Brasil, Gazeta do Povo): em 14/09/2026, a PF cumpriu a terceira fase da Operação Transparência (iniciada em dezembro/2025 sobre emendas parlamentares) contra o deputado Cezinha de Madureira (PL-SP) e sua esposa, a advogada Valéria Rodrigues Linhares (nova no acervo) — quatro mandados de busca e apreensão no DF e em SP, autorizados pelo Min. Flávio Dino, por suspeita de exploração de prestígio, tráfico de influência, corrupção passiva e lavagem de dinheiro, envolvendo negociação de valores condicionados ao resultado de processos em tribunais superiores. Já se sabia que Linhares tivera R$ 510 mil em espécie apreendidos em mala no Aeroporto de Congonhas em 25/08/2026. Cezinha de Madureira já constava do acervo como o intermediário, segundo a imprensa, do encontro de 14/03/2025 entre o Min. André Mendonça e Daniel Vorcaro — encontro que a decisão de hoje do Min. Dino na ADPF 1.196 (lote 313) volta a citar. Registrado com cautela: nenhuma fonte liga formalmente as duas apurações entre si; a coincidência de intermediário e relator é anotada como o que é — coincidência a observar, não conexão processual estabelecida.

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    • cezinha-de-madureira: verbete atualizado com a Operação Transparência e nova open_question sobre a ausência de conexão formal entre essa investigação e o episódio do encontro Mendonça-Vorcaro.

    Registros afetados: Cezinha de Madureira, Valéria Rodrigues Linhares, Flávio Dino, André Mendonça, Daniel Vorcaro

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  3. Lote 313 — Dino liga Cortel/Banco Master ao voto de Mendonça e remete decisão a Fachin

    Decisão monocrática do Min. Flávio Dino de hoje (ADPF 1.196, privatização dos cemitérios de São Paulo), obtida e conferida integralmente no portal público do STF por um fork delegado e corroborada por esta sessão via WebSearch/WebFetch independentes. A decisão narra que Fabiano Zettel (cunhado de Daniel Vorcaro, já preso no caso Master) foi conselheiro da concessionária Cortel SP até outubro/2025, assinando atas com e-mails institucionais do Banco Master e do Banco Máxima — fato negado pela Cortel e sob apuração da Prefeitura de SP e do MP-SP. Estabelece cronologia inédita: o encontro Mendonça-Vorcaro de 14/03/2025 ocorreu um dia antes de Mendonça pedir vista da cautelar de preços funerários do próprio Dino — cautelar que afetava a Cortel — e, na retomada, Mendonça votou contra ela. Cita a própria entrevista de Mendonça confirmando que recebeu Vorcaro a pedido da Igreja Batista da Lagoinha (à qual Zettel é vinculado), com o deputado Cezinha de Madureira como intermediário — ambos já registrados no acervo. Registra que o irmão de Mendonça é Secretário-Executivo da SP Regula, agência que fiscaliza os cemitérios de SP, e que o Instituto ITER (fundado por Mendonça, local do encontro com Vorcaro) fechou, dias após o voto, dois contratos sem licitação com entes públicos de SP (R$ 380 mil com a Prefeitura, ~R$ 1,63 milhão com a FDE) — achado de imprensa independente desta equipe mostra que o Instituto acumula R$ 10,8 milhões em 55 contratos públicos, 54 sem licitação. O relator explicita não afirmar relação causal, apenas "quadro indiciário suficientemente relevante" a apurar, e remete cópia da decisão ao Min. Fachin para juntada nos autos que apuram a conduta de Mendonça, sujeito a autorização do Plenário. Não incluído neste lote, por prudência de tempo e escopo: o histórico mais antigo (2016-2022) sobre o fundo CARE11, a VHR Empreendimentos, o fundo Brazilian Graveyard and Death Care Services e a multa da CVM aos irmãos Schumann, também narrado na decisão — fica para lote posterior.

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    • fabiano-zettel: nova open_question sobre seu papel na Cortel SP.
    • instituto-iter: nova open_question sobre os contratos sem licitação com Prefeitura de SP e FDE.
    • andre-mendonca: nova open_question sobre a decisão de Dino e a remessa a Fachin.
    • rel-daniel-vorcaro-andre-mendonca-allegation: enriquecida com a cronologia encontro→pedido de vista→voto e a conexão com a Cortel, estabelecida pela decisão de Dino.

    Registros afetados: Flávio Dino, André Mendonça, Daniel Vorcaro, Fabiano Zettel, Cortel SP, SP Regula, Alexandre de Almeida Mendonça, Instituto ITER, Cezinha de Madureira, Banco Master

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  4. Lote 312 — Simonetti trava o afastamento de Moraes na OAB, meses depois de criticá-lo na campanha

    Apuração de um fork delegado sobre a postura do presidente da OAB, Beto Simonetti (novo verbete), diante da crise Moraes/Toffoli. Em 09/09/2026, o Conselho Federal — já no acervo por pedir acesso a provas e o afastamento do procurador-geral Gonet (lote 306) — optou, na mesma reunião, por criar uma comissão formada pela própria diretoria em vez de deliberar sobre o afastamento cautelar de Moraes e Toffoli. Em 14/09/2026, véspera da sessão extraordinária de hoje, o conselheiro Marcelo Tostes (MG) pediu que essa votação fosse pautada, citando o contrato do escritório da esposa de Moraes com o Banco Master; Simonetti recusou, alegando que a comissão ainda examinava o caso — recusa criticada pelo conselheiro Telles. Achado editorial: na campanha de reeleição (janeiro/2025), Simonetti havia criticado publicamente Moraes ("a lei brasileira não permite que a vítima julgue seu próprio caso"); a tensão entre esse discurso e a recusa de pautar, oito meses depois, é registrada como inferência, não como contradição provada — nenhuma fonte liga os dois fatos expressamente. Busca negativa testada e registrada: não há indício de vínculo financeiro entre o escritório de Simonetti (Manaus) e o Banco Master, Vorcaro, CredCesta ou a Amazonprev.

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    • oab-conselho-federal: resumo atualizado com a criação da comissão (09/09) e a recusa de pautar (14/09).

    Registros afetados: Beto Simonetti, Ordem dos Advogados do Brasil — Conselho Federal, Alexandre de Moraes, Dias Toffoli

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  5. Lote 311 — na véspera, Partido Novo e Benjamim Botelho pedem para adiar ou reordenar a sessão de hoje

    Duas peças novas da Pet 16.704/DF, ambas de 14/09/2026 (véspera da sessão extraordinária de 15/09), pedindo que o Plenário altere o rito antes de julgar o mérito: (1) o Partido Novo interpôs agravo interno contra os itens I, II e IV da decisão de Fachin de 09/09/2026 — que suspendeu a decisão de Mendonça na Pet 16.662, sobrestou seu trâmite e suspendeu qualquer investigação de integrantes do STF —, pedindo reconsideração ou submissão ao Plenário, sem impugnar o item que suspendeu a decisão de Flávio Dino; (2) Benjamim Botelho de Almeida (investigado na Compliance Zero, autor da arguição de suspeição contra Mendonça já publicada no lote 304) suscitou questão de ordem pedindo que essa arguição seja julgada primeiro, ou que o feito principal seja sobrestado até sua deliberação. Nenhuma fonte localizada até esta coleta informa se qualquer um dos dois pedidos foi apreciado antes do início da sessão de hoje.

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    • partido-novo: novo open_question com o agravo interno de 14/09.
    • benjamim-botelho-de-almeida: novo open_question com a questão de ordem de 14/09.

    Registros afetados: Partido Novo, Benjamim Botelho de Almeida

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  6. Lote 310 — na véspera da sessão, Moraes acusa Mendonça de vazamento e motivação eleitoral

    Rafael baixou, na manhã de 15/09/2026, peças novas da Pet 16.704/DF datadas de 14/09 — véspera da sessão extraordinária. A mais relevante: ofício de 44 páginas e 121 tópicos (GMAM 13/2026) em que Alexandre de Moraes, em cumprimento a despacho de Fachin, apresenta defesa formal contra a investigação e acusa diretamente André Mendonça de ter vazado informações à imprensa antes de 7/9/2026, gravado vídeo político na véspera de atos por motivação eleitoral, e tentado incluir Moraes e o senador Davi Alcolumbre em colaboração premiada "por motivos pessoais e políticos" — a acusação mais direta já registrada no acervo de um ministro do STF contra outro. Moraes também insinua, sem prova anexada, que o relatório da PF poderia ter sido produzido com auxílio de "órgão externo, provavelmente estrangeiro". No mesmo dia, Mendonça respondeu separadamente a Fachin explicando a origem de um despacho controverso: determinou identificar pessoas citadas numa nota de Vorcaro que mencionava o diretor-geral da PF e o procurador-geral da República, agindo "por cautela... sem imputar qualquer suspeita a quem quer que seja". Mendonça não respondeu publicamente às acusações específicas de Moraes até esta coleta. Tudo tratado como alegação de parte interessada, não fato estabelecido.

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    • rel-alexandre-de-moraes-andre-mendonca-allegation: escalada registrada — de decisão administrativa (03/09) para acusação pessoal direta e detalhada (14/09).
    • alexandre-de-moraes: novo open_question com a defesa de 121 tópicos e as acusações contra Mendonça.
    • andre-mendonca: novo open_question com sua explicação sobre o despacho de identificação e as acusações de Moraes contra ele.
    • davi-alcolumbre: open_question já existente reforçado — agora é o próprio Moraes, não só a PF em hipótese de inteligência, quem afirma que Mendonça tentou incluí-lo em colaboração premiada por motivos políticos.

    Registros afetados: Alexandre de Moraes, André Mendonça, Davi Alcolumbre

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  7. Lote 309 — o RIF do COAF revela a igreja de Zettel, seus carros de luxo e a fortuna imobiliária da Super Empreendimentos

    A pedido de Rafael, análise do RIF nº 140515 do COAF (fev/2026), anexo à Pet 15.645/DF, cujo sigilo Mendonça levantou em 14/09/2026 a pedido de Fachin — que atendia, por sua vez, pedido do próprio Alexandre de Moraes de que o conteúdo fosse disponibilizado ao colegiado antes da sessão de 15/09/2026. O documento detalha quatro núcleos de comunicações suspeitas: (1) a Igreja Batista da Lagoinha (Belvedere), da qual Fabiano Zettel foi pastor até novembro de 2025, recebeu dele R$ 19,2 milhões e de Henrique Vorcaro (pai de Daniel Vorcaro) R$ 120 mil — o COAF classifica a comunicação citando a "relação financeira íntima do outorgado [Zettel] em possíveis ilicitudes"; (2) a Moriah Asset (empresa de Zettel) comprou R$ 4,95 milhões em veículos de luxo em 2025; (3) a Super Empreendimentos e Participações (ligada a Daniel Vorcaro) movimentou mais de R$ 250 milhões em imóveis entre 2022 e 2024, incluindo a compra de um imóvel de R$ 50 milhões de Alexandre Café Birman e a doação de um imóvel de R$ 4,347 milhões a Karolina Santos Trainotti — doação já sinalizada pela imprensa sem identificar beneficiária nem signatária, agora esclarecida: quem assinou foi Ana Cláudia Queiroz de Paiva, diretora da empresa; (4) a Pipe Participações (empresa de Zettel) e a Noah Empreendimentos registram pequenas transações em Guaxupé/MG em 2024, cidade onde o delator Paulo Sérgio já relatara ter vendido um sítio a Zettel em 2020 — conexão sugerida, não confirmada. O universo total do RIF soma 823 pessoas físicas e jurídicas relacionadas; apenas o subconjunto em que a pessoa figura como titular foi detalhado nesta peça — os demais nomes ficam registrados nas evidências como referência para eventual conexão futura, sem entidade própria nesta rodada. Nenhum CPF/CNPJ de terceiros foi reproduzido no acervo.

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    • fabiano-zettel: novo open_question com os achados do RIF (igreja, carros de luxo).
    • super-empreendimentos-e-participacoes: open_question sobre os R$ 485 milhões a Zettel parcialmente respondido com o portfólio imobiliário detalhado no RIF.
    • ana-claudia-queiroz-de-paiva: open_question sobre a doação de dezembro/2024 parcialmente resolvido — ela é quem assinou; a identidade da beneficiária como pessoa denunciada por lavagem em 2023 segue não confirmada.
    • henrique-vorcaro: novo open_question com sua presença como remetente na rede da Igreja Batista da Lagoinha.
    • moriah-asset: novo open_question com as compras de veículos de luxo em 2025.
    • ev-paulo-sergio-relato-interno-sitio-guaxupe-4-5-milhoes-zettel: nota cruzada com as transações de Pipe/Noah em Guaxupé em 2024, possível mas não confirmada relação com o mesmo sítio.

    Registros afetados: Fabiano Zettel, Henrique Vorcaro, Super Empreendimentos e Participações, Moriah Asset, Ana Cláudia Queiroz de Paiva, Igreja Batista da Lagoinha Belvedere, Pipe Participações, Fabíola de Almeida Macedo Vorcaro, Alexandre Café Birman, Karolina Santos Trainotti

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  8. Lote 308 — na véspera da sessão, Gilmar formaliza a Fachin o pedido de adiamento

    CORRIGIDO EM 15/09/2026 (ver corrections abaixo): achado do agente de monitoramento de imprensa, verificado por duas fontes independentes (Migalhas e Exame), ambas de 11/09/2026 (não 14/09, como constava na publicação original deste lote) — Gilmar Mendes enviou ofício formal ao presidente do STF, Edson Fachin, pedindo o adiamento do julgamento da Pet 16.662 e propondo reunir os processos de Moraes e Mendonça sob a relatoria do próprio Fachin — ou, mantida a sessão, que ele mesmo apresentasse o caso ao plenário, com as preliminares (inclusive o pedido de nulidade da PGR) examinadas antes do mérito. Fachin respondeu no dia seguinte, 12/09/2026: indeferiu a reunião, manteve a sessão de 15/09 exclusiva à Pet 16.662 e remeteu a Pet 16.704 (caso Mendonça) para 23/09 — despacho já publicado no acervo (lote 253/254) antes mesmo deste item ter sido registrado.

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    • gilmar-mendes: novo open_question com a formalização, em ofício, do pedido de adiamento e reunião de processos.
    • CORREÇÃO (15/09/2026): a data do ofício estava registrada como 14/09/2026; verificado por WebFetch direto que as duas fontes (Migalhas, Exame) são de 11/09/2026, e que Fachin já havia respondido, indeferindo o pedido, em despacho de 12/09/2026 já publicado no acervo (lote 253/254, src-stf-pet16704-despacho-12-09-2026-pauta-adiada-23-09) — antes mesmo de este lote ter sido publicado. Arquivos de fonte renomeados (2026-09-14 → 2026-09-11); evidência, relacionamento e verbete de Gilmar corrigidos com a data certa e o desfecho (Fachin indeferiu).

    Registros afetados: Gilmar Mendes, Edson Fachin

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  9. Lote 307 — Janones ataca Mendonça e vira alvo de notícia-crime protocolada na Pet 16.662

    Última peça nova, das 62 baixadas por Rafael em 14/09/2026 na Pet 16.662/DF, sem sobreposição com os lotes já publicados sobre o mesmo lote de documentos (fórum de Londres/ConJur, manifestação da OAB). Em 09/09/2026, horas depois da decisão de Mendonça que afastou o diretor-geral da PF Andrei Rodrigues, o deputado federal André Janones publicou vídeo chamando Mendonça de "vagabundo" e acusando-o de agir para se proteger — episódio que motivou dois advogados sem vínculo processual identificado com o caso a protocolar notícia-crime contra Janones nos mesmos autos, pedindo prisão em flagrante, quebra de imunidade parlamentar e remessa ao TSE, citando o precedente de Daniel Silveira. Nenhuma cobertura de imprensa independente localizada até esta coleta; documento primário, mas alegações de terceiros sem vínculo processual claro.

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    Registros afetados: André Janones, André Mendonça

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  10. Lote 306 — o ConJur no fórum de Londres patrocinado pelo Master, e a OAB pede a recusa de Gonet

    Continuação da varredura das Pet 16.662/DF e Pet 16.704/DF baixadas por Rafael em 14/09/2026, com duas frentes. (1) Uma petição de terceiro interessado (Luiz Eduardo Bottura, contra o jornalista Márcio Chaer, por disputa reputacional própria) trouxe ao acervo, por citação de reportagens independentes já publicadas (Folha/Bergamo, revista piauí, Estadão Conteúdo/UOL), o papel do editor do ConJur, Márcio Chaer, na organização do fórum jurídico em Londres de abril de 2024 — já registrado no acervo — negociando com Daniel Vorcaro a lista de convidados e a exposição do Banco Master como patrocinador; Chaer confirmou publicamente ter organizado a edição de 2024 e recebido patrocínio do Master. A disputa pessoal do peticionante e um caso de corrupção não relacionado ao Master na Corte Especial do STJ, também citados na mesma peça, foram deixados de fora por não dizerem respeito ao caso Master. (2) Uma manifestação do Conselho Federal da OAB de 09/09/2026, assinada pelo presidente José Alberto Simonetti e por dirigentes de 24 seccionais estaduais, pede formalmente que o procurador-geral da República, Paulo Gonet Branco, se abstenha de atuar na Pet 16.662/DF — sem cobertura de imprensa localizada até a publicação deste lote.

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    • evt-2024-04-24-forum-de-londres-e-degustacao: acrescentado o papel de ConJur/Márcio Chaer na organização do evento e novos participant_ids/source_ids.
    • oab-conselho-federal: acrescentada a manifestação de 09/09/2026 e o pedido de abstenção do PGR.
    • paulo-gonet: novo open_question sobre o pedido de abstenção da OAB na Pet 16.662/DF.

    Registros afetados: Márcio Chaer, ConJur — Consultor Jurídico, Daniel Vorcaro, Banco Master, Ordem dos Advogados do Brasil — Conselho Federal, Paulo Gonet

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