Pessoa · Outro
Luiz Phillipi Mourão
Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão
Apontado pela Polícia Federal como integrante do chamado núcleo de intimidação; morreu sob custódia em março de 2026
Também: Felipe Mourão
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O que significam D, C, A e I?
- DDocumental direto
- Documental direto: consta de documento primário verificável (decisão, relatório oficial, contrato, registro).
- CCorroborado
- Corroborado: confirmado por múltiplas fontes independentes, sem documento primário no corpus.
- AAlegação
- Alegação: declaração atribuída a terceiro. Não equivale a fato comprovado.
- IInferência
- Inferência: interpretação analítica a partir de fatos conhecidos. Não é prova.
Detalhe em metodologia.
Resumo
Preso na 3ª fase da Operação Compliance Zero em 04/03/2026, teve morte cerebral horas depois, sob custódia da PF em Belo Horizonte. A corporação informou que ele havia tentado se matar, disse que entregaria os registros em vídeo ao relator no STF e abriria procedimento apuratório. A família afirma não ter tido acesso às imagens, aos autos nem ao laudo do IML, e contesta o apelido que lhe foi atribuído pelos investigadores, por falta de prova pública. Segundo a decisão da 6ª fase, a autoridade policial o apontava como gestor de um núcleo subordinado ao comando central. ATUALIZAÇÃO (09/09/2026): a Polícia Federal concluiu o inquérito sobre sua morte em abril de 2026, com a conclusão de que ele atentou contra a própria vida e de que 'não houve intervenção externa na ocorrência'; o relatório foi enviado ao ministro André Mendonça. Não foi localizada divulgação do laudo do IML, nem qualquer apuração externa — de corregedoria ou do Ministério Público — sobre as circunstâncias da morte, e não há registro de que a família tenha obtido, depois disso, o acesso aos autos e às imagens que reclamava. Registro societário: era sócio-administrador único de duas empresas em Belo Horizonte, ambas com capital social declarado de R$ 1 milhão — a King Participações Imobiliárias, apontada como receptora dos repasses mensais destinados ao grupo, e a King Motors Locação de Veículos —, ambas com atividades suspensas por determinação judicial em 03/03/2026. A REPRESENTAÇÃO DA PF DE 27/02/2026 (lote 170) — a própria petição que fundamentou sua prisão preventiva de 04/03/2026 — é a fonte documental primária do apelido 'Sicário' e do papel a ele atribuído: segundo a PF, comandava, a mando de Daniel Vorcaro, o núcleo de intimidação 'A Turma', com Marilson Roseno da Silva como líder operacional em campo, remunerado em R$ 1 milhão por mês; a petição transcreve mensagens de WhatsApp em que ele aprova ou executa ameaças de morte contra um ex-funcionário de Vorcaro e sua família, invasão de dispositivos de um crítico do banco, e um documento forjado com aparência de ser da Interpol. Em 29/05/2026, o STF declarou extinta sua punibilidade por morte (art. 107, I, CP), com arquivamento parcial das investigações — mas manteve as medidas de sequestro de bens contra o espólio, determinando que os herdeiros ingressem nos autos para acompanhar as restrições patrimoniais, por se tratar de obrigação de reparação que se transmite a eles. A ANÁLISE TÉCNICA DO CHAT COM VORCARO (IPJ-A nº 1070759/2026, lote 204, PET 15.978) calcula que ele recebeu, no mínimo, R$ 24.000.000,00 ao todo entre outubro de 2023 e novembro de 2025 (R$ 1 milhão mensal por cerca de 24 meses, sem contar bônus), dos quais R$ 9,6 milhões eram repassados a 'A Turma'.
Por que está no Novelo?
É apontado pela Polícia Federal como peça do núcleo que teria monitorado e intimidado adversários de Daniel Vorcaro, e morreu sob custódia policial, em circunstâncias que a própria PF disse que apuraria.
Posição do citado
Negativas, esclarecimentos, notas públicas ou versões apresentadas pela pessoa ou organização. Exibidas sempre, mesmo quando enfraquecem uma hipótese.
A família contesta o apelido atribuído pelos investigadores: 'trata-se de acusação gravíssima, sem apresentação pública, até o momento, de qualquer prova nesse sentido. Seus familiares jamais tiveram conhecimento de envolvimento em atos de violência e muito menos de homicídio'.
Fontes: CNN Brasil
A família informa que não teve acesso às imagens de segurança, aos autos do inquérito nem ao laudo do IML com a causa mortis, e que soube do ocorrido pela imprensa.
Fontes: CNN Brasil
Lacunas ainda não esclarecidas
O que o corpus não demonstra. Se não sabemos, dizemos que não sabemos.
- ATUALIZAÇÃO (lote 170): a leitura direta da representação da PF de 27/02/2026 relativiza, em parte, a alegação da família de que a acusação carecia de 'apresentação pública... de qualquer prova' — a petição transcreve mensagens de WhatsApp atribuídas a ele nesse sentido. Continua sem resposta, porém, se essas mensagens foram objeto de perícia de autenticidade, e ele morreu antes de qualquer contraditório judicial sobre elas.
- A causa da morte não está estabelecida no corpus: não há laudo do IML público nem conclusão do procedimento apuratório.
- As imputações são da autoridade policial e não houve julgamento de mérito; ele morreu antes de qualquer defesa em juízo.
- O inquérito sobre sua morte foi conduzido pela própria instituição sob cuja custódia ela ocorreu e concluído sem que a família, até onde se apurou publicamente, tivesse acesso às imagens, aos autos ou ao laudo do IML — assimetria que o corpus registra.
- Não foi localizado registro de que tivesse sido policial ou profissional de segurança privada: os dados objetivos disponíveis sobre sua trajetória são cadastrais — empresário, sócio único de uma locadora de veículos desde 2020 e de uma imobiliária desde 2022, ambas em Belo Horizonte.
- Entre os documentos apreendidos em sua residência em 04/03/2026 havia um cheque cancelado de R$ 1.802.200,00 nominal a um 'Antônio Mansur' — identidade não estabelecida no material lido, e expressamente distinta de João Carlos Falbo Mansur, já conhecido do acervo por outra frente.
Linha do tempo3
2024
· Evento· OutroDDocumental diretoA Turma intimida o capitão e o ex-chefe de cozinha de Vorcaro em Angra dos ReisA Turma, Luiz Phillipi Mourão, Manoel Mendes Rodrigues, Daniel Vorcaro, Luís Felipe Woyceichoski, Leandro Garcia e mais 1
2026
· Evento· OutroCCorroboradoLuiz Phillipi Mourão tem morte cerebral sob custódia da PF, horas após a prisão- · Evento· Decisão judicialDDocumental diretoSTF decreta prisão preventiva de Daniel Vorcaro e outros (3ª fase da Compliance Zero)
André Mendonça, Supremo Tribunal Federal, Polícia Federal, Daniel Vorcaro, Fabiano Zettel, Paulo Sérgio Neves de Souza e mais 3
Mais bem documentadas11
As doze relações com a evidência mais forte. Todas aparecem completas, agrupadas por categoria, na seção seguinte.
- DDocumental diretoA Turmagerenciava o núcleo13/05/2026
- DDocumental diretoDaniel Vorcarorepassava R$ 1 milhão por mês13/05/2026
- DDocumental diretoDavid Henrique Alvesremunerava em cerca de R$ 35 mil por mês13/05/2026
- DDocumental diretoMarilson Roseno da Silvacomandava, com Marilson Roseno como líder de campo da Turma
- DDocumental diretoOs Meninosgerenciava o núcleo13/05/2026
- CCorroboradoKing Participações Imobiliáriassócio-administrador único06/09/2022
- AAlegaçãoAntônio Augusto Contelistado como alvo de matérias negativas, segundo a PF14/10/2024
- AAlegaçãoDaniel Vorcaroapontado pela PF como integrante do núcleo de intimidação
- AAlegaçãoJoana Machado de Moraes Mourãoparentesco sugerido pelo sobrenome, não esclarecido no acervo29/05/2026
- AAlegaçãoKing Motors Locação de Veículos e Participaçõesempresa de locação de veículos ligada a ele16/04/2020
- AAlegaçãoNathana Lopes Figueiredorequereu restituição de celular apreendido em busca contra ele29/05/2026
Relações por categoria11
Societário 2
King Participações Imobiliárias· sócio-administrador únicoCCorroboradoVerificadodesde 06/09/2022
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A King Participações Imobiliárias (CNPJ 47.855.227/0001-82, Belo Horizonte, aberta em 06/09/2022) tem Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão como sócio-administrador único. É a empresa apontada pela PF como origem formal dos repasses mensais destinados ao núcleo 'A Turma'.
Fontes
- Registro cadastral da King Participações Imobiliárias Ltda — Receita FederalReceita Federal do Brasil (via BrasilAPI) · 09/09/2026Fonte oficial✓ verificadaoriginal ↗
- Vorcaro pagava R$ 400 mil por mês à 'Turma' por informações e ameaçasCNN Brasil · mar/2026Imprensa✓ verificadaoriginal ↗
Força da evidência
CCorroboradoCorroborado: confirmado por múltiplas fontes independentes, sem documento primário no corpus.Posição dos envolvidos
Posição não localizada no corpus até a última atualização.
King Motors Locação de Veículos e Participações· empresa de locação de veículos ligada a eleAAlegaçãoNão verificadodesde 16/04/2020
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A King Motors Locação de Veículos (CNPJ 36.944.533/0001-79, Belo Horizonte, aberta em 16/04/2020) integra o conjunto de pessoas jurídicas ligadas a Luiz Phillipi Mourão identificadas no acervo, ao lado da King Participações Imobiliárias.
Fontes
- Registro cadastral da King Motors Locação de Veículos e Participações Ltda — Receita FederalReceita Federal do Brasil (via BrasilAPI) · 09/09/2026Fonte oficial✓ verificadaoriginal ↗
Força da evidência
AAlegaçãoAlegação: declaração atribuída a terceiro. Não equivale a fato comprovado.Posição dos envolvidos
Posição não localizada no corpus até a última atualização.
Financeiro / comercial 2
Daniel Vorcaro· repassava R$ 1 milhão por mêsDDocumental diretoNão verificadodesde 13/05/2026
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Segundo mensagem de WhatsApp de Mourão a Vorcaro transcrita na decisão de 13/05/2026, Vorcaro repassava R$ 1 milhão mensal a Mourão, dividido em R$ 400 mil para 'A Turma' e R$ 75 mil para cada um de seis integrantes de 'Os Meninos', além de bônus eventuais.
Fontes
- Decisão que decreta a 6ª fase da Compliance Zero — prisões e cautelares contra o núcleo 'A Turma' e o núcleo revelado 'Os Meninos' (e-Doc 28, PET 15.978)Supremo Tribunal Federal — Ministro André Mendonça · 13/05/2026Fonte oficial✓ verificadaoriginal ↗
Força da evidência
DDocumental diretoDocumental direto: consta de documento primário verificável (decisão, relatório oficial, contrato, registro).- DDocumental diretoSegundo mensagem de WhatsApp de Luiz Phillipi Mourão a Daniel Vorcaro, transcrita na decisão de 13/05/2026, Vorcaro repassava R$ 1 milhão mensal a Mourão, que o dividia em R$ 400 mil para o núcleo "A Turma" (repassados a Marilson Roseno da Silva) e R$ 75 mil para cada um de seis integrantes do núcleo "Os Meninos" (incluindo o próprio Mourão, "o DCM e mais dois editores"), além de bônus eventuais.
Posição dos envolvidos
Posição não localizada no corpus até a última atualização.
David Henrique Alves· remunerava em cerca de R$ 35 mil por mêsDDocumental diretoNão verificadodesde 13/05/2026
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Segundo a decisão de 13/05/2026 na PET 16.019, Mourão remunerava David Henrique Alves em cerca de R$ 35 mil mensais, com os recursos ingressando por meio da BIPE Software Brasil.
Fontes
- Decisão que decreta bloqueio patrimonial de sete integrantes de 'A Turma' e 'Os Meninos' (PET 16.019, 13/05/2026)Supremo Tribunal Federal — Ministro André Mendonça · 13/05/2026Fonte oficial✓ verificadaoriginal ↗
Força da evidência
DDocumental diretoDocumental direto: consta de documento primário verificável (decisão, relatório oficial, contrato, registro).- DDocumental diretoSegundo a decisão de 13/05/2026 na PET 16.019, David Henrique Alves era remunerado mensalmente por Luiz Phillipi Mourão em cerca de R$ 35.000,00, com os recursos ingressando por meio da empresa BIPE Software Brasil Ltda., da qual ele seria proprietário exclusivo e sócio-administrador — arranjo que, segundo a Polícia Federal, conferia aparência empresarial formal ao financiamento do braço cibernético da organização.
Posição dos envolvidos
Posição não localizada no corpus até a última atualização.
Profissional 3
A Turma· gerenciava o núcleoDDocumental diretoNão verificadodesde 13/05/2026
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Segundo a representação da PF, Mourão — chamado de 'Felipe Mourão' ou 'Sicário' — gerenciava 'A Turma' a mando de Daniel Vorcaro, repassando a Marilson Roseno da Silva os R$ 400 mil mensais destinados ao núcleo.
Fontes
- Representação da Polícia Federal por medidas cautelares (e-Doc 1 da PET 15.556)Polícia Federal — CINQ/CGRC/DICOR/PF · 27/02/2026Fonte oficial✓ verificadaoriginal ↗
- Decisão que decreta a 6ª fase da Compliance Zero — prisões e cautelares contra o núcleo 'A Turma' e o núcleo revelado 'Os Meninos' (e-Doc 28, PET 15.978)Supremo Tribunal Federal — Ministro André Mendonça · 13/05/2026Fonte oficial✓ verificadaoriginal ↗
Força da evidência
DDocumental diretoDocumental direto: consta de documento primário verificável (decisão, relatório oficial, contrato, registro).- DDocumental diretoSegundo a representação da PF, Luiz Phillipi Mourão ('Sicário') comandava, a mando de Daniel Vorcaro, o núcleo de intimidação apelidado 'A Turma', remunerado em R$ 1 milhão por mês via a empresa King, enquanto o policial federal aposentado Marilson Roseno da Silva atuava como líder operacional do grupo em campo — identificado pela PF a partir de um episódio em que rastreou, a pedido de Vorcaro, o responsável por um drone sobre a residência do banqueiro em Belo Horizonte, e cujo ingresso no condomínio, em 06/04/2024, foi confirmado pelos registros de visitantes autorizados por Vorcaro.
- DDocumental diretoSegundo mensagem de WhatsApp de Luiz Phillipi Mourão a Daniel Vorcaro, transcrita na decisão de 13/05/2026, Vorcaro repassava R$ 1 milhão mensal a Mourão, que o dividia em R$ 400 mil para o núcleo "A Turma" (repassados a Marilson Roseno da Silva) e R$ 75 mil para cada um de seis integrantes do núcleo "Os Meninos" (incluindo o próprio Mourão, "o DCM e mais dois editores"), além de bônus eventuais.
Posição dos envolvidos
Posição não localizada no corpus até a última atualização.
Marilson Roseno da Silva· comandava, com Marilson Roseno como líder de campo da TurmaDDocumental diretoNão verificado
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Segundo a representação da PF, Mourão comandava o núcleo 'A Turma' a mando de Vorcaro, com Marilson Roseno da Silva atuando como líder operacional em campo — esclarecendo a divergência de enquadramento entre imprensa e decisão do STF já registrada no acervo.
Fontes
- Representação da Polícia Federal por medidas cautelares (e-Doc 1 da PET 15.556)Polícia Federal — CINQ/CGRC/DICOR/PF · 27/02/2026Fonte oficial✓ verificadaoriginal ↗
Força da evidência
DDocumental diretoDocumental direto: consta de documento primário verificável (decisão, relatório oficial, contrato, registro).- DDocumental diretoSegundo a representação da PF, Luiz Phillipi Mourão ('Sicário') comandava, a mando de Daniel Vorcaro, o núcleo de intimidação apelidado 'A Turma', remunerado em R$ 1 milhão por mês via a empresa King, enquanto o policial federal aposentado Marilson Roseno da Silva atuava como líder operacional do grupo em campo — identificado pela PF a partir de um episódio em que rastreou, a pedido de Vorcaro, o responsável por um drone sobre a residência do banqueiro em Belo Horizonte, e cujo ingresso no condomínio, em 06/04/2024, foi confirmado pelos registros de visitantes autorizados por Vorcaro.
Posição dos envolvidos
Posição não localizada no corpus até a última atualização.
Os Meninos· gerenciava o núcleoDDocumental diretoNão verificadodesde 13/05/2026
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Segundo as decisões de 13/05/2026, o núcleo tecnológico também era gerenciado por Mourão, que remunerava David Henrique Alves e integrava a cadeia entre as demandas de Vorcaro e a execução digital.
Fontes
- Decisão que decreta bloqueio patrimonial de sete integrantes de 'A Turma' e 'Os Meninos' (PET 16.019, 13/05/2026)Supremo Tribunal Federal — Ministro André Mendonça · 13/05/2026Fonte oficial✓ verificadaoriginal ↗
- Decisão que decreta a 6ª fase da Compliance Zero — prisões e cautelares contra o núcleo 'A Turma' e o núcleo revelado 'Os Meninos' (e-Doc 28, PET 15.978)Supremo Tribunal Federal — Ministro André Mendonça · 13/05/2026Fonte oficial✓ verificadaoriginal ↗
Força da evidência
DDocumental diretoDocumental direto: consta de documento primário verificável (decisão, relatório oficial, contrato, registro).- DDocumental diretoA decisão de 13/05/2026 na PET 16.019 descreve a cadeia de comando do núcleo 'Os Meninos': as demandas partiam de Daniel Vorcaro, eram operacionalizadas por Luiz Phillipi Mourão e chegavam a David Henrique Alves, apontado como líder do grupo, que se valia de Victor Lima Sedlmaier e Rodrigo Pimenta Franco Avelar Campos para a execução das tarefas. Em depoimento, Victor declarou prestar serviços a David desde julho de 2024 por R$ 2 mil mensais mais bônus, e afirmou já ter pedido a Rodrigo a realização de 'alguns trabalhos para David', entre eles pagar boletos e adquirir domínios na internet.
- DDocumental diretoSegundo mensagem de WhatsApp de Luiz Phillipi Mourão a Daniel Vorcaro, transcrita na decisão de 13/05/2026, Vorcaro repassava R$ 1 milhão mensal a Mourão, que o dividia em R$ 400 mil para o núcleo "A Turma" (repassados a Marilson Roseno da Silva) e R$ 75 mil para cada um de seis integrantes do núcleo "Os Meninos" (incluindo o próprio Mourão, "o DCM e mais dois editores"), além de bônus eventuais.
Posição dos envolvidos
Posição não localizada no corpus até a última atualização.
Pessoal / social 2
Joana Machado de Moraes Mourão· parentesco sugerido pelo sobrenome, não esclarecido no acervoAAlegaçãoNão verificadodesde 29/05/2026
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Joana Machado de Moraes Mourão requereu ao STF, em 29/05/2026, a restituição de um Range Rover apreendido em busca contra Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, alegando ser proprietária de boa-fé. Compartilha com ele o sobrenome completo, o que sugere parentesco — vínculo que nenhuma fonte do acervo esclarece.
Fontes
- Manifestação do PGR sobre pedidos de Belline Santana, Marilson Roseno da Silva, restituição de bens de Mourão e oitiva de Vorcaro pela CVM (ASSCRIM/PGR 1151546/2026)Ministério Público Federal — Procuradoria-Geral da República · 21/07/2026Fonte oficial✓ verificadaoriginal ↗
Força da evidência
AAlegaçãoAlegação: declaração atribuída a terceiro. Não equivale a fato comprovado.Posição dos envolvidos
Posição não localizada no corpus até a última atualização.
Nathana Lopes Figueiredo· requereu restituição de celular apreendido em busca contra eleAAlegaçãoNão verificadodesde 29/05/2026
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Nathana Lopes Figueiredo requereu ao STF, em 29/05/2026, a restituição de um iPhone 17 Pro Max apreendido durante busca e apreensão contra Luiz Phillipi Mourão, alegando ser proprietária de boa-fé e pedindo perícia do aparelho. O acervo não estabelece a natureza do vínculo entre os dois.
Fontes
- Manifestação do PGR sobre pedidos de Belline Santana, Marilson Roseno da Silva, restituição de bens de Mourão e oitiva de Vorcaro pela CVM (ASSCRIM/PGR 1151546/2026)Ministério Público Federal — Procuradoria-Geral da República · 21/07/2026Fonte oficial✓ verificadaoriginal ↗
Força da evidência
AAlegaçãoAlegação: declaração atribuída a terceiro. Não equivale a fato comprovado.Posição dos envolvidos
Posição não localizada no corpus até a última atualização.
Alegação investigativa 2
Antônio Augusto Conte· listado como alvo de matérias negativas, segundo a PFAAlegaçãoNão verificadodesde 14/10/2024
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Segundo a extração do celular de Daniel Vorcaro, em 14/10/2024 Luiz Phillipi Mourão listou Antônio Augusto Conte a Vorcaro como alvo de matérias negativas, descrevendo-o em termos ofensivos e afirmando que ele teria contratado jornalista para publicar informação falsa sobre o banco. Ele aparece no acervo exclusivamente como alvo, não como investigado.
Fontes
- IPJ-A nº 1020625/2026 — análise do celular apreendido com Daniel Vorcaro (e-Doc 4, PET 15.978)Polícia Federal — NADIP/DFIN/CGRC/DICOR/PF · fev/2026Fonte oficial✓ verificadaoriginal ↗
Força da evidência
AAlegaçãoAlegação: declaração atribuída a terceiro. Não equivale a fato comprovado.Posição dos envolvidos
Posição não localizada no corpus até a última atualização.
Daniel Vorcaro· apontado pela PF como integrante do núcleo de intimidaçãoAAlegaçãoDisputado
Por que estes nós estão conectados?
A Polícia Federal aponta Luiz Phillipi Mourão como integrante do chamado núcleo de intimidação e monitoramento de adversários do banqueiro, e a decisão da 6ª fase o descreve como gestor de um núcleo subordinado ao comando central. A família contesta a imputação por falta de prova pública; ele morreu sob custódia antes de qualquer defesa em juízo.
Eventos: Luiz Phillipi Mourão tem morte cerebral sob custódia da PF, horas após a prisão
Fontes
- Testemunha-chave do caso Master tem morte cerebralPoder360 · 04/03/2026Imprensa✓ verificadaoriginal ↗
- Família de Mourão diz que ainda não recebeu imagens da PF e laudo do IMLCNN Brasil · 13/04/2026Imprensa✓ verificadaoriginal ↗
- STF autoriza prisões e medidas cautelares na 6ª fase da Operação Compliance ZeroSupremo Tribunal Federal (Notícias STF) · 14/05/2026Fonte oficial✓ verificadaoriginal ↗
Força da evidência
AAlegaçãoAlegação: declaração atribuída a terceiro. Não equivale a fato comprovado.- CCorroboradoLuiz Phillipi Machado de Moraes Mourão teve morte cerebral em 04/03/2026, horas depois de ser preso na 3ª fase da Compliance Zero, enquanto estava sob custódia da PF em Belo Horizonte; foi levado pelo Samu ao Hospital João XXIII e morreu no início de março.
- AAlegaçãoA família contesta a atribuição do apelido usado pelos investigadores, por considerá-la acusação gravíssima sem prova pública, e afirma que os familiares jamais tiveram conhecimento de envolvimento em atos de violência.
- DDocumental diretoA decisão da 6ª fase examina os pedidos de prisão preventiva formulados pela Polícia Federal, entre eles o de Henrique Moura Vorcaro, e descreve as imputações da autoridade policial, inclusive de monitoramento telemático ilegal atribuído a um núcleo apontado como subordinado ao comando central.
Posição dos envolvidos
A família afirma que jamais teve conhecimento de envolvimento dele em atos de violência e que a imputação não veio acompanhada de prova pública.
Fontes: CNN Brasil
Negócios e transações0
Nenhuma transação documentada no corpus.
Documentos22
- Representação da PF por medidas cautelares — PET 15.556, e-Doc 1Relatório oficial · 27/02/2026 · oficial
- IPJ-A nº 1070759/2026 — análise do chat de WhatsApp entre Vorcaro e MourãoExtração pericial · 25/02/2026 · oficial
- IPJ-A nº 1020625/2026 — análise do celular apreendido com Daniel VorcaroExtração pericial · fev/2026 · oficial
- Decisão de busca e apreensão na PET 15.562 contra alvos da Compliance ZeroDecisão judicial · 03/03/2026 · oficial
- Decisão de medidas assecuratórias na PET 15.563 contra alvos da Compliance ZeroDecisão judicial · 03/03/2026 · oficial
- Decisão de prisão preventiva na PET 15.556 (Operação Compliance Zero) — íntegra, 48 páginasDecisão judicial · 04/03/2026 · oficial
- Ofício nº 1176822/2026 da PF — mandados cumpridos e não cumpridos na 3ª fase da Compliance ZeroRelatório oficial · 04/03/2026 · oficial
- Termos de Apreensão e relatórios de diligência da 3ª fase da Compliance Zero (04/03/2026)Relatório oficial · 04/03/2026 · oficial
- Manifestação da PGR de 06/03/2026 — protesto contra o prazo de 24 horas nas Pets 15.562 e 15.563Comunicação oficial · 06/03/2026 · oficial
- IPJ nº 1752768/2026 — análise do celular apreendido com Marilson Roseno da SilvaExtração pericial · 18/03/2026 · oficial
- Acórdão do referendo à prisão preventiva de Vorcaro e outros — PET 15.556 RefDecisão judicial · 23/03/2026 · oficial
- Petição de Marilson Roseno da Silva pedindo revogação da prisão preventivaPeça judicial · 02/04/2026 · oficial
- Manifestação da PGR favorável às cautelares da 6ª fasePeça judicial · 05/05/2026 · oficial
- Decisão da 6ª fase da Compliance Zero — prisões e cautelares, revelação do núcleo 'Os Meninos'Decisão judicial · 13/05/2026 · oficial
- Manifestação da defesa de Katherine Venâncio Telles pedindo revogação das cautelaresPeça judicial · 28/05/2026 · oficial
- Representação da PF pela 6ª fase da Compliance ZeroPeça judicial · mai/2026 · oficial
- Decisão de André Mendonça na PET 15.693/DF — afastamento de sigilo de dados armazenadosDecisão judicial · 19/06/2026 · oficial
- Manifestação da PGR sobre pedidos de Belline Santana, Marilson Roseno da Silva, restituição de bens de Mourão e oitiva de Vorcaro pela CVMPeça judicial · 21/07/2026 · oficial
- Decisão do ministro André Mendonça na 6ª fase da Compliance ZeroDecisão judicial · 14/05/2026 · oficial
- Decisão que decreta bloqueio patrimonial de sete integrantes de 'A Turma' e 'Os Meninos'Decisão judicial · 13/05/2026 · oficial
- Comunicado da Polícia Federal sobre a 10ª fase da Operação Compliance ZeroComunicação oficial · 09/07/2026 · oficial
- Decisão de André Mendonça que autorizou a 10ª fase da Compliance ZeroDecisão judicial · 09/07/2026 · oficial
Evidências16
Cada evidência sustenta uma proposição concreta, com classificação própria.
- CCorroborado
Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão teve morte cerebral em 04/03/2026, horas depois de ser preso na 3ª fase da Compliance Zero, enquanto estava sob custódia da PF em Belo Horizonte; foi levado pelo Samu ao Hospital João XXIII e morreu no início de março.
- AAlegação
A família contesta a atribuição do apelido usado pelos investigadores, por considerá-la acusação gravíssima sem prova pública, e afirma que os familiares jamais tiveram conhecimento de envolvimento em atos de violência.
Atribuída a: Luiz Phillipi Mourão
- DDocumental direto
A decisão da 6ª fase examina os pedidos de prisão preventiva formulados pela Polícia Federal, entre eles o de Henrique Moura Vorcaro, e descreve as imputações da autoridade policial, inclusive de monitoramento telemático ilegal atribuído a um núcleo apontado como subordinado ao comando central.
- DDocumental direto
Segundo mensagem de WhatsApp de Luiz Phillipi Mourão a Daniel Vorcaro, transcrita na decisão de 13/05/2026, Vorcaro repassava R$ 1 milhão mensal a Mourão, que o dividia em R$ 400 mil para o núcleo "A Turma" (repassados a Marilson Roseno da Silva) e R$ 75 mil para cada um de seis integrantes do núcleo "Os Meninos" (incluindo o próprio Mourão, "o DCM e mais dois editores"), além de bônus eventuais.
- DDocumental direto
Segundo a representação da PF, Luiz Phillipi Mourão ('Sicário') comandava, a mando de Daniel Vorcaro, o núcleo de intimidação apelidado 'A Turma', remunerado em R$ 1 milhão por mês via a empresa King, enquanto o policial federal aposentado Marilson Roseno da Silva atuava como líder operacional do grupo em campo — identificado pela PF a partir de um episódio em que rastreou, a pedido de Vorcaro, o responsável por um drone sobre a residência do banqueiro em Belo Horizonte, e cujo ingresso no condomínio, em 06/04/2024, foi confirmado pelos registros de visitantes autorizados por Vorcaro.
- DDocumental direto
Segundo a decisão de 13/05/2026 na PET 16.019, David Henrique Alves era remunerado mensalmente por Luiz Phillipi Mourão em cerca de R$ 35.000,00, com os recursos ingressando por meio da empresa BIPE Software Brasil Ltda., da qual ele seria proprietário exclusivo e sócio-administrador — arranjo que, segundo a Polícia Federal, conferia aparência empresarial formal ao financiamento do braço cibernético da organização.
- DDocumental direto
A decisão de 13/05/2026 na PET 16.019 descreve a cadeia de comando do núcleo 'Os Meninos': as demandas partiam de Daniel Vorcaro, eram operacionalizadas por Luiz Phillipi Mourão e chegavam a David Henrique Alves, apontado como líder do grupo, que se valia de Victor Lima Sedlmaier e Rodrigo Pimenta Franco Avelar Campos para a execução das tarefas. Em depoimento, Victor declarou prestar serviços a David desde julho de 2024 por R$ 2 mil mensais mais bônus, e afirmou já ter pedido a Rodrigo a realização de 'alguns trabalhos para David', entre eles pagar boletos e adquirir domínios na internet.
- DDocumental direto
Em procedimento formal de reconhecimento fotográfico (art. 226 do CPP, Resolução CNJ 484/2022), Leandro Garcia descreveu com precisão as características físicas do homem que participou de sua intimidação em Angra dos Reis em 04/06/2024, e reconheceu, com alto grau de certeza, Manoel Mendes Rodrigues entre cinco fotografias apresentadas pela Polícia Federal.
- DDocumental direto
Em 04/03/2026 o ministro André Mendonça, relator da PET 15556, decretou a prisão preventiva de Daniel Vorcaro, Fabiano Zettel, Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão e Marilson Roseno da Silva, a pedido da PF.
- AAlegação
Em nota, a Polícia Federal informou que o preso havia tentado se matar, que agentes tentaram reanimá-lo e acionaram o Samu, que comunicaria o ocorrido ao gabinete do relator no STF, entregaria todos os registros em vídeo e abriria procedimento apuratório. A nota não descreve em que circunstâncias ele foi encontrado.
Atribuída a: Polícia Federal
- AAlegação
A família afirmou, em nota de 13/04/2026, não ter tido acesso às imagens de segurança, aos autos do inquérito que apura as circunstâncias da morte nem ao laudo do IML com a causa mortis, e disse ter sabido do ocorrido pela imprensa.
Atribuída a: Luiz Phillipi Mourão
- AAlegação
Em 23/04/2026, o superintendente da PF em Minas Gerais, delegado Richard Murad Macedo, entregou pessoalmente ao ministro André Mendonça (relator) laudo concluindo que a morte de Luiz Phillipi Mourão sob custódia, em 04/03/2026, foi causada por suicídio. A investigação examinou as gravações de todo o período sob custódia, ouviu testemunhas, analisou comunicações e investigou a possibilidade de Mourão ter agido sob efeito de substâncias psicotrópicas. Segundo a PF, nenhum veículo de imprensa teve acesso a qualquer um dos cinco relatórios então solicitados. A reportagem não registra resposta da família — que, dez dias antes, afirmara não ter tido acesso a imagens, autos nem laudo do IML — à conclusão de suicídio.
Atribuída a: Estado de Minas
- DDocumental direto
Segundo a representação da PF de 27/02/2026, houve plano para simular um assalto contra o colunista Lauro Jardim, com o objetivo de intimidá-lo e silenciar sua cobertura sobre o Banco Master. Em 08/06/2025, Vorcaro reagiu a uma matéria dele com 'Tinha que colocar gente seguindo esse cara. Pra pegar tudo dele', ao que Mourão respondeu 'Vou fazer isto'. Em 28/07/2025, Vorcaro escreveu 'Esse lauro quero mandar dar um pau nele. Quebrar todos os dentes. Num assalto', com aval de Mourão ('Pode? Vou olhar isso' / 'Sim').
Esse lauro quero mandar dar um pau nele. Quebrar todos os dentes. Num assalto
Atribuída a: Polícia Federal
- DDocumental direto
Comunicado oficial da Polícia Federal: a 10ª fase, deflagrada em 09/07/2026, cumpriu dois mandados de busca e apreensão expedidos pelo STF em Brasília e apura atuação coordenada em redes sociais voltada, em tese, a comprometer a credibilidade do Banco Central, além de possível organização criminosa dedicada à intimidação de jornalistas, ao monitoramento ilícito de pessoas ligadas a autoridades públicas e a medidas destinadas a interferir em investigações.
- CCorroborado
A decisão de Mendonça descreve o 'Projeto DV', iniciativa de contratar influenciadores e jornalistas para defender o Master e criticar o BC, com propostas de até R$ 2 milhões, tendo Miranda como principal articulador.
Hipóteses e alegações sob análise
- AAlegaçãoDisputadosegundo Polícia Federal, em representações acolhidas pelo STF
Daniel Vorcaro teria mantido um núcleo dedicado a monitorar e intimidar adversários, jornalistas e concorrentes.
O que os documentos não permitem afirmar: O comunicado oficial da PF sobre a 10ª fase confirma que a corporação apura organização voltada à intimidação de jornalistas e ao monitoramento ilícito, mas apurar não é comprovar. Não há denúncia nem decisão de mérito no corpus. O próprio investigado admitiu ter dado ordens de agressão, dizendo que não se concretizaram; a família de um dos apontados contesta a imputação por falta de prova pública, e ele morreu sob custódia antes de se defender.
Revisão adversarial (03/09/2026): Testou-se a hipótese contrária: se fosse mera retórica, não haveria operação policial autônoma nem comunicado oficial descrevendo intimidação de jornalistas. Por outro lado, nenhuma peça pública no corpus comprova execução dos atos, e o único ato concreto relatado foi negado ou dito não consumado. Mantida como alegação em disputa. Resultado: disputed.
Vorcaro afirmou que as ordens foram dadas porque 'estava nervoso' e que não se concretizaram.
Fontes: Jornal de Brasília
A defesa de Thiago Miranda refutou categoricamente a prática de qualquer ilegalidade e negou conduta destinada a intimidar ou coagir.
Fontes: Poder360
A família de Luiz Phillipi Mourão contesta a imputação por ausência de prova pública.
Fontes: CNN Brasil
Fontes25
14 fonte(s) primária(s) oficial(is).
- Testemunha-chave do caso Master tem morte cerebralPoder360 · 04/03/2026Imprensa✓ verificadaoriginal ↗
- Família de Mourão diz que ainda não recebeu imagens da PF e laudo do IMLCNN Brasil · 13/04/2026Imprensa✓ verificadaoriginal ↗
- PF conclui inquérito que apurou morte de 'Sicário' aliado de VorcaroBrasil de Fato · 23/04/2026Imprensa✓ verificadaoriginal ↗
- Registro cadastral da King Participações Imobiliárias Ltda — Receita FederalReceita Federal do Brasil (via BrasilAPI) · 09/09/2026Fonte oficial✓ verificadaoriginal ↗
- Registro cadastral da King Motors Locação de Veículos e Participações Ltda — Receita FederalReceita Federal do Brasil (via BrasilAPI) · 09/09/2026Fonte oficial✓ verificadaoriginal ↗
- Vorcaro pagava R$ 400 mil por mês à 'Turma' por informações e ameaçasCNN Brasil · mar/2026Imprensa✓ verificadaoriginal ↗
- Representação da Polícia Federal por medidas cautelares (e-Doc 1 da PET 15.556)Polícia Federal — CINQ/CGRC/DICOR/PF · 27/02/2026Fonte oficial✓ verificadaoriginal ↗
- Decisão que declara extinta a punibilidade de Luiz Phillipi Mourão por morte, mantendo medidas patrimoniais contra o espólio (e-Doc 322)Supremo Tribunal Federal — Ministro André Mendonça · 29/05/2026Fonte oficial✓ verificadaoriginal ↗
- IPJ-A nº 1070759/2026 — análise do chat de WhatsApp entre Daniel Vorcaro e Felipe Mourão (e-Doc 3, PET 15.978)Polícia Federal — NADIP/DFIN/CGRC/DICOR/PF · 25/02/2026Fonte oficial✓ verificadaoriginal ↗
- Autos da PET 15.562/DF — peças novas de novembro de 2025 a agosto de 2026Supremo Tribunal Federal · 18/09/2026Fonte oficial✓ verificadaoriginal ↗
- Decisão que decreta a 6ª fase da Compliance Zero — prisões e cautelares contra o núcleo 'A Turma' e o núcleo revelado 'Os Meninos' (e-Doc 28, PET 15.978)Supremo Tribunal Federal — Ministro André Mendonça · 13/05/2026Fonte oficial✓ verificadaoriginal ↗
- Manifestação do PGR sobre pedidos de Belline Santana, Marilson Roseno da Silva, restituição de bens de Mourão e oitiva de Vorcaro pela CVM (ASSCRIM/PGR 1151546/2026)Ministério Público Federal — Procuradoria-Geral da República · 21/07/2026Fonte oficial✓ verificadaoriginal ↗
- IPJ-A nº 1020625/2026 — análise do celular apreendido com Daniel Vorcaro (e-Doc 4, PET 15.978)Polícia Federal — NADIP/DFIN/CGRC/DICOR/PF · fev/2026Fonte oficial✓ verificadaoriginal ↗
- Decisão que decreta bloqueio patrimonial de sete integrantes de 'A Turma' e 'Os Meninos' (PET 16.019, 13/05/2026)Supremo Tribunal Federal — Ministro André Mendonça · 13/05/2026Fonte oficial✓ verificadaoriginal ↗
- Representação da PF que fundamenta a 6ª fase da Compliance Zero (e-Doc 2, PET 15.978)Polícia Federal — CINQ/CGRC/DICOR/PF · mai/2026Fonte oficial✓ verificadaoriginal ↗
Histórico de atualização
- Criado
- 03/09/2026
- Atualizado
- 18/09/2026
- Revisão
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