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Pessoa · Policial

Marilson Roseno da Silva

Policial federal aposentado, alvo da Operação Compliance Zero

1 conexões0 eventos1 fontes oficiais6 evidências

Resumo

Apontado pela Polícia Federal como responsável por cooptar agentes para consultas indevidas em sistemas internos da corporação em favor da família Vorcaro, com o objetivo de descobrir o teor de inquérito em que Henrique Vorcaro fora intimado. Segundo a apuração, negociou valores com o pai do banqueiro, pedindo '800k'.

Por que está no Novelo?

É apontado pela Polícia Federal como o agente aposentado que teria cooptado policiais para acessar informações sigilosas em favor da família Vorcaro.

Linha do tempo0

Nenhum evento datado no corpus.

Principais conexões1

Ordenadas pela força da evidência (D, C, A, I) e depois por nome. Abra cada uma para ver por que os nós estão conectados, as fontes e a posição dos envolvidos.

Henrique Vorcaro· negociação de valores por consultas indevidas, segundo a PFAAlegaçãoNão verificadodesde fev/2026
Alegação investigativaAlegação investigativaconfiança 0,4

Por que estes nós estão conectados?

Segundo a Polícia Federal, o policial aposentado pediu ao pai do banqueiro para não deixá-lo 'à deriva', teria ouvido que receberia R$ 400 mil e pediu '800k', em negociação ligada a consultas indevidas em sistemas internos da corporação para descobrir o teor de inquérito em que Henrique fora intimado.

Fontes

Força da evidência

AAlegaçãoAlegação: declaração atribuída a terceiro. Não equivale a fato comprovado.
  • AAlegaçãoSegundo a PF, o policial federal aposentado Marilson Roseno da Silva procurou ao menos três policiais para consultas indevidas em sistemas internos, com o objetivo de descobrir o teor de inquérito em que Henrique Vorcaro fora intimado; nas negociações pediu a Henrique para não o deixar 'à deriva', ouviu que receberia R$ 400 mil e pediu '800k'.

Posição dos envolvidos

  • Posição não localizada

    O corpus não registra manifestação de Marilson Roseno da Silva nem de Henrique Vorcaro sobre essas mensagens.

    Fontes: Metrópoles (coluna Grande Angular)

Relações por categoria

Alegação investigativa 1

Henrique Vorcaro· negociação de valores por consultas indevidas, segundo a PFAAlegaçãoNão verificadodesde fev/2026
Alegação investigativaAlegação investigativaconfiança 0,4

Por que estes nós estão conectados?

Segundo a Polícia Federal, o policial aposentado pediu ao pai do banqueiro para não deixá-lo 'à deriva', teria ouvido que receberia R$ 400 mil e pediu '800k', em negociação ligada a consultas indevidas em sistemas internos da corporação para descobrir o teor de inquérito em que Henrique fora intimado.

Fontes

Força da evidência

AAlegaçãoAlegação: declaração atribuída a terceiro. Não equivale a fato comprovado.
  • AAlegaçãoSegundo a PF, o policial federal aposentado Marilson Roseno da Silva procurou ao menos três policiais para consultas indevidas em sistemas internos, com o objetivo de descobrir o teor de inquérito em que Henrique Vorcaro fora intimado; nas negociações pediu a Henrique para não o deixar 'à deriva', ouviu que receberia R$ 400 mil e pediu '800k'.

Posição dos envolvidos

  • Posição não localizada

    O corpus não registra manifestação de Marilson Roseno da Silva nem de Henrique Vorcaro sobre essas mensagens.

    Fontes: Metrópoles (coluna Grande Angular)

Negócios e transações0

Nenhuma transação documentada no corpus.

Eventos0

Nenhum evento com participação registrada.

Atos públicos relacionados0

Nenhum ato público relacionado.

Documentos2

Evidências6

Cada evidência sustenta uma proposição concreta, com classificação própria.

  • AAlegação

    Segundo a PF, o policial federal aposentado Marilson Roseno da Silva procurou ao menos três policiais para consultas indevidas em sistemas internos, com o objetivo de descobrir o teor de inquérito em que Henrique Vorcaro fora intimado; nas negociações pediu a Henrique para não o deixar 'à deriva', ouviu que receberia R$ 400 mil e pediu '800k'.

    Atribuída a: Polícia Federal

    fonte

  • AAlegação

    Segundo a apuração da PF citada na decisão da 3ª fase, houve plano para simular um assalto contra o colunista Lauro Jardim, com o objetivo de intimidá-lo, 'prejudicá-lo violentamente' e silenciar sua cobertura sobre o Banco Master; em uma das mensagens fala-se em 'quebrar todos os dentes dele num assalto'.

    quebrar todos os dentes dele num assalto

    Atribuída a: Polícia Federal

    fontefonte

  • DDocumental direto

    Comunicado oficial da Polícia Federal: a 10ª fase, deflagrada em 09/07/2026, cumpriu dois mandados de busca e apreensão expedidos pelo STF em Brasília e apura atuação coordenada em redes sociais voltada, em tese, a comprometer a credibilidade do Banco Central, além de possível organização criminosa dedicada à intimidação de jornalistas, ao monitoramento ilícito de pessoas ligadas a autoridades públicas e a medidas destinadas a interferir em investigações.

    documentofonte

  • CCorroborado

    A decisão de Mendonça descreve o 'Projeto DV', iniciativa de contratar influenciadores e jornalistas para defender o Master e criticar o BC, com propostas de até R$ 2 milhões, tendo Miranda como principal articulador.

    documentofontefonte

  • AAlegação

    Em depoimento ao gabinete de André Mendonça, Vorcaro disse que as ordens dadas para agredir ou ameaçar adversários foram dadas porque 'estava nervoso' e que não se concretizaram; negou crimes financeiros na venda ao BRB e afirmou ter se aproximado de políticos apenas para sua 'proteção'.

    estava nervoso

    Atribuída a: Daniel Vorcaro

    fonte

  • AAlegação

    A família contesta a atribuição do apelido usado pelos investigadores, por considerá-la acusação gravíssima sem prova pública, e afirma que os familiares jamais tiveram conhecimento de envolvimento em atos de violência.

    Atribuída a: Luiz Phillipi Mourão

    fonte

Hipóteses e alegações sob análise

  • AAlegaçãoDisputadosegundo Polícia Federal, em representações acolhidas pelo STF

    Daniel Vorcaro teria mantido um núcleo dedicado a monitorar e intimidar adversários, jornalistas e concorrentes.

    O que os documentos não permitem afirmar: O comunicado oficial da PF sobre a 10ª fase confirma que a corporação apura organização voltada à intimidação de jornalistas e ao monitoramento ilícito, mas apurar não é comprovar. Não há denúncia nem decisão de mérito no corpus. O próprio investigado admitiu ter dado ordens de agressão, dizendo que não se concretizaram; a família de um dos apontados contesta a imputação por falta de prova pública, e ele morreu sob custódia antes de se defender.

    Revisão adversarial (03/09/2026): Testou-se a hipótese contrária: se fosse mera retórica, não haveria operação policial autônoma nem comunicado oficial descrevendo intimidação de jornalistas. Por outro lado, nenhuma peça pública no corpus comprova execução dos atos, e o único ato concreto relatado foi negado ou dito não consumado. Mantida como alegação em disputa. Resultado: disputed.

    • Versão apresentadapor Daniel Vorcaro· 02/09/2026

      Vorcaro afirmou que as ordens foram dadas porque 'estava nervoso' e que não se concretizaram.

      Fontes: Jornal de Brasília

    • Negativapor Thiago Miranda· 09/07/2026

      A defesa de Thiago Miranda refutou categoricamente a prática de qualquer ilegalidade e negou conduta destinada a intimidar ou coagir.

      Fontes: Poder360

    • Negativapor Luiz Phillipi Mourão· 13/04/2026

      A família de Luiz Phillipi Mourão contesta a imputação por ausência de prova pública.

      Fontes: CNN Brasil

Posição do citado

Negativas, esclarecimentos, notas públicas ou versões apresentadas pela pessoa ou organização. Exibidas sempre, mesmo quando enfraquecem uma hipótese.

  • Posição não localizada

    Nenhuma manifestação pública específica localizada no corpus até a data da última atualização.

Lacunas ainda não esclarecidas

O que o corpus não demonstra. Se não sabemos, dizemos que não sabemos.

  • O corpus não registra manifestação de Marilson Roseno da Silva ou de sua defesa.
  • As imputações são da autoridade policial, sem juízo de mérito.

Fontes8

1 fonte(s) primária(s) oficial(is).

Histórico de atualização

Criado
03/09/2026
Atualizado
03/09/2026
Revisão
published
Revisor
orquestrador

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