Transparência
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Último build do corpus: 26/10/2026, 15:54 BRT. Cada alteração de dado passa por validação automática e revisão; o histórico completo está no Git do repositório.
Lote 325 — André Kruschewsky Lima era o diretor formal, e a família Kruschewsky no Master
O verbete de André Kruschewsky Lima dizia que o corpus não apurara seu cargo formal, mas o próprio acervo já continha o que resolve a questão. No inquérito trasladado ao Inq 5.026, relatório do MPF de 28/04/2025 traz o quadro da Receita, que o lista como diretor do Banco Master desde 13/02/2023, e tela da Junta Comercial do Rio, que o registra antes como procurador (2022–2023). Nos autos do TJAP, o relatório de visita da Amprev, a apresentação institucional de 2024 e o questionário de due diligence do banco o identificam como diretor jurídico, a quem se reportava o compliance. Luiz Rennó Netto não aparece no quadro da Receita, o que é coerente com a qualificação de administrador de fato dada pelo BC. Entram ainda, em classe A, as mensagens de Kruschewsky a Vorcaro sobre o caso Alcídia no STF, segundo relatório da PF noticiado; o parentesco com Eugênio Kruschewsky passa a classe C, por ser afirmado por três veículos, sem documento de filiação; e Matheus Kruschewsky Silva, gerente comercial do Master segundo reportagem, entra com possível parentesco registrado como inferência.
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- andre-kruschewsky-lima: retirada a afirmação de que o corpus não apurou o cargo formal; cargo de diretor desde 13/02/2023 documentado, e o início em mar/2023 da reportagem anotado como divergente.
- rel-eugenio-kruschewsky-andre-kruschewsky-lima-familial: de A (disputed) para C (unverified), com três veículos independentes e sem documento de filiação.
- luiz-renno-netto: registrada a ausência no quadro de administradores da Receita.
Registros afetados: André Kruschewsky Lima, Banco Master, Eugênio de Souza Kruschewsky, Matheus Kruschewsky Silva, Luiz Rennó Netto, Daniel Vorcaro, Amapá Previdência
por orquestrador
Lote 324 — as mensagens do "500 mil mês", o administrador de fato e o que a PF diz de Tio Guiga
Registra as mensagens publicadas em 15/09/2026 por Metrópoles e Folha, extraídas do celular de Vorcaro, em que Luiz Rennó encaminha o contato de "Kevin Marques" com "500 mil mês - mantém?" e cita a Consult entre "pagamentos essenciais" — em classe A: a imprensa associa o contato ao filho do ministro Nunes Marques sem documento, as reportagens ressalvam que as mensagens não comprovam pagamento, e o material integral do celular segue sob sigilo no STF. Rennó passa a ter a indisponibilidade de bens decretada pelo Banco Central em 05/05/2026 como administrador de fato do Master; o cargo de diretor jurídico fica como atribuição da imprensa, porque a PF o dá a André Kruschewsky Lima em período anterior. A releitura da representação da PF sobre Wagner acrescenta a Guilherme Sodré os presentes de Augusto Lima endereçados a "Tio Guiga", a menção do diretor comercial do Master e as tratativas com Daniel Lopes Monteiro sobre o apartamento do Poème Horto, abertas por telefone repassado por Kruschewsky. Entram ainda a MMSM Patrimonial, sociedade de Guilherme e do filho Eduardo, o IPGT, sociedade de Kevin Marques com o filho do dono da Consult, e o sítio de Andaraí comprado em 2015 por Wagner e Guilherme.
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- guilherme-henrique-sodre-martins: retirada a nota de que o documento primário da PF não havia sido lido; resumo refeito a partir da representação.
- andre-kruschewsky-lima: o cargo de diretor jurídico passa a constar da representação da PF, não só de reportagem.
- fernando-de-goes: nome completo e cargo de diretor comercial, segundo a PF.
- luiz-renno-netto: o "advogado trabalhista" do verbete foi conferido na p. 85 do IPJ-A 886269/2026, que cita o perfil profissional dele; cargo no banco tratado como atribuição da imprensa.
Registros afetados: Luiz Rennó Netto, Kevin de Carvalho Marques, Consult Inteligência Tributária, Guilherme Henrique Sodré Martins, Eduardo Mendonça Sodré Martins, André Kruschewsky Lima, Fernando de Goes, Augusto Lima, Daniel Lopes Monteiro, Jaques Wagner, Banco Master, MMSM Patrimonial, Instituto de Pesquisa e Gestão Tributária
por orquestrador
Lote 323 — o relatório da PF sobre Wagner já estava lido, e dizia outra coisa sobre quem apresentou Vorcaro
Saneamento a partir dos fios herdados do estado da pesquisa. O verbete de Jaques Wagner registrava que o relatório da PF de 30/07/2026 (33 MB) nunca fora lido; a conferência mostrou que o mesmo PDF de 98 páginas está no acervo sob três registros de documento e foi lido na íntegra desde o lote 8 — a nota antiga vinha de um registro duplicado criado a partir de síntese de imprensa. A releitura do texto corrigiu dois pontos que esse registro sustentava: a contagem de "ao menos 70 contatos" entre Augusto Lima e o senador não aparece no documento, e a proximidade de Wagner com Vorcaro não é atribuída a Lima — segundo a PF, os primeiros contatos foram intermediados por Guilherme Henrique Sodré Martins, o "Tio Guiga", melhor amigo do senador e pai de seu enteado, que em 19/06/2024 escreveu a Vorcaro colocando-se à disposição. Os três registros do documento foram mantidos, com referência cruzada. O lote fecha também o fio da cautelar do Rio: a API do DJEN mostra que a Justiça estadual declinou da competência para a Justiça Federal em 10/03/2026, com base constitucional genérica e sem mencionar o Banco Central, e manteve a retenção de repasses ao Master por risco aos cofres públicos; segundo a imprensa, o TRF2 negou recurso do banco e o caso seguiu ao STF em maio, sob número ainda não localizado.
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- jaques-wagner: retirada a nota de que o relatório da PF de 30/07/2026 não havia sido lido.
- doc-pf-relatorio-wagner-2026-07, doc-2026-07-31-representacao-pf-9a-fase-wagner e doc-2026-07-representacao-pf-inq-5026-pet-16032: anotada a duplicidade de registro do mesmo PDF.
- ev-pf-70-contatos-lima-wagner e evt-2026-07-30-mendonca-retira-sigilo-relatorio-pf-wagner: retiradas a contagem de 70 contatos como fato do relatório e a intermediação de Lima; o documento atribui os primeiros contatos com Vorcaro a Guilherme Sodré.
- rioprevidencia: trajeto da cautelar documentado; a associação da mudança de competência a pedido do Banco Central não aparece na decisão de declínio.
Registros afetados: Jaques Wagner, Augusto Lima, Guilherme Henrique Sodré Martins, Daniel Vorcaro, RioPrevidência, Banco Master
por orquestrador
Lote 322 — André Valadão, o pastor que falou com Nikolas a pedido de Vorcaro
Linha 3 da revisão estrutural (rede religiosa), publicada inteiramente em classe A por decisão editorial. O acervo já registrava que Vorcaro mobilizara interlocutores para conter críticas de Nikolas Ferreira ao fórum de Londres e que o deputado atribuía o contato ao pastor André Valadão; faltava o próprio Valadão. Segundo mensagens e áudios revelados pelo ICL Notícias, em 27/04/2024 Vorcaro pediu a Valadão "ajuda com Nikolas" e, dois dias depois, ouviu dele que o deputado "nem sabia sobre o banco" e "pediu perdão" — intermediação que Valadão confirmou em vídeo de 03/09/2026 como "interlocução entre pessoas que eu conheço". Registra-se ainda a proximidade de décadas com a família Vorcaro descrita por O Globo (os pais do banqueiro chamados de "amigos da minha vida" em culto de abril de 2025) e pela Folha (casamento de Zettel celebrado por Valadão em 2018; dívida de um BMW quitada com ajuda de Henrique Vorcaro) — proximidade pessoal, não vínculo com o esquema; e o repasse de R$ 3,9 milhões do Master, em 2022, à produtora de Valadão e da esposa, apontado por relatório do COAF citado pelo SBT News e negado pela empresa. A fintech Clava Forte, criada pelo casal e fora do ar desde novembro de 2025, fica só como pergunta aberta: o vínculo com o Master é hipótese de um pedido de investigação, sem documento. Resultado negativo registrado na mesma linha: a Assembleia de Deus Madureira, de Cezinha de Madureira, não tem vínculo localizado com a Lagoinha, e ninguém nomeou os membros da igreja que pediram a Mendonça para receber Vorcaro.
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- nikolas-ferreira: pergunta aberta sobre a intermediação de Valadão.
- evt-2026-09-03-nikolas-vorcaro-mensagens-reveladas: André Valadão incluído como participante.
- henrique-vorcaro: pergunta aberta sobre a relação com Valadão.
Registros afetados: André Valadão, Amando Vidas Produtora e Gravadora, Daniel Vorcaro, Henrique Vorcaro, Fabiano Zettel, Nikolas Ferreira, Igreja Batista da Lagoinha Belvedere, Banco Master
por orquestrador
Lote 321 — auditoria das ligações classe A de Vorcaro, e a promessa de Ricardo Siqueira tem três meses e meio
Auditoria das 57 relações classe A que envolvem Daniel Vorcaro, feita a partir da revisão estrutural do grafo. Resultado: a predominância de classe A no centro do grafo é, em regra, classificação correta, não fragilidade. Das 19 relações A que já tinham evidência documental ligada, 17 são alegações investigativas — o documento prova que a PF ou a PGR afirmou, não que o fato ocorreu — e permanecem em A. As seis sem nenhuma evidência ligada foram conferidas contra suas fontes: dizem o que o rótulo afirma e seguem em A, por serem fonte única ou alegação. Uma única promoção se justificou: a convocação de Vorcaro como testemunha pela CPI do Crime Organizado e o cancelamento do depoimento por sua prisão são fatos institucionais registrados por duas publicações oficiais do Senado e por decisão do STF já no acervo, e a relação passa de A para C. O lote corrige ainda uma data: a promessa de Ricardo Siqueira Rodrigues de revelar à PF o político "dono" do Rioprevidência foi feita em entrevista ao Metrópoles em 31/05/2026, dias depois da 8ª fase da Compliance Zero — e não em 13/09/2026, como o acervo registrara a partir de republicação. Três meses e meio depois, não há notícia pública de que a revelação tenha ocorrido.
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- rel-daniel-vorcaro-cpi-do-crime-organizado-institutional: de A para C (fato institucional com duas fontes oficiais do Senado e evidência documental da decisão de Mendonça).
- ev-ricardo-siqueira-promete-revelar-dono-a-pf, ricardo-siqueira-rodrigues e src-temporealrj-2026-09-ricardo-siqueira-promete-revelar-dono: a entrevista é de 31/05/2026, não de 13/09/2026.
- benjamim-botelho-de-almeida: apelação criminal no TRF3 pautada para sessão virtual de 09/06/2026, sem comunicação posterior no DJEN nem acórdão localizado até 15/09/2026 — sem desfecho confirmado.
Registros afetados: Daniel Vorcaro, CPI do Crime Organizado, Ricardo Siqueira Rodrigues, RioPrevidência, Benjamim Botelho de Almeida
por orquestrador
Lote 320 — o fundo CARE11 ganha verbete, e documentos oficiais corrigem dois erros do acervo
Continuação da frente de cemitérios. O fundo Brazilian Graveyard and Death Care Services (CARE11), que aparecia só em texto espalhado por quatro lotes, ganha verbete próprio e passa a ligar, no grafo, o conglomerado Master (termo de compromisso com a CVM sobre ordens nas cotas, administração do fundo pela Master CCTVM até fevereiro de 2026 e, segundo a imprensa, posição de cotista), a Cortel (20% do capital) e Vicente Conte Neto (cofundador, segundo a imprensa). A leitura de documentos oficiais corrige o acervo em dois pontos. Primeiro, o relatório e o voto da CVM julgados em 25/11/2025: os irmãos Roberto e Marcio Schumann foram condenados por prática não equitativa (R$ 2.127.992,80 e R$ 54.048,02) e absolvidos da acusação de manipulação, e a Cortel foi absolvida — não houve "multa em 2022", ano apenas das operações; o voto também confirma um conselheiro da Cortel identificado como V.C.N., o que reforça a ligação de Vicente Conte Neto à empresa. Segundo, o administrador do fundo: comunicado do próprio fundo resumido pela BTG Pactual mostra que era a Master CCTVM até 04/02/2026, substituída pela Mérito DTVM — o que desmente a administração pela Planner Trustee (hoje Trustee DTVM, de Maurício Quadrado) publicada no lote 315 com base numa única reportagem; a afirmação é retirada dos verbetes e registrada como correção. Também sai do acervo a reavaliação do cemitério de Sabará para R$ 111,7 milhões, publicada no lote 315 sem conferência. Fica registrado, como fonte única, que o Ministério Público de Contas de Minas Gerais apura aplicações de regimes próprios de cinco municípios no fundo.
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- trustee-dtvm e rel-mauricio-quadrado-trustee-dtvm-corporate: retirada a afirmação do lote 315 de que a Trustee DTVM (Planner Trustee) administrava o CARE11; documento do fundo aponta a Master CCTVM até 04/02/2026 e a Mérito DTVM depois. Retirada também a reavaliação de R$ 111,7 milhões em 2020, não conferida.
- cortel-sp: a condenação dos Schumann é de 25/11/2025, por prática não equitativa, com absolvição da Cortel e da acusação de manipulação — o texto do lote 313 dizia "em 2022 a CVM multou".
- Termo de compromisso sobre o CARE11: aceito pelo Colegiado da CVM em 16/11/2022 (13/09/2022 é a data do parecer do Comitê); o processo 19957.010180/2022-81, citado junto no acervo, trata do Brazil Realty (BZLI11), não do CARE11.
- rel-vicente-conte-neto-cortel-sp-corporate: de A para C, com o voto da CVM somado à reportagem.
Registros afetados: Brazilian Graveyard and Death Care Services FII, Cortel SP, Banco Master, Trustee DTVM, Maurício Quadrado, Vicente Conte Neto
por orquestrador
Lote 319 — a decisão que mandou buscar Cezinha de Madureira, por dentro: três reclamações, R$ 3,5 milhões em êxito e a ressalva sobre os ministros
Lida a íntegra da decisão que autorizou a 3ª fase da Operação Transparência: Pet 13.428/DF, assinada pelo Min. Flávio Dino em 05/09/2026 e cumprida em 14/09 (o PDF, divulgado pelo Poder360, tinha texto corrompido e foi lido por OCR, conferido nos trechos usados). A frente, que estava toda em classe C por imprensa (lotes 314, 316 e 317), passa a classe D. O documento descreve a estrutura atribuída pela PF a Mariângela Fialek, Valéria Rodrigues Linhares e o deputado Cezinha de Madureira; detalha três reclamações no STF — a 79.545 (prefeita de Beberibe/CE, honorários de R$ 500 mil após o julgamento, "Despachei sim"), a 76.831 (memoriais endereçados nominalmente a Nunes Marques, André Mendonça e Gilmar Mendes) e a 81.608 (ex-secretário de Belford Roxo preso por desvio de R$ 112 milhões do FUNDEB e PNAE, com R$ 1 milhão cedido à sociedade de Valéria e aditivo de R$ 2 milhões condicionado à soltura); registra a mensagem "Tu vais fazer mais um!" de 16/10/2025; avoca os procedimentos sobre os R$ 510 mil de Congonhas; e indefere a busca no gabinete parlamentar. Com o mesmo peso, a decisão transcreve a delimitação da PF: ministros citados aparecem "exclusivamente como destinatários cogitados da influência anunciada" e "jamais como suspeitos", e os crimes investigados se consumam mesmo que o magistrado nunca saiba da negociação feita em seu nome. O acervo não identifica interlocutores que a própria PF declara desconhecidos, e não reproduz CPF, OAB, CNPJ de sociedades individuais, endereços ou dados de voo presentes no documento.
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- evt-2026-09-14-pf-operacao-transparencia-busca-cezinha: promovido de C para D com a decisão.
- rel-cezinha-de-madureira-nunes-marques-allegation, rel-mariangela-fialek-cezinha-de-madureira-professional, rel-cezinha-de-madureira-valeria-rodrigues-linhares-familial: promovidas de C para D; a primeira segue "disputada" e amarrada à evidência da delimitação negativa.
- cezinha-de-madureira: nova pergunta aberta sobre a decisão e a análise dos aparelhos.
Registros afetados: Cezinha de Madureira, Valéria Rodrigues Linhares, Mariângela Fialek, Nunes Marques, André Mendonça, Gilmar Mendes, Flávio Dino
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Lote 318 — os irmãos Conte, do bloqueio bilionário aos cemitérios, e as ligações que faltavam
Lote de consolidação a partir de revisão estrutural do grafo pelo investigador-chefe. Principal achado: Vicente Conte Neto, cujo verbete dizia "o acervo não sabe quem é" apesar de ter bens bloqueados em R$ 1,012 bilhão na Pet 15.198, é descrito na decisão do Min. Flávio Dino na ADPF 1.196 (lote 313, via reportagem do O Bastidor) como conselheiro da Cortel, diretor da Zion Capital e cofundador do fundo de cemitérios Brazilian Graveyard — e pela Gazeta Mercantil como irmão de Antônio Augusto Conte (também bloqueado no mesmo valor), herdeiro de administradora de cemitérios e parceiro de Vorcaro desde 2011, numa relação que teria chegado à compra do Banco Máxima. Que os alvos do bloqueio sejam esses irmãos fica registrado como inferência, não como fato; e fica anotada a tensão com as conversas de 2024 em que Antônio Augusto aparece como desafeto de Vorcaro. O lote também transforma em ligações do grafo fatos já documentados no acervo que só existiam em texto: Zettel repassou a Vorcaro o contato de Ricardo Siqueira um dia antes do credenciamento do Master no Rioprevidência; a comissão de 0,6% de Ricardo Siqueira; seu papel de intermediário no Rioprevidência; o Instituto ITER como instituição fundada por Mendonça; o perito João Cláudio Nabas na PF; e as duas holdings controladoras do Master nomeadas pelo Banco Central. Por decisão editorial já registrada no acervo, Tharcio Nascimento Salgado segue sem ligação até que a decisão sigilosa da Pet 15.686 seja lida; e não foi criada ligação entre o perito suspeito de vazamento e a jornalista citada, para não expor relação de fonte jornalística além do que o texto já registra.
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- vicente-conte-neto: verbete reescrito com identidade e ocupação segundo a imprensa; perguntas abertas parcialmente resolvidas.
- antonio-augusto-conte: pergunta aberta sobre identidade parcialmente resolvida, com a tensão 2011 x 2024.
Registros afetados: Vicente Conte Neto, Antônio Augusto Conte, Daniel Vorcaro, Cortel SP, Fabiano Zettel, Ricardo Siqueira Rodrigues, RioPrevidência, Instituto ITER, André Mendonça, João Cláudio Nabas, Polícia Federal, Master Holding Financeira, 113 Investimentos e Participações, Banco Master
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Lote 317 — Fialek, o desvio de R$ 119,2 milhões de Valdemar Costa Neto e a defesa da Mesa Diretora
Aprofundamento de um fork delegado sobre Mariângela Fialek e Arthur Lira (a pedido de Rafael), verificado por esta sessão via WebFetch/WebSearch em fontes independentes. Revela que a investigação sobre Fialek (já no acervo desde o lote 314/316, pela conexão com Cezinha de Madureira) é bem maior: em 10/07/2026, o Min. Flávio Dino bloqueou R$ 119,2 milhões de Valdemar Costa Neto, presidente do PL sem mandato parlamentar, por 21 emendas parlamentares forjadas e desviadas em seu benefício, executadas por Fialek e outros dois servidores da Câmara — dos quais ~R$ 104 milhões já haviam sido pagos. Fialek, longe de ser "ex-assessora", segue formalmente nomeada como chefe da Assessoria Especial do Gabinete da Presidência da Câmara, cargo para o qual foi indicada por Arthur Lira em 2021 e que manteve sob a presidência de Hugo Motta — cuja Mesa Diretora pediu ao STF, em dezembro/2025, a anulação das provas contra ela e seu retorno ao cargo, numa defesa institucional da própria cúpula da Câmara. A origem de toda a investigação foi um depoimento do deputado Glauber Braga (PSOL-RJ) à PF em 13/02/2025, responsabilizando Lira por concentrar o direcionamento de emendas — tratado com cautela, por ser alegação de testemunha sem prova documental equivalente e sem que Lira seja alvo formal da operação. Três novas entidades de pessoa (Valdemar Costa Neto, Arthur Lira, Glauber Braga), dois eventos, duas evidências classe C e quatro relações novas, além de reescrita substancial do verbete de Fialek e atualização do de Hugo Motta.
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- mariangela-fialek: verbete reescrito — corrigida a descrição de "ex-assessora" para o cargo que ela formalmente mantém, com biografia e os dois esquemas investigados.
- hugo-motta: nova informação sobre o pedido da Mesa Diretora ao STF em defesa de Fialek.
Registros afetados: Mariângela Fialek, Valdemar Costa Neto, Arthur Lira, Glauber Braga, Hugo Motta, Cezinha de Madureira, Flávio Dino
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Lote 316 — investigação de Cezinha de Madureira mira Nunes Marques; vínculo com Mendonça remonta a 2021
Aprofundamento de um fork delegado sobre Cezinha de Madureira (a pedido de Rafael), verificado por esta sessão via WebFetch/WebSearch em fontes independentes. Dois achados principais: (1) a Operação Transparência da PF (lote 314) aponta Mariângela Fialek (nova no acervo, ex-assessora de Arthur Lira) como operadora que enviava a Cezinha memoriais de processos sob relatoria do Min. Kassio Nunes Marques, incluindo um contrato de R$ 500 mil condicionado ao resultado de uma Reclamação no STF movida pela então prefeita de Beberibe/CE — com a ressalva explícita, feita pelo próprio Min. Dino e reforçada pela PF, de que nenhum ministro é investigado ou suspeito de participação; (2) o vínculo entre Cezinha e o Min. André Mendonça remonta a pelo menos 12/09/2021, quando Mendonça, recém-indicado ao STF, participou de culto na Assembleia de Deus de Madureira e declarou aos bispos presentes "vocês têm autoridade espiritual sobre a minha vida" — quatro anos antes do encontro de 2025 com Vorcaro que Cezinha também intermediou. Verbete de Cezinha ganhou biografia completa (nome civil, trajetória política, origem do apelido), confirmada via Câmara dos Deputados/imprensa. Duas alegações do fork NÃO confirmadas por fonte independente ficaram registradas como open_question, não como fato: que Cezinha teria articulado diretamente a aprovação do nome de Mendonça no Congresso em 2021 (a versão original também citava incorretamente Rodrigo Pacheco como presidente da Câmara — ele presidia o Senado), e a comparação entre o crescimento patrimonial de Cezinha e os valores do esquema investigado.
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- cezinha-de-madureira: verbete reestruturado com biografia completa e duas novas open_questions.
- valeria-rodrigues-linhares: nova open_question sobre candidatura própria em 2018 (não confirmada).
- rel-cezinha-de-madureira-andre-mendonca-intermediary: enriquecida com o culto de 2021.
Registros afetados: Cezinha de Madureira, Valéria Rodrigues Linhares, Mariângela Fialek, Nunes Marques, André Mendonça, Flávio Dino
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Trilha de auditoria completa: histórico de commits em /data.