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Fonte · Legislativo (oficial)

Requerimento nº 287/2026 – CPICRIME, do senador Alessandro Vieira

Senado Federalpublicada em 19/03/2026capturada em 03/09/2026Fonte oficial

Acesso

Requerimento de convocação de Yan Felix Hirano à CPI do Crime Organizado, aprovado pelo colegiado em 31/03/2026. Sustenta que documentos registrados na CVM em outubro de 2015 confirmariam que Oliver Ortiz figurava como cotista de fundos administrados pela antiga Foco DTVM — atual Sefer Investimentos —, inclusive o Aquilla FII, e que este fundo teria investido no Fundo São Domingos, veículo utilizado na aquisição do Banco Máxima em 2017. Acrescenta que registros da Receita Federal demonstram que Hirano e Benjamim Botelho de Almeida figuram conjuntamente como sócios-administradores da Associação dos Ocupantes do Centro Logístico de Queimados (ASOCLQ) desde junho de 2012. O próprio texto usa o condicional: a triangulação indicaria que recursos 'possivelmente' de origem ilícita 'teriam sido' introduzidos.

Fonte primária oficial: entra no modo "somente fontes oficiais" do grafo.

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03/09/2026
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O que esta fonte sustenta

Evidências

  • IInferênciaInferência da equipe, sinalizada como tal. O parecer público do PAS 03/2016 anonimiza fundos e pessoas por iniciais, mas dois elementos permitem correspondência com nomes já documentados no corpus. O parecer identifica a gestora 'A.A.M Ltda.' como 'atual AQ3 A.M. Ltda.'; o Informe Anual do Aquilla FII, disponível no Fundos.NET, nomeia como gestora a AQ3 Asset Management Ltda. — o que sustenta a leitura de que 'A. FII' designa o Aquilla FII. O parecer narra ainda que 'Y.F.H.' subscreveu cotas do 'A. FII' integralizando com metade do 'Imóvel Forjas' e votou, de forma irregular, pela possibilidade de integralização com bens antes mesmo de tornar-se cotista; o Requerimento nº 287/2026 da CPI do Crime Organizado convoca Yan Felix Hirano exatamente por operações imobiliárias em Queimados integradas a fundos do Grupo Aquilla, e as 'SPE Q3' e 'SPE Q.' do parecer são compatíveis com as SPEs de Queimados. Se a correspondência estiver correta, existe fonte oficial da CVM descrevendo a mesma engenharia que a CPI alega — com os nomes em iniciais. A equipe NÃO confirmou essa correspondência em fonte que a declare expressamente; trata-se de leitura, não de fato documentado.
  • CCorroboradoOliver Ortiz de Zarate Martin foi preso pela Polícia Federal em 27/06/2013, em cobertura na Barra da Tijuca (RJ), com apreensão de R$ 175 mil, US$ 150 mil, € 110 mil, sete imóveis e cerca de R$ 20 milhões em bens; segundo o delegado Paulo Telles, da DRE/PF, chefiava quadrilha espanhola ligada a cartéis colombianos, atuando em tráfico marítimo. Foi condenado em dezembro de 2013 a 16 anos por tráfico internacional e lavagem de dinheiro. O número do processo não foi localizado pela equipe. Este é fato público sobre Ortiz — e não pode ser usado como qualificação de terceiros.
  • DDocumental diretoO Requerimento nº 287/2026 da CPI do Crime Organizado, do senador Alessandro Vieira, aprovado pelo colegiado em 31/03/2026, sustenta que 'documentos registrados na CVM em outubro de 2015 confirmam que Ortiz figurava como cotista de fundos administrados pela antiga Foco DTVM — atual Sefer Investimentos —, tanto em nome próprio quanto por meio de empresas a ele vinculadas, incluindo o Aquilla FII', e que 'este fundo investiu no Fundo São Domingos, veículo utilizado na aquisição do Banco Máxima em 2017'. Registra ainda que Yan Felix Hirano e Benjamim Botelho de Almeida figuram conjuntamente como sócios-administradores da ASOCLQ desde junho de 2012. O texto do próprio requerimento preserva o condicional. Hirano nunca chegou a depor: a CPI encerrou em 14/04/2026 com a rejeição do relatório final por 6 votos a 4. Os documentos da CVM invocados não foram publicados nem localizados pela equipe.

Atos públicos

Nenhum.

Pessoas e organizações

Relações derivadas