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Transparência

Atualizações

Último build do corpus: 26/10/2026, 15:54 BRT. Cada alteração de dado passa por validação automática e revisão; o histórico completo está no Git do repositório.

  1. Lote 268 — a fonte do vazamento: um perito da PF, dois arquivos, e Malu Gaspar

    Fechando o mapeamento dos 17 processos que a PGR listou como excluídos do levantamento de sigilo (lote 265), a Pet 15.625 — o inquérito aberto em 06/03/2026 a pedido da própria defesa de Vorcaro para apurar vazamentos de seu celular — resolve um fio que o acervo mantinha em aberto desde os lotes 168/169: quem vazou o quê, e para quem. A PF identifica o Perito Criminal Federal João Cláudio Nabas, que tinha acesso ao laudo de extração do celular de Vorcaro, como autor de dois arquivos criados em 04/12/2025 — "Moraes.pdf" (sobre o contrato entre a advogada Viviane Barci de Moraes e o Master) e "Toffoli e esposa.pdf" —, repassados no dia seguinte à delegada que presidia a investigação, com o incentivo para que ela procurasse a jornalista Malu Gaspar, de quem ele disse ser fonte havia anos. A reportagem de O Globo de 09/12/2025 trouxe conteúdo coincidente com o "Moraes.pdf". O mesmo arquivo foi apagado do OneDrive institucional horas antes de uma reportagem de março de 2026 sobre as conversas Vorcaro-Moraes — o episódio que deflagrou toda a crise institucional do STF —, o que a PF trata como reforço indiciário, não como prova, de uma mesma fonte por trás dos dois vazamentos. Mendonça, com aval da PGR, suspendeu Nabas da função, autorizou busca e apreensão e afastou o sigilo telemático de sua conta.

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    • evt-2026-03-06-mendonca-inquerito-vazamento: acrescentado o desfecho parcial — o suspeito identificado é o perito João Cláudio Nabas.
    • malu-gaspar: acrescentado que, além de alvo de devassa, ela também teria recebido material vazado por um perito da PF.
    • dias-toffoli: registrada a criação do arquivo "Toffoli e esposa.pdf" pelo mesmo suspeito, sem confirmação de conteúdo ou publicação.
    • alexandre-de-moraes: registrada a hipótese investigativa (não provada) de que a mesma fonte vazou tanto o contrato de Viviane Barci de Moraes quanto as conversas dele com Vorcaro.

    Registros afetados: João Cláudio Nabas, André Mendonça, Malu Gaspar, Daniel Vorcaro, Viviane Barci de Moraes, Alexandre de Moraes, Dias Toffoli

    por orquestrador

  2. A linha Alcolumbre — o irmão no conselho fiscal da Amprev, e a hipótese da própria PF sobre Rueda como "rota de acesso"

    Aprofundamento pedido por Rafael a partir dos elementos do lote 265 (o ofício de Moraes citando Alcolumbre como alvo de suposto direcionamento de Mendonça). Dois achados: (1) um relatório de inteligência da PF, base da decisão de Moraes de 03/09/2026, descreve Alcolumbre como "provável alvo estratégico" pelo controle que exerce sobre a pauta de impeachment de ministros do STF, levanta a hipótese de que Mendonça veria em Antônio Rueda uma "rota de acesso" a ele, e relaciona isso à resistência histórica de Alcolumbre à indicação de Mendonça ao STF — hipótese da própria PF sobre a conduta de Mendonça, em direção causal oposta à do editor já registrada (que especulava Alcolumbre blindando Rueda/ACM Neto, não Mendonça mirando Alcolumbre via Rueda). (2) Enriquecimento de verbete já existente: Alberto Samuel Alcolumbre Tobelem — já registrado como presidente da Junta Comercial do Amapá — integrou o Conselho Estadual de Previdência do Amapá em 2023-2024 e passou ao Conselho Fiscal da Amprev a partir de 2025, depois das três deliberações de julho de 2024 que aprovaram R$ 400 milhões em letras do Master. PF e MP-AP apuram se o fundo ignorou alerta do conselheiro Gláucio Bezerra, em reunião de 30/07/2024, antes de aportar parte dos recursos. Nenhum ato concreto de investigação contra ele foi localizado.

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    Registros afetados: Davi Alcolumbre, Alberto Samuel Alcolumbre Tobelem, Antônio Rueda, André Mendonça, Gláucio Maciel Bezerra, Amapá Previdência

    por orquestrador

  3. Lote 267 — o inquérito sobre Flávio Bolsonaro: "irmão, estou e estarei contigo sempre"

    Continuando o mapeamento dos 17 processos que a PGR listou como excluídos do levantamento de sigilo de 10/09 (lote 265), a Pet 16.369 apareceu reautuada como INQ 5.070. Lida por inteiro: é o inquérito formal que investiga o senador Flávio Bolsonaro por lavagem de dinheiro, evasão de divisas, corrupção e organização criminosa no financiamento do filme "Dark Horse" — resolvendo o open_question que o acervo já registrava ("os inquéritos no STF não foram lidos pela equipe"). A representação da PF, com base em mensagens extraídas do celular de Vorcaro, mostra Flávio como interlocutor direto do banqueiro — não terceiro mencionado — em cobranças de pagamento ao longo de 2025, culminando na mensagem de véspera da prisão dele: "Irmão, estou e estarei contigo sempre, não tem meia conversa entre a gente. Só preciso que me dê uma luz! Abs!". Descreve também um print atribuído a Eduardo Bolsonaro com instruções sobre gestão de recursos nos EUA, e nomeia Altieres Santana, corretor de imóveis ligado à gestora do fundo Havengate. Mendonça autorizou a instauração em 22/07/2026.

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    • flavio-bolsonaro: resolvido o open_question sobre os inquéritos no STF nunca lidos pela equipe — o de relatoria de Mendonça (INQ 5.070) foi lido por inteiro; o de relatoria de Flávio Dino segue pendente.
    • eduardo-bolsonaro: acrescentado o print de 21/03/2025 com instruções sobre gestão de recursos nos EUA, atribuído a ele pela representação da PF.

    Registros afetados: Flávio Bolsonaro, Eduardo Bolsonaro, André Mendonça, Altieres Santana, Daniel Vorcaro, Mário Frias, Thiago Miranda, Paulo Calixto

    por orquestrador

  4. Saneamento: ligações repetidas, lastro fora do alvo e entidades soltas

    Terceira etapa da manutenção de integridade do grafo — não é apuração nova. Uma análise de consistência conferiu, para cada ligação, se o próprio registro e as fontes citadas nomeiam as duas pontas, e achou quatro tipos de problema. Fatos registrados duas vezes: o contrato Viking–Barci de Moraes de 12/05/2025, os R$ 14 milhões do Master à Pollaris desenhados também como pagamento pessoal a Guido Mantega, e as emendas de Mário Frias ao Instituto Conhecer Brasil como relação e como transação. Pagamento à empresa desenhado para a pessoa: os R$ 3,8 milhões da WF Comunicação, que passa a ter registro próprio. Lastro que falava de outra coisa: a relação de Paulo Gonet com o MPF citava a prisão de Paulo Henrique Costa. E 36 pessoas e organizações sem nenhuma ligação, 30 das quais os documentos do acervo já ligavam. O lint ganha três regras para que os quatro tipos não voltem.

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    • Fato registrado duas vezes: o 2º contrato da Viking Participações com o escritório Barci de Moraes (12/05/2025) existia como relação contratual (lote 11) e como relação comercial (lote 84). A comercial foi fundida na contratual, que herda suas evidências, fonte e evento.
    • Fato registrado duas vezes: a relação direta Banco Master → Guido Mantega repetia os R$ 14 milhões que o acervo já registra como pagamento à Pollaris Consultoria, empresa de Mantega. Fica a relação Pollaris → Master, que herda a evidência, a fonte e a posição do citado; a relação de consultoria entre Mantega e o banco permanece.
    • Fato registrado duas vezes: as emendas de R$ 2 milhões de Mário Frias ao Instituto Conhecer Brasil existiam como relação e como transação. A transação saiu: emenda é verba pública indicada pelo parlamentar, e o registro desenhava o dinheiro saindo dele.
    • A transação de R$ 3,8 milhões do Banco Master passa a apontar a WF Comunicação, que a fonte identifica como empresa de Fabio Wajngarten, e não mais a pessoa. A empresa ganha registro, ligado a ele.
    • Lastro fora do alvo: a relação de Paulo Gonet com o Ministério Público Federal (e o cargo na ficha dele) citava evidência, fonte e documento sobre a prisão de Paulo Henrique Costa, que não o mencionam. Passa a citar a manifestação que ele assinou como procurador-geral na PET 16.662.
    • Lastro fora do alvo: a relação de Ascendino Madureira Garcia com a Foco DTVM citava uma evidência sobre Daniel Vorcaro; fica apoiada só na fonte que trata dele. O ato de liquidação da CBSF DTVM deixa de apontar Gabriel Galípolo como autor, porque nenhuma das fontes o cita e o texto do ato não foi lido.
    • Conferido e mantido: os cinco conselheiros do comitê da Amprev constam da verificação de quórum da ata de 14/03/2024. O registro do documento passa a nomeá-los.
    • Retratação do ciclo 71-86 reaplicada: duas evidências ainda traziam R$ 1,876 bilhão como total aplicado pelos 18 regimes próprios; o valor correto é R$ 1,867 bilhão. A fonte da posse de Flávio Dino datava a posse de 22/02/2026; a data é 22/02/2024.
    • Entidades soltas: 30 das 36 pessoas e organizações sem ligação passam a tê-la pelo que os documentos já sustentavam — cargos (senadores de Mato Grosso, procuradores, a delegada Janaina Palazzo, dirigentes do BRB, da Cartos, da Tirreno, da The-Pay e do Banco Pleno), a participação nomeada nos próprios eventos (alvos da decisão de 06/01/2026 na PET 15.198, a CAE nas suas audiências, o Galo Forte FIP no bloqueio patrimonial) e vínculos societários (Tayayá, Terra Firme da Bahia, Lormont e FIDC Maranta). As relações atribuídas à polícia entram como alegação (classe A).
    • Entidades que ficam sem ligação, com o motivo declarado no registro: Cláudia Resende Soares da Silva, Karina Resende Oliveira Vorcaro, Diogo Ilário de Araújo Oliveira, João Pedro Leite Nunes, Décio Gabriel Gimenez e Terra Firme Construções e Incorporações. Os documentos as nomeiam sem descrever vínculo com mais ninguém, e ligá-las seria presumir.
    • Participantes que o próprio evento nomeava e não constavam: Marilson Roseno da Silva e Luiz Phillipi Mourão na prisão preventiva de 04/03/2026, Marilson Roseno na decisão da Segunda Turma de 20/03/2026 e Daniel Lopes Monteiro na prisão de 16/04/2026.

    Registros afetados: Viking Participações, Barci de Moraes Advogados, Pollaris Consultoria, Guido Mantega, Banco Master, Mário Frias, Instituto Conhecer Brasil, WF Comunicação, Fabio Wajngarten, Paulo Gonet, Ministério Público Federal, Ascendino Madureira Garcia, Foco DTVM, Reag Investimentos, Amapá Previdência, Flávio Dino, Supremo Tribunal Federal, Carlos Fávaro, Jayme Campos, Wellington Fagundes, Antônio Carlos Rodrigues, João Carlos Paolilo Bacelar Filho, Gabriel Pimenta Alves, Vicente Solari de Moraes Rêgo Mandetta, Janaina Pereira Lima Palazzo, Dário Oswaldo Garcia Júnior, Robério Bonfim Mangueira, Henrique Peretto, André Seixas Maia, Cartos, Tirreno, Daniel Moreira Bezerra, Alberto Félix Oliveira, Paula Vouguinha, Angelo Ribeiro da Silva, Guilherme de Toledo Benazzi, Neilton Paixão de Jesus, Renan Calheiros, Comissão de Assuntos Econômicos, Carlos Viana, Alfredo Gaspar, Flávio Bolsonaro, Priscila Franca Parigine, Roberto Fernandes de Oliveira Filho, The-Pay Soluções de Pagamentos, Renata Leme Borges dos Santos, Mario Umberto Degani, DGEP Empreendimentos e Participações, Resort Tayayá, Augusto Lima, Terra Firme da Bahia, Você Pode Saúde, Lormont Participações, FIDC Maranta, Nelson Tanure, Galo Forte FIP, Daniel Vorcaro, César Reginato Ligeiro, Vicente Conte Neto, Ricardo Batista de Siqueira Xavier, Tiago Oliva Schietti, Julia Grasiela de Oliveira Freixo, Marilson Roseno da Silva, Luiz Phillipi Mourão, Daniel Lopes Monteiro

    por sessão de código

  5. Lote 266 — a origem do caso Cláudio Castro: jantares, whiskey e um "operador político" no Rioprevidência

    A PGR, na Pet 16.704 (lote 265), listou 17 processos excluídos do levantamento de sigilo de 10/09; a PET 15.497 já era conhecida em parte — é a petição que, em 26/05/2026, levou à busca contra Cláudio Castro —, mas o acervo só tinha a comunicação oficial de imprensa sobre a busca, nunca a peça de origem. Lida agora por inteiro: a representação da PF de 20/02/2026 aponta que Daniel Vorcaro teria custeado jantares de luxo em Nova York e um evento de "degustação de whiskey" de mais de US$ 1 milhão em favor do então governador, e cita mensagens do operador financeiro Ricardo Siqueira Rodrigues sobre "alinhamento político" necessário para liberar os aportes bilionários da RioPrevidência no Master — referindo-se a um "dono" do órgão e a um "operador político" que "manda lá de verdade", sem nomeá-los. André Mendonça autorizou a instauração do procedimento em 28/04/2026, quase um mês antes da busca já conhecida. A própria petição da PF pediu que o caso não fosse avocado de imediato ao STF, para preservar a Operação Barco de Papel em curso no Rio, e observou que a competência originária seria do STJ caso o núcleo da apuração recaia só sobre o governador.

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    • claudio-castro: a caracterização genérica de "proximidade pessoal e atuação política" (só por comunicação de imprensa) foi substituída por acusação concreta, com fonte primária — jantares, whiskey, e as mensagens de Ricardo Siqueira Rodrigues.

    Registros afetados: Cláudio Castro, André Mendonça, Ricardo Siqueira Rodrigues, Daniel Vorcaro

    por orquestrador

  6. Lote 265 — Moraes acusa Mendonça por ofício, e Fachin avoca também o caso do INSS

    Mineração da Pet 16.704 (a petição-guarda-chuva da crise institucional do STF) direto no peticionamento eletrônico, com a sessão do Rafael. Em ofício de 11/09/2026, Alexandre de Moraes formaliza por escrito, com lista numerada, a acusação de que André Mendonça usurpou a direção de investigações, conduziu irregularmente colaboração premiada e direcionou alvos — o próprio Moraes e o senador Davi Alcolumbre — "por motivos pessoais e políticos"; pede julgamento conjunto das PETs 16.704 e 16.662 e denuncia que 180 documentos ficaram fora do levantamento de sigilo de 10/09. No mesmo dia, Moraes, Cristiano Zanin e Gilmar Mendes cobram, cada um por ofício próprio, que a cópia dos dados do celular de Vorcaro — lacrada no gabinete de Mendonça desde março — seja compartilhada com todo o colegiado antes do julgamento de 15/09. A PGR aponta que o levantamento de sigilo excluiu 17 processos correlatos à Compliance Zero (entre eles a PET 15.873, de Ciro Nogueira, já no acervo) e pede levantamento sem exceção. Em 12/09, Fachin vai além da PET 16.662: avoca também as próprias PETs 15.041 (Operação Sem Desconto, INSS) e 15.556 (Compliance Zero) à Presidência, e formaliza — com base no art. 13, XV, do RISTF — a substituição da relatoria da PET 16.662, diante da possibilidade de suspeição (art. 144, IV, CPC). No mesmo despacho, mantém a sessão de 15/09 exclusiva à PET 16.662 e remarca a própria Pet 16.704 para 23/09.

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    • ev-pauta-de-15-09-tem-um-unico-item-e-nao-inclui-o-caso-andrei: confirmado por despacho de 12/09 que a sessão de 15/09 fica exclusiva à PET 16.662, com a Pet 16.704 remarcada para 23/09.

    Registros afetados: Alexandre de Moraes, André Mendonça, Edson Fachin, Davi Alcolumbre, Cristiano Zanin, Gilmar Mendes, Ciro Nogueira, Paulo Gonet

    por orquestrador

  7. Aprofundamento — a cronologia da "Emenda Master" no gabinete de Wagner, e Vorcaro nomeia Rui Costa e Alexandre Silveira

    Mendonça levantou, em 11/09/2026, um novo sigilo sobre o relatório da PF a respeito de Jaques Wagner, detalhando a cronologia da Emenda 11 (a "Emenda Master"): o contato confidencial de Guilherme Sodré com Vorcaro seis dias antes da apresentação, a ligação de 9min19s entre Augusto Lima e Wagner no dia da apresentação e a visita ao gabinete duas semanas depois, e a mensagem de Lima de 29/03/2025 ("você faz parte disso"). A PF eleva a caracterização, antes descrita como "correlação", para um "padrão de acompanhamento direto" de pauta legislativa e uma relação "unidirecional". Também surge que a defesa de Wagner peticionou a Mendonça em 30/06/2026 contestando "onze hipóteses de ilegalidade". Separadamente, reportagem de agosto de 2025 revela que Vorcaro, questionado por jornalista sobre autoridades do governo Lula favoráveis à venda do Master ao BRB, nomeou "Rui, Jaques, Alexandre Silveira" — o que insere Rui Costa e o ministro Alexandre Silveira (novo no acervo) no quadro, sem que nenhum dos dois seja investigado por esse fato.

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    Registros afetados: Jaques Wagner, Rui Costa, Alexandre Silveira, Daniel Vorcaro, Augusto Lima, Guilherme Henrique Sodré Martins

    por orquestrador

  8. Correção — o relatório da PF sobre Toffoli é um só, e registra 12 encontros com Vorcaro

    O lote 262 deixou em aberto se "mais de 80 páginas" e "196 páginas" descreviam dois relatórios da PF sobre Dias Toffoli. Não descrevem: o Correio Braziliense trata no mesmo texto a IPJ-A nº 893171/2026 e o relatório de quase duzentas páginas como um único documento. A mesma reportagem acrescenta que a PF documentou ao menos 12 encontros presenciais entre o ministro e Daniel Vorcaro entre o fim de 2023 e o início de 2025 e 167 ligações por aplicativo, e que os ministros que analisaram o relatório decidiram arquivá-lo.

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    • ev-pf-hipotese-de-que-toffoli-seria-beneficiario-final-do-fundo-arleen: resolvida a divergência sobre o tamanho do relatório e incluídos encontros e ligações descritos pela imprensa.

    Registros afetados: Dias Toffoli, Daniel Vorcaro

    por orquestrador

  9. Lote 264 — a íntegra da decisão sobre Ciro Nogueira, e o fim da emenda do FGC

    O acervo tinha a fase de 07/05/2026 contra Ciro Nogueira só pelo resumo oficial. Na íntegra da decisão, a PF descreve a emenda que elevava o FGC a R$ 1 milhão chegando à casa do senador em envelope e a frase de Vorcaro "saiu exatamente como mandei"; minutas de dois projetos de lei retiradas da mesma casa em novembro de 2023, com cuidado para o motorista não ligar o transporte ao parlamentar; a empresa do irmão dele comprando por R$ 1 milhão ações avaliadas em R$ 13 milhões; e repasses mensais de R$ 300 mil a R$ 500 mil. Contra o senador, a única cautelar foi a proibição de contato; a tornozeleira ficou com o irmão e um operador. E o Senado fechou a outra ponta: a emenda, apresentada em 13/08/2024, foi rejeitada pela CCJ em 10/06/2026.

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    • ciro-nogueira: resolvidas as pendências sobre texto e data da Emenda nº 11.
    • doc-2026-05-07-decisao-pet-15873-ciro-nogueira: vinculada a íntegra da decisão.

    Registros afetados: Ciro Nogueira, Felipe Cançado Vorcaro, Daniel Vorcaro, André Kruschewsky Lima, Fundo Garantidor de Créditos

    por orquestrador

  10. Lote 263 — o primo de Toffoli, a DGEP e o que a CPI escreveu para convocar os irmãos do ministro

    Os quatro requerimentos da CPI do Crime Organizado que convocaram os irmãos de Dias Toffoli, lidos na íntegra, têm duas motivações. Os de Magno Malta citam reportagem sobre jogos de azar no Resort Tayayá. Os de Alessandro Vieira apontam a Maridt e uma segunda empresa, a DGEP, como cedentes de cotas do resort ao fundo Arleen, administrado pela antiga Reag Trust, e falam em suspeita de "utilização de influência institucional". O terceiro nome citado, Mario Umberto Degani, é primo do ministro e fundador do resort, e vendeu sua parte em 2025 a Paulo Humberto Barbosa — investigado do INQ 5.026 cujo papel o acervo ainda não conhecia.

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    • paulo-humberto-barbosa: registrada a compra de participações no Tayayá, segundo a imprensa.

    Registros afetados: José Eugênio Dias Toffoli, José Carlos Dias Toffoli, Mario Umberto Degani, DGEP Empreendimentos e Participações, Paulo Humberto Barbosa, Resort Tayayá, Maridt Participações, CPI do Crime Organizado, Alessandro Vieira

    por orquestrador

Trilha de auditoria completa: histórico de commits em /data.