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Organização · Empresa

Upcon

2 conexões0 eventos3 fontes oficiais2 evidências
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O que significam D, C, A e I?
DDocumental direto
Documental direto: consta de documento primário verificável (decisão, relatório oficial, contrato, registro).
CCorroborado
Corroborado: confirmado por múltiplas fontes independentes, sem documento primário no corpus.
AAlegação
Alegação: declaração atribuída a terceiro. Não equivale a fato comprovado.
IInferência
Inferência: interpretação analítica a partir de fatos conhecidos. Não é prova.

Detalhe em metodologia.

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Resumo

Empresa cuja aquisição pela Gafisa, em 2019-2020, é objeto da ação penal em que Nelson Tanure e Gilberto Benevides — então controlador da Upcon — são réus por suposto uso de informação privilegiada. Segundo a denúncia do MPF, o capital social da Upcon teria sido inflado de R$ 10 milhões para R$ 160,8 milhões dias antes do laudo de avaliação que definiu a quantidade de ações da Gafisa entregues em pagamento pela operação.

Por que está no Novelo?

É o ativo cuja aquisição originou a única ação penal em que Nelson Tanure, hoje investigado no caso Master, já figura como réu.

Posição do citado

Negativas, esclarecimentos, notas públicas ou versões apresentadas pela pessoa ou organização. Exibidas sempre, mesmo quando enfraquecem uma hipótese.

  • Posição não localizada

    Nenhuma manifestação pública específica localizada no corpus até a data da última atualização.

Lacunas ainda não esclarecidas

O que o corpus não demonstra. Se não sabemos, dizemos que não sabemos.

Nenhuma lacuna registrada pela equipe editorial.

Linha do tempo0

Nenhum evento datado no corpus.

Mais bem documentadas2

As doze relações com a evidência mais forte. Todas aparecem completas, agrupadas por categoria, na seção seguinte.

  • DDocumental diretoGafisaadquiriu a Upcon entre 2019 e 202019/12/2019
  • DDocumental diretoGilberto Benevidesex-controlador, titular de 82,94% do capital

Relações por categoria2

Societário 2

Gafisa· adquiriu a Upcon entre 2019 e 2020DDocumental diretoVerificadodesde 19/12/2019
SocietárioSocietárioconfiança 90%

Por que estes nós estão conectados?

A aquisição da Upcon pela Gafisa, entre dezembro de 2019 e fevereiro de 2020, é o objeto da ação penal por uso de informação privilegiada em que Nelson Tanure e Gilberto Benevides são réus. O STF rejeitou expressamente, em 27/01/2026, a conexão desse processo com a investigação sobre o Banco Master.

Fontes

Força da evidência

DDocumental diretoDocumental direto: consta de documento primário verificável (decisão, relatório oficial, contrato, registro).
  • DDocumental diretoLeitura direta de 17 comunicações judiciais do processo 5008069-89.2023.4.03.6181 (Gafisa/Upcon) via DJEN/CNJ confirma: capitulação penal por uso de informação privilegiada (art. 27-D, Lei 6.385/76), fatos de 19/12/2019 a 28/02/2020; denúncia recebida em 28/01/2026; MPF negou ANPP a Nelson Tanure por 'diversas reiterações de condutas similares... no âmbito da CVM', mas ofereceu ANPP ao corréu Gilberto Benevides, que recusou; processo suspenso de 28/01 a 08/06/2026 aguardando PAS CVM nº 19957.001817/2024-18 (mesmos fatos, esfera administrativa); decisão de 31/07/2026 indeferiu suspensão e alegação de inépcia, manteve assistente de acusação, e designou audiências de instrução para 20/10/2026 e 18/11/2026.
  • DDocumental diretoDistinção que o corpus precisa manter travada: no caso do Banco Master, Nelson Tanure é investigado, foi alvo de busca pessoal e de bloqueio de bens, e não está preso, indiciado nem denunciado. Ele é réu, porém, em ação penal distinta, sobre uso de informação privilegiada na aquisição da Upcon pela Gafisa — processo que chegou a subir ao Supremo e que o relator devolveu à primeira instância em 27/01/2026, rejeitando expressamente a conexão com o caso Master. Correção de data: a decisão que autorizou a busca pessoal foi assinada em 13/01/2026, para cumprimento em 14/01.

Posição dos envolvidos

Posição não localizada no corpus até a última atualização.

Gilberto Benevides· ex-controlador, titular de 82,94% do capitalDDocumental diretoVerificado
SocietárioSocietárioconfiança 90%

Por que estes nós estão conectados?

Gilberto Benevides era o controlador da Upcon, titular de 82,94% do capital, quando a empresa foi adquirida pela Gafisa. É corréu de Nelson Tanure na ação penal sobre uso de informação privilegiada na operação.

Fontes

Força da evidência

DDocumental diretoDocumental direto: consta de documento primário verificável (decisão, relatório oficial, contrato, registro).
  • DDocumental diretoLeitura direta de 17 comunicações judiciais do processo 5008069-89.2023.4.03.6181 (Gafisa/Upcon) via DJEN/CNJ confirma: capitulação penal por uso de informação privilegiada (art. 27-D, Lei 6.385/76), fatos de 19/12/2019 a 28/02/2020; denúncia recebida em 28/01/2026; MPF negou ANPP a Nelson Tanure por 'diversas reiterações de condutas similares... no âmbito da CVM', mas ofereceu ANPP ao corréu Gilberto Benevides, que recusou; processo suspenso de 28/01 a 08/06/2026 aguardando PAS CVM nº 19957.001817/2024-18 (mesmos fatos, esfera administrativa); decisão de 31/07/2026 indeferiu suspensão e alegação de inépcia, manteve assistente de acusação, e designou audiências de instrução para 20/10/2026 e 18/11/2026.

Posição dos envolvidos

Posição não localizada no corpus até a última atualização.

Negócios e transações0

Nenhuma transação documentada no corpus.

Documentos3

Evidências2

Cada evidência sustenta uma proposição concreta, com classificação própria.

  • DDocumental direto

    Leitura direta de 17 comunicações judiciais do processo 5008069-89.2023.4.03.6181 (Gafisa/Upcon) via DJEN/CNJ confirma: capitulação penal por uso de informação privilegiada (art. 27-D, Lei 6.385/76), fatos de 19/12/2019 a 28/02/2020; denúncia recebida em 28/01/2026; MPF negou ANPP a Nelson Tanure por 'diversas reiterações de condutas similares... no âmbito da CVM', mas ofereceu ANPP ao corréu Gilberto Benevides, que recusou; processo suspenso de 28/01 a 08/06/2026 aguardando PAS CVM nº 19957.001817/2024-18 (mesmos fatos, esfera administrativa); decisão de 31/07/2026 indeferiu suspensão e alegação de inépcia, manteve assistente de acusação, e designou audiências de instrução para 20/10/2026 e 18/11/2026.

    documentofonte

  • DDocumental direto

    Distinção que o corpus precisa manter travada: no caso do Banco Master, Nelson Tanure é investigado, foi alvo de busca pessoal e de bloqueio de bens, e não está preso, indiciado nem denunciado. Ele é réu, porém, em ação penal distinta, sobre uso de informação privilegiada na aquisição da Upcon pela Gafisa — processo que chegou a subir ao Supremo e que o relator devolveu à primeira instância em 27/01/2026, rejeitando expressamente a conexão com o caso Master. Correção de data: a decisão que autorizou a busca pessoal foi assinada em 13/01/2026, para cumprimento em 14/01.

    documentofontefonte

Fontes5

3 fonte(s) primária(s) oficial(is).

Histórico de atualização

Criado
05/09/2026
Atualizado
05/09/2026
Revisão
published
Revisor
orquestrador

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