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Pessoa · Empresário

Gilberto Benevides

Ex-controlador da Upcon

2 conexões0 eventos1 fontes oficiais3 evidências
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O que significam D, C, A e I?
DDocumental direto
Documental direto: consta de documento primário verificável (decisão, relatório oficial, contrato, registro).
CCorroborado
Corroborado: confirmado por múltiplas fontes independentes, sem documento primário no corpus.
AAlegação
Alegação: declaração atribuída a terceiro. Não equivale a fato comprovado.
IInferência
Inferência: interpretação analítica a partir de fatos conhecidos. Não é prova.

Detalhe em metodologia.

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Resumo

Empresário, ex-controlador da Upcon (titular de 82,94% do capital), corréu de Nelson Tanure na ação penal sobre uso de informação privilegiada na aquisição da empresa pela Gafisa. Segundo a denúncia do MPF, teria coordenado com Tanure a inflação do capital social da Upcon dias antes do laudo de avaliação da operação, tomando empréstimo formal da corretora Planner enquanto o lastro real dos recursos teria vindo do próprio Tanure via fundo Singular Plus. Réu desde 28/01/2026, junto com Tanure, perante a 5ª Vara Criminal Federal de São Paulo. A denúncia do MPF foi noticiada em 19/12/2025 (BPMoney; Revista Oeste) e recebida em 28/01/2026. Nenhuma manifestação de defesa atribuída a ele foi localizada pela equipe.

Por que está no Novelo?

É corréu de Nelson Tanure na única ação penal em que o empresário já figura como réu — distinta do caso Master, mas relevante para o perfil processual de um investigado do caso.

Posição do citado

Negativas, esclarecimentos, notas públicas ou versões apresentadas pela pessoa ou organização. Exibidas sempre, mesmo quando enfraquecem uma hipótese.

  • Versão apresentada· 04/09/2026

    Ato processual, não manifestação sobre o mérito. Segundo a leitura direta das comunicações do DJEN pela equipe, o MPF lhe ofereceu Acordo de Não Persecução Penal, que ele recusou; a Tanure o MPF negou o acordo. A fase de instrução tem audiências designadas para 20/10/2026 e 18/11/2026 (esta com o interrogatório dos réus).

    Fontes: Verificação direta da equipe — DJEN/CNJ, processo 5008069-89.2023.4.03.6181

  • Posição não localizada· 16/10/2026

    Busca em 16/10/2026 (quatro buscas por nome com Upcon, Gafisa, Tanure, defesa e ANPP; leitura de BPMoney e Revista Oeste de 19/12/2025) não localizou declaração dele ou de advogado em nome dele, nem registro de tentativa de contato; só há nota da defesa de Tanure. Nada em set–out/2026.

    Fontes: BPMoney, Revista Oeste

Lacunas ainda não esclarecidas

O que o corpus não demonstra. Se não sabemos, dizemos que não sabemos.

  • Vara: o verbete e a decisão de 31/07/2026 falam em 5ª Vara Criminal Federal de São Paulo; o BPMoney e a Revista Oeste (19/12/2025) situam o inquérito na 9ª Vara Criminal Federal de São Paulo. Conferir.
  • O interrogatório dos réus está designado para 18/11/2026.

Linha do tempo0

Nenhum evento datado no corpus.

Mais bem documentadas2

As doze relações com a evidência mais forte. Todas aparecem completas, agrupadas por categoria, na seção seguinte.

  • DDocumental diretoUpconex-controlador, titular de 82,94% do capital
  • AAlegaçãoNelson Tanurecorréus; MPF alega coordenação para inflar o capital da Upcon

Relações por categoria2

Societário 1

Upcon· ex-controlador, titular de 82,94% do capitalDDocumental diretoVerificado
SocietárioSocietárioconfiança 90%

Por que estes nós estão conectados?

Gilberto Benevides era o controlador da Upcon, titular de 82,94% do capital, quando a empresa foi adquirida pela Gafisa. É corréu de Nelson Tanure na ação penal sobre uso de informação privilegiada na operação.

Fontes

Força da evidência

DDocumental diretoDocumental direto: consta de documento primário verificável (decisão, relatório oficial, contrato, registro).
  • DDocumental diretoLeitura direta de 17 comunicações judiciais do processo 5008069-89.2023.4.03.6181 (Gafisa/Upcon) via DJEN/CNJ confirma: capitulação penal por uso de informação privilegiada (art. 27-D, Lei 6.385/76), fatos de 19/12/2019 a 28/02/2020; denúncia recebida em 28/01/2026; MPF negou ANPP a Nelson Tanure por 'diversas reiterações de condutas similares... no âmbito da CVM', mas ofereceu ANPP ao corréu Gilberto Benevides, que recusou; processo suspenso de 28/01 a 08/06/2026 aguardando PAS CVM nº 19957.001817/2024-18 (mesmos fatos, esfera administrativa); decisão de 31/07/2026 indeferiu suspensão e alegação de inépcia, manteve assistente de acusação, e designou audiências de instrução para 20/10/2026 e 18/11/2026.

Posição dos envolvidos

Posição não localizada no corpus até a última atualização.

Alegação investigativa 1

Nelson Tanure· corréus; MPF alega coordenação para inflar o capital da UpconAAlegaçãoNão verificado
Alegação investigativaAlegação investigativaconfiança 60%

Por que estes nós estão conectados?

Segundo a denúncia do MPF, Tanure e Benevides teriam coordenado aporte superior a R$ 100 milhões no capital social da Upcon dias antes do laudo que definiria quantas ações da Gafisa seriam entregues em pagamento, com o excedente recebido por Benevides repassado a Tanure com desconto. A defesa de Tanure nega irregularidade. O MPF negou acordo de não persecução penal a Tanure e o ofereceu a Benevides.

Fontes

Força da evidência

AAlegaçãoAlegação: declaração atribuída a terceiro. Não equivale a fato comprovado.
  • AAlegaçãoSegundo a denúncia do MPF, relatada pela imprensa, Tanure e Benevides teriam coordenado aporte superior a R$ 100 milhões no capital social da Upcon dias antes do laudo de avaliação que definiria a quantidade de ações da Gafisa entregues em pagamento pela aquisição, elevando o capital de R$ 10 milhões para R$ 160,8 milhões — com o excedente de ações recebido por Benevides repassado a Tanure com desconto. O MPF alega uso de offshores e do fundo Singular Plus para ocultar a real participação de Tanure, com Benevides tomando empréstimo formal da corretora Planner. Uma segunda reportagem cita valores distintos (aporte de R$ 150 milhões, inflação de ~1.400%) não reconciliados com os primeiros — possível diferença de momento ou métrica da operação, não esclarecida por nenhuma fonte.
  • AAlegaçãoA defesa de Nelson Tanure, no caso Upcon, sustenta que a CVM nunca apontou irregularidades na operação e que a Polícia Federal, ao também investigar os mesmos fatos, não encontrou evidências de crime; argumenta que a aquisição foi amplamente discutida no âmbito da Gafisa, com fatos relevantes publicados antes e depois do fechamento do negócio, aprovado pela maioria dos acionistas.

Posição dos envolvidos

Posição não localizada no corpus até a última atualização.

Negócios e transações0

Nenhuma transação documentada no corpus.

Documentos1

Evidências3

Cada evidência sustenta uma proposição concreta, com classificação própria.

  • DDocumental direto

    Leitura direta de 17 comunicações judiciais do processo 5008069-89.2023.4.03.6181 (Gafisa/Upcon) via DJEN/CNJ confirma: capitulação penal por uso de informação privilegiada (art. 27-D, Lei 6.385/76), fatos de 19/12/2019 a 28/02/2020; denúncia recebida em 28/01/2026; MPF negou ANPP a Nelson Tanure por 'diversas reiterações de condutas similares... no âmbito da CVM', mas ofereceu ANPP ao corréu Gilberto Benevides, que recusou; processo suspenso de 28/01 a 08/06/2026 aguardando PAS CVM nº 19957.001817/2024-18 (mesmos fatos, esfera administrativa); decisão de 31/07/2026 indeferiu suspensão e alegação de inépcia, manteve assistente de acusação, e designou audiências de instrução para 20/10/2026 e 18/11/2026.

    documentofonte

  • AAlegação

    Segundo a denúncia do MPF, relatada pela imprensa, Tanure e Benevides teriam coordenado aporte superior a R$ 100 milhões no capital social da Upcon dias antes do laudo de avaliação que definiria a quantidade de ações da Gafisa entregues em pagamento pela aquisição, elevando o capital de R$ 10 milhões para R$ 160,8 milhões — com o excedente de ações recebido por Benevides repassado a Tanure com desconto. O MPF alega uso de offshores e do fundo Singular Plus para ocultar a real participação de Tanure, com Benevides tomando empréstimo formal da corretora Planner. Uma segunda reportagem cita valores distintos (aporte de R$ 150 milhões, inflação de ~1.400%) não reconciliados com os primeiros — possível diferença de momento ou métrica da operação, não esclarecida por nenhuma fonte.

    Atribuída a: Denúncia do Ministério Público Federal

    fonte

  • AAlegação

    A defesa de Nelson Tanure, no caso Upcon, sustenta que a CVM nunca apontou irregularidades na operação e que a Polícia Federal, ao também investigar os mesmos fatos, não encontrou evidências de crime; argumenta que a aquisição foi amplamente discutida no âmbito da Gafisa, com fatos relevantes publicados antes e depois do fechamento do negócio, aprovado pela maioria dos acionistas.

    Atribuída a: Defesa de Nelson Tanure

    fonte

Fontes5

1 fonte(s) primária(s) oficial(is).

Histórico de atualização

Criado
05/09/2026
Atualizado
16/10/2026
Revisão
published
Revisor
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