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Último build do corpus: 26/10/2026, 15:54 BRT. Cada alteração de dado passa por validação automática e revisão; o histórico completo está no Git do repositório.

  1. Lote 335 — o inventário da busca de 04/03 na 3ª fase, e o cheque sem identidade na casa de Mourão

    A leitura integral da PET 15.562/DF — a petição das medidas reais da 3ª fase da Compliance Zero — detalha o que a PF arrecadou em 04/03/2026: dinheiro em espécie com Vorcaro em São Paulo, joias e relógios de luxo com Fabiano Zettel, uma nota promissória de R$ 200 mil avalizada por Henrique Vorcaro, pela mulher e pelo filho Daniel, uma cédula rural vinculada a Marilson Roseno da Silva, e um veículo em nome de Ana Cláudia Queiroz de Paiva. Registra também quatro mandados não cumpridos por endereço sem funcionamento real — Varajo, Super Empreendimentos, King Participações e King Motors. Um item fica em classe I, deliberadamente sem identificação: um cheque cancelado de R$ 1,8 milhão achado na casa de Luiz Phillipi Mourão, nominal a um 'Antônio Mansur' que o material não qualifica e que o acervo trata como pessoa distinta de João Carlos Falbo Mansur, já conhecido por outra frente — coincidência de sobrenome não é identidade. Por fim, a manifestação da PGR de 06/03/2026 contra o prazo de 24 horas cita, sem nomear, um 'evento fúnebre ocorrido durante a operação' que a coincidência exata de data liga, por inferência, à morte de Mourão já registrada no acervo — sem promover a inferência a identificação documental.

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    Registros afetados: Daniel Vorcaro, Fabiano Zettel, Henrique Vorcaro, Marilson Roseno da Silva, Ana Cláudia Queiroz de Paiva, Luiz Phillipi Mourão, Paulo Gonet, Varajo Consultoria Empresarial, Super Empreendimentos e Participações, King Participações Imobiliárias, King Motors Locação de Veículos e Participações

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  2. Lote 334 — o BRB processa o Master por fundos nas Bahamas e acusa desvio do Credcesta

    A leitura integral da Reclamação 88.121/DF — o processo que fundou a competência do STF sobre a Compliance Zero — revela uma frente até agora não documentada no acervo: o próprio BRB litigando diretamente contra o Banco Master, em liquidação, por fundos internacionais em Jersey, Cayman e Bahamas recebidos em quitação de CCBs de US$ 114 milhões e US$ 205 milhões. A Suprema Corte das Bahamas já reconheceu a liquidante EFB como representante estrangeira do conglomerado. Em outra petição, o BRB soma as carteiras compradas do Master em R$ 22,99 bilhões, estima em R$ 12 bilhões a parcela fraudulenta (a carteira Tirreno) e provisiona R$ 7,35 bilhões — e aponta, em ação cível própria, Augusto Ferreira Lima, controlador do Banco Pleno, como possível centro de comando de um desvio de fluxos do Credcesta para o Pleno e a PKL One. É alegação de parte interessada, em disputa civil com o próprio Augusto Lima — entrou como tal, sem promover a um fato apurado.

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    Registros afetados: BRB, Banco Master, PKL One Participações S.A., Banco Pleno, Augusto Lima, Andréa Lima Novaes, CredCesta, EFB Regimes Especiais de Empresas, Letsbank, Will Bank, Reag Investimentos

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  3. Lote 333 — Dalide Corrêa e o Grupo Monte Sião, um resultado negativo confirmado

    Fecha a pergunta que o lote 328 deixara aberta sobre o vínculo de Dalide Corrêa com o Grupo Monte Sião. A candidatura de 2022 está confirmada em duas fontes independentes: 1ª suplente de João Campos de Araújo ao Senado por Goiás, pelo Republicanos — não Tocantins, como uma reportagem chegou a dizer —, não eleita, com patrimônio declarado de R$ 88,5 milhões, entrando na chapa por substituição de dois suplentes cuja candidatura fora indeferida. Ela de fato integrou o quadro da Agropecuária Monte Sião a partir de 16/08/2022, mas o cadastro vigente da Receita Federal, consultado hoje, já não a inclui — resta apenas Vilma Magalhães e Silva. O resultado mais relevante é negativo: nenhuma operação entre o Grupo Monte Sião e o Banco Master, o BRB ou fundos ligados a Vorcaro foi localizada em fonte aberta. O vínculo dela com o dinheiro do Master é pessoal e passa pelo escritório de Brasília, não pela operação agropecuária do Tocantins. Registrado também, sem conclusão: o Monte Sião Haras, aberto em 2024, tem sócia de mesmo sobrenome (Raquel Alvarenga Alves Corrêa), sem parentesco confirmado com Dalide.

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    • people/dalide-barbosa-alves-correa: a candidatura de 2022 estava descrita apenas como 'suplente de senadora'; passa a registrar UF (Goiás), partido, titular, resultado e patrimônio declarado, e a filiação ao Agir passa a constar como não confirmada em fonte oficial. A pergunta aberta sobre o vínculo com o Monte Sião é substituída pela confirmação da entrada em 2022 e da ausência atual no quadro societário.

    Registros afetados: Dalide Corrêa, Alves Corrêa & Veríssimo Advocacia

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  4. Lote 332 — os alvos sem verbete da PET 16.230, e o apartamento de Wagner que ninguém consegue registrar

    Oito alvos da constrição de 19/06/2026 ainda não tinham verbete: a MSMG Patrimonial, que comprou de Jaques Wagner um apartamento de R$ 10 milhões em Salvador e vê o registro barrado pela indisponibilidade desde julho; a Gavazza Empreendimentos, ligada a Andréa Lima Novaes; o Hockenheim FIP, que tem item próprio na decisão, distinto da REAG que o administra; as duas WNT, do núcleo de Valério Marega Júnior; Patrich Toaldo Bonilha, irmão de Bonnie; André Pissolito Campos; e Márcio Domingues dos Santos. Este último rende o achado mais substancial do lote: em depoimento de 28/07/2026, ele descreve por dentro o escritório pessoal de investimentos de Daniel Monteiro — as gestoras cativas Noctua e Excelsior, que nunca saíram do papel, o irmão David controlando as finanças — e inverte, com sua própria memória dos fatos, o sentido que a decisão atribuiu ao envio dos documentos do apartamento. No mesmo depoimento nega qualquer contato com Valério Marega Júnior ou João Carlos Falbo Mansur. Uma pergunta fica registrada sem resposta: a petição em que ele pede a revisão do bloqueio cita a decisão que o atinge como da 'PET 16.229', não da 16.230 sob a qual protocola o próprio pedido — e o acervo não resolve se é erro de citação ou se há, de fato, uma decisão irmã em processo correlato.

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    Registros afetados: Jaques Wagner, Andréa Lima Novaes, Valério Marega Júnior, Bonnie Toaldo Bonilha, BN Representações Tecnológicas Ltda., Daniel Lopes Monteiro, David Lopes Monteiro, Luiz Antônio Lombardi, João Carlos Mansur, Reag Investimentos, Epítome S.A., Mendonça decreta constrição patrimonial de 27 alvos no eixo Jaques Wagner (PET 16.230), Decisão de constrição patrimonial na PET 16.230 (eixo Jaques Wagner da Compliance Zero)

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  5. Lote 331 — o PL do carbono, os pedidos parados e o nó do Instituto Lex

    A peça 005 da PET 16.230 é a análise que a PF fez a pedido da própria PGR sobre as proposições de Jaques Wagner, e o resultado dela é sobretudo negativo: na maior parte do que foi examinado, nada aparece nos celulares. O capítulo que avança é o do PL 412/2022, do mercado de carbono, e mesmo ali a cronologia que a própria PF transcreve mostra Wagner como relator por 23 dias, em 2022, enquanto as mensagens são de 2023, sob outra relatoria; as emendas que circularam no celular de Vorcaro já estavam protocoladas havia um mês, por senador diverso, e nenhuma mensagem tem Wagner como interlocutor. O tema não entrou na representação policial. No estado do processo, dezesseis pedidos seguem sem decisão contra três decisões monocráticas, e a PGR opinou pelo levantamento em todos os pedidos de mérito em que foi ouvida — só o de Wagner virou decisão. O lote fecha abrindo o nó do Instituto Lex: o ministro Alexandre de Moraes não é sócio, o quadro é da mulher e dos três filhos, e o que o liga diretamente ao instituto é a designação do Tesouro americano de 2025, retirada em dezembro do mesmo ano.

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    Registros afetados: Jaques Wagner, Daniel Vorcaro, Augusto Lima, Paulo Gonet, José Antonio Ramos Bittencourt, Eduardo Mendonça Sodré Martins, Guilherme Henrique Sodré Martins, BN Financeira, Valério Marega Júnior, Alexandre de Moraes, Viviane Barci de Moraes, LEX – Instituto de Estudos Jurídicos Ltda

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  6. Lote 330 — a sessão que não decidiu e a pauta de 23/09 desfeita

    A leitura direta da certidão de julgamento corrige o que a cobertura consolidou. Em 15/09 o Plenário não decidiu nada e não votou o mérito: discutiu uma questão de ordem suscitada por Gilmar Mendes para reunir a PET 16.662 e a PET 16.704 por continência, redistribuir os feitos, certificar todos os magistrados citados no caso Master sobre os quais recaiam indícios de recebimento de valores indevidos e abrir prazo à PGR e a esses juízes. O placar parcial era 3 a 4 — Gilmar, Zanin e Moraes de um lado; Fachin, Mendonça, Fux e Cármen Lúcia de outro —, com Nunes Marques impedido, Toffoli suspeito e vista de Flávio Dino. A certidão também confirma que a relatoria está com a Presidência desde 12/09. E em 17/09 a Presidência desfez a sessão de 23/09 que estava prevista para a PET 16.704, justamente porque a questão de ordem alcança a regularidade da relatoria: a pauta daquele dia traz três processos e nenhum do caso Master.

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    • evt-2026-09-15-sessao-extraordinaria-stf-investigacao-contra-moraes: o registro descrevia uma sessão futura em que o Plenário decidiria sobre autorizar investigação. Passa a registrar o que ocorreu — questão de ordem, placar parcial de 3 a 4, impedimento, suspeição e vista —, em classe D e verificado.
    • src-stf-pet16704-despacho-12-09-2026-pauta-adiada-23-09: a designação da sessão de 23/09 registrada nessa fonte foi desfeita em 17/09/2026; a nota da fonte passa a apontar o despacho novo.

    Registros afetados: Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, Gilmar Mendes, Alexandre de Moraes, André Mendonça, Cristiano Zanin, Dias Toffoli, Paulo Gonet

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  7. Lote 329 — a sociedade certa por trás do 'Alves Corrêa'

    A pergunta que o lote 328 deixou aberta tem resposta. A sociedade Alves Corrêa & Advogados Associados, de 2007, não podia ter recebido nada em 2024: foi extinta em 27/02/2013, por liquidação voluntária. A sociedade ativa da mesma titular é a Alves Corrêa & Veríssimo Advocacia, aberta em 14/06/2016, com capital de R$ 500 mil, Dalide Barbosa Alves Corrêa como sócia-administradora desde a abertura e David Veríssimo de Souza como sócio desde 2019. E há uma fonte que a nomeia por extenso três dias antes do Estadão: o levantamento do ND Mais de 14/09/2026 lista os maiores recebedores de honorários do Master e atribui à Alves Corrêa Verissimo Advocacia cerca de R$ 32,9 milhões, ao lado de Barci de Moraes, Monteiro/Rusu/Cameirão/Bercht, Warde, Gabino Kruschewsky, Marcus Vinícius Furtado Coelho e Mytra. A identificação da pessoa jurídica continua sendo por convergência de nome, titularidade e período: nenhum contrato, nota fiscal ou extrato público liga o CNPJ a um pagamento. A busca no DJEN foi estendida ao outro sócio e também não encontra processo com o Banco Master como parte.

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    • organizations/alves-correa-advogados: a organização passa a ser a sociedade ativa, Alves Corrêa & Veríssimo Advocacia (CNPJ 25.096.820/0001-50), com a sociedade de 2007 registrada como extinta em 2013; a pergunta em aberto sobre qual pessoa jurídica recebeu os valores foi respondida e substituída pela ressalva de que a identificação é por convergência, não por documento de pagamento.
    • ev-alves-correa-cadastro-societario-e-situacao-baixada: a proposição ganha a data da extinção (27/02/2013), ausente na primeira redação.

    Registros afetados: Alves Corrêa & Veríssimo Advocacia, Dalide Corrêa, Banco Master, Barci de Moraes Advogados

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  8. Lote 328 — o 'canal direto com o STF' nos R$ 33 milhões do Master e o nó do IDP

    Documentos da auditoria que o BRB contratou sobre suas operações com o Banco Master — feita pelo Machado Meyer com perícia da Kroll, concluída em 07/04/2026 e depois apreendida pela PF com dirigentes do próprio BRB — mostram que os gastos do Master com advocacia saltaram de R$ 76 milhões em 2023 para R$ 215 milhões em 2024. Nesse ano, o escritório Barci de Moraes recebeu R$ 40 milhões e o Alves Corrêa, de Dalide Corrêa, R$ 33 milhões, com a ordem de pagamento justificada por um diretor do banco como 'canal direto com o STF' — expressão que os diálogos não explicam e que não vem com o nome de nenhum ministro. A advogada nega ter atuado para o Master no Supremo. O que existe de documentado em torno dela é institucional e antigo: foi diretora-geral do IDP, instituto fundado por Gilmar Mendes, de onde saiu em 2017; no mesmo ano, Paulo Gonet, hoje procurador-geral, deixou a sociedade do IDP vendendo sua parte ao filho do ministro. O lote publica esse nó institucional e nenhuma aresta entre a advogada e ministro algum. Duas verificações próprias entram como limite: a sociedade Alves Corrêa registrada em 2007 está baixada na Receita, e as publicações do DJEN em nome dela não registram processo com o Master como parte.

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    Registros afetados: Dalide Corrêa, Alves Corrêa & Veríssimo Advocacia, IDP, Banco Master, BRB, Gilmar Mendes, Paulo Gonet, Angelo Ribeiro da Silva, Alberto Félix Oliveira, Barci de Moraes Advogados

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  9. Lote 327 — o contrato do Master com a BN Financeira e a Epítome por dentro da PET 16.230

    A leitura das 343 peças da PET 16.230 traz os documentos que sustentam os dois eixos. No eixo BN Financeira, o contrato de 10/03/2022 com o Master — 15% da receita do consignado Credcesta, convênio de Lauro de Freitas, assinado pelo diretor comercial Fernando Mascarenhas, ex-diretor da PKL One, e com a Terra Firme de Augusto Lima como interveniente — e o termo de quitação de outubro de 2025, emitido pelo escritório de Daniel Monteiro, em que a PKL One paga os R$ 3,5 milhões "por mera liberalidade" uma dívida que o próprio termo atribui ao Master. No eixo do apartamento, a Epítome, ex-NK 322, capitalizada em julho de 2024, comprou a unidade 1.702 à vista uma semana depois de ela ser liberada, cerca de 13% abaixo da tabela; os e-mails da personalização iam para David Monteiro, e um depoente disse à PF que o fundo que controlava a Epítome era de Daniel Monteiro. A Sodré Martins Serviços Administrativos passa de alegação a vínculo societário: 60% de Guilherme e 10% de Eduardo.

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    • rel-guilherme-henrique-sodre-martins-sodre-martins-servicos-administrativos-allegation e rel-eduardo-mendonca-sodre-martins-sodre-martins-servicos-administrativos-allegation: de alegação (A) para vínculo societário documentado (D), com os percentuais da análise cadastral da PF.

    Registros afetados: Banco Master, BN Financeira, PKL One Participações S.A., Terra Firme da Bahia, Fernando de Goes, Luiz Bull, Augusto Lima, Epítome S.A., David Lopes Monteiro, Daniel Lopes Monteiro, Luiz Antônio Lombardi, Monteiro Sociedade de Advogados, Sodré Martins Serviços Administrativos, Guilherme Henrique Sodré Martins, Eduardo Mendonça Sodré Martins, João Carlos Mansur

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  10. Lote 326 — a constrição da PET 16.230 e o terreno de Wagner que o Grupo City comprou

    Os autos da PET 16.230 abrem o eixo patrimonial da 9ª fase. Em 19/06/2026, André Mendonça decretou a constrição de bens de 27 alvos — Wagner, Augusto Lima, Guilherme e Eduardo Sodré entre eles — até R$ 5.955.250, soma dos eixos Poème Horto e BN Financeira, contra o parecer da PGR, que se opusera à medida; em 29/07, liberou os proventos do Senado bloqueados de Wagner. Os documentos juntados pela defesa reconstituem o terreno de Camaçari: comprado em 2000 por R$ 28 mil, confrontando com área declarada de utilidade pública pelo Decreto 15.159/2014, assinado pelo próprio Wagner como governador, para a Via Metropolitana — obra pela qual ele diz ter aberto mão de indenização; oferecido ao Grupo City em fevereiro de 2025 para o condomínio junto ao CT do Bahia; R$ 2 milhões de adiantamento pagos pela EC Bahia SAF; e vendido em 18/05/2026 à Lagoons por R$ 15,8 milhões, em lotes e no adiantamento. A Lagoons, aberta em dezembro de 2025, é administrada pelo CEO da SAF e por Alex Trancoso Neves, cuja família vendeu o terreno a Wagner em 2000. O registro, pedido no dia seguinte à operação, foi barrado pela indisponibilidade.

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    • O bloqueio do terreno não vem de ordem específica: a decisão de 19/06/2026 não o menciona, e a indisponibilidade foi averbada pela ordem geral na CNIB.
    • A Traneves Patrimonial não pertence a Wagner: é da família Trancoso Neves e vendeu-lhe o terreno em 2000.
    • A venda à Lagoons é de 18/05/2026, não de maio de 2025; em maio de 2025 houve o adiantamento pago pela EC Bahia SAF.

    Registros afetados: Jaques Wagner, Guilherme Henrique Sodré Martins, Eduardo Mendonça Sodré Martins, Augusto Lima, Lagoons Empreendimentos SPE, Traneves Patrimonial, Terere Incorporações, City Football Group, Esporte Clube Bahia SAF, Alex Grangeon Trancoso Neves, Raul Aguirre Zegarra, GF4.15 Participações e Consultoria, Sodré Martins Serviços Administrativos, André Mendonça

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Trilha de auditoria completa: histórico de commits em /data.