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Pessoa · Servidor / agente público

Maurício Moura

Diretor de Relacionamento Institucional e Cidadania do Banco Central (indicado por Temer, mantido por Bolsonaro)

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Resumo

Integrou a diretoria colegiada do Banco Central tanto em fevereiro de 2019, quando rejeitou a transferência de controle do Banco Máxima a Daniel Vorcaro por falta de comprovação de origem de recursos (Voto BCB 20/2019), quanto em outubro do mesmo ano, quando a diretoria aprovou por unanimidade a mesma operação (Voto BCB 218/2019) — um dos quatro diretores que mudaram de posição no intervalo de oito meses.

Por que está no Novelo?

Um dos quatro diretores do Banco Central que, presentes nas duas votações de 2019, mudaram de posição sobre a venda do Máxima a Daniel Vorcaro.

Posição do citado

Negativas, esclarecimentos, notas públicas ou versões apresentadas pela pessoa ou organização. Exibidas sempre, mesmo quando enfraquecem uma hipótese.

  • Posição não localizada

    Nenhuma manifestação pública específica localizada no corpus até a data da última atualização.

Lacunas ainda não esclarecidas

O que o corpus não demonstra. Se não sabemos, dizemos que não sabemos.

Nenhuma lacuna registrada pela equipe editorial.

Linha do tempo1

Mais bem documentadas0

As doze relações com a evidência mais forte. Todas aparecem completas, agrupadas por categoria, na seção seguinte.

Nenhuma relação registrada no corpus.

Relações por categoria0

Nenhuma relação registrada no corpus.

Negócios e transações0

Nenhuma transação documentada no corpus.

Documentos0

Nenhum documento ligado.

Evidências3

Cada evidência sustenta uma proposição concreta, com classificação própria.

  • CCorroborado

    O extrato oficial do voto 218/2019-BCB (14/10/2019) registra apenas a aprovação unânime, o relator (João Manoel Pinho de Mello) e os novos controladores (Daniel Vorcaro, Armando Miguel Gallo Neto e Felipe Wallace Simonsen), sem nomear os demais votantes. A lista completa dos oito diretores foi reconstruída pelo Poder360 a partir de nomeações públicas cruzadas: Roberto Campos Neto (presidente), João Manoel Pinho de Mello (relator, Organização do Sistema Financeiro), Bruno Serra Fernandes (Política Monetária), Fernanda Nechio (Assuntos Internacionais), Maurício Moura (Relacionamento Institucional e Cidadania), Carolina de Assis Barros (Administração), Paulo Sérgio Neves de Souza (Fiscalização) e Otávio Ribeiro Damaso (Regulação). Quatro deles — Moura, Barros, Paulo Sérgio e Damaso — já integravam a diretoria em fevereiro de 2019, quando a mesma operação fora rejeitada: 'mudaram de voto', segundo o Poder360. Não havia Diretor de Política Econômica nomeado em nenhuma das duas votações. A lista nominal completa dos oito votantes de fevereiro de 2019 não foi localizada em fonte pública.

    Quatro dos 8 integrantes da diretoria se mantiveram de fevereiro a outubro de 2019.

    fontefonte

  • CCorroborado

    Roberto Campos Neto faltou três vezes a convocações da CPI do Crime Organizado para depor especificamente sobre os critérios de idoneidade na aprovação do Máxima em 2019, protegido por habeas corpus concedido pelo ministro André Mendonça (STF), que o desobrigou de comparecer pessoalmente; ofereceu apenas resposta por escrito, considerada insuficiente por membros da comissão. Na sessão de 08/04/2026, pensada para tratar do tema, quem compareceu em seu lugar foi o atual presidente do BC, Gabriel Galípolo, que declarou: 'O entendimento da área técnica é que ele [Vorcaro] apresentou uma outra origem de recurso e que, a partir daí, estava atendido o que antes tinha sido rejeitado' — e afirmou que auditorias internas do BC não atribuem culpa pessoal a Campos Neto pela liquidação. Não há, até a data desta atualização, declaração pública do próprio Campos Neto sobre a aprovação de outubro de 2019.

    O entendimento da área técnica é que ele apresentou uma outra origem de recurso e que, a partir daí, estava atendido o que antes tinha sido rejeitado.

    fontefonte

  • AAlegação

    Na CAE do Senado, em 19/05/2026, senadores questionaram a contradição entre as gestões Goldfajn, Campos Neto e Galípolo na aprovação do Máxima. Jaques Wagner declarou: 'A governança não mudou... Ilan proíbe, depois se autoriza e se mantém por quatro anos, e Vossa Excelência em pouco tempo... liquida o banco'.

    A governança não mudou... Ilan proíbe, depois se autoriza e se mantém por quatro anos, e Vossa Excelência em pouco tempo... liquida o banco.

    Atribuída a: Agência Senado

    fonte

Fontes5

2 fonte(s) primária(s) oficial(is).

Histórico de atualização

Criado
03/09/2026
Atualizado
03/09/2026
Revisão
published
Revisor
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