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PGE-RJ cobra grupo Master por prejuízo de R$ 640 mi ao Rioprevidência
Agência Brasilpublicada em jul/2026capturada em 05/09/2026Imprensa
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Reportagem corroborando a ação da PGE-RJ e o detalhamento dos dois mecanismos de prejuízo: Texas I FIA (R$ 135,1 milhões, compra maciça de ações da Ambipar via Trustee) e Revolution (R$ 481,4 milhões, voto da Acura prejudicial aos cotistas no FIDC Eicon).
Fonte secundária: sustenta, no máximo, evidências corroboradas (C) ou alegações (A), salvo quando reproduz documento primário lido pela equipe.
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- 05/09/2026
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O que esta fonte sustenta
Evidências
- AAlegaçãoA Procuradoria-Geral do Estado do Rio de Janeiro move ação cobrando cerca de R$ 640 milhões do grupo Master (incluindo suas gestoras) por prejuízo ao RioPrevidência, distribuído entre dois mecanismos distintos, não um único: (1) Texas I FIA (R$ 135,1 milhões) — a Trustee DTVM teria comprado maciçamente ações da Ambipar por meio de fundos, inflando artificialmente seu preço; (2) Revolution (R$ 481,4 milhões, Rioprevidência com 10,7% de participação) — a gestora Acura votou, em nome do fundo, favoravelmente a mudanças no regulamento do FIDC Eicon (fundo investido) que prejudicaram os cotistas: waiver de direito de voto e aumento do prazo de amortização em 48 meses. São mecanismos de natureza diferente — compra artificial de preço versus voto prejudicial em assembleia —, ainda que ambos atribuídos a gestoras do mesmo ecossistema (Trustee e Acura).
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