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Organização · Órgão público

Secretaria Municipal de Inovação e Tecnologia de São Paulo

Também: SMIT, Prefeitura de São Paulo

1 conexões4 eventos1 fontes oficiais11 evidências
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O que significam D, C, A e I?
DDocumental direto
Documental direto: consta de documento primário verificável (decisão, relatório oficial, contrato, registro).
CCorroborado
Corroborado: confirmado por múltiplas fontes independentes, sem documento primário no corpus.
AAlegação
Alegação: declaração atribuída a terceiro. Não equivale a fato comprovado.
IInferência
Inferência: interpretação analítica a partir de fatos conhecidos. Não é prova.

Detalhe em metodologia.

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Resumo

Pasta da Prefeitura de São Paulo responsável pelo programa WiFi Livre SP e signatária do Termo de Colaboração 01/SMIT/2024 com o Instituto Conhecer Brasil. Sua sede foi alvo de busca na Operação Wi-Fi Livre, para recolher contratos, prestações de contas e documentos do termo.

Jurisdição:
São Paulo

Por que está no Novelo?

É o órgão que contratou o Instituto Conhecer Brasil e cuja sede foi alvo de busca na operação sobre o contrato de wi-fi.

Posição do citado

Negativas, esclarecimentos, notas públicas ou versões apresentadas pela pessoa ou organização. Exibidas sempre, mesmo quando enfraquecem uma hipótese.

Lacunas ainda não esclarecidas

O que o corpus não demonstra. Se não sabemos, dizemos que não sabemos.

  • O corpus não tem o edital, o termo de colaboração nem os pareceres do Tribunal de Contas do Município.

Linha do tempo4

Mais bem documentadas1

As doze relações com a evidência mais forte. Todas aparecem completas, agrupadas por categoria, na seção seguinte.

Relações por categoria1

Financeiro / comercial 1

Instituto Conhecer Brasil· Termo de Colaboração 01/SMIT/2024 (R$ 108 milhões)CCorroboradoVerificadodesde 2024
Financeiro / comercialContratualconfiança 85%

Por que estes nós estão conectados?

O instituto venceu o chamamento e firmou com a secretaria o termo de colaboração de R$ 108 milhões para 5 mil pontos de wi-fi gratuito. A execução do contrato é objeto da Operação Wi-Fi Livre; a prefeitura afirma que o contrato seguiu os princípios da legalidade, transparência e economicidade.

Eventos: Operação Wi-Fi Livre: buscas no Instituto Conhecer Brasil, na Go Up e na Secretaria Municipal

Força da evidência

CCorroboradoCorroborado: confirmado por múltiplas fontes independentes, sem documento primário no corpus.
  • CCorroboradoO Termo de Colaboração 01/SMIT/2024, de R$ 108 milhões, previa a implantação, operação e manutenção de 5 mil pontos de wi-fi gratuito em comunidades periféricas de São Paulo, no programa WiFi Livre SP, ao custo mensal de R$ 1,8 mil por ponto.
  • CCorroboradoO cronograma previa 5 mil pontos até junho de 2025, mas apenas cerca de 3,2 mil teriam sido instalados, e foram assinados três termos aditivos em curto intervalo de tempo.

Posição dos envolvidos

Negócios e transações0

Nenhuma transação documentada no corpus.

Documentos0

Nenhum documento ligado.

Evidências11

Cada evidência sustenta uma proposição concreta, com classificação própria.

  • CCorroborado

    O Termo de Colaboração 01/SMIT/2024, de R$ 108 milhões, previa a implantação, operação e manutenção de 5 mil pontos de wi-fi gratuito em comunidades periféricas de São Paulo, no programa WiFi Livre SP, ao custo mensal de R$ 1,8 mil por ponto.

    fontefontefonte

  • CCorroborado

    O cronograma previa 5 mil pontos até junho de 2025, mas apenas cerca de 3,2 mil teriam sido instalados, e foram assinados três termos aditivos em curto intervalo de tempo.

    fontefonte

  • CCorroborado

    Em relatório preliminar de acompanhamento de edital, datado de abril de 2024, o Tribunal de Contas do Município de São Paulo (TCM-SP) identificou ao menos 20 irregularidades no edital de contratação do sistema de wi-fi e recomendou a suspensão do processo, entre elas a ausência de especificação objetiva de dispositivos sobre proteção de dados pessoais exigidos pela LGPD. A SMIT alterou o edital para incluir cláusulas de LGPD (proibição de uso e repasse de dados a terceiros fora das hipóteses legais), mas manteve o processo apesar da recomendação de suspensão.

    fontefonte

  • AAlegação

    Segundo apuração relatada pela imprensa, o Instituto Conhecer Brasil foi o único participante do chamamento público 01/SMIT/2024, e não tinha experiência técnica prévia no setor de comunicações — sua atuação anterior concentrava-se em feiras e eventos literários e religiosos.

    Atribuída a: Jornal do Brasil (JB)

    fonte

  • CCorroborado

    Em 01/06/2026 a Polícia Civil de São Paulo cumpriu oito mandados de busca e apreensão, autorizados pela 1ª Vara Regional das Garantias, contra o Instituto Conhecer Brasil, a Go Up Entertainment, endereços ligados a Karina Ferreira da Gama e a sede da Secretaria Municipal de Inovação e Tecnologia.

    fontefontefonte

  • CCorroborado

    A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo informou que a investigação apura possíveis crimes de frustração do caráter competitivo de licitação, fraude na execução de contrato administrativo e emprego irregular de verbas públicas.

    Atribuída a: SSP-SP

    fontefonte

  • AAlegação

    Segundo o Jornal de Brasília, o instituto teria apresentado à prefeitura ao menos R$ 16,5 milhões em notas fiscais consideradas irregulares para justificar despesas do contrato.

    Atribuída a: Jornal de Brasília

    fonte

  • CCorroborado

    O contrato inicial de R$ 108 milhões chegou a R$ 157,1 milhões por meio de três termos aditivos assinados em curto intervalo de tempo, somando R$ 49,1 milhões adicionais. Cerca de R$ 26 milhões teriam sido pagos sem comprovação de execução dos serviços, enquanto apenas 3.200 dos 5 mil pontos prometidos foram efetivamente instalados.

    fontefonte

  • AAlegação

    Segundo reportagem do Intercept Brasil (relatada pelo Jornal GGN, fonte primária bloqueada para leitura direta), o Instituto Conhecer Brasil se comprometeu formalmente a fornecer contatos telefônicos de usuários cadastrados no WiFi Livre SP à Talk Communications (subcontrato de R$ 2,7 milhões, 12 campanhas de disparo em massa, cerca de 8,1 milhões de mensagens) e ao Instituto Orbis (R$ 5 milhões, pesquisas de satisfação), sem termo de consentimento dos usuários — o que a reportagem qualifica como violação frontal à LGPD e ao Marco Civil da Internet.

    Atribuída a: Jornal GGN, com base em reportagem do Intercept Brasil

    fonte

  • AAlegação

    Karina Gama nega os crimes de organização criminosa, evasão de divisas e lavagem de dinheiro e comprometeu-se a entregar voluntariamente à PF, até 28/08/2026, notas fiscais, contratos e a prestação de contas do filme.

    Atribuída a: Karina Ferreira da Gama

    fonte

  • AAlegação

    A Prefeitura de São Paulo divulgou nota em que 'repudia veementemente ilações de desvio de recursos públicos', afirma que o contrato seguiu 'rigorosamente os princípios da legalidade, transparência e economicidade' e informa que colabora com as investigações.

    Atribuída a: Secretaria Municipal de Inovação e Tecnologia de São Paulo

    fonte

Hipóteses e alegações sob análise

  • AAlegaçãoDisputadosegundo Polícia Civil de São Paulo e Ministério Público de São Paulo

    Recursos do contrato de wi-fi da Prefeitura de São Paulo com o Instituto Conhecer Brasil teriam sido desviados para a produtora Go Up Entertainment, responsável pelo filme 'Dark Horse'.

    O que os documentos não permitem afirmar: É hipótese de investigação, não conclusão. O corpus não tem o termo de colaboração, os pareceres do TCM, as notas fiscais nem qualquer decisão de mérito. A operação apura fraude na licitação e na execução do contrato; o desvio para a produtora é a linha que levou a PF a pedir os dados.

    Revisão adversarial (03/09/2026): Procurou-se decisão judicial ou peça de acusação que afirmasse o desvio: não há no corpus. O que existe são buscas autorizadas, a descrição dos crimes apurados pela SSP-SP e o compartilhamento de dados deferido por Dino. Registrada como alegação em disputa. Resultado: disputed.

Fontes9

1 fonte(s) primária(s) oficial(is).

Histórico de atualização

Criado
03/09/2026
Atualizado
03/09/2026
Revisão
published
Revisor
orquestrador

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