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Operação mira contrato de R$ 157 milhões da Prefeitura de São Paulo com ONG ligada a filme sobre Jair Bolsonaro
Grupo Lomes de Comunicaçãopublicada em 01/06/2026capturada em 03/09/2026Imprensa
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Corrobora o parecer do TCM-SP e os valores do contrato com aditivos; acrescenta que cerca de R$ 26 milhões teriam sido pagos sem comprovação de execução dos serviços, e que apenas 3.200 dos 5 mil pontos prometidos foram instalados.
Fonte secundária: sustenta, no máximo, evidências corroboradas (C) ou alegações (A), salvo quando reproduz documento primário lido pela equipe.
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- 03/09/2026
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O que esta fonte sustenta
Evidências
- CCorroboradoEm relatório preliminar de acompanhamento de edital, datado de abril de 2024, o Tribunal de Contas do Município de São Paulo (TCM-SP) identificou ao menos 20 irregularidades no edital de contratação do sistema de wi-fi e recomendou a suspensão do processo, entre elas a ausência de especificação objetiva de dispositivos sobre proteção de dados pessoais exigidos pela LGPD. A SMIT alterou o edital para incluir cláusulas de LGPD (proibição de uso e repasse de dados a terceiros fora das hipóteses legais), mas manteve o processo apesar da recomendação de suspensão.
- CCorroboradoO contrato inicial de R$ 108 milhões chegou a R$ 157,1 milhões por meio de três termos aditivos assinados em curto intervalo de tempo, somando R$ 49,1 milhões adicionais. Cerca de R$ 26 milhões teriam sido pagos sem comprovação de execução dos serviços, enquanto apenas 3.200 dos 5 mil pontos prometidos foram efetivamente instalados.
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Pessoas e organizações
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Relações derivadas
Nenhuma.