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Pessoa · Advogado

Valéria Rodrigues Linhares

Advogada, esposa do deputado federal Cezinha de Madureira (PL-SP)

1 conexões1 eventos1 fontes oficiais3 evidências
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O que significam D, C, A e I?
DDocumental direto
Documental direto: consta de documento primário verificável (decisão, relatório oficial, contrato, registro).
CCorroborado
Corroborado: confirmado por múltiplas fontes independentes, sem documento primário no corpus.
AAlegação
Alegação: declaração atribuída a terceiro. Não equivale a fato comprovado.
IInferência
Inferência: interpretação analítica a partir de fatos conhecidos. Não é prova.

Detalhe em metodologia.

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Resumo

Advogada, filiada ao PSD antes da migração de Cezinha de Madureira para o PL. Teve R$ 510 mil em espécie apreendidos pela Polícia Federal em 25/08/2026, dentro de uma mala, no Aeroporto de Congonhas (São Paulo). Alvo, junto com o marido, da terceira fase da Operação Transparência em 14/09/2026 (quatro mandados de busca e apreensão no DF e em SP, autorizados pelo Min. Flávio Dino), por suspeita de exploração de prestígio, tráfico de influência, corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

Por que está no Novelo?

Alvo, com o marido Cezinha de Madureira — intermediário do encontro entre o Min. André Mendonça e Daniel Vorcaro em 14/03/2025, segundo apuração já registrada no acervo —, de investigação da PF por suposta venda de influência sobre ministros de tribunais superiores.

Posição do citado

Negativas, esclarecimentos, notas públicas ou versões apresentadas pela pessoa ou organização. Exibidas sempre, mesmo quando enfraquecem uma hipótese.

  • Negativa· 14/09/2026

    Sua defesa afirmou que o valor de R$ 510 mil apreendido no aeroporto estava devidamente declarado e não haveria ilegalidade.

    Fontes: CNN Brasil

Lacunas ainda não esclarecidas

O que o corpus não demonstra. Se não sabemos, dizemos que não sabemos.

  • Origem e destino declarados do valor apreendido não localizados nesta coleta.
  • NOVO (15/09/2026): segundo apuração de um fork delegado, não confirmada de forma independente por esta equipe, foi candidata a deputada distrital pelo DF em 2018 (PSD, 1.904 votos, não eleita) — teria, portanto, trajetória política própria anterior ao casamento com Cezinha de Madureira, não apenas o papel de "esposa de". Mantido como open_question até checagem direta no TSE.

Linha do tempo1

Mais bem documentadas1

As doze relações com a evidência mais forte. Todas aparecem completas, agrupadas por categoria, na seção seguinte.

Relações por categoria1

Pessoal / social 1

Cezinha de Madureira· cônjugeDDocumental diretoVerificado
Pessoal / socialFamiliarconfiança 95%

Por que estes nós estão conectados?

Cezinha de Madureira e a advogada Valéria Rodrigues Linhares são casados. Ambos são alvos da terceira fase da Operação Transparência (14/09/2026), autorizada pelo Min. Flávio Dino, por suspeita de tráfico de influência sobre tribunais superiores. Linhares teve R$ 510 mil em espécie apreendidos em 25/08/2026 no Aeroporto de Congonhas.

Eventos: PF cumpre 3ª fase da Operação Transparência contra Cezinha de Madureira, autorizada por Dino

Força da evidência

DDocumental diretoDocumental direto: consta de documento primário verificável (decisão, relatório oficial, contrato, registro).
  • CCorroboradoEm 14/09/2026, a Polícia Federal cumpriu a terceira fase da Operação Transparência — quatro mandados de busca e apreensão no Distrito Federal e em São Paulo, autorizados pelo Min. Flávio Dino — contra o deputado federal Cezinha de Madureira (PL-SP) e sua esposa, a advogada Valéria Rodrigues Linhares, por suspeita de exploração de prestígio, tráfico de influência, corrupção passiva e lavagem de dinheiro. A investigação aponta negociação de "pagamento de valores expressivos, condicionados ao resultado de processos em curso", com o objetivo de influenciar decisões judiciais em tribunais superiores. Em 25/08/2026, a PF já havia apreendido R$ 510 mil em espécie com Linhares, em mala, no Aeroporto de Congonhas. A Operação Transparência começou em dezembro de 2025 para apurar irregularidades na destinação de emendas parlamentares; esta é sua terceira fase.
  • DDocumental diretoNa decisão de 05/09/2026 na Pet 13.428/DF (cumprida em 14/09), o Min. Flávio Dino transcreve a representação da PF segundo a qual a perícia do celular de Mariângela Fialek, apreendido em 12/12/2025 na Operação Transparência, revela "atuação articulada e continuada de três pessoas com papéis complementares": Fialek, que "capta e formaliza as causas e elabora os memoriais"; Valéria Rodrigues Linhares, advogada e esposa do deputado, que "redige, revisa e assina os instrumentos de honorários e de cessão de crédito"; e o deputado Cezinha de Madureira, "a quem cabe o suposto contato pessoal e direto com Ministros de Tribunais Superiores". A decisão defere busca e apreensão contra o deputado e a sociedade de advocacia de Valéria, avoca ao STF os procedimentos sobre os R$ 510 mil apreendidos em Congonhas em 25/08/2026 e indefere a busca no gabinete parlamentar, por não reunir as "fundadas razões" exigidas pelo Código de Processo Penal.

Posição dos envolvidos

Posição não localizada no corpus até a última atualização.

Negócios e transações0

Nenhuma transação documentada no corpus.

Documentos1

Evidências3

Cada evidência sustenta uma proposição concreta, com classificação própria.

  • CCorroborado

    Em 14/09/2026, a Polícia Federal cumpriu a terceira fase da Operação Transparência — quatro mandados de busca e apreensão no Distrito Federal e em São Paulo, autorizados pelo Min. Flávio Dino — contra o deputado federal Cezinha de Madureira (PL-SP) e sua esposa, a advogada Valéria Rodrigues Linhares, por suspeita de exploração de prestígio, tráfico de influência, corrupção passiva e lavagem de dinheiro. A investigação aponta negociação de "pagamento de valores expressivos, condicionados ao resultado de processos em curso", com o objetivo de influenciar decisões judiciais em tribunais superiores. Em 25/08/2026, a PF já havia apreendido R$ 510 mil em espécie com Linhares, em mala, no Aeroporto de Congonhas. A Operação Transparência começou em dezembro de 2025 para apurar irregularidades na destinação de emendas parlamentares; esta é sua terceira fase.

    Atribuída a: Cezinha de Madureira

    fontefonte

  • DDocumental direto

    Na decisão de 05/09/2026 na Pet 13.428/DF (cumprida em 14/09), o Min. Flávio Dino transcreve a representação da PF segundo a qual a perícia do celular de Mariângela Fialek, apreendido em 12/12/2025 na Operação Transparência, revela "atuação articulada e continuada de três pessoas com papéis complementares": Fialek, que "capta e formaliza as causas e elabora os memoriais"; Valéria Rodrigues Linhares, advogada e esposa do deputado, que "redige, revisa e assina os instrumentos de honorários e de cessão de crédito"; e o deputado Cezinha de Madureira, "a quem cabe o suposto contato pessoal e direto com Ministros de Tribunais Superiores". A decisão defere busca e apreensão contra o deputado e a sociedade de advocacia de Valéria, avoca ao STF os procedimentos sobre os R$ 510 mil apreendidos em Congonhas em 25/08/2026 e indefere a busca no gabinete parlamentar, por não reunir as "fundadas razões" exigidas pelo Código de Processo Penal.

    Atribuída a: Flávio Dino

    documentofonte

  • DDocumental direto

    A representação da PF transcrita na decisão da Pet 13.428 impõe "delimitação negativa e expressa do objeto": não são objeto da apuração condutas de ministros do STF, do STJ, do TSE ou de quaisquer outros magistrados; "não há, nos elementos reunidos, notícia de solicitação, de aceitação ou de recebimento de vantagem indevida por integrante do Poder Judiciário, tampouco de prolação de ato jurisdicional em desconformidade com o direito"; os magistrados citados nos diálogos "comparecem nestes autos exclusivamente como destinatários cogitados da influência anunciada pelos investigados [...] e jamais como suspeitos". A PF explica que os crimes de exploração de prestígio e tráfico de influência são formais: consumam-se com a solicitação ou o recebimento de vantagem "a pretexto de influir", sendo irrelevantes "a existência real da influência anunciada", seu efetivo exercício e "qualquer adesão do agente público cogitado — que pode inclusive jamais tomar conhecimento da negociação levada a efeito em seu nome". Nenhuma diligência foi pedida contra gabinete judicial.

    Atribuída a: Flávio Dino

    documentofonte

Fontes3

1 fonte(s) primária(s) oficial(is).

Histórico de atualização

Criado
15/09/2026
Atualizado
15/09/2026
Revisão
published
Revisor
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