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Testemunha-chave do caso Master tem morte cerebral
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Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão teve morte cerebral em 04/03/2026, horas depois de ser preso na 3ª fase da Compliance Zero, sob custódia na Superintendência da PF em Belo Horizonte. Em nota, a PF informou que ele havia tentado se matar, que policiais tentaram reanimá-lo e acionaram o Samu, e que comunicaria o fato ao gabinete do relator no STF, entregaria os registros em vídeo e abriria procedimento apuratório. A corporação não detalhou em que circunstâncias foi encontrado. Segundo as investigações, ele integraria o 'núcleo de intimidação' de adversários do fundador do Banco Master.
Fonte secundária: sustenta, no máximo, evidências corroboradas (C) ou alegações (A), salvo quando reproduz documento primário lido pela equipe.
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- 03/09/2026
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O que esta fonte sustenta
Evidências
- CCorroboradoLuiz Phillipi Machado de Moraes Mourão teve morte cerebral em 04/03/2026, horas depois de ser preso na 3ª fase da Compliance Zero, enquanto estava sob custódia da PF em Belo Horizonte; foi levado pelo Samu ao Hospital João XXIII e morreu no início de março.
- AAlegaçãoEm nota, a Polícia Federal informou que o preso havia tentado se matar, que agentes tentaram reanimá-lo e acionaram o Samu, que comunicaria o ocorrido ao gabinete do relator no STF, entregaria todos os registros em vídeo e abriria procedimento apuratório. A nota não descreve em que circunstâncias ele foi encontrado.
Documentos
Nenhum.
Atos públicos
Nenhum.
Pessoas e organizações
Relações derivadas
- Daniel Vorcaro · apontado pela PF como integrante do núcleo de intimidação · Luiz Phillipi Mourão AAlegação