Pessoa · Outro
Daniel Moreira Bezerra
Constituiu a empresa que se tornou a Tirreno
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O que significam D, C, A e I?
- DDocumental direto
- Documental direto: consta de documento primário verificável (decisão, relatório oficial, contrato, registro).
- CCorroborado
- Corroborado: confirmado por múltiplas fontes independentes, sem documento primário no corpus.
- AAlegação
- Alegação: declaração atribuída a terceiro. Não equivale a fato comprovado.
- IInferência
- Inferência: interpretação analítica a partir de fatos conhecidos. Não é prova.
Detalhe em metodologia.
Resumo
Constituiu, em 04/11/2024, a empresa "SX 016 Empreendimentos e Participações S.A." (CNPJ 57.965.351/0001-54) — uma entre cerca de 91 empresas de nomes semelhantes ("SX XXX") que registrou, padrão que o Banco Central aponta como indício de "empresa de prateleira". Em 02/12/2024, a SX 016 teve seu contrato social alterado: mudou de nome para Tirreno Consultoria Promotoria de Crédito e Participações S.A., ampliou o capital para R$ 30 milhões, e ele foi substituído por André Seixas Maia na direção. A alteração só foi registrada na Junta Comercial de São Paulo em 15/04/2025 — quando os primeiros contratos de cessão de crédito com o Banco Master já haviam sido assinados (a partir de 05/12/2024) em nome da empresa ainda formalmente chamada SX 016.
Por que está no Novelo?
É quem, na prática, abriu a casca societária que se tornaria a Tirreno — um passo anterior a tudo que se sabia sobre a empresa até a leitura direta do IPL, e nenhuma fonte jornalística já registrada no acervo o identifica.
Posição do citado
Negativas, esclarecimentos, notas públicas ou versões apresentadas pela pessoa ou organização. Exibidas sempre, mesmo quando enfraquecem uma hipótese.
- Posição não localizada
Nenhuma manifestação pública localizada.
Lacunas ainda não esclarecidas
O que o corpus não demonstra. Se não sabemos, dizemos que não sabemos.
- Não há indício, nos documentos lidos até agora, de que ele conhecesse o uso posterior da empresa como veículo de venda de créditos ao BRB — o registro de ~91 empresas semelhantes é consistente tanto com atuação própria de "vendedor de empresas de prateleira" (praxe comercial comum, não necessariamente ilícita) quanto com participação consciente no esquema; os documentos não resolvem essa distinção.
- Atualização do lote 257: a IPJ-A nº 1270942/2026 da PF o registra como secretário nas atas de aumento de capital de duas das seis empresas de prateleira usadas, segundo a PF, para comprar imóveis para Paulo Henrique Costa (Lenore e Stanza, fevereiro de 2025). O relatório não afirma que ele soubesse do propósito das operações.
Linha do tempo0
Nenhum evento datado no corpus.
Mais bem documentadas1
As doze relações com a evidência mais forte. Todas aparecem completas, agrupadas por categoria, na seção seguinte.
- CCorroboradoTirrenoconstituiu a empresa, como SX 016, em 04/11/202404/11/2024
Relações por categoria1
Societário 1
Tirreno· constituiu a empresa, como SX 016, em 04/11/2024CCorroboradoVerificadodesde 04/11/2024
Por que estes nós estão conectados?
Daniel Moreira Bezerra constituiu em 04/11/2024 a empresa "SX 016", renomeada Tirreno em 02/12/2024, segundo a leitura direta do IPL 2025.0087917 registrada no acervo; relatório da PF sobre os imóveis de Paulo Henrique Costa também o identifica como quem constituiu a empresa depois transformada na Tirreno.
Fontes
- Banco Master: a reconstrução completa de como uma fraude capturou a RepúblicaAgência Pública · mar/2026Imprensa✓ verificadaoriginal ↗
- BC poupou Cartos, empresa investigada pela PF no caso MasterPoder360 · 04/02/2026Imprensa✓ verificadaoriginal ↗
- IPJ-A nº 1270942/2026 da Polícia Federal — os imóveis de Paulo Henrique Costa e as empresas que os comprariamPolícia Federal · 12/03/2026Fonte oficial✓ verificadaoriginal ↗
Força da evidência
CCorroboradoCorroborado: confirmado por múltiplas fontes independentes, sem documento primário no corpus.- CCorroboradoO mecanismo por trás dos R$ 12,2 bilhões em carteiras que o BRB adquiriu do Master, já registrado no corpus via decisão do STF como tendo ocorrido 'apesar de pareceres técnicos e jurídicos contrários', foi descrito por duas apurações independentes baseadas em depoimentos à PF e ao BC: uma empresa de fachada, a Tirreno, vendia créditos ao BRB embutindo um prêmio ao banco comprador; o Master recebia o valor à vista, sem pagar a Tirreno à vista; os créditos não puderam ser confirmados na origem.
- AAlegaçãoSegundo a Polícia Federal, os seis imóveis de R$ 146,6 milhões atribuídos a Paulo Henrique Costa seriam comprados por seis sociedades anônimas de prateleira — Allora, Lenore, Stanza, Domani, Chesapeake e Milano —, cada uma com capital aumentado entre janeiro e março de 2025 no valor de um imóvel e controlada pelo FIP Alucard (depois renomeado Abbiamo), gerido pela REAG Portfolio Solutions. RESOLVIDO (13/09/2026): a decisão de 15/04/2026 que autorizou busca e apreensão contra os investigados nomeia o diretor das seis empresas — Hamilton Suaki, médico, cunhado do advogado Daniel Lopes Monteiro — e o representante da REAG nas atas — Arthur Caixeta Nogueira.
Posição dos envolvidos
Posição não localizada no corpus até a última atualização.
Negócios e transações0
Nenhuma transação documentada no corpus.
Documentos2
- IPJ-A nº 1270942/2026 — imóveis de Paulo Henrique Costa, empresas de prateleira e o FIP AlucardRelatório oficial · 12/03/2026 · oficial
- Reportagem da Agência Pública sobre o mecanismo da Tirreno na venda de créditos ao BRBRelatório oficial · mar/2026 · oficial
Evidências2
Cada evidência sustenta uma proposição concreta, com classificação própria.
- CCorroborado
O mecanismo por trás dos R$ 12,2 bilhões em carteiras que o BRB adquiriu do Master, já registrado no corpus via decisão do STF como tendo ocorrido 'apesar de pareceres técnicos e jurídicos contrários', foi descrito por duas apurações independentes baseadas em depoimentos à PF e ao BC: uma empresa de fachada, a Tirreno, vendia créditos ao BRB embutindo um prêmio ao banco comprador; o Master recebia o valor à vista, sem pagar a Tirreno à vista; os créditos não puderam ser confirmados na origem.
A Tirreno vendia créditos ao BRB por R$ 12,2 bilhões — embutindo um prêmio (lucro) ao banco. O Master não precisava pagar a Tirreno à vista, mas recebia do BRB à vista.
- AAlegação
Segundo a Polícia Federal, os seis imóveis de R$ 146,6 milhões atribuídos a Paulo Henrique Costa seriam comprados por seis sociedades anônimas de prateleira — Allora, Lenore, Stanza, Domani, Chesapeake e Milano —, cada uma com capital aumentado entre janeiro e março de 2025 no valor de um imóvel e controlada pelo FIP Alucard (depois renomeado Abbiamo), gerido pela REAG Portfolio Solutions. RESOLVIDO (13/09/2026): a decisão de 15/04/2026 que autorizou busca e apreensão contra os investigados nomeia o diretor das seis empresas — Hamilton Suaki, médico, cunhado do advogado Daniel Lopes Monteiro — e o representante da REAG nas atas — Arthur Caixeta Nogueira.
Atribuída a: Polícia Federal, na IPJ-A nº 1270942/2026, juntada ao INQ 5.026
Fontes4
2 fonte(s) primária(s) oficial(is).
- IPJ-A nº 1270942/2026 da Polícia Federal — os imóveis de Paulo Henrique Costa e as empresas que os comprariamPolícia Federal · 12/03/2026Fonte oficial✓ verificadaoriginal ↗
- Inquérito Policial 2025.0087917-DELEINQUE/DRPJ/SR/PF/DF, trasladado ao STF (INQ 5.026)Polícia Federal — DELEINQUE/DRPJ/SR/PF/DF, 10ª Vara Federal Criminal da SJDF · ago/2025Fonte oficial✓ verificadaoriginal ↗
- Banco Master: a reconstrução completa de como uma fraude capturou a RepúblicaAgência Pública · mar/2026Imprensa✓ verificadaoriginal ↗
- BC poupou Cartos, empresa investigada pela PF no caso MasterPoder360 · 04/02/2026Imprensa✓ verificadaoriginal ↗
Histórico de atualização
- Criado
- 12/09/2026
- Atualizado
- 12/09/2026
- Revisão
- published
- Revisor
- orquestrador
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