Pular para o conteúdo

Pessoa · Empresário

Vladimir Timerman

Sócio da Esh Capital

1 conexões1 eventos1 fontes oficiais4 evidências
Ir para a seção (12)
O que significam D, C, A e I?
DDocumental direto
Documental direto: consta de documento primário verificável (decisão, relatório oficial, contrato, registro).
CCorroborado
Corroborado: confirmado por múltiplas fontes independentes, sem documento primário no corpus.
AAlegação
Alegação: declaração atribuída a terceiro. Não equivale a fato comprovado.
IInferência
Inferência: interpretação analítica a partir de fatos conhecidos. Não é prova.

Detalhe em metodologia.

Levar este dossiê para um assistente:Baixar .txt10 KBcomo usar

Resumo

Sócio da gestora Esh Capital. Em depoimento à CPI do Crime Organizado, em 19/03/2026, afirmou que Daniel Vorcaro seria 'apenas a face pública' do Banco Master e que 'outros nomes' controlariam de fato a instituição — declaração apontada pela imprensa como origem da linha investigativa sobre a hipótese de 'sócio oculto', que passou a mirar Nelson Tanure. A ANÁLISE DO CHAT DE VORCARO E MOURÃO (IPJ-A nº 1070759/2026, lote 204, PET 15.978) mostra que, já em 2024, ele era alvo da dupla: apontado por Vorcaro como autor de um pedido de busca e apreensão contra o Master (chamado por ele de "depravado" em 18/02/2024) e de uma notícia de fato ao MPF de São Paulo contra o fundo ESH Theta Master, em agosto de 2024 — episódio que levou Mourão a propor "medida mais drástica" contra ele e Vorcaro a estender a ameaça a "o advogado tb".

Por que está no Novelo?

Prestou depoimento que deu origem à linha investigativa sobre suposto controle oculto do Banco Master por terceiros, e é alvo nomeado, desde 2024, de reações hostis de Vorcaro a cada medida judicial que promoveu contra o banco.

Posição do citado

Negativas, esclarecimentos, notas públicas ou versões apresentadas pela pessoa ou organização. Exibidas sempre, mesmo quando enfraquecem uma hipótese.

  • Nota públicapor Vladimir Timerman· 13/04/2026

    Em entrevista à Folha de S.Paulo logo após o depoimento à CPI, relatando preocupações com a própria segurança, disse: "Do que adianta me matar? Todas as informações que eu tenho meus advogados e meus sócios têm, não adianta me matar."

    Fontes: ND Mais

Lacunas ainda não esclarecidas

O que o corpus não demonstra. Se não sabemos, dizemos que não sabemos.

  • O advogado a quem Vorcaro se referiu em 'E contra o advogado tb' (28/08/2024) não é identificado pelo nome no trecho analisado.

Linha do tempo1

Mais bem documentadas1

As doze relações com a evidência mais forte. Todas aparecem completas, agrupadas por categoria, na seção seguinte.

  • AAlegaçãoDaniel Vorcarodisse à CPI que Vorcaro era 'a face pública'19/03/2026

Relações por categoria1

Alegação investigativa 1

Daniel Vorcaro· disse à CPI que Vorcaro era 'a face pública'AAlegaçãoNão verificadodesde 19/03/2026
Alegação investigativaAlegação investigativaconfiança 30%

Por que estes nós estão conectados?

Em depoimento à CPI do Crime Organizado (19/03/2026), Timerman afirmou que Vorcaro seria 'apenas a face pública' do Banco Master, dando origem à linha investigativa sobre controle oculto por terceiros.

Eventos: Investigadores apuram se Tanure é sócio oculto do Master; Ligga aplicou parte do caixa em títulos do banco

Fontes

Força da evidência

AAlegaçãoAlegação: declaração atribuída a terceiro. Não equivale a fato comprovado.
  • AAlegaçãoInvestigadores da PF, do Banco Central e do MPF levantam a hipótese — sob apuração, ainda sem confirmação judicial — de que Nelson Tanure seria 'sócio oculto' do Banco Master, exercendo influência por meio de fundos e estruturas societárias complexas, com injeção de cerca de R$ 2,5 bilhões no banco desde 2020. A reportagem cita um grupo de seis nomes apontados nessa linha investigativa: Daniel Vorcaro, Augusto Lima, Fabiano Zettel, João Carlos Mansur, Nelson Tanure e Maurício Quadrado. A origem da linha remonta a um inquérito aberto pelo MPF em 2024, motivado por depoimento de Vladimir Timerman (Esh Capital) à CPI em 19/03/2026, no qual disse que Vorcaro seria 'apenas a face pública' do Master.

Posição dos envolvidos

Posição não localizada no corpus até a última atualização.

Negócios e transações0

Nenhuma transação documentada no corpus.

Documentos1

Evidências4

Cada evidência sustenta uma proposição concreta, com classificação própria.

  • AAlegação

    Investigadores da PF, do Banco Central e do MPF levantam a hipótese — sob apuração, ainda sem confirmação judicial — de que Nelson Tanure seria 'sócio oculto' do Banco Master, exercendo influência por meio de fundos e estruturas societárias complexas, com injeção de cerca de R$ 2,5 bilhões no banco desde 2020. A reportagem cita um grupo de seis nomes apontados nessa linha investigativa: Daniel Vorcaro, Augusto Lima, Fabiano Zettel, João Carlos Mansur, Nelson Tanure e Maurício Quadrado. A origem da linha remonta a um inquérito aberto pelo MPF em 2024, motivado por depoimento de Vladimir Timerman (Esh Capital) à CPI em 19/03/2026, no qual disse que Vorcaro seria 'apenas a face pública' do Master.

    Atribuída a: ICL Notícias

    fonte

  • AAlegação

    Documentos internos da Ligga Telecom, citados pela Gazeta do Povo, mostram que a partir de outubro de 2022 a empresa direcionou parte de seu caixa livre a um fundo de liquidez reduzida; em dezembro de 2022 a diretoria deliberou pela contratação de Certificados de Cédula Bancária (CCBs) do Banco Master, decisão que não passou pelo Conselho de Administração. Em dezembro de 2022 o caixa livre da Ligga havia caído a cerca de R$ 5,9 milhões enquanto as aplicações financeiras somavam cerca de R$ 353 milhões; em setembro de 2025 essas aplicações já somavam R$ 388,6 milhões, com rendimentos. Em dezembro de 2025 a agência Moody's rebaixou o rating da Ligga de BBB.br para BB-.br, citando 'opacidade de informação' e 'risco elevado de refinanciamento'.

    Atribuída a: Gazeta do Povo

    fonte

  • AAlegação

    Em 29/01/2026, o sócio minoritário Agnaldo Bastos Lopes (4,13% da Ligga via SR22 Adm. de Bens, recebido em 2022 na venda da Nova Fibra Telecom à Ligga) enviou notificação extrajudicial alegando que mais de R$ 1 bilhão captado via debêntures incentivadas — que por lei deveria financiar infraestrutura — não teve essa destinação, e que cerca de R$ 400 milhões teriam sido desviados para o Banco Master, enquanto a companhia enfrentava inadimplência com fornecedores. A notificação também questiona a falta de transparência na venda da Ligga à Brasil TecPar; pedidos de informação da minoria estavam pendentes desde 05/12/2025.

    Atribuída a: Gazeta do Povo

    fonte

  • AAlegação

    Por meio do advogado Pablo Naves Testoni, Nelson Tanure negou categoricamente qualquer vínculo societário com o Banco Master, afirmando relação 'estritamente comercial, como cliente'; disse 'jamais ter enfrentado qualquer processo criminal' e nunca ter realizado operação que convertesse dívida em participação societária no Master, direta ou indiretamente. Anunciou que apresentaria documentos sobre a origem lícita de seus negócios e buscaria reverter judicialmente o bloqueio de bens determinado por Dias Toffoli.

    Atribuída a: Times Brasil, citando nota da defesa de Nelson Tanure

    fonte

Fontes6

1 fonte(s) primária(s) oficial(is).

Histórico de atualização

Criado
03/09/2026
Atualizado
19/09/2026
Revisão
published
Revisor
orquestrador

O histórico completo de alterações deste registro está no Git do repositório e no registro de atualizações. Correções podem ser propostas por issue ou pull request.