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Pessoa · Empresário

Vladimir Timerman

Sócio da Esh Capital

1 conexões1 eventos0 fontes oficiais4 evidências
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Resumo

Sócio da gestora Esh Capital. Em depoimento à CPI do Crime Organizado, em 19/03/2026, afirmou que Daniel Vorcaro seria 'apenas a face pública' do Banco Master e que 'outros nomes' controlariam de fato a instituição — declaração apontada pela imprensa como origem da linha investigativa sobre a hipótese de 'sócio oculto', que passou a mirar Nelson Tanure.

Por que está no Novelo?

Prestou depoimento que deu origem à linha investigativa sobre suposto controle oculto do Banco Master por terceiros.

Posição do citado

Negativas, esclarecimentos, notas públicas ou versões apresentadas pela pessoa ou organização. Exibidas sempre, mesmo quando enfraquecem uma hipótese.

  • Posição não localizada

    Nenhuma manifestação pública específica localizada no corpus até a data da última atualização.

Lacunas ainda não esclarecidas

O que o corpus não demonstra. Se não sabemos, dizemos que não sabemos.

Nenhuma lacuna registrada pela equipe editorial.

Linha do tempo1

Mais bem documentadas1

As doze relações com a evidência mais forte. Todas aparecem completas, agrupadas por categoria, na seção seguinte.

  • AAlegaçãoDaniel Vorcarodisse à CPI que Vorcaro era 'a face pública'19/03/2026

Relações por categoria1

Alegação investigativa 1

Daniel Vorcaro· disse à CPI que Vorcaro era 'a face pública'AAlegaçãoNão verificadodesde 19/03/2026
Alegação investigativaAlegação investigativaconfiança 0,3

Por que estes nós estão conectados?

Em depoimento à CPI do Crime Organizado (19/03/2026), Timerman afirmou que Vorcaro seria 'apenas a face pública' do Banco Master, dando origem à linha investigativa sobre controle oculto por terceiros.

Eventos: Investigadores apuram se Tanure é sócio oculto do Master; Ligga aplicou parte do caixa em títulos do banco

Fontes

Força da evidência

AAlegaçãoAlegação: declaração atribuída a terceiro. Não equivale a fato comprovado.
  • AAlegaçãoInvestigadores da PF, do Banco Central e do MPF levantam a hipótese — sob apuração, ainda sem confirmação judicial — de que Nelson Tanure seria 'sócio oculto' do Banco Master, exercendo influência por meio de fundos e estruturas societárias complexas, com injeção de cerca de R$ 2,5 bilhões no banco desde 2020. A reportagem cita um grupo de seis nomes apontados nessa linha investigativa: Daniel Vorcaro, Augusto Lima, Fabiano Zettel, João Carlos Mansur, Nelson Tanure e Maurício Quadrado. A origem da linha remonta a um inquérito aberto pelo MPF em 2024, motivado por depoimento de Vladimir Timerman (Esh Capital) à CPI em 19/03/2026, no qual disse que Vorcaro seria 'apenas a face pública' do Master.

Posição dos envolvidos

Posição não localizada no corpus até a última atualização.

Negócios e transações0

Nenhuma transação documentada no corpus.

Documentos0

Nenhum documento ligado.

Evidências4

Cada evidência sustenta uma proposição concreta, com classificação própria.

  • AAlegação

    Investigadores da PF, do Banco Central e do MPF levantam a hipótese — sob apuração, ainda sem confirmação judicial — de que Nelson Tanure seria 'sócio oculto' do Banco Master, exercendo influência por meio de fundos e estruturas societárias complexas, com injeção de cerca de R$ 2,5 bilhões no banco desde 2020. A reportagem cita um grupo de seis nomes apontados nessa linha investigativa: Daniel Vorcaro, Augusto Lima, Fabiano Zettel, João Carlos Mansur, Nelson Tanure e Maurício Quadrado. A origem da linha remonta a um inquérito aberto pelo MPF em 2024, motivado por depoimento de Vladimir Timerman (Esh Capital) à CPI em 19/03/2026, no qual disse que Vorcaro seria 'apenas a face pública' do Master.

    Atribuída a: ICL Notícias

    fonte

  • AAlegação

    Documentos internos da Ligga Telecom, citados pela Gazeta do Povo, mostram que a partir de outubro de 2022 a empresa direcionou parte de seu caixa livre a um fundo de liquidez reduzida; em dezembro de 2022 a diretoria deliberou pela contratação de Certificados de Cédula Bancária (CCBs) do Banco Master, decisão que não passou pelo Conselho de Administração. Em dezembro de 2022 o caixa livre da Ligga havia caído a cerca de R$ 5,9 milhões enquanto as aplicações financeiras somavam cerca de R$ 353 milhões; em setembro de 2025 essas aplicações já somavam R$ 388,6 milhões, com rendimentos. Em dezembro de 2025 a agência Moody's rebaixou o rating da Ligga de BBB.br para BB-.br, citando 'opacidade de informação' e 'risco elevado de refinanciamento'.

    Atribuída a: Gazeta do Povo

    fonte

  • AAlegação

    Em 29/01/2026, o sócio minoritário Agnaldo Bastos Lopes (4,13% da Ligga via SR22 Adm. de Bens, recebido em 2022 na venda da Nova Fibra Telecom à Ligga) enviou notificação extrajudicial alegando que mais de R$ 1 bilhão captado via debêntures incentivadas — que por lei deveria financiar infraestrutura — não teve essa destinação, e que cerca de R$ 400 milhões teriam sido desviados para o Banco Master, enquanto a companhia enfrentava inadimplência com fornecedores. A notificação também questiona a falta de transparência na venda da Ligga à Brasil TecPar; pedidos de informação da minoria estavam pendentes desde 05/12/2025.

    Atribuída a: Gazeta do Povo

    fonte

  • AAlegação

    Por meio do advogado Pablo Naves Testoni, Nelson Tanure negou categoricamente qualquer vínculo societário com o Banco Master, afirmando relação 'estritamente comercial, como cliente'; disse 'jamais ter enfrentado qualquer processo criminal' e nunca ter realizado operação que convertesse dívida em participação societária no Master, direta ou indiretamente. Anunciou que apresentaria documentos sobre a origem lícita de seus negócios e buscaria reverter judicialmente o bloqueio de bens determinado por Dias Toffoli.

    Atribuída a: Times Brasil, citando nota da defesa de Nelson Tanure

    fonte

Fontes4

0 fonte(s) primária(s) oficial(is).

Histórico de atualização

Criado
03/09/2026
Atualizado
03/09/2026
Revisão
published
Revisor
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