Fonte · Tribunal (oficial)
Ofício GMAM nº 13/2026 — defesa de Alexandre de Moraes em 121 tópicos, véspera da sessão de 15/09
Acesso
Ofício de 44 páginas e 121 tópicos, enviado por Moraes a Fachin em cumprimento ao despacho de 03/09/2026, na véspera da sessão extraordinária de 15/09/2026 que julgaria o parecer da PGR pela nulidade da investigação contra ele. Estruturado em quatro blocos: (A) nulidade da instauração de ofício da investigação contra ministro do STF, por magistrado incompetente e sem autorização do Plenário; (B) alegação de direcionamento ilegal da investigação por André Mendonça, com acusações de que Mendonça teria vazado informações à imprensa antes de 7/9/2026 e gravado vídeo nas redes sociais na véspera de atos políticos, por motivação político-eleitoral, e de que teria tentado incluir Moraes e o senador Davi Alcolumbre em colaboração premiada por "motivos pessoais e políticos"; (C) alegação de nulidade do relatório da PF por quebra de cadeia de custódia, incluindo a insinuação, não comprovada, de que o relatório teria sido produzido com auxílio de "órgão externo, provavelmente estrangeiro"; (D) alegação de que os 7.742 documentos dos autos da Operação Compliance não trazem nenhum indício de conduta ilícita por parte de Moraes.
Documento extremamente hostil a Mendonça, com acusações graves e diretas (vazamento, motivação eleitoral, insinuação de interferência estrangeira) apresentadas como fato consumado pelo próprio Moraes, sem comprovação documental própria anexada a estas peças. Tratado no acervo como ALEGAÇÃO DE PARTE INTERESSADA — o próprio investigado se defendendo — não como fato estabelecido. Mendonça não se manifestou publicamente sobre estas acusações específicas até esta coleta.
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- 15/09/2026
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- orquestrador (leitura direta do PDF extraído, 44 páginas)
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O que esta fonte sustenta
Evidências
- AAlegaçãoNa véspera da sessão de 15/09/2026, em ofício formal a Fachin, Alexandre de Moraes acusou André Mendonça de ter, pessoalmente, vazado informações à imprensa na semana anterior a 7/9/2026 e gravado um vídeo nas redes sociais na véspera de atos políticos "para impulsionar os comícios de determinado grupo político" — caracterizando a condução da investigação contra ele e contra o senador Davi Alcolumbre como direcionada "por motivos pessoais e políticos", com vistas às eleições de outubro de 2026. Moraes também insinuou, sem comprovação anexada, que o relatório da PF poderia ter sido produzido com auxílio de "órgão externo, provavelmente estrangeiro", e sugeriu relação entre isso e o afastamento do diretor-geral da PF.
Eventos
Nenhum.
Atos públicos
Nenhum.
Pessoas e organizações
Relações derivadas
- Alexandre de Moraes · alegou improbidade e usurpação de direção · André Mendonça AAlegação