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Fonte · Imprensa

Investigador da PF no Rio de Janeiro era agente infiltrado de Vorcaro

CNN Brasilpublicada em 14/05/2026capturada em 03/09/2026Imprensa

Acesso

Registra a prisão preventiva do agente Anderson Wander da Silva Lima, lotado na Superintendência Regional da PF no Rio de Janeiro, na 6ª fase da Operação Compliance Zero (14/05/2026). A PF o descreve como 'agente infiltrado funcionalmente na Polícia Federal em benefício da organização criminosa' e como 'longa manus' de Marilson Roseno da Silva, tendo recebido propina por consultas em sistemas restritos. Procurada, sua defesa não se manifestou.

Fonte secundária: sustenta, no máximo, evidências corroboradas (C) ou alegações (A), salvo quando reproduz documento primário lido pela equipe.

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Verificada em
03/09/2026
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O que esta fonte sustenta

Evidências

  • CCorroboradoMarilson Roseno da Silva, preso preventivamente em 04/03/2026 na 3ª fase da Compliance Zero, foi transferido para presídio federal em Brasília em 15/05/2026, por determinação do ministro André Mendonça, sob o fundamento de que, mesmo preso, continuava recebendo informações sigilosas sobre operações policiais em curso. A decisão descreve 'rede externa ativa capaz de monitorar diligências policiais em curso fora do cárcere' e 'capacidade de manter influência sobre os integrantes do grupo em liberdade', qualificando-o como 'líder operacional' do núcleo apelidado pela corporação de 'A Turma' — descrito como composto por policiais federais da ativa e aposentados, bicheiros e milicianos, e financiado por Henrique Moura Vorcaro.
  • CCorroboradoOs policiais antes referidos genericamente como 'ao menos três' foram identificados na 6ª fase da Operação Compliance Zero, em 14/05/2026. Da ativa: o agente Anderson Wander da Silva Lima, lotado na Superintendência da PF no Rio de Janeiro, preso preventivamente e descrito pela corporação como 'agente infiltrado funcionalmente na Polícia Federal em benefício da organização criminosa' e 'longa manus' de Marilson Roseno da Silva; e a delegada Valéria Vieira Pereira da Silva, de Minas Gerais, afastada preventivamente do cargo, com proibição de contato com outros policiais, de acesso a instalações da PF, proibição de deixar o país e entrega de passaporte. Aposentados: Francisco José Pereira da Silva, marido da delegada, apontado como intermediário, alvo de busca e apreensão; e Sebastião Monteiro Júnior, preso. Nenhum foi julgado, e não há denúncia oferecida: trata-se de imputação da autoridade policial acolhida em cognição sumária para fins cautelares.

Documentos

Nenhum.

Atos públicos

Nenhum.

Relações derivadas