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Fonte · Registro societário

Registro cadastral da Empresa Baiana de Alimentos S.A. (Ebal) — Receita Federal

Receita Federal do Brasil (via BrasilAPI)publicada em 09/09/2026capturada em 09/09/2026Fonte oficial

Acesso

Consulta ao CNPJ 14.842.447/0001-12. Companhia aberta em 14/04/1980, com capital social registrado de R$ 929.443.700,00, situação ATIVA, sede em Salvador. Diretoria estatutária: Gustavo Castro Lima Carlos de Souza (desde 07/05/2018) e Luia Kruschewsky Monteiro (desde 16/07/2018). Escrituração em Lucro Real de forma contínua de 2016 a 2024 — a empresa nunca foi baixada e segue operando sob controle privado.

Fonte primária oficial: entra no modo "somente fontes oficiais" do grafo.

Verificação

Verificada em
09/09/2026
Por
orquestrador (leitura de texto legal oficial e consulta à Receita Federal)
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O que esta fonte sustenta

Evidências

  • CCorroboradoA Ebal foi a leilão três vezes. Nas duas primeiras — 27/01/2016 e março de 2018 —, com lance mínimo de R$ 81 milhões fixado por avaliação econômico-financeira, não houve interessados. No terceiro, em 11/04/2018, com um único participante, a companhia foi arrematada por R$ 15 milhões, cerca de R$ 66 milhões abaixo do mínimo originalmente exigido. O registro da Receita Federal mostra que a companhia tinha capital social de R$ 929.443.700,00. O lote compreendia o controle acionário, os fundos de comércio das 49 lojas da Cesta do Povo, o direito de exploração da marca e o Programa Credicesta; os imóveis não foram vendidos, tendo sido incorporados ao patrimônio estadual. As dívidas remanescentes ficaram com o Estado, que pagou cerca de R$ 93 milhões entre 2019 e 2026 — 6,2 vezes o valor arrecadado com a venda. O passivo era conhecido antes da operação: em dezembro de 2014, dias após a lei autorizativa, o então vice-governador falava publicamente em R$ 200 milhões de passivo trabalhista. A composição exata dos R$ 93 milhões não foi localizada em fonte pública.
  • CCorroboradoElemento de continuidade pessoal entre o lado público e o lado privado do mesmo ativo: Luia Kruschewsky Monteiro era gerente jurídica da Ebal enquanto a empresa era estatal e permaneceu após a privatização, tornando-se diretora estatutária em 16/07/2018, cargo que o registro da Receita Federal confirma que ainda ocupa. Requerimento apresentado na CPMI do INSS em 05/11/2025 pede acareação entre ela, Eugênio de Souza Kruschewsky — procurador do Estado da Bahia — e André Kruschewsky Lima, diretor do Banco Master, além de Relatório de Inteligência Financeira do Coaf sobre os três; a peça descreve André como 'primo e então sócio' de Eugênio e trata os demais como 'parentes' dele. Ressalva editorial: a existência e o teor do requerimento são documentais, mas as afirmações de parentesco são alegação de parlamentar, não confirmadas por documento civil — o corpus não as registra como fato. O outro diretor da Ebal, Gustavo Castro Lima Carlos de Souza, não foi identificado em nenhuma fonte além do registro cadastral, e a coincidência parcial de sobrenome com Augusto Ferreira Lima não autoriza qualquer inferência.

Documentos

Nenhum.

Eventos

Nenhum.

Atos públicos

Nenhum.

Relações derivadas

Nenhuma.